Sempre tive um tesão por caras baixinhos, se forem morenos e fortinhos então, fico de pau duro na hora. O lance aconteceu na academia que eu frequentava quando morava em São Paulo. Academia de bairro de periferia, sabe como é, cheio de manos marrentos, jeitão de machos pra caralho. O horário que eu ia, não era muito cheio e de vez em quando pintava um baixinho, marrento, jeito de macho de coçar o saco e de poucas palavras. Tinha uma voz grave o que era estranho pelo seu tamanho. O macho, moreno, cabelos curtos quase rente ao couro, não passava de 1,60m de altura, deveria pesar uns 75kg, forte, corpo definido, coxas grossas que enchiam de quase estourava as pernas do short preto, que ele sempre usava, junto com uma camiseta regata preta também. Quando eu chegava se ele já estivesse ou se chegasse eu perdia o rumo da minha serie, meus olhos não perdiam o cara, ele nunca nem me olhou, ou melhor o macho não falava com ninguém só com o instrutor ou com um cara que as vezes chegava com ele e treinavam juntos. Um detalhe que esqueci, tinha aliança de casado, bom isso não quer dizer nada porque também uso e curto um pega pra valer com outro macho. Ficava sempre de olho, se esse cabra ia no vestiário, mas caralho, o cara nunca ia. Nem o nome dele eu sabia. Um dia calhou de eu ir entregar minha ficha e ele foi entregar a dele e vi que se chamava Rui, legal, nome pequeno para um cara pequeno, mas desconfiava que era pequeno só na altura devia ter uma puta rola guardada no short preto. Um dia, cheguei meio tarde na academia e fui no vestiário deixar a mochila e dou de cara com o baixinho, puta fiquei abestado....rsrsrs. Ele estava tirando o short preto e camiseta pra tomar uma ducha. Pensei: não vou perder isso por nada. Ficou só de cueca e realmente tinha um corpo todo em forma, as coxas era o que mais chamava atenção, puta par de coxas. A cueca era meio larga e não dava pra perceber o tamanho da rola. Mas ele entrou no box fechou a porta, broxei. Só vi a mão colocando a cueca e a toalha acima da porta para não molhar. Fiquei tentado ir até lá pegar aquela cueca dar um cheirão e sentir o cheiro de suor de rola e saco de macho e colocar de volta, mas foi só pensamento. Não podia ficar fazendo hora indefinidamente no vestiário. Então, peguei meu celular e fingi que estava falando com alguém no celular papo de serviço. Pra minha sorte ele não demorou muito na chuveirada, continuei alí de frente para os armários, sentado no bando fingindo estará conversando. Ele saiu do box, enrolado na toalha, ainda molhado, segurando a toalha na mão. Caraio, pensei: é hoje! Não deu outra, ele abriu a porta do armário, pegou a mochila colocou ao meu lado, depois tirou a toalha e eu vi um cacete que mesmo mole era grossa, pensei: isso é uma mamadeira! E o melhor o cabra tinha uma pentelhama que se o pinto fosse pequeno iria se perder ali no meio. Em compensação o peito e pernas eram lisos quase sem pelos. Meu pau subiu e eu pensei, agora vou ter que ficar fingindo mais tempo, não podia sair de circo armado. Ele começou a se enxugar ali na minha frente. Eu não conseguia tirar os olhos. Já não sabia o que falar na ligação fake. Ele percebeu por que caprichou enxugando a rola, que de meia bomba deu uma aumentada no tamanho, não chegou a ficar durona, mas quase. Ele me olhou e disse: está gostando – falou com aquela voz grave. Perguntei: o que disse? Ele repetiu: está gostando? Fiquei sem graça e ele continuou: sei que está, pode largar esse celular, porque sei que não está falando com ninguém, nem tocou. Veio pra perto de mim, segurou na rola e disse: é isso que você quer né negão? Poucas vezes fiquei na vida sem saber o que dizer e essa foi uma. Ele chegou bem perto e falou segurando na base da rola, que agora estava durona e grande: quer pegar nos meus 20 centímetros? Ameacei pegar, ele se afastou e falou: não, aqui não! Se quiser arruma um lugar, só eu e você que deixo você se divertir com ela, pensa que não te manjo faz tempo? Você quer rola que eu sei! Vestiu outra cueca, ajeitou a pica, depois uma bermuda, camiseta, me olhou e completou: anota ae meu celular. Me passou o número e falou: só me liga quando arrumar um lugar pra eu estou teu cu.. Ele pegou a mochila, me olhou, me deu uma tapa de leve na cara e terminou: você vai ver o que é macho de verdade! Fiquei tão desnorteado, que tive que dar um tempo no vestiário, entrou uns caras, mas eu nem prestei atenção. Quando me refiz, levantei e fui embora, não tinha a mínimas condições de treinar. A semana foi passando, eu não tinha ideia de onde levar o macho. Encontrei ele mais vezes na academia, tentei puxar papo, mas ele me ignorava. Pensei: se ele pensa que isso me faz desistir tá se engando, isso me dá ainda mais tesão. Comecei a ficar nervoso de não saber onde levar o putão e poderia passar tempo e aí foder de vez, de ele não querer mais. Num sábado, liguei pra ele, falei quem era e ele foi seco: arrumou lugar? Respondi: não, mas a gente podia ir a um motel. Ele falou: sem chance, motel não topo! E desligou o celular. Daí pra frente fiquei alucinado em achar um lugar. Até que lembrei que um tio da minha mulher tinha uma casa na cidade, mas morava num sitio em outra cidade. Lugar ideal pra levar o marrento do baixinho. Mas como eu iria conseguir a chave, pensei pra caralho num plano. Era difícil falar com esse tio, mas as vezes falava. Resolvi, liguei pra ele, ele ficou contente com a minha ligação, aqueles papos de sempre, como está, etc, etc, etc. Até que perguntei da casa da cidade. Ele respondeu que fazia tempo que não ia até lá e que até precisava dar um pulo para ver como estavam as coisas. Claro, no ato me ofereci para ir até lá e levar um amigo, que era um faz tudo, mas boa gente. Ele achou ótimo e falou, sem eu perguntar, já que seria meu próximo passo: a chave você pega na casa da Dona Lourdes, 3 casas antes da minha. Vou ligar pra ela e avisar, quando vai? Perfeito. Faltava ligar para o cabra macho. Liguei, ele atendeu e vá foi falando: arrumou lugar? Falei, arrumei. Ele disse: onde? Expliquei o que havia arranjado. Ele falou: sábado você me pega na rua x, em frente a uma loja de roupas, as dez horas em ponto. Porra nem dormi direito esses dias até chegar no sábado. Avisei em casa que ia até a casa do tio ver como estava. Minha mulher estranhou um pouco, mas a meia mentira colou. Dez para as dez já estava estacionado em frente à loja do outro lado da rua. O cabra chegou dez em ponto. Desci do carro para ele me ver, ele atravessou a rua, não disse palavra, entrou no carro, e falou: toca! Liguei o carro e lá fomos par casa do tio. Tentei puxar conversa e ele só respondia com meias palavras. Resolvi ficar quieto até a casa do tio. Peguei as chaves na vizinha e entramos, a casa estava até que arrumada. Ele andava na minha frente e procurava o quarto. Olhou a cama de casal, começou a tirar a roupa, até ficar pelado. Deitou, segurou na pica que estava mole e começou a brincar com ela. Fui deitar e ele falou: vai tomar um banho, lava bem esse rabo! Porra, nem toalha eu tinha levado. Procurei algo pra me enxugar e numa gaveta de uma cômoda do mesmo quarto achei uma. Fui para o banheiro, tinha um sabonete até duro por estar a muito tempo sem uso. Tirei a roupa, entrei no box, e quando a água caiu estava gelada, procurei onde regular, nada, com certeza a luz estava desligada no relógio. Tomei outro banho e lavei muito bem o rabo. Me enxuguei e fui pro quarto. Ele segurava a rola, estava a meia bomba. Me viu e falou: quem cá puto, deixa ela dura. Balançou a rola, abriu bem as pernas e vi novamente aquelas coxas deliciosas. Me encaixei entre elas e cai de boca. Primeiro, senti o cheiro, estava com cheiro de pica, mas lavada, pouco suada. Coloquei a cabeça na boca e passei a língua em toda volta, depois tirei a boca e fui dando um banho de gato por toda a extensão da rola. Ele falou: abocanha até os ovos, caralho! Obedeci ao macho, abri bem a boca e fui engolindo, era grossa pra porra de uma piça! Fui indo, até que meus lábios tocaram aquela pentelhama. Ele sentiu que estava toda dentro e falou: isso, engole a pica do teu macho! Segurou minha cabeça, e forçava pra eu não soltar. Comecei a engasgar, tentava tirar, ele segurava com firmeza. Até que ele soltou a baba escorria da minha boca e da rola dele. Baba grossa de saliva de pré vomito. Ele segurou na minha cabeça e empurrou, falando: engole tudo puto! Engoli novamente, mas dessa vez ele não forçou e deu mamei igual um bezerro. Ele dizia baixinho: delicia de mamada, boquete melhor do que de mulher. Engole, puto! Me esmerei ao máximo, a verga dele estava dura igual a pedra. Até que ele puxou dois travesseiros e se encostou neles e ficou meio sentado, fez sinal pra eu continuar na manada, só que aí ele esticou os braços e sua mão começou a apertar minha bunda e falava: esse bundão vai levar rola logo-logo. Daí cuspiu na mão e esfregou no meu rabo, senti um dedo acertando meu botão, depois forçou e entrou, ele riu e disse: esse cu já levou muita rola. Não respondi, na verdade nessa época não tinha sido tantas assim. Depois enfiou dois dedos e até o terceiro, disse: vamos alargar essa porra pra vara entrar mais gostoso. Depois, falou: tu trouxe algum creme pra sacar no cu porque minha rola é muito grossa e vai estourar e entrar rasgando. Falei que não tinha levado, mas que queria mesmo assim. Ele mandou eu sentar na rola dele, passei cuspe no rabo e fui sentando. A cabeça da pica era mio pontuda e foi entrado só que quando chegou no grosso da cabeça, não aguentei, doía demais. Ele falou, então chupa mais um pouco minha pica. Queria sentir a rola no cu, mas melhor era dar um tempo. Quando coloquei a rola dele na boca o puto empurrou minha cabeça e socou até o fundo, começou me dar ânsia e ele segurando, comecei a me debater pra sair dali, a baba escorria pela boca e ânsias e mais ânsias. De repente ele soltou, aquela baba grossa escorria pela minha boca e deixou a rola dele toda babada. Ele falou: baba mais a qui na minha pica e senta, isso vai servir de lubrificante e vai entrar até o talo. Enxuguei a boca na toalha e soltei a ficar de cócoras naquela pica. A rola foi entrando deslizando que nem quiabo pra dentro. Doía pra caralho, a rola alargava meu cu, mas eu queria sentir ela todinha dentro. Quando senti a pentelhama encostando no meu rabo, tivesse a certeza que meu cu havia agasalhada ela toda. Fiquei um tempo quieto, pra me acostumar, depois fui subindo e descendo bem lento. Numa dessas ele espalmou minhas polpas de bunda com as mãos, dei alteado e fodeu igual um doido. Eu gemia de dor e prazer. Ele dizia: não era pica que você queria, então tome! Meteu igual uma metralhadora disparando mil tiros por segundo. Meus gemidos saiam nem soquinhos. Depois ele falou, fica de quatro, puto. Fiquei e ele não teve piedade meteu de uma estocada só, não berrei porque os vizinhos poderiam ouvir. Fui entrar afastar ele segurando em suas pernas e ele pegou meus braços e dobrou em minhas costas e ficou me segurando, com meus braços servindo de cabresto pro macho mandar rola em meu cu. Depois de um tempo, eu estava delirando de tesão, que delicia era sentir aquela rola grossa fodendo meu rabo, sentia um tesão que poucas vezes senti. Depois ele quis no frango assado. E aí mandou eu prender a cintura dele com minhas pernas, o puto ergueu meu corpo e se esticou na cama, ficando igual uma gangorra, o pica entrava reta sem resistência nenhuma no meu cu. Além do tesão dentro do cu eu sentia outro que era minha rola esfregando no peito dele. Depois ele me fez soltar as pernas da cintura dele, e para meu espanto, ele continuou fodendo e pegou na minha rola e começou a me masturbar e falou: quer gozar puto, quer! Falei, assim vou gozar. Ele acelerou nas estocadas e na punheta na minha pica. Não aguentei muito tempo e soltei leite que voou na minha barriga e peito. Acho que nunca gozei assim, tão farto e tão longe. Meu cu, com a gozada começou a mastigar a rola dele e ele, começou a gemer e disse, pisca esse cu na minha rola que vou te encher de porra! Senti aquela quentura dentro do rabo. O macho gemia, ficou vermelho e se contorcia de tesão do gozo. Depois parou e ficou engatado em mim. Ficamos assim, sem falar nada, até que a rola amolecendo começou a fugir de dentro do meu rabo. Ele se deitou a meu lado, me deu um tapa de leve na cara e disse: puto! Dei um tempo e fui tomar banho, depois ele. Nem falar nada nos vestimos. Ajeitei a cama, levei a toalha embora, e fui devolver a chave para a Dona Lourdes. Deixei o macho no mesmo lugar que havíamos nos encontrado. Ele falou, tchau e a gente se vê! Liguei para o tio e disse que a gente olhou a casa e que estava tudo em ordem, mas que eu de vez em quando iria até lá dar uma olhada e cuidar dela...rsrsrs Encontrei o Rui, várias vezes na academia, mas ele continuava a fingir que não me conhecia. Depois de um bom tempo, nos encontramos no vestiário, ele saindo e eu entrando. Deu um tapa na minha bunda e disse no meu ouvido: vou sentir saudades desse rabo! Não pude responder porque tinha dois machos tomando banho e conversando. Essa foi a última vez que vi o Rui, acho que ele saiu da academia. Não liguei mais, porque senti que o macho não queria aproximação, respeitei.
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