Continuação: Desejo Proibido Após o retorno da praia em Xangri-lá, a rotina familiar parecia ter retomado seu curso normal. Pedro, ainda carregando as memórias intensas vividas com a prima, deixou o celular sobre a mesa da sala enquanto tomava banho. O aparelho vibrou com uma chamada de um colega da faculdade. Roberto, pai de Pedro e tio de Ana, atendeu por reflexo, resolveu o assunto e, ao devolver o celular, uma notificação no WhatsApp chamou sua atenção. Era uma mensagem de Ana, sua sobrinha. Curioso, abriu a conversa. O que leu o deixou paralisado: trocas explícitas, descrições detalhadas dos encontros na casa de praia e referências diretas ao incesto que ambos praticavam. Movido por choque e excitação crescente, Roberto acessou a galeria da conversa. As fotos e vídeos o atingiram com força: Ana completamente pelada, exibindo os seios firmes, a cintura fina e o bumbum arredondado; imagens dela ajoelhada chupando o pau de Pedro; e, especialmente impactantes, as sequências em que ela dava o cu para o primo, gemendo de prazer na cama da casa de praia. Com as mãos trêmulas, Roberto reenviou todo o material para seu próprio celular. Colocou o aparelho do filho de volta no lugar e seguiu para o banheiro, trancando a porta. Ali, abriu as imagens novamente. Seu pau endureceu imediatamente ao ver a sobrinha pelada. Enquanto se masturbava com vigor, imaginava-se no lugar do filho, penetrando aquele cu apertado e ouvindo Ana gemer seu nome. Gozou com força, jatos abundantes que sujaram o chão do banheiro. Passados alguns dias, o telefone de Roberto tocou. Era seu irmão, pai de Ana. — Roberto, precisamos viajar com urgência. Ana tem provas no colégio e não pode perder. Você poderia recebê-la por uns dias? — Claro, irmão. Pode deixar que Ana fica aqui. Vou cuidar bem dela — respondeu Roberto, com segundas intenções já fervilhando em sua mente. Ana chegou com uma mala pequena, vestindo saia leve e blusa que marcava seus seios. Roberto a recebeu com um abraço demorado, sentindo o calor do corpo jovem. Durante os dias seguintes, a atração entre Ana e Pedro continuou intensa. Os primos aproveitavam os momentos em que Roberto saía para se entregar ao prazer proibido. Certa tarde, Roberto anunciou: — Vou até o supermercado. Fica a meia hora de distância e ainda preciso resolver outros assuntos. Devo demorar pelo menos duas horas. Fiquem à vontade. Assim que o carro saiu, Ana e Pedro não perderam tempo. Na sala de estar, Ana despiu-se completamente e ficou de quatro sobre o sofá, arqueando as costas e oferecendo o cu. Pedro posicionou-se atrás dela e meteu com força, fodendo o cu da prima ritmadamente. Ana gemia alto, incentivando-o: “Mais forte, Pedro… me fode o cu.” Roberto, que havia planejado o retorno precoce, estacionou o carro a uma quadra de distância e entrou silenciosamente pela porta dos fundos. Do corredor, presenciou toda a cena: sua sobrinha pelada, de quatro, recebendo o pau do filho com evidente prazer. Com cuidado, pegou o celular e gravou o ato completo — o ritmo acelerado das estocadas, o balançar dos seios de Ana e o momento em que Pedro gozou dentro do cu da prima, que tremia em orgasmo. No dia seguinte, Pedro saiu à noite para uma prova na faculdade. Ana ficou sozinha com o tio. Após o jantar, Roberto convidou-a para a sala. Sentados no sofá, ele iniciou a conversa com voz firme: — Ana, preciso falar com você sobre algo sério. Reproduziu o vídeo no celular. Ana empalideceu ao ver a si mesma sendo fodida no cu pelo primo naquela mesma sala. Seus olhos se encheram de lágrimas e ela começou a chorar desesperadamente. — Tio… por favor… não… Roberto a observou com frieza controlada e disse: — O que será que seu pai vai achar se ver a filha levando rola de quatro em vez de estar estudando? Ana chorou ainda mais, o corpo tremendo. Seu pai era super rígido e moralista; a descoberta seria um escândalo devastador. — Tio, eu imploro… não conte nada para os meus pais… por favor… — suplicou ela, entre soluços. Roberto se aproximou, tocando seu rosto. Ana tentou relutar, afastando-se ligeiramente. — Tio, isso é pecado… não podemos fazer isso… Ele riu baixinho, sem se comover com as lágrimas dela. — Quando estava dando o cu para Pedro você não achou pecado, né mocinha? Ana chorava muito, as lágrimas escorrendo pelo rosto, mas Roberto não se abalou. Ele a puxou para si e a beijou com autoridade, dominando sua boca enquanto suas mãos grandes deslizavam pelos seios firmes, apertando-os com firmeza. Apesar da relutância inicial, o medo da exposição e a excitação latente fizeram Ana ceder gradualmente. Ele a despiu lentamente, admirando o corpo jovem e voluptuoso. Libertou seu membro: o pau de Roberto era visivelmente maior e mais grosso que o de Pedro, com veias salientes. — Chupe, sobrinha — ordenou. Ana, ainda chorando baixinho, ajoelhou-se e obedeceu. Seus lábios esticaram-se ao redor da glande grossa, esforçando-se para acomodar o tamanho. Roberto segurou seus cabelos e fodeu sua boca com estocadas profundas, fazendo saliva escorrer pelos cantos dos lábios dela. Em seguida, colocou-a de quatro no mesmo sofá. Cuspiu na mão, lubrificou o cu da sobrinha e pressionou a cabeça grossa contra a entrada apertada. — Relaxe, Ana. Vou comer esse cu gostoso que você tanto oferece ao meu filho. Centímetro a centímetro, ele penetrou o cu dela. Ana soltou um gemido longo e agudo, sentindo-se completamente preenchida pela grossura do tio. Roberto começou a meter com ritmo crescente, cada vez mais fundo e forte, as bolas batendo contra a buceta molhada dela. Suas mãos firmes seguravam os quadris, puxando-a contra si a cada estocada. O som de pele contra pele misturava-se aos gemidos de Ana, que, entre lágrimas e prazer, entregava-se ao tio. — Tio… é tão grande… está me arrombando o cu… — gemia ela. Roberto acelerou, fodendo o cu da sobrinha com vigor animal, alternando estocadas profundas com tapas firmes nas nádegas. Quando o orgasmo se aproximou, puxou Ana pelos cabelos, arqueando-a contra seu peito, e gozou abundantemente dentro do cu dela, jatos quentes e copiosos que transbordaram. Ana atingiu o clímax ao mesmo tempo, o corpo convulsionando. Ainda dentro dela, Roberto sussurrou: — Isso é só o começo, Ana. Enquanto estiver aqui, esse cu, essa boca e essa buceta são meus. Você vai aprender a tomar tudo que eu quiser, sem reclamar. A noite seguiu com novas posições: Ana cavalgando o pau grosso do tio, sendo penetrada na buceta e novamente no cu, engolindo o sêmen dele e sendo marcada em vários momentos. Roberto, experiente e insaciável, explorou o corpo da sobrinha com intensidade, consolidando o domínio sobre o desejo proibido. A estadia de Ana na casa do tio prometia continuar repleta de encontros clandestinos e prazer intenso, agora com o segredo unindo tio e sobrinha de forma irreversível e altamente pervertida.
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