A Obediência Proibida


Lúcia sempre foi vista como a mãe exemplar. Cabelos loiros cacheados caindo em ondas suaves, voz delicada, postura tímida. Divorciada, criava sozinha Luan e Júnior. Por fora, recato absoluto. Por dentro, um vulcão que ninguém conhecia.
Tudo mudou quando Eduardo apareceu nas conversas anônimas da internet. Ele não era apenas um homem — era o dono. Com comandos firmes e voz grave, desvendou o lado submisso e pervertido que ela nem sabia que existia. Eduardo carregava um segredo: na juventude havia se envolvido sexualmente com a própria irmã. Lúcia sabia. Não aprovava incesto, mas também não o condenava. Falavam abertamente sobre o tema. Ele dizia que o laço de sangue era o afrodisíaco mais potente. Ela escutava, o corpo reagindo mesmo enquanto repetia que “isso nunca aconteceria comigo”.
Os primeiros meses foram só mensagens e áudios. Eduardo a ensinou tudo: como tocar-se devagar, como apertar o clitóris até o corpo tremer, como gozar sussurrando “sou sua, dono”. Lúcia aprendeu rápido. Logo o virtual não bastava mais. Ela começou a se masturbar enquanto falava com ele pelo celular — mesmo com Luan dormindo ao seu lado na mesma cama. O menino respirava tranquilo, inocente. Ela, nua sob o lençol, dedos encharcados na buceta, mordia o travesseiro para abafar os gemidos. O proibido a enlouquecia. Gozava mais forte sabendo que o próprio filho estava ali, a centímetros de distância.
Numa noite abafada, os dois meninos iriam dormir na casa do ex-marido. Eduardo decidiu elevar o teste.
— Hoje você vai se masturbar na cama do Júnior. Pelada. Com o celular no ouvido. Quero ouvir cada som no colchão dele.
Lúcia sentiu o coração disparar. Sabia que era errado. Mas a voz dele, aquele tom de macho que não tolerava recusa, fez sua buceta pulsar forte.
— Sim, dono… — sussurrou, já molhada.
A casa estava silenciosa. Ela tirou toda a roupa no corredor, caminhou nua até o quarto do filho mais velho. O cheiro dele ainda pairava no ar — perfume barato de adolescente, suor jovem, roupas jogadas no chão. Deitou-se na cama dele, abriu as pernas sobre o lençol amarrotado e ligou o áudio para Eduardo.
— Estou aqui… pelada… na cama dele… — gemeu baixinho.
— Dedos na buceta. Devagar. Descreve tudo.
Lúcia obedeceu. Dois dedos entraram fundo, fazendo barulho molhado. A outra mão apertava o seio, puxando o mamilo endurecido. A cama rangia levemente com os movimentos dos quadris. Ela inalava o travesseiro, o cheiro do filho misturando-se ao tesão.
— Estou tão molhada… cheirando o travesseiro dele… ah… que sensação proibida…
Eduardo ria baixo no telefone.
— Você é minha. Goza pensando que é o cheiro dele que te deixa assim.
Ela estava quase lá quando ouviu a porta da frente abrir.
Passos no corredor.
Lúcia congelou, dedos ainda dentro da buceta encharcada.
Júnior entrou no quarto escuro, procurando o carregador que tinha esquecido.
A luz fraca do celular dela iluminou o suficiente.
Ele parou.
Viu a mãe. Pelada. Pernas abertas. Dedos brilhando de mel. Na sua cama.
— Mãe…?
A voz saiu rouca, surpresa, mas não de repulsa. De choque… e de algo mais denso.
Lúcia puxou a mão rápido, tentou se cobrir com o travesseiro. O celular caiu na cama, ainda transmitindo.
Eduardo ouviu tudo.
— Não para — a voz dele saiu clara no quarto. — Continua. Mostra pra ele o que você é quando obedece.
Júnior não saiu. Deu um passo para dentro. Fechou a porta devagar, o clique da tranca ecoando como um gatilho.
— Mãe… por que você tá aqui… assim…?
A voz dele tremia, mas os olhos estavam fixos entre as pernas dela. A calça jeans já marcava o volume endurecendo rápido.
Lúcia engoliu em seco. A ordem de Eduardo ainda ecoava:
— Fala pra ele. Diz que você obedeceu ao seu dono. Que veio gozar na cama dele porque ele mandou.
Ela respirou fundo, voz falhando de excitação e vergonha:
— Filho… eu… o Eduardo mandou… ele é meu dono… eu vim aqui… me tocar… na sua cama… porque ele quis… porque eu obedeço…
Júnior respirou pesado. Tirou a camisa com movimentos bruscos, jogou no chão. Desabotoou a calça, baixou junto com a cueca. O pau saltou livre — jovem, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo.
Ele não disse mais nada. Subiu na cama, ajoelhando entre as pernas abertas da mãe. Não a tocou ainda. Apenas ficou ali, olhando, respirando forte, punheta lenta começando enquanto observava cada detalhe: os mamilos duros, a barriga levemente tremendo, a buceta aberta, molhada, pulsando.
Lúcia não fechou as pernas. Não pediu para parar. Seus dedos voltaram devagar para o clitóris, circulando, enquanto olhava para o pau do filho — tão perto, tão duro, tão proibido.
— Olha pra mim… — sussurrou ela, quase implorando. — Olha como eu tô… por causa disso…
Os quadris dela se moviam sozinhos, esfregando a buceta contra a própria mão, o colchão rangendo levemente. O som molhado dos dedos entrava e saía enchia o quarto.
Eduardo, no telefone, voz calma e autoritária:
— Deixa ele gozar em você. Não deixa ele entrar. Só deixa ele marcar a mãe dele. Isso é o começo.
Júnior acelerou a punheta. O pau latejava a poucos centímetros da entrada da mãe. Ele gemia baixo, animalesco. Lúcia acelerou também, dedos mergulhando fundo, polegar no clitóris, olhos fixos no pau do filho.
— Filho… ah… olha pra mim… me olha gozar…
Ela gozou primeiro. Um orgasmo violento, corpo arqueando, pernas tremendo, um gemido longo e rouco escapando enquanto a buceta se contraía em espasmos, mel escorrendo pelos dedos e manchando ainda mais o lençol dele.
— Júnior… ahhh… meu menino…
Ver a mãe gozando — o corpo se contorcendo na cama dele, o rosto perdido de prazer — foi demais. Júnior grunhiu, o pau pulsando forte. Jatos grossos e quentes explodiram: o primeiro acertou os seios dela, escorrendo devagar pelos mamilos; o segundo caiu na barriga, traçando linhas brancas até o umbigo; os seguintes espirraram mais baixo, alguns pingos caindo exatamente sobre os lábios inchados da buceta aberta, misturando-se ao mel dela.
Ele continuou se masturbando até a última gota, ofegante, olhando para o estrago que havia feito na pele da mãe.
Lúcia ficou imóvel por alguns segundos, sentindo cada gota quente escorrendo pela pele. Não limpou nada. Apenas respirava pesado, o corpo ainda tremendo de resquícios do orgasmo. O esperma do próprio filho brilhava sob a luz fraca, marcando-a de um jeito que nenhum tabu conseguiria apagar.
Júnior desabou ao lado dela na cama, pau ainda semi-duro repousando na coxa, respirando como se tivesse corrido uma maratona. Não falou. Apenas olhou para a mãe — coberta de porra dele, olhos semicerrados, expressão de entrega absoluta.
Do celular, a voz de Eduardo, satisfeita:
— Boa menina. Você sentiu o gosto do proibido de verdade agora. Amanhã vamos ver até onde essa obediência te leva.
Lúcia não respondeu. Fechou os olhos. O tabu ainda gritava em algum canto distante da mente. Mas o corpo… o corpo já tinha escolhido. O instinto de fêmea, despertado e faminto, falava muito mais alto.
E ela sabia, no fundo, que na próxima vez não seria só gozar e deixar ele gozar em cima.
Seria mais.
Muito mais.
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Comentários


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casualsomente Comentou em 14/03/2026

Mamãe gostosa demais tesão tesão

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dominadordecasal Comentou em 14/03/2026

Muito top eu sou dono de uma cadela ela faz TD q eu mando e vc e uma cadela linda pena n ser minha cadela

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gatabisolteira Comentou em 14/03/2026

Delícia de conto! Mãe sortuda!




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Ficha do conto

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moya

Nome do conto:
A Obediência Proibida

Codigo do conto:
256837

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/03/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
3