Já tinha se passado uns 15 dias e aquela jiboia que o tio Valter tinha guardada na cueca, não me saia do pensamento. Não quis esperar muito para não passar o tesão que senti e acho que o tio Valter sentiu também da nossa brincadeira no Ano Novo. Uma tarde tranquila, sem ninguém para atrapalhar liguei para o tio Valter. Ele ficou surpreso e falou que estava aguardando meu contato para a gente continuar o que tínhamos começado. Marquei naquela semana mesmo na minha folga no sábado. Inventei para a mulher que ia substituir o folguista que iria ficar em meu lugar porque ele tinha um compromisso e que depois a gente se acertava. O problema era o carro, o sitio era longe e eu nunca ia trabalhar de carro. Liguei para o tio Valter e ele falou, marca um lugar que te pego e riu. Marquei numa estação do metrô. Levante, tomei aquele banho gostoso, sai de casa bem cedo. Peguei busão e depois metrô, desci na estação e fui esperar na rua onde o tio ia me pegar rsrsrs. Esperei tempo para caralho, já que ele só viria às 8 horas e eu entro no trampo as 6. Finalmente tio Valter apareceu. Estava de camiseta e bermudão. Subi no carro e ele já foi falando: finalmente vamos continuar o que começamos, não vejo a hora de meter minha rola nesse seu cu, sobrinho. Ri e falei: esse é meu medo, titio tem uma rola de dar medo. Ele deu uma gargalhada e falou: todos os viados que peguei reclamaram, choraram nela, mas não de dor e sim de tesão e tu vai viciar nela e querer outras vezes. Ele pegou minha mão, que estava na minha perna e colocou em cima da rola dele e disse: vai acordando a cobra, pra adiantar nossa putaria. Peguei e apertei, a rola estava mole, mas fui alisando por cima da bermuda e dando apertadas e ela foi crescendo. Ele enfiou a mão ajeitou a pica pro meu lado, logo ela estava já virando no fado de fora da coxa. Pensei: será que vou aguentar isso tudo, mas... Chegamos no sitio, ele deixou o carro no lado de fora, na rua. Entramos e ele já me agarrou por trás e disse: até sonhei com essa bunda. Virei a cabeça com ele ainda me segurando por trás e demos um beijo gostoso. Ele foi me prendendo pela cintura até o quarto. Arrancou toda a roupa, ficou peladão e mandou: fica pelado. Tirei a roupa e ele segurou na benga e mandou eu chupar. Pedi para ele sentar, mas ele disse: quero em pé igual um bezerro. Fui de joelhos até ele e dei uma cheirada na pica, cheirava suor de pica, passei a língua de leve e o gosto era salgado, sinal que ele nem tomou banho. Coloquei a cabeça da rola na boca e passei a língua, gostão de rola sem lavar. Mas isso me deu até mais tesão. Ele segurou na minha cabeça e forçou contra a benga, falou: engole, puto, engole! Tentava, mas a jiboia além de grossa era muito grande. Depois da foda perguntei pra ele se já tinha medido a rola e ele disse: a cobra mede 25 por 21 de grossura. Fiz o que pude com aquela benga gigante. Engasguei e babei saliva grossa de escorrer pela boca. Deixei a pica no ponto, já que sentia o gostinho do mel saindo pela cabeça da pica. Ele mandou que eu ficasse de quatro no meio da cama, fiz o que ele mandou. Ele veio por trás e caiu de boca no meu cu. Chupou, meteu a linga, fez pressão no botão com o dedão, enfiou um dedo, explorou meu cu a vontade. Aí, cuspiu no meu cu e salivou e lubrificou a rola, pensei lá vem a cobra. Tentei ficar o mais calmo possível e relaxar. Ele encostou a cabeçorra vermelha da pica preta na entrada do meu cu e forçou, me segurou pela cintura e foi forçando. Senti ela entrando e me rasgando, parecia que eu iria ser dividido ao meio. Gemi e pedia para ele parar. Ele dizia: fica quieto, vai levar tudo dentro. Me segurava com mais força para eu não fugir. Sentia que mal tinha entrado a cabeça. Ele parou, deu um tempo, depois deu mais uma estocada, a cabeçorra invadiu mais um pouco enchendo meu rabo. Eu pedia pra ele tirar, ele me segurava firme e não tirava, mas parava e deixava eu me acostumar. Fiquei nesse sofrimento por muito tempo, até que ele falou, não entrou tudo, mas vou bombar assim mesmo. Começou devagar e depois foi acelerando. Ainda doía muito e eu pedia para ele ir devagar. Aí ele tirou a rola uma vez, parecia que tinham tirado um caibro de dentro do meu cu. Ele foi no banheiro e pegou um tubo. Perguntei o que era e ele disse: um gel pra minha pica deslizar melhor dentro do seu rabo. Mandou que eu ficasse de quatro novamente, lambuzou um dedo de gel e meteu no meu cu, depois dois dedos, enfio três dedos, aí entupido meu cu de gel e lambuzou a rola. Encostou a pica no meu cu, me segurou forte pela cintura e forçou, a rola foi entrando fácil, doía bem menos. Ele foi devagar, mas firme. Foi, foi, foi até que falou: aí sobrinho, não falou que ia aguentar, tá tudo dentro, entro até o talo, mês pentelhos estão encostados no seu rabo. Senti mesmo, os pentelhos dele roçando meu rabo. Ele começou o vai e vem, bem lento, foi acelerando, até meter freneticamente numa velocidade que daria inveja pra garotões de 23 anos na foda. Meus gemidos siam em soquinhos por conta das bombadas, ele bombava e sem aviso socava até o talo, nesses instantes eu soltava um gemido mistura de dor e prazer. Depois quis que eu sentasse na rola, de frente pra ele. Fui pra cima e sentei com cuidado, ele esperou, meteu a mão pra ver se tinha entrado toda e disse: isso aí sobrinho, sentou até encapar a cobra toda com o cu, assim que eu gosto de um puto que aprecia uma rola de macho. Comecei a subir e descer e ele ajudava, estava delicioso, ele apertava meus mamilos com as duas mãos e isso me deixa doido de tesão, ele percebeu e apertava com gosto e eu acelerava nas sentadas na rola. Levei a mão pra punhetar meu pau e ele tirou minha mão e falou: não quero que sinta tesão na minha rola, esquece o pau. Pegou minhas mãos e levou até suas tetas e falou: apertada os mamilos. Comecei a apertar e ele gemia alto, o puto tem o mesmo tesão que eu nos bicos das tetas. Cavalguei para caralho aquela rola. Até que ele falou: para um pouco. Parei e ele falou: caralho, estão batendo palmas no portão e pela voz é o Miro. Perguntei, ele curte? Ele respondeu: nunca convidei ele e nem trepei com ele. Falei e agora? Ele disse: caralho, vou ver se despisto ele, fica quieto aqui que vou tentar despachar o Miro. Saiu, fechou a porta e ouvi longe ela falando. Ficaram um tempo conversando e depois escutei as vozes chegando mais perto, pensei: será que o Miro vai entrar na brincadeira? Escutei barulho de geladeira e cerveja sendo aberta. Fiquei lá deitado, não sabia se me vestia ou se ficava pelado, na dúvida fui no banheiro, dar uma limpada no rabo. Voltei para a cama e deitei. Tio Valter abriu a porta e veio perto de mim e disse: contei pra ele que estava fodendo para ver se ele ia embora, só não disse quem, mas o puto disse que queria brincar também, o que você acha, deixo ele vir ou dispenso ele? O puto já estava pegando na rola de tesão. Sem pensar muito falei, é foda, se não tem jeito deixa ele entrar, mas só quero levar a sua pica. Ele falou que iria ver o que arranjava. Passou um tempo e ele entra seguido do Miro. Miro me olhou e falou: caralho Valter você está comendo seu sobrinho? Tio Valter, riu e disse: não enche o saco, você já broxou a gente, então tenta não azarar ainda mais. Tio Valter ficou peladão, Miro se espantou pelo tamanho da pica do tio, mas não disse nada, de certo nunca tinha visto ao vivo e em cores. Deitou do meu lado, mandou que eu pegasse o gel passasse na jiboia dele e em meu cu e sentasse novamente. Fiz do jeito que ele mandou. Sentei gostoso com o cu certeiro na pica, fui descendo lento até que senti a pentelhama, sinal que tinha entrado toda até os bagos. Comecei a subir e descer lentamente, aí o puto foi ajudando nas estocadas, empurrava fundo e eu gemia de dor e prazer. Me fez voltar a apertar os bicos das tetas dele e enquanto ele fazia o mesmo comigo, isso me tirava da terra. Depois de muito sobe e desce naquela fica, ele mandou que eu sentasse na rola de costas pra ele. Obedeci. Aí ele falou: Miro suba na cama de sua rola pro sobrinho chupar. O miro obedeceu. O puto estava peladão. Coroa, branquinho, pelos no peito e muito nas pernas, bunda e a pentelhama farta sem aparar. A pica era branquinha, parecia de moleque europeu tipo alemão, pica linda. Não muito grande pica normal, daquelas que cabem na boca. Ele veio balançou a rola e falou: chupa ai! Nem precisava mandar, cai de boca. Desse também, pica com gosto de suor e sabor de rola que não viu agua naquele dia. Mamei muito enquanto afastei um pouco a bunda e putão do tio Valter soquetava rola no meu cu. Mamei muito o Miro, ele pediu pro tio, se podia foder meu cu um pouco. Tio disse que não ele estava ali só pra ser mamado, que se quisesse meu cu, que me levasse pra casa dele um outro dia. Aí titio, mandou o Miro deitar, eu mamar a rola dele de quatro e veio por trás enterrando a rola no meu cu a dentro. Gemi, o puto sabia ser puto. Depois quis me pegar no frango assado, e quem já deu o cu nessa posição sabe que se o cu for largo entra até o saco, a tora entroncha toda no rabo a dentro. Miro veio de lado e me deu a pica pra eu chupar. Fui levar a mão na rola e o titio não deixou, falou quando eu estiver no ponto aí você bate punheta, agora não. Minha pomba estava até doendo de dura e com vontade de uma punheta para aliviar, mas aguentei firme. Tio Valter pediu Miro, dar um trato em meus mamilos que isso me deixava doido. Miro, chupava e mordiscava os bicos da minha teta e com a mão apertava e esfregava na outra. Fui ao delírio, rola toda no cu e mamilos mordiscados. Falei que se continuassem eu iria gozar sem colocar a mão no pau. Tio Valter falo, Miro não para quero ver se esse puto goza sem bater punheta. Eles continuaram, tentei levar a mão na rola e o tio segurou minha mão e falou: goza pelo cu quero ver se é verdade que isso acontece. Acelerou ainda mais. Pelo tesão e por meu pau estar vibrando para cima é pra baixo. A porra começou a sai sem jatos, comecei a urrar e o tio Valter também. Senti, um quentume dentro do cu. Gozei pra caralho, lambuzei toda minha barriga e teve jatos no peito quase na cara do Miro. Titio riu e falou, caralho esse cu quase moeu meu caralho. Mordeu que eu não aguentei e gozei dentro. Dei uma descansada e Miro veio pedir uma mamada. Fiz ele deitar e fiquei de quatro, mamando na rola dele. Ele gemeu, e depois de um tempo, tirou o pau da minha boca e bateu punheta, segurou minha cabeça quando ia gozar e empurrou pra rola dele, levei toda a esporrada na boca. Ri, porque acho achei que o Miro não gozava a meses, pela quantidade de porra que quase me afogou de tanta. Ele disse que não, que sempre gozava muito mesmo. Ficamos deitados os três, depois fui tomar banho com Tio Valter, no box mamei mais um pouco. Voltamos pra cama e foi a vez do Miro. Quando Miro voltou foi se vestir e Tio Valter decretou: hoje ninguém usa roupa aqui na minha casa, todo mundo pelado. Deu fome e foram fazer um churrasco, tomamos muita cerveja e caipirinha, ficamos tonto e mais tarde voltamos pro quarto e levei mais jiboia no cu e litros de esporrada na boca do Miro. Quando era cinco e meia, Tio Valter, mandou que eu me vestisse que ia me levar embora. No carro o puto ainda quis que eu fosse apalpando a rola dele. Quando desci do carro na estação do metrô ele falou: Estou esperando sua ligação pra te foder mais um pouco. Ri e falei que iria ligar sim. Cheguei em caso morto de cansaço, tomei um banho e fui deitar, disse pra mulher que tinha me cansado muito no trabalho, mal sabia ela que meu cansaço era de levar a jiboia no cu do Tio dela. Depois desse dia, fui lá só mais uma vez, mas a segunda vez não teve tanta grassa quanto a primeira levada no rabo
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