As semanas seguintes foram um turbilhão de emoções contraditórias. Cada momento a sós com Marcelo intensificava o conflito interno que me consumia. Depois das cenas no provador, voltamos para casa carregados de desejo. No quarto dele, ou no meu, os beijos se tornavam cada vez mais urgentes. Eu me entregava aos toques proibidos, sentindo as mãos dele explorando meus seios, coxas e intimidade, enquanto uma voz constante na minha cabeça gritava: "Ele é seu irmão... isso é incesto... um pecado mortal... Beto nunca me perdoaria se soubesse." Mesmo assim, não conseguia resistir. Quando Marcelo me colocava de bruços e se esfregava contra mim, sentindo seu membro duro pressionando minha bunda através da roupa ou diretamente na pele, eu arqueava o corpo involuntariamente, gemendo de prazer. "Quero ele dentro de mim... quero sentir meu irmão me possuindo...", pensava, horrorizada comigo mesma pela força do desejo incestuoso. A culpa vinha depois, em ondas devastadoras — chorava sozinha, rezava pedindo perdão, mas na noite seguinte repetia tudo. Marcelo, por sua vez, também demonstrava o mesmo fogo proibido. Nossas sessões se tornavam mais ousadas: ele beijava meu corpo inteiro, descia até minha intimidade peluda, lambendo e chupando enquanto eu mordia o travesseiro para abafar os gemidos. Eu retribuía, tocando-o, sentindo seu tamanho e calor na mão, imaginando o ato final. "Isso não pode continuar... vamos para o inferno por causa disso", pensava, mas o prazer sempre vencia a razão. As interrupções de Miguel e os encontros de Marcelo com Priscila alimentavam os ciúmes mútuos, tornando nossos momentos ainda mais intensos quando finalmente ficávamos sozinhos. O medo de ser descoberta aumentava a excitação — o proibido, o tabu familiar, tornava tudo irresistível. No clímax da história, entregamo-nos completamente. Marcelo me penetrou, primeiro com cuidado, depois com paixão animal. Senti ele me preenchendo, irmão e amante ao mesmo tempo. Gemi alto, lágrimas nos olhos misturando êxtase e culpa profunda: "Meu irmão está dentro de mim... estamos cometendo incesto... e eu amo isso." Ele gozou dentro de mim, e eu alcancei o orgasmo mais forte da minha vida, tremendo nos braços dele. Depois, deitados juntos, o silêncio era pesado. A culpa não desapareceu, mas o amor — agora transformado — permanecia. Eu sabia que nada seria como antes. O noivado com Beto, a família, tudo estava em risco. Ainda assim, nos abraçamos, conscientes de que havíamos cruzado uma linha sem volta. Continua...
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