Ana sabia que o pai demoraria a retornar do trabalho, pois o trajeto até o escritório era longo. Ao notar o celular esquecido sobre a mesa, a curiosidade falou mais alto. Ela acessou o whatsapp e as conversas com a madrasta e, ao explorar a galeria de fotos trocadas, deparou-se com uma imagem nítida e chocante: o pau do pai, grosso, repleto de veias saltadas e completamente ereto. Engoliu em seco, nervosa, mas não resistiu e abriu novamente a foto antes de fechar tudo. Nos dias seguintes, aquela imagem invadiu sua mente de forma insistente. O pai, por sua vez, passou a dirigir-lhe elogios cada vez mais picantes: “Ana, como você está bonita...”, “Você está se tornando uma mulher lindal”. Seus olhos a devoravam abertamente, percorrendo o corpo dela com desejo mal disfarçado. Certa tarde, na piscina, ao aproximar-se, o olhar dele fixou-se diretamente nos seios fartos da filha, sem qualquer tentativa de dissimulação. O ar entre eles carregava uma tensão sexual crescente. Dias depois, Ana precisava concluir um trabalho do curso e utilizou o computador do pai, aproveitando a casa vazia. Conhecia a senha e, enquanto organizava os arquivos, a curiosidade a levou ao histórico de navegação. Ficou em choque ao encontrar links de sites de contos eróticos e vídeos de incesto entre pai e filha. Abriu o primeiro conto, intitulado “Tirei a virgindade da minha filha putinha”, e um arrepio percorreu sua buceta. Em seguida, um vídeo mostrava um homem na casa dos cinquenta penetrando a filha mais nova, que gemia alto ao receber o pau grosso do pai. Mesmo chocada, Ana sentiu a própria intimidade umedecer. Fechou as páginas e tentou retomar o trabalho, mas a curiosidade persistiu. Ao salvar o arquivo, notou uma pasta chamada “Minha caçula”, protegida por senha. Após algumas tentativas, inseriu sua própria data de aniversário e a pasta se abriu. Seus olhos arregalaram-se: havia dezenas de fotos suas — muitas em biquíni na praia, com foco obsessivo na bunda e nos seios; outras tiradas enquanto dormia no sofá, exibindo a polpa das nádegas; e várias no quarto, vestindo short doll, pijamas finos de verão e até baby doll transparente. O pai entrava em seu quarto à noite para fotografá-la. Um turbilhão de emoções a invadiu, mesclando choque, excitação e a imagem recorrente do pau grosso e venoso. Em um momento de lucidez, fechou todas as pastas, deixando tudo exatamente como encontrara. Alguns dias mais tarde, Ana retornou mais cedo do colégio devido à ausência de um professor. Com a madrasta viajando para visitar um tio doente, ela e o pai ficaram sozinhos no apartamento. Ao chegar, dirigiu-se à cozinha para beber água e depois ao quarto para trocar de roupa. Ao passar pelo banheiro, ouviu o chuveiro ligado e percebeu a porta entreaberta. Tremendo de medo e curiosidade, espiou pela fresta. Lá estava o pai, completamente nu sob a água, exibindo o pau grande, cheio de veias e totalmente duro. Ele o segurava com a mão e se masturbava com movimentos firmes. Ana sentiu o coração disparar. Antes que pudesse recuar, ouviu-o gemer alto: — Tô batendo pra ti, minha filha putinha e gostosa... que deixa o papai louco. Você nem sonha com a vontade que o pai tem de tirar a virgindade dessa buceta apertada e dessa bunda gostosa. Em seguida, jatos abundantes de porra grossa jorraram, atingindo o piso e o vidro do box. Ana permaneceu petrificada, observando o próprio pai gozar enquanto pronunciava seu nome em meio ao prazer incestuoso. Ela se afastou silenciosamente, trancando-se no quarto com a buceta encharcada. A imagem e as palavras ecoavam sem parar. Naquela noite, tocou-se freneticamente, imaginando o pau do pai dentro de si. No dia seguinte, a tensão sexual explodiu. Ana vestiu uma regata fina sem sutiã e um short curto que mal cobria as nádegas. Ao cruzar com o pai na sala, parou diante dele. — Eu vi tudo, pai. No banheiro... e ouvi o que você disse. Também vi as fotos na sua pasta e o histórico no computador. O pai empalideceu por um instante, mas o desejo venceu. Ele se aproximou, segurando o rosto dela. — Eu sei que é proibido, Ana... mas eu não consigo mais me controlar. Você me enlouquece. Em vez de afastar-se, Ana pressionou o corpo contra o dele, sentindo o pau endurecer imediatamente. — Eu também quero, pai. Quero sentir esse pau grosso abrindo minha bucetinha virgem. Com um gemido animal, ele a carregou até o sofá. Beijou-a com paixão incestuosa, invadindo sua boca enquanto apertava os seios fartos e beliscava os mamilos rígidos. Desceu a mão, puxando o short para o lado e expondo a vagina rosada e molhada. Ajoelhou-se e devorou-a com a língua, lambendo o clitóris e penetrando as dobras úmidas até Ana gozar intensamente na boca do pai. Em seguida, ele posicionou o pau grosso na entrada virgem e empurrou devagar, rompendo a membrana. Ana gritou de dor misturada a prazer ao ser completamente preenchida. Ele estocou com força crescente, os testículos batendo contra a bunda dela. — Essa buceta apertada agora é do papai... vou te foder todos os dias, minha putinha — rosnava ele. Virou-a de quatro, espancando as nádegas enquanto a penetrava profundamente. Ana rebolava, pedindo mais. O clímax chegou juntos: ele jorrou uma carga farta de porra quente dentro dela, transbordando. A partir daquele momento, a relação transformou-se em um vício proibido e intenso. Ana aprendeu a chupar o pau venoso do pai até o fundo da garganta, engolindo sua porra com devoção. Ele explorou todos os seus orifícios — incluindo a virgindade anal, penetrada com lubrificação natural da buceta da filha —, em sessões de putaria extrema pelo apartamento. Os encontros tornaram-se frequentes e cada vez mais depravados, consolidando a saga incestuosa de Ana.
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