Bem mais tarde, Marcelo apareceu na sala. — Oi... — Oi — respondi. — Dormiu bem? — Como uma pedra... desculpe se não vim almoçar... o pessoal do banco convidou para uma partida de pôquer e eu não pude recusar... adoro pôquer... Conversamos um pouco. Meu coração ainda batia acelerado pela preocupação com ele, mas também por algo que eu não conseguia nomear. Enquanto lavava a louça, pensava no abraço que havíamos trocado mais cedo. O corpo dele contra o meu me trouxe uma sensação estranha, um calor que eu tentava atribuir apenas ao alívio de vê-lo melhor. "Ele é meu irmão", repetia para mim mesma, sentindo uma pontada de culpa. Por que meu corpo reagia assim? No dia seguinte, Marcelo trouxe presentes para mim: três vestidos curtos, quase como microssaias, de tecidos leves e estampados. Fui para o quarto experimentar um deles. Diante do espelho, o tecido subia pelas minhas coxas, revelando mais do que eu estava acostumada. Meu rosto corou. "O que Marcelo vai pensar ao me ver assim?", questionei-me. Uma parte de mim queria mostrar, ver a admiração nos olhos dele. Outra parte gritava que era errado, que eu estava noiva de Beto e que ele era meu irmão. Ainda assim, escolhi o de cor preta estampada em tons azuis e saí do quarto. Marcelo me viu e seus olhos se arregalaram. Senti um arrepio percorrer meu corpo. — Caramba, como ficou bem em você...! — Acha mesmo? Você acertou em cheio... rsrsrsr Sentamos no sofá para assistir televisão. O ar entre nós parecia carregado. Começamos a conversar e, de repente, ele me puxou para um beijo terno. Meu coração disparou. "Isso é errado... ele é meu irmão...", pensei, mas não me afastei. O beijo ficou mais intenso. Sentei no colo dele, sentindo seu corpo quente contra o meu. Suas mãos deslizaram pelas minhas coxas, subindo devagar, explorando a pele exposta pelo vestido curto. Um desejo proibido tomou conta de mim — um calor entre as pernas que me envergonhava. "Deus, o que estou fazendo? Isso é pecado... incestuoso... mas por que parece tão bom?", questionava-me internamente, enquanto correspondia ao beijo, entreabrindo os lábios. A mão dele subiu mais, tocando a borda da calcinha. Eu gemi baixinho, um misto de prazer e culpa. Imagens do tio Lauro vieram à mente, mas com Marcelo era diferente — era desejo genuíno, misturado com o amor fraternal que agora se transformava em algo perigoso. "Ele é meu irmão... não posso querer isso...", mas meu corpo traía meus pensamentos, pressionando-se contra ele. Senti sua excitação endurecendo sob mim. O proibido tornava tudo mais intenso. A campainha tocou, interrompendo o momento. Assustei-me, o rosto queimando de vergonha e alívio ao mesmo tempo. Corri para o quarto, o coração acelerado. "Quase... eu quase me entreguei ao meu próprio irmão. O que está acontecendo comigo?" Marcelo atendeu. Era Miguel. Saí para dar uma volta com ele, tentando afastar os pensamentos incestuosos. No parque, Miguel me beijou. Senti desejo, mas era diferente — mais seguro, menos culpado. Fomos para a casa dele. As carícias avançaram: ele tirou minha blusa, tocou meus seios por cima do sutiã, abaixou minha calça e admirou minha calcinha rosa com os pêlos escapando. Eu estava excitada, mas quando ele tentou abaixar a calcinha, parei. A culpa por Beto e as lembranças recentes com Marcelo me fizeram recuar. Vesti-me rapidamente e voltei para casa, chorando baixinho no quarto. "Traí Beto... e pior, desejo meu irmão. Sou uma pecadora..." Marcelo chegou mais tarde. Joguei-me em seus braços novamente, sentindo o mesmo conflito: amor puro misturado com desejo proibido. Enquanto ele tomava banho, experimentei os outros vestidos. Meu corpo traía meus pensamentos — os mamilos endurecidos, o calor na virilha. "Por que penso nele dessa forma? É errado... é incesto... mas não consigo parar." Mostrei o vestido a ele. Voltamos ao sofá. Os beijos recomeçaram, mais urgentes. Suas mãos exploraram minhas coxas, tocaram os pêlos pubianos que escapavam da calcinha. Eu gemia, dividida entre o prazer e a culpa profunda. "Meu irmão... meu Marcelo... isso é pecado, mas meu corpo quer mais." Fiquei de bruços como ele pediu. Senti seu peso sobre mim, seu membro duro esfregando contra minha bunda através da roupa. Arqueei o corpo, gemendo, enquanto pensamentos incestuosos me invadiam: "Quero ele dentro de mim... mas não posso... é meu irmão..." A campainha tocou novamente. Miguel. Marcelo saiu irritado. Mais tarde, soube que ele foi para a casa de Priscila, onde tiveram um encontro sexual intenso. Eu fiquei em casa, tocada pelo desejo proibido, tocando-me enquanto imaginava Marcelo, cheia de culpa e dúvida. "Deus me perdoe... amo meu irmão de forma errada." Continua...
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