Morando sozinha com meu pai!

Meu nome é Ana Júlia. Tenho 14 anos e vivo com meu pai em um apartamento em Copacabana, no Rio de Janeiro. Sou a filha mais nova de três irmãs. Letícia, a mais velha, tem 27 anos, e Beatriz tem 15. Depois de uma forte briga com Letícia, que vivia se intrometendo em minha vida e criticando minhas atitudes, decidi pedir para morar com meu pai. Ele aceitou imediatamente e, desde então, passamos a viver sozinhos. Meu pai tem 48 anos e gerencia uma distribuidora de autopeças próxima ao nosso bairro.
Tínhamos uma empregada que cuidava da casa e ficava comigo até meu pai chegar do trabalho. Como ela só começava mais tarde pela manhã, meu pai assumia a rotina inicial: preparava o café, me acordava e falava para tomar banho e me ajudava a me arrumar para me levar à escola antes de seguir para o serviço. Eu adorava aqueles momentos em que ele cuidava de mim. Lembro-me de uma manhã em que ele acordou atrasado. Preocupado com o horário, preparou o café rapidamente e, para ganhar tempo, abriu a porta do banheiro e sem cerimônia tomou banho junto comigo, ficando pelado na minha frente. Foi a primeira vez que vi um homem adulto nu ao vivo.
No caminho, ele me pediu que nunca contasse a ninguém sobre aquele banho juntos, explicando que não era algo comum, mas que tinha acontecido pela pressa. Prometi guardar segredo. Com o tempo, passamos a tomar banho juntos ocasionalmente. Eu via seu pau ficar duro e observava fascinada. Fui crescendo e, mesmo fora do banho, era normal nos vermos nus pelo apartamento — eu saindo pelada do quarto e ele andando peladão pelo corredor, com aquele pau grande balançando, às vezes ereto. Muitas vezes sentia vontade de tocá-lo, mas sabia que não devia.
A empregada passou a ficar apenas até o fim da tarde. Foi nessa época que conheci Lucas, o vizinho do apartamento ao lado, que tinha 16 anos. Sozinha em casa, fiz amizade com ele. Depois de um tempo já tínhamos intimidade e eu sempre curiosa, pedi para ver seu pau. Era diferente do do meu pai — ereto, mas menor. Segurei e senti como era duro. Também mostrei minha buceta para ele. Lucas, que já assistia a filmes pornôs, começou a me ensinar. Chupou minha bucetinha, depois me ensinou a chupar seu pau até ele gozar na minha boca. Adorei o gosto e a sensação. As coisas foram evoluindo até ele foder minha bunda e, tempos depois, tirou minha virgindade enfiando o pau na minha bucetinha. Fiquei viciada nessa putaria. Sempre que possível, queria dar minha buceta ou minha bundinha para ele.
Nossa relação evoluiu para trocas intensas de mensagens no WhatsApp. Um dia, para excitá-lo, enviei: “Quero que me foda e me deixe uma semana sem conseguir caminhar direito”. Ele respondia com descrições safadas, e eu me sentia cada vez mais molhada só de ler.
O pai do Lucas era do exército e foi transferido, não o amava mas fiquei triste pois adorava tudo que faziamos. Dois ou três meses depois que Lucas se mudou para outra cidade com a família, eu estava pelada no meu quarto, deitada na cama, passando os dedos na bucetinha de olhos fechados e quase gozando. Quando abri os olhos, vi meu pai em pé na porta, me observando. Ele havia chegado mais cedo do trabalho. Percebeu o que eu fazia, mas agiu normalmente, veio me dar um beijo e saiu do quarto. Assim que ele saiu, continuei me masturbando até gozar com mais tesão ainda pelo medo do meu pai voltar e me flagrar novamente.
Num sábado à tarde, após a empregada sair e deixar o almoço pronto, eu estava indo tomar banho quando meu pai chegou. Ele pediu que eu não demorasse para que pudesse tomar banho em seguida.
— pai, faz tempo que a gente não toma banho junto, né? — perguntei.
— É, filha, é que você já é uma mocinha! — respondeu ele.
— E qual o problema, pai? A gente já se viu pelado tantas vezes...
— Tudo bem então... Mas continua sendo nosso segredo, combinado, Ana?
— Lógico, pai. Não sou boba.
Entrei primeiro no box com o chuveiro ligado. Pouco depois ele entrou, já pelado, com o pau bem duro. Enquanto ele ensaboava meu corpo — peitos, barriga, buceta e bunda —, lembrei de tudo que fazia com Lucas. Virei-me para ele.
— Deixa eu lavar você, pai?
— Pode, Júlia, mas usa só as mãos, sem bucha, tá?
Segurei seu pau grosso com as duas mãos e comecei a massageá-lo como se estivesse lavando. Quando toquei seu saco, ele alertou com carinho:
— Cuidado aí, filha... Só não aperta.
Enquanto eu o masturbava, ele passou a mão por trás de mim, enfiando os dedos na minha bucetinha.
— Você se masturba sozinha, né? — perguntou.
— Sim, pai...
— E já sabe gozar?
— Sei...
Ele enfiou um dedo mais fundo, mexendo devagar. Eu gemia, excitada. Ele me perguntou se eu queria gozar não falei nada mas concordei com a cabeça, ele aumentou o ritmo até eu ter um orgasmo forte, com as pernas bambas.
Depois, ele me ergueu no colo, com minhas pernas ao redor de sua cintura, minha bucetinha encostada em sua barriga e minha bunda roçando seu pau duro. Chupou meus peitos e sorriu:
— Gozou, Ana?
— Gozei sim, pai...
— Eu também quero gozar, filha.
Eu já experiente das putarias com Lucas, me ofereci para chupá-lo. Ele ficou surpreso mas não falou nada.
Ele me colocou no chão. Segurei seu pau e lambi a cabeça grande e roxa, chupando o quanto cabia na boca. Ele gemeu e gozou, enchendo minha boca de porra. Engoli um pouco e o resto escorreu.
Terminamos o banho, nos enxugamos e ele me carregou no colo até meu quarto. Colocou-me na cama, abriu minhas pernas e examinou minha bucetinha com os dedos.
— Que bucetinha linda, Júlia...
Em seguida, colocou a boca e começou a chupar, enfiando a língua e depois os dedos. Eu gemia alto:
— Paaaaai! Nossa! Que delícia!
Quando ele posicionou o pau na entrada da minha bucetinha, excitado, perguntou com a voz rouca:
— Quer que o papai também te foda e te deixe uma semana sem caminhar direito, filha? Fiquei vermelha, mas logo entendi de onde ele tirou aquela frase...
Com cara de sapeca, concordei balançando a cabeça afirmativamente. Ele empurrou devagar, alargando-me com seu pau grosso. Senti dor e prazer ao mesmo tempo. Ele meteu com força, e eu gozei intensamente. Ele continuou socando até tirar o pau e gozar sobre minha barriga.
No dia seguinte, quando ele chegou do trabalho, me encontrou pelada na cama.
— Já tomei banho, pai. Estou bem limpinha...
Ele me beijou na boca, chupou meus peitos e depois minha bucetinha até eu gozar novamente, lambuzando seu rosto. Depois me colocou de quatro e me fodeu com força na buceta. Em seguida perguntou novamente: quer mesmo ficar uma semana sem caminhar direito filha? ( eu sabia que falar aquilo o excitava) novamente concordei com a cabeça, ele então foi enfiando o pau na minha bunda. Senti dor no início, mas logo veio o prazer. Ele meteu fundo e gozou dentro de mim.
A partir de então, nossa intimidade se tornou frequente e cada vez mais intensa. Eu fiquei completamente viciada em foder com meu pai, tornando-me uma verdadeira submissa, provocadora e sempre disposta a satisfazê-lo tanto dentro quanto fora de casa. Adorava provocá-lo com olhares, mensagens safadas ou me exibindo pelada quando ele chegava do trabalho. O risco de alguém descobrir aumentava ainda mais o tesão de ambos — a possibilidade de serem vistos enquanto o pai fodia a própria filha trazia uma adrenalina proibida que nos deixava ainda mais excitados.
Aos poucos, a empregada começou a desconfiar da intimidade excessiva entre pai e filha, mesmo na frente dela. Uma tarde, quando estávamos a sós em casa, ela me confrontou diretamente:
— Ana, me fala uma coisa, por acaso teu pai anda te comendo?
Eu me assustei com a pergunta direta e rapidamente neguei. A empregada então se aproximou, com um sorriso compreensivo, e falou:
— Não precisa ter vergonha, eu sei como funciona. Meu pai ficou viúvo quando eu era adolescente e aconteceu a mesma coisa. Fui dele por anos até ele vir a falecer. Isso é mais comum do que a maioria das pessoas imagina, Ana. Não se preocupe, teu segredo está bem guardado comigo.
Ela sorriu e nunca mais tocou no assunto, mantendo total discrição.
Os anos foram passando e eu amava sentir todo o prazer que meu pai me proporcionava, mantendo sempre nosso segredo só nosso entre as paredes daquele apartamento.
Continua...

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Morando sozinha com meu pai!

Codigo do conto:
265944

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/07/2026

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