Após o verão em que me tornei a putinha do meu primo, as coisas não voltaram ao normal. Muito pelo contrário. Pedro assumiu completamente o papel de dominador, e eu, cada vez mais submissa, me entreguei sem reservas. Mesmo sabendo que ele tinha uma namorada firme na cidade, eu não conseguia resistir. Sempre que ele me mandava uma mensagem simples — “Vem aqui” —, eu ia correndo como uma cachorrinha obediente, molhada só de imaginar o que ele faria comigo. De volta à rotina, inventamos um plano perfeito. Como Pedro era excelente em matemática, a desculpa oficial era que ele estava me dando aulas particulares de cálculo. Meus tios, inocentes, achavam lindo o primo mais velho ajudar a priminha nos estudos. “Podem ficar no quarto do Pedro, não vou atrapalhar”, dizia minha tia. Mal sabiam eles que, assim que a porta se trancava, eu virava o depósito particular de leite do meu primo. As tardes se tornavam longas e deliciosamente pervertidas. Eu chegava usando saia ou shortinho, e mal entrava no quarto Pedro já me mandava tirar a calcinha. Ele me fodia com força, enchendo minha bucetinha virgem (agora bem arrombada) com porra quente enquanto eu abafava os gemidos no travesseiro. Mas o que ele mais amava — e eu também — era comer meu cu. Sua namorada nunca deixava ele meter atrás, então eu me tornara o alívio perfeito para essa tara . Ele me colocava de quatro, abria minha bunda grande e metia fundo sem camisinha, gozando abundante dentro do meu cuzinho, me fazendo sentir cada jato quente queimando por dentro. — Isso, sua putinha safada... aperta esse cuzinho guloso no pau do primo — ele sussurrava enquanto me arrombava com estocadas fortes. — Você é minha putinha particular. Minha namorada não deixa eu foder o cu dela, mas você... você ama virar meu depósito de porra, né? — Sim, primo... eu amo... me chama de putinha... usa meu cu como quiser... — eu respondia gemendo, completamente molhada com as palavras sujas dele. — Isso mesmo, putinha... você é minha cachorrinha submissa. Vem correndo toda vez que eu chamo pra levar porra no cu. Que priminha obediente você se tornou... Um dia, em uma das tardes mais intensas, Pedro me colocou de quatro na cama dele, segurando meus cabelos longos como rédea enquanto metia fundo no meu cuzinho. Eu já estava gozando pela segunda vez quando ele diminuiu o ritmo, ainda enterrado bem fundo, e falou com a voz rouca de tesão: — Quero fazer uma coisa diferente com você, prima... Eu, gemendo baixinho e empinando a bunda contra ele, perguntei ofegante: — O que... o que você quer, Pedro? Ele deu uma estocada mais forte, apertando minha bunda grande com as duas mãos, e revelou: — Quero chamar um amigo meu pra foder você junto. Eu e ele te usando ao mesmo tempo... um metendo nessa bucetinha gulosa enquanto o outro fode esse cuzinho safado. Imagina você no meio de dois paus, sendo preenchida pelos dois buracos, engolindo porra de dois machos... você ia adorar ser a putinha de dois, né? Eu inicialmente neguei, chocada: — Não, Pedro... isso não... eu sou só sua... Mas meu corpo me traiu. Enquanto ele descrevia os detalhes pervertidos — como eu seria colocada de quatro, um pau na boca, outro no cu, os dois gozando dentro de mim ao mesmo tempo, me transformando numa putinha completa de dois, o primo e um amigo —, eu gozei violentamente como uma vadia, meu cuzinho apertando o pau dele com força, tremendo inteira. Pedro riu baixinho, satisfeito, e acelerou as estocadas: — Olha só pra você... dizendo não, mas gozando como uma putinha só de imaginar ser fodida por dois. Você é mesmo minha cachorrinha submissa. Um dia eu vou chamar ele... e você vai obedecer como a boa putinha que é, não vai? Eu apenas gemi, incapaz de negar, sentindo ele gozar mais uma vez fundo no meu cu, marcando seu território. A partir daquele dia, a fantasia do trio passou a rondar nossas sessões secretas. Eu continuava indo até ele sempre que era chamada, trancada no quarto “estudando cálculo”, enquanto na verdade servia de putinha particular e depósito de porra para o meu primo dominante. E eu sabia que não ia conseguir dizer não para sempre. Este relato terá continuação.
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