Alguns que leram meus contos perceberam o tesão que tenho por machos baixinhos. Eu um negão de 1,85m adorando ser pego por um baixinho menor que 1,60m. Mas vou contar aqui como essa tara começou a não me sair da cabeça. Isso aconteceu quando morava em São Paulo. Nove horas da manhã saiu do meu plantão, ando três quarteirões e pego o metro da linha amarela. Sempre por costume pego o último vagão, porque sempre ouvi falar que é nesse último que rola a putaria. Nesse dia cansado, amanheceu chovendo e isso já deixa a gente mals. O metrô chegou, peguei o último vagão, poucas pessoas, fui lá para o fundão, sento e vejo que bem em minha frente tem um cabra anão sentado. Olhei sem muito interesse, vi que era bonito, feições agradáveis, deveria ter uns 28 a 30 amos. Fiquei olhando interessado na figura, mas sem maldade. Ele percebeu e começou a me encarar, comecei a gostar do jogo. Encarei também. Na maior o anão começou a brincar com o zíper da sua calça, era jeans. Achei graça. Ele me olhava e olhava para o zíper. Olhei para o lado, e ninguém próximo. O safado, abriu o zíper, meteu a mão, e ficou pegando no pau. Pensei, deve ter um pintinho miniatura. Ele viu que eu olhava e na maior, colocou a cabeça para fora da calça. Cada estação que o metrô parava ele cobria com uma pasta que ele carregava. Mal o metro saia, ele me mostrava a cabeça da pica. De onde estava, a ponta da pica não me parecia pequena. Assim foi, mais uma estação, e novamente ele tirou a pasta, e dessa vez colocou a rola para fora. Me assustei, não era pequena como eu imaginei não, deveria ter uns 17cm e bem grossinha. Pensei esse puto quer me pegar, e ri internamente. Pensei em ir me sentar ao lado dele, mas fiquei onde estava. Ele pegava na pica, batia punheta e me olhava e fazia sinal para eu ir até lá e pegar nela. Não fiz isso. Até que cheguei na estação. Republica e iria fazer baldeação para o metro Zona Leste. Achei que a farra tinha acabado. Subia a escada para a outra pegar o outro metro. Novamente fui para o fim do corredor pegar o último vagão. O puto do baixinho tinha me deixado com tesão e quem sabe eu fardado não iria chamar atenção de outro macho só, quem sabe, uma azaração sem maldade. Tô eu lá ainda pensando na pica do anão, quando olho vejo ele vindo. Chegou do meu lado e falou: vai descer onde? Respondi: em Arthur Alvim. Ele continuou: vou um pouco mais pra frente, mas vai depender. Curioso perguntei: depender de quê? Ele: de você. Ri e respondi: entendi. Nisso o metrô chegou. Subimos, e estava bem vazio, somos para o fundão. Ele sentou do meu lado. Pensei, caralho esse anão tá afim mesmo de me comer. Fiquei de boa. Mal o trem começou a andar, ele tirou a pasta do colo, abriu o zíper e tirou a rola para fora e falou me olhando: pega nela, tá toda meladinha. Falei que não ia pegar e ele disse: sei que você curte, então pega, não é pequena e não é porque sou anão que não posso te foder gostoso. Não acreditei no que estava ouvindo, mas uma pica assim branquinha com a cabeça rosada não se desperdiça. Levei a mão e peguei na pica, estava bem quente, e meladinha como ele disse. Por conta do mel que saia da pica minha mão deslizava pela rola, numa punheta gostosa. A foda era que a cada estação era aquele inferno de tiro a mão, guarda a pica e coloca a pasta em cima. Depois, tira a pasta, põe a rola pra fora e eu levando a mão para continuar. Isso foi me dando um tesão da porra, me deu aquela vontade louca de cair de boca na pica do anão. Mas não dava, apesar de bem vazio o vagão alguém poderia ver. Melhor ficar só na mão amiga pro baixinho. Foi assim até que chegou na minha estação e avisei que precisava descer. Ele guardou a pica, se ajeitou. Para minha surpresa quando fui descer ele estava ao meu lado. Perguntei: você não falou que ia mais pra frente. Ele falou: é moro em Itaquera, mas estou com vontade de te pegar grandão. Nossa quando esse disse, isso me deu um tesão da porra. Mas onde a gente ia. Pensei de um lugar que eu conhecia, mas ele tinha que topar. Falei de uma construção que eu conhecia, que estava abandonada, com um tapume na frente fácil de tirar e que lá a gente podia brincar à vontade, mas só que teria que ser a noite. Ele falou que estava afim agora. Expliquei que era casado, mostrei a aliança e que não tinha lugar para levar ele, reforcei que a noite ali a gente poderia ficar tranquilo, mas tinha que ser tipo sete e meia e que ele já me esperasse perto. Ele topou e falou: então lava bem esse lordo que vou dar um belo trato nele. Ri. Expliquei pra ele onde era, ele falou que estava ok. Fui pra casa e chegando nesse horário a mulher estava já no trabalho e os filhos na escola. Fui para o banho e bati aquela punheta para aliviar o tesão. Comi o rango que a mulher tinha deixado e fui dormi. Acordei as 16 horas, tomei um bom lanche, ouro banho. As crianças já estavam em casa e a mulher logo chegou. Conversamos e disse que tinha que ir mais cedo para resolver uns problemas. Sai de casa com tempo suficiente para chegar na construção. Cheguei primeiro, o baixinho não tinha chegado, mas logo ele apareceu com uma mochila pequena. Empurramos o tapume, entramos fechamos novamente e entramos na obra. Era um sobrado e fomos para a parte de cima. Esqueci de dizer que o nome dele era: João. João tirou uma toalha da mochila e uma vela. Acendeu a vela, estendeu a tolha e disse. Tira roupa aí grandão. Fui tirando e ele também. O anão era bem mais gostoso do que eu pensava, tinha um corpo legal, só era pequeno. A pica dele estava mole e ele disse: deixa minha rola dura, deitei. Ele veio por cima sentando no meu peito com a rola na altura da minha boca. Dei aquela lambida e percebi que já estava saindo o melzinho, delicioso por sinal. Passei a língua na cabeça da pica, depois fui engolindo ela que foi crescendo na minha boca. Segurava no saco dele e pagava um boquete. Uma rola branquinha, rodeada de pentelhos aparados e saco lisinho. Mamei muito, engolia inteiro e o puto segurava na minha cabeça e metia a rola na minha boca até o fundo. Dizia: assim eu vou fazer no teu cu, grandão! Isso me deixava com mais tesão. Mamei muito naquela rola, até que ele falou deita de bruços que vou dar um trato no seu lordo. Senti ele descendo pelo meu corpo e chegou no meu rabo. Senti a língua tentando alcançar meu cu, então ergui um pouco a bunda pra ficar mais fácil para ele. O puto falou: isso safado, ergue esse lordão que vou esfolar ele inteiro. Senti a língua dele no meu cu, que delícia, ele metia a língua como se fosse uma rola pequena, ciscando no meu cu. Aquilo me deu um tesão que eu pedia: Vai João mete rola no meu cu. Mas ele queria chupar meu cu, acho que esse era o fetiche dele. De vez em quando me dava uns tapas nas polpas do rabo. Eu gemia igual uma putinha safada. Ele se ergueu segurou na minha lateral, senti a pica encostando. Pedi para ele lubrificar e ele respondeu: não precisa minha pica é babona e já está bem lubrificada. Verdade a rola, teve certa resistência pra ultrapassar meu anel, mas depois foi deslizando para dentro. Parou, meu cu acostumou ele logo ele estava bombando devagar e foi acelerando. Metia gostoso, e me dava tapas na bunda e dizia: tá gostando grandão? Tá gostando de dar o cu para um pequeno? Eu respondia: estou adorando. Mete, mete pequeno, manda pica! Ele batia na minha bunda e flap flap de rola no meu cu. Quis mudar de posição e ele falou que era complicado, mas mandou eu deitar, me deitei e ele veio por cima, abri bem as pernas, ele procurou meu cu com o dedo, apontou e socou, dei aquela gemia de cu invadido, de cu preenchido. Ele pediu que eu erguesse um pouco a raba, levantei levemente e ele bombou gostoso, gostos de mais. Fodeu, fodeu e fodeu. Nisso ouvi ele falar: vou gozar, encher teu cu de porra, Falei para ele gozar fora. Mas ele já estava gozando. Senti a rola inchando dentro do meu rabo e aqueles jatos quente dentro. Pelo tempo, vi que o pequeno não parava de gozar. Falei pra ele: caralho quanta porra! Ele falou: porra de uma semana. Ainda ficou deitado em cima de mim. Até que se levantou. Pegou papel na mochila, limpou a rola, e me deu o rolo. Limpei do jeito que deu o cu. Fiquei de quatro para levantar, ele me deu uns tapas na bunda e falou: deu o cu bem gostoso grandão. Nunca tinha comido um lordo de negão desse tamanho, me deu muito tesão. Nos vestimos, saímos da obra, pequei o número do celular dele e ele o meu e ficamos de repetir. Só que isso não aconteceu. Bom pra você que chegou até aqui neste conto, infelizmente vou te dizer que ele não aconteceu e que isso é um fetiche que tenho, dar o cu pra um anão. Por isso se tiver algum anão aqui no contos eróticos e que more em Fortaleza vamos agilizar essa parada porque esse é meu fetiche
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