A Inquilina LX

No almoço o casal passou por nós e nós cumprimentou sorrindo, nós só retribuímos a gentileza e rimos, terminamos o almoço e o menino viu o monitor e começou a rir e chamar, o instrutor disse que ia ter um filme pós almoço para as crianças dormirem, nós deixamos levar ele, e ficamos na mesa com a inquilina brincando que estava tendo que sentar de lado, quando fomos para a praia o casal sentou próximo e ficamos brincando um com o outro que nesse caso iam chamar ela de tia e eu de avó, algo assim. O garçom trouxe uma batida para nós e para eles, e fiz sinal de um brinde para eles e eles riram levantando os copos, uns cinco minutos depois levantaram e foram sentar com a gente.

O Cara tinha 25 anos e ela 23, estavam noivos, ambos tinham tatuagens gigantes nas costas, ela uma gueixa colorida e ele um templário, e eram de Goiânia, trabalhavam na mesma empresa de tecnologia, e ele ganhou as estadias de premio por um negócio grande que fechou, ia ficar até domingo, dissemos quem éramos e depois de umas cinco batidas a conversa sobre aproveitar a vida. A inquilina estava altinha e falando mais do que devia, dizendo que não sabia de nada até me conhecer, e que agora ela aproveitava. Nem sei se eles estavam acreditando nos fragmentos de história que ela contava, e eles contaram algumas loucuras deles, dei para passar a tarde, foi divertido, a noite teve um luau, e eles sentaram perto da gente, estávamos com o menino e eles firam até olhando o menino para dançarmos um pouco, quando o menino esta com muito sono, voltamos para o quarto. A inquilina estava mais animada que eu, coloquei o menino na cama, e tinha pego uma garrafa de batida, a inquilina esta com uma saia curta jeans e com uma camiseta de alcinhas branca, dava para ver a marca de sol desses dois dias, nós nos sentamos na varanda. A inquilina me olhou:

- Eles eram simpáticos, mas “crianças”, você virou até virou tia. - Ela riu, pegando a garrafa fa minha mão e bebendo mais um gole no gargalo.

- A menina estava bem curiosa e olhando muito para o Tiozão, poderia ter chamado de tio, ou tiozinho, mas era só “ e você Tiozão” - e sorriu para mim levantando da sua cadeira e sentando no chão ao meu lado - Quando fomos dançar ela perguntou se era verdade, o que ja fizemos. - eu ri e passei meu braço pelo combro abraçando ela para junto de mim.

- Ainda bem que você não falou que ja colocamos mais gente e casais nesses momentos - ela riu.

- Eu pensei em falar, mas não ia conseguir me segurar se ouvi-se, tia me chupa - e começou a gargalhar, eu ri beijando seu pescoço e colocando a boca no seu ouvido puxando sua mão para o meu pau.

- Tia - ela me olhou rindo, apertou meu pau e deu um gole na batida e me devolveu a garrafa, fez uma especie de rabo de cavalo com o cabelo - vamos dormir? - ela riu fazendo uma cara de brava mas falhando no fingimento mas acertando o tapa.

- Quer dormir? Ou deixar a “TIA” trabalhar, Tiozão - eu ri, e apoiei os braços para trás dando um gole longo na garrafa e deixando do meu lado, a inquilina puxou minha bermuda, e meu pau balançou duro, ela riu colocando o dedo na cabeça onde ja tinha a umidade do pre gozo, e chupou o dedo me olhando - Acho que alguém não quer dormir - ela ajoelhou no chão na minha frente entre minhas pernas esticadas e começou a lamber meu saco, segurando ele firme com a mão e alisando com o dedo a cabeça do meu pau, ela ficava entrando com o dedo na pele, e voltava a circular a cabeça, enquanto a boca alternava entre as duas bolas e entre o saco o meu cu, e então colocava as duas bolas na boca, e esfregava com a língua, o som era babado e molhado, e meu pau pulsava na sua mão ser ser estimulado diretamente o bafo de batida de coco quando ela abria a boca toda chegava até meu nariz, então ela colocou a boca de lado na base do meu pau e foi subindo devagar, dando beijos e lambidas, sem desencostar os lábios dele, com a mão aberta ela pressionava meu pau contra seus lábios, quando chegou na cabeça só uma lambida leve como se fosse só recolher a umidade, e voltou deslisando os lábios até voltar a base, eu encostei a cabeça no chão com um gemido e ela sorriu linda com meu pau no rosto - um dia alguem me ensinou a chupar, eu não era boa o que acha hoje? - falou sorrindo e passando o pau no rosto antes de começar a lamber e brincar com a língua só na cabeça, seus lábios fechados em volta e a língua as vezes escapava deixando uma baba escorrer de onde a língua saia.

- Hoje, você é perfeita, mas você era nojentinha e afobada - ela fez um sim com a cabeça e começou a descer a boca engolindo ele, até onde conseguiu e então voltou raspando com os dentes, eu dei uma tremida de arrepio - Puta que pariu, o treino leva a perfeição - ela soltou uma risada engasgando.

- É, eu tenho treinado, com meu TIOZÃO tarado - e afundou ao boca novamente até sentir ele na garganta segurou um pouco e voltou arranhando com os dentes, eu movi minha mão e tomei um tapa na mão - Deixa a TIA trabalhar - falou sem tirar ele da boca, e começou um vai e vem agachada entre minhas pernas, ela sugava com força quando voltava e enfiava o máximo que podia, o som era molhado e obsceno, e sentia meu pai ficando melado de tanto que ela babava quando enfiava ele seguidamente na garganta tentando colocar ele todo, ela levantou descabelada e com o rosto babado após uma sequencia grande de movimentos curtos tentando enfiar ele mais fundo, ela ficou respirando olhando para mim, eu só movi os lábios, “ PER FEI TA” ela sorriu pegando no meu pau com a mão e começando a me chupar com mais calma e aceitou minha mão fazendo carinho em seu rosto e seu cabelo, e esfregou o rosto na minha mão.

Ela se levantou, tirou ca blusinha de alça, estava sem sutiã, e o seus seios brancos com o bico rosado ficaram mais evidentes por uma marca perfeita de sol , eles pareciam gotas desenhadas na sua pele, ela tirou a saia, ficando só com uma calcinha branca bem pequena de tecido leve, eu me sentei ficando na altura certa para puxar ela pela bunda em direçao a minha boca, ela sorriu, e fui beijei por cima da calcinha sentindo a umidade, ela segurou nos meus cabelos e eu apertei suas duas nádegas com os dedos empurrando a calcinha para seu rego, ela arrepiou e deu aquela respiradinha quando minha língua passou por toda a extensão da sua buceta sobre a calcinha, eu puxei sua calcinha para baixo e a marca de sol, era tão perfeita com a dos seios, fazia uma linha e ficava lisinha até fechar na seu clitoris sem nenhum pelo no caminho, eu lambi sua buceta com firmeza agora sem a calcinha e ela soltou um gemido com a boca fechada, fazendo um miado gostoso, meu dedo alisou sua buceta e o outra apertou sua bunda. E ela sussurrou sem firmeza, não querendo me desagradar, mas entendo o pedido.

- Na bunda devagar - eu dei um beijo entre sua buceta e seu cu, e voltei para a buceta, e ela falou baixinho ainda gemendo - é que você mais cedo - eu lambi seu clitoris com força e enfiei um de do na sua buceta o que fez ela parar no meio e dar um gemido.

- Não precisa explicar, só diz não que é não meu amor - eu voltei a beijar com força e lamber seu clítoris ela apertou meu cabelo falando que me amava, dois dedos entravam na sua buceta, enquanto eu lambia seu clitoris, ela rebolava bem de leve jogando seu quadril contra o meu corpo, praticamente esfregando a buceta na minha cara, eu apertava seu clitoris com a língua como se espremesse ele, fazendo ele dançar na minha boca, a pimenta parecia mais evidente com o contrates da pele queimada e da pele onde o sol não batia, ela começou a tremer na minha boca, apertando meu cabelo e me empurrando para traz, ajoelhou se deitando sobre mim nos últimos espasmos, e me beijou respirando o ofegante, eu virei meu corpo ficando sobre ela que só ergueu uma das pernas para facilitar a entrada do meu pau na sua buceta, ele entrou com um apertão no meu pescoço e um novo e longo beijo que durou umas 4 ou 5 estocadas fundas que ecoaram na varanda, cada estocada tinha um apertão no meu lábio, ela erguei a segunda perna, minhas mãos ficaram no chão por trás do seu joelho e eu ajoelhado no chão via perfeitamente meu pau entrando e saindo enquanto seus seios balançavam em cada estocada, ela gemia me olhando com a cabeça encostada no chão, e então ela virou a cabeça seu cabelo sobre seu rosto e seu corpo tremendo, eu continuava a estocar forte, ela me abraçou forte, fazendo eu diminuir o ritmo. Ela girou nosso corpos e começou cavalgar e falar cisas desconexas ela praticamente pulava sobre meu pau, a minha visão era perfeito dos seus seios balançando e do meu pau entrando e saindo eu peguei nos seus seios e brinquei nos seus mamilos com a ponta dos dedos, ela apoio na minha coxa e continuou a subir e descer e então eu puxei ela pela cintura e comecei a gozar, ela deu um gemido forte ainda subindo e descendo duas vezes antes de deitar ofegante sobre mim. Virou deitando sobre o meu peito.

- Se você não tiver força para me levara para a cama, vamos dormir aqui no chão na varanda. - eu sorri e beijei sua testa abraçando ela contra mim, ela aninhou.

- Eu sempre quis dormir pelado ao relento. - ela fechou os olhos e sorriu.


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Ficha do conto

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amigointimooculto

Nome do conto:
A Inquilina LX

Codigo do conto:
256579

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
10/03/2026

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