Ae seus safados!!! Me pediram então vai um ae de lance que começou num busão em São Paulo. Como comentei em outro conto, quando morava em São Paulo, trabalhava bem longe de onde morava, então era busão e metro na ida e na volta. Nunca gostei de trabalhar de dia, mas sabe como é tem situações que não dá pra ficar escolhendo e foi numa dessas que a safadeza começou. Um dia normal, trabalhei, estava cansado, já tinha encarado um metrô cheio, e desci no terminal onde pegava o busão. Todo mundo que mora em São Paulo, sabe como é o sufoco da parte da manhã e o começo de noite o transito e o volume de gente querendo chegar em casa de qualquer forma. Eu todos os dias, não tinha muita pressa de pegar o primeiro ônibus por que a fila já estava muito grande e era afim de ir em pé. Sempre ficava na segunda ou terceira fila assim garantia meu lugar sentado. Nessa tarde, acho que já era noite, tipo 19 horas. Peguei a segunda fila, garantia que eu iria sentado. O segundo busão encostou e o povo começou a subir, quando chegou minha vez, sentei na ponta do lado de uma senhora que pelo rosto estava exausta do trabalho. E o busão começou a encher, tipo sardinha em lata. Tô eu lá de boa, e sinto algo encostando no meu ombro. Não liguei, ou melhor não tinha o que fazer, porque a coisa funciona assim mesmo. Só que conforme o ônibus andava e chacoalhava fui sentindo algo mole se espremendo em meu ombro, fiquei na boa. Mas logo esse algo mole, começou a crescer, pensei: pronto, um puto vai sarrando meu ombro! Não deu outra, dali a pouco o que era meia-bomba, ficou duro pra caralho e pela pressão era de uma pika de respeito. Me ajeitei mais, e pensei: quer sarrar então sarra, seu puto! O puto não perdia tempo, sarrava na boa. Disfarcei e olhei. Era um garotão de uns 23 anos, fortinho, branquinho, quase loiro. Ele me olhou, e nosso olhos se cruzaram brevemente. Senti que ele esfregou ainda mais a rola, que puto! Bom e seguimos assim, ônibus lotado e o garotão se acabando em meu ombro. Quando chegou, num certo ponto ele desceu, assim como vários outros. Todo dia era assim, ali tinha uma faculdade e praticamente folgava o busão. Quando cheguei em casa fui pro banho e bati aquela punheta em homenagem às encoxadas no ombro do garotão. Dia seguinte, chegando no ponto do terminal fui para a segunda fila, que estava longa, mas eu estava com pressa nesse dia. Quando subi, todos os assentos estavam tomados, então fui lá pro fundão do busão. E sobe gente, até quase sair pelas janelas. Ai, olho e vejo o garotão se espremendo querendo chegar onde eu estava. O puto, forçou que conseguiu. Mal o ônibus partiu da estação, senti o safado encostando em mim. Dessa vez não ia deixar barato. A princípio ele encostou de leve. Mas eu puto, pensei: quer se esfregar na minha bunda né branquinho? Dei uma empinada de bunda e encostei na rola dele. Não se afastou. Ele carregava uma mochila, acho que com livros, deu um jeito de colocar entre suas pernas e ficou com as pernas bem afastadas, senti que o que ele tinha feito um dia antes, iria fazer só que na minha bunda. Não deu outra, logo senti a pica dura grudando na minha bunda e o puto ainda fazia como se estivesse metendo. Sou puto, não escondo, então disfarcei, levei a mão pra trás e apertei a rola dele, ele se assustou, mas logo encostou a piça na minha mão. Bela rola, grossa e grande. Mas só quis sentir o tamanho e forma da pica do garotão. Ele ficou ali sarrando meu rabo, até que teve que descer. Fiquei meio sem saber o que fazer, e na ânsia do tesão acabei descendo também. Ele percebeu e me esperou. Nos apresentamos e ele disse que se chamava Leonardo, Leo para os amigos. Entrei na jogada: e aí, vamos continuar o que você começou ontem e hoje? Ele riu e disse: é tô muito afim de ver essa bunda peladinha, mas fica complicado os dois sem carro. Resolveu fazer uma proposta: se você topar, na sexta venho de carro e te pego na avenida ao lado da estação, nesse horário que a gente se encontra, daí vamos pra um motel. Topei e ficou acertado. Na sexta lá estava eu na avenida esperando o Leo chegar. O transito estava foda, mas depois de uma meia hora, ele chegou. Entrei no carro e ele pediu esculpa pelo atraso porque o transito na sexta em São Paulo é de se perder a paciência. Ri e fali, tudo bem, sei que vai me recompensar pelo atraso. Ele riu e disse: demorou. Levei a mão na piça dele por cima da bermuda e já estava durona. Ri e comentei: já assim. Ele respondeu: toda dura pra você. Pensei: caraio, tô vendo que vou ter que dar o cu pra esse moleque, mas quem está na chuva ou se molha ou nem vai pro meio da rua. Ele entrou num motel que fica na beira da marginal e disse: venho aqui as vezes. A garota deu as chaves e lá fomos nós pro apartamento. Falei: vou tomar um banho, porque sai do trampo agora a pouco. Tirei a roupa no quarto, inclusive a cueca, ele olhando, viu minha bunda e disse: que delicia de rabo, vou meter muito minha rola brancona nessa delicia preta. Ri, fui para o banho pensando: relaxa que o garotão vai querer te foder muito. Tomei um banho rápido e fui para o quarto enrolado na toalha. Ele estava peladão, de pernões abertos, pica em riste. Quando entrei, ele sacudiu a rola e disse, gosta? Era o que você imaginava? Joguei a toalha de lado e fui pro meio das pernas do Leo. Pica de uns 17 centímetros, grossinha sem exagero, já soltando aquele caldinho na ponta. Uma coisa que eu adoro, uma pentelhama de fazer inveja a um homem das cavernas. O caminho começava abaixo do umbigo e ia aumentando e quando chegava a cima do pau virava um matagal. O corpo dele era branquinho, praticamente sem marcas de sol. Achei o garoto delicioso. Depois de apreciar bem, fui para o importante. Passei a língua de leve na cabeça cor de rosa da pica do garotão. Ele estremeceu e gemeu. Dei umas lambidas na cabeça pra sentir o gosto daquele orvalhinho. Depois enfiei só a cabeça na boca fazendo sucção como se estivesse com um canudo grossão na boca querendo sugar o creme, mas ainda era muito cedo pro creme. Fui com a boca descendo pela pica, até sentir meus lábios encostar na pentelhama. Segurei a pica inteira na boca e fiz aquela sucção caprichada, usando a língua em volta da pica. O garotão falou: caralho que boca que você tem, mestre em chupar rola! Não sou mestre não, mas gosto de caprichar na hora da foda. Mamei muito, depois fui pro saco peludo e fui sugando cada ovo, e depois forçando em colocar os dois na boca, o garoto gemia gostoso. Quis erguer as pernas dele e ele deixou. Procurei o anel naquele matagal, encontrei e fiquei passando a língua e fazendo pressão no botão e com a mão masturbava a pica dele. Ele vibrava de tesão, pensei: será que vou conseguir atolar meu pau neste cuzinho? Pelo menos ia tentar. Fiquei na chupação do garotão por muito tempo, até que ele me empurrou e veio dar um trato na minha rola preta. O garotão sabia das coisas, mamou igual a um guloso que quer pica. Chupou a cabeça, depois lambeu toda a extensão da minha rola, até que foi engolindo. Deixei ele a vontade, mamava gostoso e chegava a engolir toda, ficava um tempinho com ela atolada e depois soltava e dizia: que caralho gostoso você tem. Falei: todo seu, pode brincar à vontade. Pois ele brincou muito. Aí o putinho, resolveu levantar minhas pernas, sabia o que ele queria, deixei. Senti a língua dele de leve no meu cu, apertou as duas bandas da minha bunda com as mãos e falou: até sonhei com esse rabo. Entendi aquilo como um elogio. Pedi pra mudar de posição, deitei de barriga pra baixo, afastei bem as pernas e ele, ficou com meu rabo a sua disposição. O garotão caiu de boca, culpou, lingou e lambuzou à vontade. Até que pediu: dá o cu pra mim? Ri e falei: pedindo assim com essa carinha de garoto sapeca não tem como recusar. Vai lá encapa essa pica e manda rola no meu cu. Ele se levantou, foi na bermuda catou umas camisinhas, encapou o pau e veio pra cima de mim, não curto muito essa posição de papai-mamãe versão de dois machos. Mas deixei, ele salivou, cuspiu na pica e forçou a entrada. Eu relaxei e liberei a entrada, foi entrando, mas já que estou dando o cu quero em bom estilo pra sentir a pica toda. Pedi para ele tirar, me virei fiquei de quatro e falei: vem agora, assim é melhor. Encaixou e foi enterrando, com força. Pedi: vai com calma, macho. Ele maneirou. Até que senti a pentelhama encostando na minha bunda e o saco peludo batendo no meu. Delicia!!! O puto metia rapidinho e depois, bem puto, tirava de vez e enterrava numa estocada só, eu gemia alto quando ele fazia isso, parecia que a pica dele ia me varar. O putinho devia assistir muito vídeos de foda gay pra fazer isso. Deixei foder à vontade. Depois ele quis no frango assado, fui pra beira da cama, ergui as pernas e ofereci o cu. Ele salivou cuspe na pica e meteu, dei aquela gemia de sentir o cu sendo invadido. Meteu, enquanto eu batia uma, aí ele tirou minha mão e quis foder e bater punheta pra mim, deixei porque acho isso uma delícia. As vezes ele se abaixava e me beijada. Depois se erguia e falava: nossa vou querer foder esse rabo preto muitas vezes. Eu dizia: isso fode gostoso moleque, arregaça. Ele gostava quando eu falava putaria e acelerava ainda mais nas metidas fundas. Aí ele quis me pegar em pé com eu me inclinando na cama, veio por trás e socou forte, dei aquela gemida e falei: caralho, moleque onde e aprendeu a meter assim. Ele riu e disse: comendo rabos iguais ao seu! Fodeu muito, quis dar um tempo, porque meu cu, já estava começando a arder. Fiz ele se deitar e voltei a dar aquele trato na rola dele. Mas o malandro queria cu, deixou eu mamar um tempo e depois esticou o braço e apanhou outra camisinha que estava ao lado na cama. Me olhou com cara de puto, piscou e disse: sabe o que quero né negão? Ri e falei: quer raba né seu puto? Ele disse, pra agora! Segurou na rola duraça e disse: Vem senta, engole toda ela com seu cu. Fui, e fui sentando, naquela caceta, foi entrando toda, deslizando pra dentro. Comecei no sobe e desce, e ele olhando na minha cara, dizia: isso, engole minha pica com essa bunda preta gostosa. Rebolei, subi e desci, mas ele queria mais. Falou, ergue só um pouquinho. Ergui um pouco a bunda e ele putão com jogadas de quadril fodia meu cu como um doido. Gemi de tesão, e de ver a cara de prazer o garotão. Daí, resolvi, sentar novamente e comandar as subidas e descidas e me punhetava. Senti que o tesão era muito, e que ia gozar logo. Avisei a ele, e ele disse: quero te ver gozando levando no cu. Comecei a acelerar tanto na punheta como no sobe e desce com o cu na vara. Não aguentei e comecei a gozar, esporrei muito, ele riu e falou: que esporrada ehm! Então, pediu: não para de foder minha rola que quero gozar logo. Ok, eu ainda estava com muito tesão, apesar do cu ardendo. Não tirei meu cu do engate e fui acelerando ainda mais. Logo ele falou: vai, isso isso, pisca ele cu, que estou quase gozando. Caralho, o boy queria piscada de cu em piça? Mas na hora do tesão a gente faz tudo. Dei umas piscadas de cu apertando a rola dele, e ele foi dizendo, só mais um pouco. Logo, ele falou sai de cima, deita aqui. Deitei ao lado, dele. Ele sentou no meu peito e se punhetando mirou as jatadas na minha cara. Caralho, não saia porra, saia jatadas de porra que não parava mais. Depois, ele ainda esfregou a cabeça da pica na minha cara pra melar ainda mais. Como estava bem perto, levei a boca e senti aquele gostinho de fim de porra saindo. Ficamos deitados um bom tempo, enquanto me limpava com a toalha, falei: você sempre goza assim? Ele riu e disse: só quando me deixam com muito tesão, e quando como cu de macho. Minha namorada não me dá o cu, então fico fissurado por bunda de macho. Fomos tomar banho juntos, mamei mais um pouco a rola dele embaixo do chuveiro, nos vestimos e ele me deixou no mesmo lugar onde havíamos marcado. Encontrei com o Leo mais algumas vezes no ônibus e em todas o puto arrumava um jeito de sarrar meu ombro ou bunda dependendo da situação. Se gostou deste conto, vote nele, para animar a contar mais sagas de um negrão casado, mas que adora trepar com outro macho.
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