Noites Proibidas de Verão – Desejos revelados na noite do churrasco!
*Leia as partes anteriores da saga Incestuosa de Ana para entender o contexto _ Ana, a mais nova das três irmãs, junto com sua irmã do meio e a irmã mais velha, moravam em um apartamento no centro da cidade, enquanto o pai que estava casado com outra mulher que não era a mãe delas vivia em outro apartamento em um bairro próximo. Ana frequentava a casa do pai nos fins de semana e tinha seu próprio quarto. Naquele final de semana específico, a madrasta viajara para visitar os pais em outra cidade. O pai de Ana, impedido por compromissos profissionais teve que ficar e convidou o irmão mais novo, Roberto — tio de Ana e pai de Pedro —, para um churrasco na área gourmet do apartamento, mas não comentou nada com a filha sobre o churrasco, pois Ana gostava de ficar horas em seu quarto devorando livros que era sua paixão e não gostava de ser interrompida. Roberto confirmou imediatamente, oferecendo-se para trazer as cervejas. O ambiente estava restrito aos três: Ana, o pai e o tio. O churrasco estendeu-se noite adentro, regado a fartas quantidades de cerveja gelada. Quando a carne ficou pronta, o pai chamou Ana no quarto. Ela apareceu, mas ao abrir a porta da sala levou um susto ao deparar-se com o tio Roberto, o homem que a viu crescer , e também o homem com quem havia se entregado em um encontro proibido poucos dias antes, na casa dele. Controlando a expressão com esforço, Ana cumprimentou-o com naturalidade diante do pai, fingindo mera cordialidade familiar. O tio, por sua vez, não conseguia disfarçar os olhares intensos. Ana trajava apenas um short de malha branca, justo e enfiado entre as nádegas generosas, e um top branco que marcava nitidamente os bicos proeminentes dos seios. Ela jantou rapidamente sob os olhares famintos do tio e retirou-se para o quarto, alegando que está finalizando a leitura de um novo livro! A conversa entre os dois irmãos, já bastante alterados pela bebida, evoluiu para temas cada vez mais íntimos. Falavam de mulheres e garotas jovens quando Roberto, em um lapso, comentou: — Aninha está um mulherão. Aposto que já está te dando dor de cabeça, hein, irmão? O pai, com a língua solta pelo álcool, respondeu de forma surpreendente: — Nem me fala. Você viu o tamanho da bunda da Aninha? Juro que, se não fosse minha filha, já teria enchido a buceta e o cu dela de leite. Roberto ficou momentaneamente surpreso, mas o pai continuou, rindo: — Ana não é santa. Com certeza alguém já deve estar metendo na bucetinha e no rabo grande dela... a conversa avançou em terreno ainda mais proibido... Algumas cervejas depois, Ana apareceu na sala para pegar água. Roberto não conteve o comentário safado: — Olha aí, irmão… A delícia que temos em casa. O pai, rindo, prosseguiu no tom jocoso: — Imagina se a gente pudesse fazer igual àqueles contos eróticos de incesto, onde pai e tio fodem a filha juntos. Roberto aproximou-se, mais sério: — Irmão, você curte incesto? Nunca comentou nada. O pai confessou abertamente: — Eu já cansei de bater punheta fantasiando que comia a Aninha. Roberto, curioso, perguntou se o irmão teria coragem de comer também as outras filhas. O pai, com olhar firme e voz carregada de desejo, respondeu: — Não. A única que desperta essa tara incestuosa em mim é a minha caçula, Aninha. Foi então que Roberto decidiu abrir o jogo. Contou detalhadamente como descobrira o envolvimento de Ana com o primo Pedro e, posteriormente, com ele próprio no fim de semana anterior. Descreveu os encontros com riqueza de detalhes, enfatizando o apetite sexual da sobrinha. O pai ouvia, surpreso, excitado e incrédulo, pedindo mais detalhes sobre cada posição, cada gemido, cada vez que ela gozava. Ele questionava com voz rouca e carregada de luxúria: “Como ela rebolava no pau do primo? E quando você meteu nela, irmão, ela apertava o cu como uma putinha?” Roberto respondia com prazer, alimentando a tara incestuosa do irmão pela filha caçula. Roberto concluiu: — Hoje seria um dia perfeito para um incesto pai e filha. O que acha? O pai, com os olhos brilhando de desejo, não conteve a excitação.. Ana, que havia escutado parte da conversa da porta entreaberta, sentiu o corpo tremer. Quando os dois homens a chamaram para a sala, ela hesitou, mas acabou se aproximando. O pai, com voz rouca, olhar penetrante e carregado de tensão, fixou os olhos nela e disse: — Filha... tem algo que você queira contar para o papai? Ana sentiu um frio na espinha. O medo tomou conta dela — medo da reação do pai ao descobrir sua putaria com o primo e, pior, com o próprio tio. Seu rosto corou intensamente, as mãos tremiam segurando o copo de água. Ela tentou negar, gaguejando: — Pai... eu... não sei do que o senhor está falando... A voz do pai tornou-se firme, autoritária, mas carregada de excitação contida: — Roberto, mostra para o seu irmão como minha filha caçula é safada de verdade. Ana, surpresa e atordoada, tentou negar novamente: — Não... pai, por favor... eu não posso... Mas a voz firme e o olhar do pai a induziram a obedecer. Com lágrimas começando a escorrer pelo rosto, ela se rendeu. O tio Roberto, então, aproximou-se por trás, abraçando-a suavemente. Ele removeu o short dela, expondo as nádegas fartas, e a posicionou de quatro sobre o sofá. Sem hesitar, abaixou o rosto e enfiou a língua quente e ávida primeiro na buceta molhada da sobrinha, lambendo e sugando o clitóris inchado com voracidade, depois subiu para o cu apertado, penetrando-o com a ponta da língua em movimentos circulares e profundos. Ana soltou um urro alto de prazer misturado a choro, o corpo estremecendo violentamente apesar das lágrimas. Só então o tio pincelou a buceta da sobrinha com a cabeça do pau e meteu a tora grossa penetrando-a com uma estocada firme que a fez arquear as costas. Enquanto ele a fodia com força por trás, o pai se aproximou, segurando o rosto da filha e enfiando o pau na boca dela. O pai questionava enquanto Ana chupava: — Conta para o papai, Aninha… como era sentir o pau do teu primo te arrombando? Ana, com um misto de timidez, excitação e lágrimas, revelou entre gemidos, demonstrando um prazer proibido em expor tudo: como Pedro a pegava de quatro bem devagar para não fazer barulho na praia, como ela montava nele sentindo o pau grosso esticar seu cuzinho virgem, e como terminavam com ele gozando dentro dela enquanto ela mordia o travesseiro. Após contar tudo, Ana questionou, com voz entrecortada: — O senhor deixou o Pedro dormir no meu quarto porque sabia que ele tentaria me comer e isso deixou o senhor excitado, não é, pai? O pai confessou: — Sim, filha… Eu sabia que Pedro tentaria te comer. E confesso que isso me dava muito tesão… imaginar minha filha caçula, a minha preferida, fazendo sexo proibido com o primo me deixava louco. O tio entrou na conversa, revelando mais detalhes sujos: — Irmão, você não tem ideia do apetite sexual dessa putinha. Ela pedia mais, gozava apertando o cu e implorando para receber leite quente.. A cena desenvolveu-se de forma intensa e pervertida. Roberto penetrava Ana por trás com estocadas brutais, chamando-a de “putinha incestuosa do tio”, enquanto o pai alternava entre foder sua boca e sussurrar o quanto sonhara em encher a buceta da filha com seu leite. A entrega física de Ana era total: ela empinava o quadril, gemia alto e rebolava com fome. O pai, dominado pela luxúria, finalmente posicionou-se para penetrá-la na posição missionária. Ana recuou, com voz trêmula: — Pai... não... isso não. Incesto com você... é diferente. É pecado grave demais. Eu não consigo cruzar essa linha com o meu próprio pai. O pai a acalmou: — Filha, só estamos nós três aqui hoje. Ninguém precisa saber de nada, ok? Ele então a penetrou devagar, olhando nos olhos dela, revelando entre gemidos a tara nutrida por anos. A dupla penetração veio em seguida, empalando Ana completamente. O tio posicionou-se atrás da bunda dela, lubrificando e pressionando lentamente a cabeça grossa do pau até esticar as paredes internas do cu apertado, enquanto o pai enfiava-se profundamente na buceta quente e molhada da filha. Assim, empalada duplamente por pai e tio, Ana era fodida com estocadas ritmadas e profundas. Os dois homens a preenchiam ao mesmo tempo, sentindo os paus se roçarem através das finas paredes que separavam as intimidade de Ana. Eles a tratavam com depravação crescente: “Rebola na rola do pai, sua putinha incestuosa”, “Aguenta o cacete do tio no seu cu safado enquanto o papai te fode como sempre sonhou”. Ana tremia, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto misturadas a gemidos altos, o corpo convulsionando em orgasmos sucessivos enquanto era usada pelos dois homens da família. Sem dar tempo para recuperação, os dois homens a carregaram para o quarto principal do pai, o amplo cômodo com a cama de casal onde ele dormia com a madrasta. Na parede oposta à cama havia um enorme espelho que refletia toda a cena com clareza cristalina. Lá, eles a posicionaram de quatro sobre os lençóis, com o corpo suado e os buracos ainda pingando sêmen. O pai, com o pau ainda latejante, posicionou-se atrás da filha e, olhando diretamente nos olhos dela através do espelho, esfregou a glande inchada na entrada da buceta de Ana. Com um gemido rouco, o pai empurrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e lubrificadas pelo gozo anterior se abrirem para recebê-lo. No espelho, Ana via claramente o rosto contorcido de prazer do pai enquanto ele metia fundo, as bolas batendo contra seu clitóris inchado, o pau grosso desaparecendo completamente dentro da própria filha, esticando sua bucetinha ao máximo. Roberto, ao lado, segurava a cabeça de Ana e enfiava o pau na boca dela, fodendo sua garganta com movimentos profundos. O pai acelerou as estocadas, segurando firme os quadris largos de Ana, fazendo as nádegas generosas balançarem violentamente a cada impacto forte, as peles estalando. “Olha no espelho, filha… veja como seu pai está comendo essa bucetinha que eu desejei tanto. Você é a putinha incestuosa do papai agora.” Depois de vários minutos nessa posição, o tio assumiu o lugar do irmão no cu de Ana. Ele lubrificou o pau com o sêmen que escorria da buceta dela e pressionou contra o anel apertado, forçando a entrada lentamente enquanto Ana gemia alto ao redor do pau do pai. A dupla penetração recomeçou com intensidade ainda maior: o pai metendo na buceta e o tio no cu, em um ritmo alternado e selvagem que fazia Ana sentir-se completamente preenchida, rasgada e dominada de prazer. No espelho, a visão era hipnótica e avassaladora — o corpo jovem e curvilíneo da filha sendo tomado brutalmente pelos dois homens mais velhos da família, os paus grossos entrando e saindo, os rostos de êxtase, os gemidos ecoando no quarto. Os dois homens trocavam de buracos repetidamente, enchendo-a alternadamente, palmando sua bunda, puxando seus cabelos, até que uma nova onda de gozo os tomou. O pai ejaculou profundamente na buceta da filha com jatos quentes e abundantes enquanto o tio pintava o interior do cu com sêmen grosso, marcando-a por dentro de forma definitiva. Mais tarde, já de madrugada, o tio Roberto chamou um Uber e retornou para casa. Sozinhos no apartamento, o pai e a filha continuaram a putaria proibida na cama de casal, realizando as fantasias acumuladas por anos. Exaustos e suados, pai e filha permaneceram abraçados na cama. Ana, com o corpo marcado e os buracos latejando, murmurou que o risco era grande demais. Contudo, o olhar do pai sugeria que a porta do incesto familiar havia sido aberta de forma irreversível.
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