Noites proibidas de Verão!

Na temporada de 2026, os pais de Ana alugaram uma casa na praia de Xangri-lá no litoral gaúcho, para as férias em família. Como os tios este ano não poderiam viajar por compromissos no trabalho, convidaram Pedro, o primo de 19 anos, para juntar-se a eles. A casa tinha quartos limitados. Sem opções, Pedro então pediu, com aparente inocência, para dormir no quarto de Ana. Ela aceitou sem hesitar, afinal era seu primo favorito, e os pais não viram problemas. Dois primos dividindo o mesmo quarto? Normal. Mas como diz o ditado popular: a ocasião faz o ladrão....

No quarto havia apenas uma cama. Colocaram um colchão no chão para Pedro. Nas primeiras noites, Ana deitava-se vestindo apenas uma camisola curta de algodão fino, que mal cobria suas curvas generosas. Seus seios duros, e grandes para a idade, marcavam o tecido leve, os bicos intumescidos visíveis mesmo na penumbra. Para Pedro, o fato de Ana ser mais nova que ele tornava tudo ainda mais proibido e excitante — uma prima novinha, virgem, com corpo de curvas pecaminosas, dormindo a poucos metros de distância era uma tentação difícil de resistir!

Desde a primeira noite, o desejo explodiu. Pedro não conseguia tirar os olhos da prima. Enquanto Ana fingia dormir, ele observava o subir e descer daqueles seios fartos, a camisola subindo e revelando a curva perfeita da bunda. O pau dele ficava duro como pedra só de imaginar o que a família consideraria um pecado imperdoável.

As madrugadas tornaram-se um campo minado de medo e tesão. Ana sabia que o clima estava cada vez mais carregado de desejo naquele quarto, mas tremia com a possibilidade de os pais acordarem e descobrirem o que estava por acontecer. Qualquer barulho mais alto, uma respiração escapando, um rangido do colchão poderia acabar com tudo. Ainda assim, a libido juvenil falava mais alto.

Começou com beijos famintos e toques desesperados. Pedro puxava a camisola para cima, apalpando os seios duros e macios da prima, chupando os mamilos enquanto Ana mordia os lábios para não gemer alto demais. Logo ele a convenceu a explorar mais. Na terceira noite fez Ana pegar em seu pau que latejava de tesão e depois de forma instintiva e lembrando os contos eróticos que ela gostava de ler em segredo, ficou ajoelhada no colchão, Ana segurou o pau grande e grosso do primo — que pulsava em sua mão. Nunca havia chupado um pau na vida, mas o instinto e o tesão a guiaram. Ela lambeu, chupou, engoliu o máximo que conseguia, babando enquanto Pedro segurava sua cabeça e fodia sua boca com vontade. Quando ele gozou, jorrou porra quente e abundante direto na garganta da prima. Ana engoliu tudo, o coração disparado de medo e excitação.

Na noite seguinte o jogo continuou, Pedro queria retribuir o prazer que Ana tinha dado a ele na noite anterior. Deitou Ana de costas, levantou a camisola até a línha da cintura abriu suas pernas e enterrou o rosto entre as coxas dela. Sua língua devorou a buceta virgem e molhada da prima, sugando o clitóris inchado, e depois desceu para lamber e penetrar com a ponta da língua o cuzinho apertado e rosado que ninguém jamais havia tocado. Ana gozou violentamente com a boca do primo explorando seu sexo , o corpo convulsionando, abafando os gritos contra o travesseiro enquanto ondas de prazer inédito a atravessavam.

No final da primeira semana, o tesão estava insuportável. Pedro suplicou por mais. Ana recusou o sexo , aterrorizada com a ideia de engravidar — um escândalo que abalaria a família. Mas os beijos e o roçar dos corpos os deixavam loucos de desejo. Foi então que Pedro sussurrou no ouvido dela, a voz rouca de desejo:

“Deixa eu te comer por trás, Ana. No teu cuzinho. Não tem perigo de engravidar...”

Hesitante, com o coração na boca de medo dos pais ouvirem, Ana acabou aceitando. Alertou-o várias vezes: que era virgem , ele precisava ir devagar porque o pau dele era grande e grosso demais. Pedro lubrificou o membro com saliva e os líquidos da buceta dela, posicionou-se atrás e foi empurrando lentamente. Ana mordeu o travesseiro para não gritar quando a cabeça grossa abriu seu cuzinho apertado. A dor inicial deu lugar a um prazer sujo e intenso. Logo ele estava metendo fundo, fodendo a bunda da prima com estocadas cada vez mais fortes, abafando os gemidos dela com a mão.

A partir dali, não havia volta. Quase todas as madrugadas Pedro comia o cu da prima no quarto, ora devagar e profundo, ora com tesão animal, enchendo aquela bunda perfeita de porra quente. Durante o dia, fingiam normalidade. Mas nas “caminhadas” pela praia, escapavam para o esconderijo entre as pedras. Ali, em pé, com o mar como testemunha, Pedro abaixava o biquíni de Ana, e metia no cu dela com força, fodendo-a sem pudor enquanto ela se segurava nas rochas, gemendo de prazer e pavor de serem descobertos.

O medo constante de que os pais pudessem ouvir ou suspeitar só aumentava o tesão proibido. Ana sabia que era errado — primos, quase irmãos, ela mais nova —, mas não conseguia resistir ao pau grosso do primo invadindo seu cu virgem e deixando-a viciada naquele prazer sujo e intenso.

Depois de 20 dias de prazer entre primos o verão acabou,mas ficará gravado para sempre em suas mentes as madrugadas de sexo proibido no quarto da casa de praia em Xangri-lá!

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Foto 1 do Conto erotico: Noites proibidas de Verão!

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Noites proibidas de Verão!

Codigo do conto:
263783

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/06/2026

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