Final de Ano no Sítio do Tio Valter

Tinha chegado o final do ano e minha mulher tinha cismado em passar o ano novo na casa de um tio dela. Eu não estava nenhum pouco assim, nem conhecia o cabra, só sabia que ele tinha vindo no nosso casamento e que minha mulher sempre falava com ele por telefone. Me encheu tanto as paciências que resolvi ir. Meus filhos não quiseram e foram pra casa de meu irmão que tinha filhos da idade deles. Com má vontade, peguei o carro e pé na estrada. Esse tio mora num sítio a uns 50km de fortaleza. Chegamos lá, só estava o tio, vou chamar de Valter, e um outro coroa. Nos cumprimentamos e reparei no Tio Valter, coroa inteiraço, uns 60 anos ou mais, mas daqueles que se topasse uma brincadeira eu caia pra dentro. Devia ter uns 1,75m, um pouco mais baixo que eu, uns 85kg, estava sem camisa, peitão delicia com pelos e um par de tetas que logo pensei maldade, estava de bermuda, coxas grossas. Pensei: caraio o coroa dá um bom caldo. Fui apresentado pro outro que disseram ser amigo do tio Valter, coroa pareando a idade, só que brancão, mais alto que eu, sem camisa - peitão peludo, barriguinha de chop, estava de calção de nylon -pernas bem peludas. Maldei: aí tem, dois machos num sitio desses, com certeza rola foda. Eles iam começar a fazer churrasco. O tio Valter é viúvo e tem um filho casado que mora nos Estados Unidos. Minha mulher ficou meio deslocada, porque não tinha nenhuma mulher pra ela conversar, mas afinal foi ela que insistiu pra vir. O churrasco foi pra brasa e tome cerveja e caipirinha. Logo estávamos todos alegres e falando alto, sinal que o álcool no sangue estava fazendo efeito. O churrasco ficou pronto e era carne e cerveja. O amigo do tio Valter era quem ficava na churrasqueira. Minha mulher tomou caipirinha e cerveja e ficou bem tonta, logo pedi pro tio deixar ela se deitar um pouco. Ele levou ela pro quarto e então sem mulher por perto as línguas de macho ficaram soltas. Tio Valter começou a contar das putarias da vida dele, das mulheres que tinha trepado. Com estávamos todos altos, o Tio contava e pegava no pau por cima da bermuda e isso foi me excitando. O amigo dele, vou chamar de Miro, também ria e patolava o pau. Eu sentado só ouvindo e admirando aqueles dois coroas esfregando as mãos em suas respectivas picas. E pelo meu olhar de safado o tio já estava bem meia bomba, e pela marca que ficava devia ser algo bem bom. E assim ficamos, final de tarde, minha mulher deitada e chegou a hora do mijão, com tanta cerveja chega a hora da mijadeira. Fui mijei no banheiro de dentro da casa, aprovei e vi que minha mulher ainda dormia, voltei pra reunião dos machos na área da churrasqueira. O tio e o Miro bebiam cerveja pra caralho, queriam fazer eu tomar mais, mas não quis porque tinha que enfrentar uma estrada dirigindo. O tio na maior foi pra um canto fora da área da churrasqueira, onde tinha um jardim, colocou o pau pra fora e deu aquele mijão. De onde eu estava sentado deu pra ver o mijão todo e a rola. Caralho, pensei: se mole é desse tamanho isso duro deve ser um jegue. Tava tão entretido e enfeitiçado por aquela rola que nem percebi que eu me olhava e via que eu manjava a rola dele. Balançou muito me olhando e depois deu umas punhetadas e guardou na cueca, me olhou riu e voltou pra perto da gente. Falou: falamos de mulher e quem aqui pegou viado. Nem eu e nem o Miro falamos nada só rimos, ele disse: pois eu já peguei e gosto muito, nenhuma mulher chupa melhor uma rola do que um viado. Além disse, meter num cu apertado é melhor que uma boceta. Rimos, ele falou e me olhava, acho que fiquei sem graça. Falei acho que vou tomar mais um copo. Ele me deu uma piscada e percebi que ele viu que eu estava nervoso. Depois de um tempo, Miro entrou e ele pediu licença e entrou. Quando voltaram Miro, pediu desculpas, mas disse que tinha que ir embora porque tinha que guardar uns bichos de criação. Achei estranho, mas enfim era natural também já estava anoitecendo e alí era um sitio e com certeza o dele era um pouco longe, pois veio de carro. Mal o Miro foi embora o Tio, voltou a patolar a rola, e deu despistava, mas olhava, numa dessas olhadas ele falou baixo: vi que curtiu meu pau mijando. Não respondi e ele continuou: a gente se viu pouco, mas não sei porque no momento que você entrou aqui em casa senti que você curte. Não respondi, não sabia o que fazer, ele continuou: não fica preocupado, eu gosto também e muito. Quando disse isso, levou a mão na rola, apertou, ficou de costas pra porta da casa e tirou a rola pra fora. Estava mole, mas era uma rola preta, comprida mesmo mole e grossa, parecia um filhote de jiboia. Ele ficou ali se masturbando e mostrando pra mim. Falou: gosta? Não sei como, mas respondi: gosto muito! Ele falou: então vem cá. Me fez seguir ele, entrou na casa, entrou no outro quarto que ficava do lado oposto de onde minha mulher estava, fechou a porta, me empurrou pra cama de casal dele me fez sentar, ficou na minha frente, baixou a cueca e a bermuda até os pés e disse: mama aqui no tio Valter. Abaixei a cabeça, senti aquele cheiro forte de pica de macho, passei a língua aquele gosto salgado e tradicional de caceta de macho. Coloquei a cabeça rosada na boca e fiz sucção nela, depois com ela na boca passa a língua por toda volta. Ele dizia: caralho, sobrinho que boca gostosa! Fui engolindo a geba, que muito lentamente foi endurecendo, quando ficou completamente dura minha boca não chegava até a metade naquela piça. Ele pegava na minha cabeça, forçava e dizia: engole essa rola, seu puto! Eu engasgava e me dava ânsia, ele socava a rola na minha boca, devia achar que minha boca era uma boceta tal as socadas que ele dava. A fodida na minha boca estava tão forte, que escorria baba grossa da minha boca dos engasgos e da salivação. Sentia o melzinho saindo da cabeça da rola e isso ajudava minha saliva babona ficar ainda mais grossa. Depois falou: assim não gozo. Continuou: dá o cuzinho aqui pro tio Valter, dá? Falei que era perigoso, afinal minha mulher estava deitada alí perto e podia ouvir algo e vir ver o que era. Ele riu e disse: só vou pincelar no seu rego, não vou meter, quero bater uma punheta nervosa e goza nessa bundona gostosa que você tem. Falei, mas tem que ser rápido. Baixei a bermuda a cueca, fiquei de quatro e deixei meu rabo a disposição de puto. Ele mandou eu tirar a camiseta. Tirei, ele se punhetou, depois encostou a cabeça da jiboia no meu cu e começou a sarrar meu anel, as vezes forçava a entrada, o puto passava cuspe na rola pra mão deslizar mais gostoso na rola e com a cabeça da pica babada em algumas socadas a cabeça da piça ameaçava entrar e rasgar o meu cu. Eu me esquivava e ele falava: não foge não puto! Aí passou a me segurar pela cintura e levou uma das mãos na minha pica e falou: assim que gosto, macho que gosta de dar o furico e fica de rola trincando. Aí pediu: rebola aqui na rola do tio, rebola. Comecei a rebolar a bunda na pica do puto, o álcool ainda estava na minha cabeça e isso me deixava com um tesão doido. Até que ele acelerou, mas punhetadas e depois de quase 5 minutos, falou: vou gozar. Senti a porra dele lambuzando meu cu. Pensei fudeu, como vou limpar essa porra. Foi muita porra no meu rabo, chegou a pingar na cama. Depois que ele gozou, ainda forçou dar uma leve entrada no meu cu, que com a quantidade de porra lubrificando entrou e eu quase dei um grito. Me afastei, ele riu. Falei: preciso me limpar. Ele me apontou uma porta dentro do quarto e falou: vai lá limpa essa porra toda numa toalha que tem pendurada no box. Entrei, limpei me vesti e ele já tinha limpado a porra da caceta na cueca e fomos pra fora. Meio sem graça pedi sigilo e ele falou: claro pode confiar, só que tem uma coisa. Perguntei o que era e ele disse: você vai voltar aqui sem sua mulher e vou querer socar minha cobra toda no seu rabo. Ri e falei: combinado. Ele começou a me contar dos caras que ele já tinha pegado, e foram muitos depois que ficou viúvo. Minha mulher acordou, demos um tempo e voltei pra cidade. Lembrei na viagem toda e por dias naquela pica jiboia e como eu iria aguentar aquilo tudo.
Claro que eu voltei lá sozinho, mas essa história conto em outro conto.   

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Comentários


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damiaogomes Comentou em 26/02/2026

Com certeza o Tio Valter contou para o Miro acho que vc vai ter que dar para os dois isso se nao surgir mais macho para comer teu cu

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boysafadokersexo Comentou em 26/02/2026

Porra, que delícia! Adoro putaria assim!

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derek90 Comentou em 26/02/2026

Delícia de conto, quero a continuação.

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regisdocaralho Comentou em 26/02/2026

caralho que conto foda! parabens delicia cheio de detalhes olha toda vez que leio um conto aqui é uma punheta, nem consigo trabalhar direito kkkk




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Final de Ano no Sítio do Tio Valter

Codigo do conto:
255613

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/02/2026

Quant.de Votos:
3

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