Tenho uma égua dentro de casa!


Era o final dos anos 80. Eu tinha 16 anos e Ana, minha irmã caçula, estava com 13 para 14. Ela já despontava como uma ninfeta de corpo precoce: coxas grossas e morenas do sol, bunda empinada que balançava quando andava, peitos firmes que marcavam a blusa fina. Eu não perdia oportunidade de espiá-la pelo buraco da fechadura, via ela tomando banho, ensaboando aqueles peitos jovens e passando a mão entre as pernas. Meu pau endurecia na hora.
Certa noite, nossos pais foram ao hospital visitar nosso avô doente e nos deixaram sozinhos. Devia ser meia-noite e meia. Fui até o quarto dela. A porta estava encostada, a luz apagada. Acendi a luz da cozinha para enxergar melhor. Ana dormia só de calcinha, de bunda para cima, as coxas grossas ligeiramente abertas. A visão daquela rabo enorme, me deixou louco. Tirei o pau para fora e comecei a bater punheta ali mesmo, olhando para aquela bunda gostosa. Gozei forte, jorrando encima dela, o coração disparado.
Na noite seguinte, fui mais ousado. Entrei completamente pelado. Ela na mesma posição. Subi na cama com cuidado, passei a mão devagar na bunda macia. Como ela não reagiu, encostei meu pau latejando entre aquelas coxas grossas, sentindo o calor da buceta por cima da calcinha . O cheiro de fêmea misturado com suor me dominou. Não aguentei e gozei ali, entre as pernas dela, o leite escorrendo quente pelas coxas morenas. Saí rápido, com medo. No dia seguinte ela não comentou nada. Não sei se dormia de verdade ou fingia.
A partir daí, Ana virou minha obsessão. Quando ela completou 15 anos, dei-lhe um diário de presente. Comecei a ler tudo em segredo. Descobri a grande safada que era minha irmã. Ela contava nos mínimos detalhes como o namorado de 18 anos tirou seu cabacinho: como abriu as pernas, como gemeu quando ele meteu pela primeira vez, como a xota ficou molhada e dolorida depois. Li também sobre a festa em que ela quase deu para nosso primo. Tinham bebido vinho, foram para perto do aeroporto. O primo apertou a bunda dela, passou a mão nos peitos, abriu o botão da calça. Ana escreveu que ficou com tesão, mas parou no susto. Cada linha daquele diário me deixava mais tarado. Pensei: se o primo quase comeu, eu também vou tentar.
Ana já tinha 16 anos e havia dado para uns seis caras. Era uma legítima putinha, mas comigo fazia jogo duro. Começamos a brincar de “lutinhas" Certa tarde, na piscina, ela veio por trás, puxou meu calção até os pés e saiu correndo, rindo. Eu fui atrás, peguei ela na cozinha e baixei seu biquíni até os tornozelos, expondo aquele rabo enorme e a xota peluda. Rimos, mas o tesão ficou no ar.
Uma noite de sexta, nossos pais já dormiam. Eu tinha comprado um tubo de lança-perfume. Bati na porta do quarto dela, fiz sinal para ela vir ao corredor sem fazer barulho. Ana estava só de babydoll e calcinha. Mostrei o tubo e o lenço. Ela deu uma risadinha safada e entendeu na hora. Fomos para o meu quarto. Cheirei primeiro, depois dei para ela. Ana começou a rir sem parar, o corpo mole de tesão. Aproveitei o embalo, cheirei de novo e comecei a passar as mãos por aquele corpo de égua. Segurei ela quando quase caiu, enfiei uma perna entre suas coxas grossas, esfregando minha coxa na buceta por cima da calcinha. Ela gemeu baixinho, gostando, mas ficamos só nisso naquela noite.
O tempo passou. Eu continuava lendo o diário, me deliciando com as putarias dela. Até que chegou o Réveillon de 1991. Nossos pais viajaram. Estávamos em uma festa, bebendo champanhe. Eu tinha brigado com minha namorada e estava a fim de putaria. Voltei para casa mais cedo. Ana já havia chegado. Entrei no quarto grande dos pais, acendi a luz e lá estava ela, deitada na cama. Ofereci champanhe. Bebemos juntos. Desliguei a luz de cima e comecei a me despir, ficando só de cueca. Ela virou de lado, fingindo dormir.
A bebida me deu coragem. Tirei a cueca e me aproximei por trás. Encostei a ponta do pau no meio daquelas coxas grossas e quentes. Na primeira vez recuei com medo. Na segunda, Ana forçou os quadris para trás, fazendo meu pau deslizar inteiro entre suas coxas, roçando na buceta quente. Meu coração quase parou. Segurei aqueles quadris largos e comecei o vai-e-vem. Ela gemeu baixinho.
Ana se virou, tirou a camisola e a calcinha, ficando completamente pelada na minha frente. Os peitos lindos, firmes, bicos escuros duros. A xota inchada, brilhando de tesão. Comecei a beijá-la toda, chupando aqueles peitos com fome, descendo até a buceta. Ela estava encharcada — o líquido escorria pelas coxas grossas como nunca vi em outra mulher. Coloquei a mão e masturbei ela enquanto chupava. Ana se contorcia, gemendo como uma égua no cio.
Não aguentei mais. Subi em cima dela e meti de uma estocada só. A xota gulosa engoliu meu pau inteiro, quente, molhada, apertada. Ana mexia os quadris, gemendo alto: …”. Coloquei ela de quatro. O rabo grande empinado, as coxas grossas tremendo. Meti fundo na buceta, batendo aquelas bandas com força, o barulho molhado enchendo o quarto. Depois cuspi no pau e forcei a cabeça grossa no cu virgem. Ana empurrou para trás, gemendo: “ninguem falava nada era só instinto”. Entrei devagar, depois com força, arrombando aquele cu apertado enquanto apertava as coxas grossas. Troquei de buraco várias vezes — buceta molhada, cu arrombado — até gozar nu cu da minha irmã.
Fodemos a noite toda. Acordei no meio da madrugada, com medo. Corri para o meu quarto e escrevi o bilhete: “Mana, esquece o que aconteceu, faz de conta que foi um sonho”.
No dia seguinte não conseguia encará-la. Mesmo assim perguntei: “Mana, tu te deu conta do que fizemos ontem à noite?”. Ela sorriu, com aquela cara de safada satisfeita, e respondeu: “Claro que sim… Mano, tu é foda mesmo, comeu até a tua própria irmã”, já imaginou se fico grávida, vai ser tio e pai ao mesmo tempo.
Desde aquela noite, Ana nunca mais saiu da minha cabeça. Ela foi, desde nova, a égua mais quente que já montei.
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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Tenho uma égua dentro de casa!

Codigo do conto:
260385

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/04/2026

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