Fritz o Alemão Machão

Essa história aconteceu quando eu tinha uns 22 a 23 anos, morava num bairro afastado do centro e tinha uma moçada companheiros de futebol e de bebedeira. Um cabra que vou chamar de Juarez era o meu maior chegado, anos antes já tínhamos feito troca-troca no mato por diversas vezes, quem não fez, né? Bom, sabe como é a adolescência o tesão vive a flor da pele e nada como um cabra mano que gosta e curte umas broderagens. Mas isso é outra história que conto depois. Acontece que depois de um tempo um cabra macho de uns 35 anos, fortão, altão, careca de barba longa, brancão, vou chamar de Fritz, porque tinha aparência de alemão, começou a frequentar o mesmo bar que a minha moçada. Como a gente brincava muito e riamos de qualquer bobagem e cabra foi se achegando e começou a fazer parte do grupo, apesar de mais velho, logo também entrou em nosso time de futebol. O cabra curtia uma dividida e era um verdadeiro cavalão no jogo, do nada já queria partir pra briga e dava um puta trabalho pra nós. Chama os adversários de viados, frangos, garotinhas e por ai ia. Saindo do jogo, íamos pro bar de sempre e ele virava e mexia dizia que tinha nojo de viado e que se um facilitasse com ele era porrada na certa. Isso foi enchendo o saco e um dia combinei com o Juarez que a gente ia pegar esse grandão. Tempos depois fomos convidados a jogar num outro bairro, onde o campo tinha vestiários. Falei pra Juarez, vai ser agora. Jogamos e acabamos perdendo de 3x1 o Fritz ficou doido e o jogo nem tinha acabado ele já queria partir pra briga, foi do caralho segurar esse grandão, mas conseguimos. Fomos pro vestiário, ele ficou xingando todo mundo, mas ninguém ligava, na verdade a gente ria, e ele ficava ainda mais puto. Todo mundo peladão, esperando a vez pro banho, e ele ainda vestido. Olhei pro Juarez e dei um toque, ele entendeu. Fomos ficando para os últimos. Os cabras ficavam nas brincadeiras de passar a mão na bunda, encoxar e ele lá sentado, quieto. A moçada foi acabando o banho, se vestindo e indo pro bar de sempre. No final ficou eu, Juarez e o Fritz. Até que ele tirou a roupa, caralho mano, que pinto era aquele, mole já metia medo. A bunda então era redonda, empinada, brancona e daquelas que quando um caralho percebe aquilo já empina...rs Ele entrou no chuveiro e eu e Juarez fomos ocupar os chuveiros ao lado dele. Eu comecei a me ensaboar e dei aquele capricho no pau. Juarez fez o mesmo, logo eu e Juarez estávamos de paus duros. Fritz percebeu, mas fingia não ver. Eu e Juarez aliando nossas bengas bem devagar pra deixar o grandalhão excitado. Calcula, duas picas pretas grandes duras uma de cada lada do fortão não dá pra resistir muito tempo. O pau dele aos poucos começou a dar o ar da graça. Foi entumecendo e ficando meia bomba, até que empinou quase num pulo. Puta benga, digna de uma escultura em sua homenagem. Ficamos olhando pra ele, e ele disse baixinho: é foda! Entendemos isso como um sinal pra iniciar a brincadeira. Juarez, levou a mão e o grandão não reclamou, então meu amigo começou numa punheta cadenciada no cacetão branco de cabeça avermelhada decorada com pentelhama ruiva, quase vermelha, tesão de macho. Esqueci de dizer que o puto tinha pelos no peito e pernas, aqueles pelos lorinhos, delicia. Ele se entregou pro Juarez, então meu amigo puto foi pro chuveiro do Fritz, se abaixou e   caiu de boca na rola, primeiro na cabeçona vermelha, mamando e lambendo, depois começou a tentar engolir a jeba. Difícil conseguir colocar aquilo tudo na boca. O grandão gemia, e segurava a cabeça do Juarez pra ele engolir toda, o pobre engasgava toda hora. Me abaixei e fui ajudar meu amigo, na difícil jornada de mamar aquela tora, difícil, mas a gente se revezava pra dar conta. Até na mamada levei a mão na bunda do brancão, ele não reclamou e achei bom sinal. Ficamos nessas de revezamento de pica, até que deixei a rola pro Juarez dar conta e eu fui pra trás do macho. Comecei passando a língua no reguinho, ele não facilitou, tentei abrir as bandas com minhas mãos, ele deixou, aí encontrei o cuzinho peludo dele, linguei, senti que ele estremeceu: pensei: esse cu vai sentir rola, só esperar. Não é que o puto, deu uma abaixada no corpo pra facilitar minha exploração no cuzinho dele. Brinquei, lambi, meti língua, depois comecei a passar um dedo no botão, ele continuava com o rabão empinado. Molhei o dedo médio na minha saliva e fui enfiando devagar, ele não esperava e fez reação de sair, com a outra mão segurei na coxa e falei: só um dedinho, vai ver que é bom. Senti que ele relaxou e eu, brinquei com o dedo naquele cu apertado até que ele falou: machos, a putaria tá muito boa, mas estamos correndo risco fodido de entrar alguém e pegar a gente no flagra. Vamos pra um lugar mais tranquilo. Concordamos. Tomamos banho, a pica dos 3 não abaixava, mesmo assim nos vestimos e saímos do vestiário. O Fritz tinha carro, entramos, fui na frente claro, não ia deixar o tesão amornar. Mal entramos já fui pegando no pacote dele por cima do short, Ele riu e disse: tu é puto mesmo! Respondi: quando estou afim sou mesmo. Ai falamos pra onde a gente vai. Ele falou conheço um lugar que é bem sossegado, não vai ninguém. Nem quisemos saber onde era, deixamos pelo brancão resolver a parada. Ele parou num terreno baldio, numa rua com poucas casas. Aqui é sossegado, já comi muitas putas nesse lugar. Descemos, ele empurrou umas taboas que serviam de portão e entramos. Tinha uma trilha que acabava numa construção abandonada, era um sobrado que não tinha sido terminado. Subimos pra parte de cima. Não tinha nada, chão rustico, se deitássemos a gente ia ficar todo esfolado do vai-e-vem. Ele falou, vou no carro que tenho um lance que já deixo lá porque sempre venho aqui. Apareceu com um tipo de colchonete desses de camping. Pensei, o puto é prevenido. Tiramos nossas roupas, ele deitou, a pica já estava em riste. Juarez caiu de boca, eu fui ajudar, mas queria fazer aquele cu, mas pra isso precisávamos deixar o macho com o tesão em ponto de bala, pra não dizer não. E ficamos brincando de chupar aquela rola brancona e cabeçuda. Levantei e pensei, vou tentar uma nova e ver se ele encara. Me ajoelhei próximo a cabeça dele e fique brincando com a minha pica, ele ficou olhando. Fui chegando e vendo a reação, ele continuava olhando. Levei a rola na boca dele, e ele primeiro passou a língua, pra sentir o gosto. Deve ter costado, porque em seguida engoliu a cabeça da minha pica e começou a passar a língua em volta da cabeça. Delicia, foi se soltando, até que começou a mamar, primeiro desajeitado, mas depois como um bom aluno que aprende rápido. Caralho chupa bem esse Frtiz. Sentei no peito dele e o aluno esforçada abocanhava minha rola até o talo, caraio pensei: acho que descobriu agora que nasceu pra chupar uma rola. Mudei de lugar com o Juarez, queria tentar uma nova brincadeira com o brancão. Voltei a mamar, por sinal, pica deliciosa, verguda, com veias grossas que pareciam que iam explodir pelo tesão. Com a rola dele na boca, enfiei a mão por baixo na direção do cuzinho do puto. Ele deixou na boa. Fiquei brincando no botão e mamando. Ele gemia de tesão, ou melhor todo mundo ali, gemia de tesão. Me ajeitei e ergui as pernas dele, ele deixou. Fiquei com acara naquele bundão, que botão lindo, rosadinho e rodeado de pentelhos ginger, como dizer os americanos, ruivos. Dá pra saber que adoro assistir vídeos de putaria na internet...rs
Meti a língua e dei aquele trato, senti que a cada linguada ele estremecia o corpo. Pensei: isso macho, aguenta que logo vai ficar melhor. Brinquei muito, deixei o cu preparado pra levar rola, bem salivado. Fiquei de joelhos, ergui mais as pernas dele e falei: posso meter, vou devagar e se doer eu tiro. Pura mentira, depois que se deixa uma vara entrar no cu, difícil o macho que não vai querer ir até o fim. Cuspi na rola, bambuzei bem, encaixei no botão e forcei, cu apertado da porra. Lambuzei mais meu pau, e passei cuspe com os dedos no cu dele. Forcei novamente, a cabeça foi entrando e ele gemendo, mas não mandava tirar. Fui bem devagar, forcei mais um pouco e minha pica foi achando o caminho pra se encaixar. Ele dizia; Caralho, tá me arrombando, dói pra caralho, mas não pedia para tirar. Fui com toda paciência, quando entrou todo, dei um tempo, pro cu se acostumar e depois fui vai-e-vém, lento e aos poucos acelerando. Ele gemia e dizia: filha da puta, estourou minhas pregas. Fui no vai e vem até que falei, vamos brincar de outra coisa. Pedi pro Juarez ficar de quatro e falei pro Fritz, manda rola no cu dele. O brancão, estava seco pra comer um cu, fez direitinho, lambuzou o cu do meu amigo de saliva, cuspiu no pau e foi enterrando. Juarez, ajeitou o rabo e aguentou firme, só reclamou: essa pica é muito comprida, vai me machucar. Falei: aguenta aí, puto! Sei bem que você queria levar essa rola, agora aguente. O Fritz, estava atrás do Juarez e metia, eu via aquele bundão naquela cadencia gostosa e aumentou meu tesão, fui por trás e encaixei minha rola e meti, entrou gostoso, ele deu uma gemida, mas não mandou tirar. Só sei que ficamos nesse trenzinho por um bom tempo. Aí veio aquele tesão de levar rola, e eu queria a do brancão. Falei agora é minha vez de tomar no cu! Fiquei de quatro ao lado do Juarez, e o grandão veio por cima encaixou a rola e foi metendo. Delicia d épica, como não era muito grossa entrava gostoso. Ficamos assim os dois, eu e Juarez de quatro de bunda pra cima e o grandão revezando pica nas nossas bunda. Estava ficando tarde e resolvemos acabar na punheta, naquelas de gozar no peito, porque não tinha chuveiro pra uma ducha. Mas resolvemos o assunto. O primeiro a se acabar foi o Juarez, gozou gostoso e caiu no colchonete arfando de cansaço, o segundo a soltar a gala fui eu, vontade de dar na boca do alemão, mas já seria demais pra uma primeira vez, gozei no chão, mas melei toda a mão. O terceiro o alemão punhetava, punhetava e nada, comecei a chupar o saco dele, e ele acelerou até que quase gritando gozou pra caralho, sinal que tinha gostado da farra. Demos um tempo, nos limpamos como pudemos, nos vestimos e fomos pro carro. No carro o Fritz, voltou a ser aquele macho mandão que quer briga, falou: que algum puto abrir a boca do que aconteceu aqui eu quebro no meio. Rimos e eu disse: fica sossegado que não vamos abrir a boca, afinal demos o cu pra você também.
Depois desse dia, não voltamos a trepar com o alemão, quer dizer eu, agora se o Juarez brincou com ele outras vezes não me disse.
Depois de anos, com minha volta a Fortaleza, Juarez disse que o alemão leão tinha virado um gatinho, morava com um cara jeitão de macho mandão. Os amigos diziam que eles fodiam juntos.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fritz o Alemão Machão

Codigo do conto:
255347

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/02/2026

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2

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