Naquela manhã de domingo, a irmã mais velha de Ana, casada com Flávio, chamou o marido com um tom casual: — Amor, já que vc vai a padaria, leva minha chave reserva do apartamento do pai. Domingo geralmente ele dorme até mais tarde e nem carregou o celular. Então você entra lá, pega o meu secador que esqueci no banheiro e depois eu aviso ele que você esteve lá. Como o apartamento é grande, ele nem vai perceber. Flávio concordou, pegou a chave reserva e seguiu para o apartamento do sogro. Ao chegar, lembrou das instruções da esposa e decidiu não tocar a campainha. Silenciosamente, abriu a porta e entrou no apartamento amplo e silencioso. Dirigiu-se ao banheiro para pegar o secador, caminhando pelo corredor que separava o quarto de Ana do quarto principal do pai. Foi então que ouviu os primeiros gemidos abafados. Parou no meio do corredor, o coração acelerando. A curiosidade falou mais alto. Passou pelo quarto de Ana — o barulho não vinha dali. Andou mais alguns passos e ouviu claramente a voz rouca do sogro ecoando do quarto principal, cuja porta estava entreaberta: — Empina esse rabo gostoso pra teu pai, putinha! Ana gemia de forma descontrolada, entregando-se ao prazer. O coração de Flávio disparou. Incrédulo, aproximou-se devagar e espiou pela fresta da porta. A cena que viu era surreal e chocante: Ana, a caçula da família, estava de quatro na cama do pai, completamente nua, com a bunda empinada e a buceta sendo penetrada sem piedade pelo pau grosso, venoso e duro do seu próprio pai. As estocados eram brutais, fazendo os seios fartos de Ana balançarem. Flávio ficou paralisado por alguns segundos, o pau endurecendo rapidamente dentro da calça ao testemunhar aquela putaria incestuosa a poucos metros dele. No meio da foda intensa, decidiu interromper, com o intuito de tirar proveito da situação. Empurrou a porta e entrou no quarto. — Quem diria, meu sogro... O senhor, um homem tão correto e de família, fodendo a filha caçula igual uma puta barata. Ana e o pai levaram um susto violento. O pai parou as estocadas imediatamente, ainda enterrado na buceta melada da filha. — Flávio, por favor... não é o que você está pensando! — gaguejou o sogro, o pânico evidente na voz. Flávio soltou uma gargalhada alta e debochada. — Imagina, meu sogro. O senhor só está ensinando a Ana a rezar de quatro na sua cama, né? — Ele riu novamente, os olhos percorrendo o corpo suado e exposto da cunhada. Ana começou a chorar, tentando cobrir os seios fartos com os braços. — Olha só, Aninha... tão santinha em família. Quem diria que era a putinha do próprio pai — continuou Flávio, aproximando-se da cama. — Não culpo o meu sogro, não. Essa tua bunda grande e gostosa deixa qualquer macho louco pra meter até as bolas dentro de você. Ana, nervosa e envergonhada, suplicou entre lágrimas: — Por favor, cunhado... não conta nada do que você viu. Eu imploro. Flávio levou a mão ao queixo dela, erguendo seu rosto com firmeza. — Não conto, Aninha. Mas esse segredo vai ter seu preço. Ele se aproximou ainda mais da cama, abriu o cinto e a calça com calma. Quando puxou o pau para fora, Ana arregalou os olhos: o cacete de Flávio era ainda mais grosso e venoso que o do pai, uma rola pesada e imponente que pulsava de excitação. O pai de Ana permaneceu em silêncio, o pau ainda dentro da filha, chocado com a situação. — Ajoelha aqui, bunduda — ordenou Flávio, a voz autoritária. — Mostra pra mim como se chupa o pau de um macho de verdade. Tremendo, mas sem alternativa, Ana se posicionou de joelhos na cama. O pai saiu de dentro dela, a buceta vermelha e escorrendo mel. Hesitante, Ana segurou o pau enorme do cunhado com as duas mãos e abriu a boca, engolindo a cabeça grossa. Flávio gemeu de prazer, segurando os cabelos dela. — Isso, putinha da família... chupa gostoso. Olha só, sogro, sua filha caçula tem boca de puta. O pai de Ana, ainda atordoado, sentiu uma mistura de raiva, vergonha e excitação proibida ao ver a filha chupando o pau do genro. Flávio, percebendo a hesitação, riu novamente. — Não fica aí parado, sogro. Essa putinha é sua, mas agora é nossa. Vem aqui e mete nessa bucetinha enquanto ela me mama. O pai, dominado pela luxúria do momento, obedeceu. Posicionou-se atrás de Ana e enfiou o pau novamente na buceta apertada da filha, estocando com força enquanto ela gemia com o cacete de Flávio enfiado na garganta. — Isso, Ana... mama o pau do seu cunhado enquanto o papai te fode — rosnava o pai, as estocadas ficando mais brutais. Flávio segurava a cabeça de Ana, fodendo sua boca com profundidade. — Engole tudo, Aninha. Quem diria que a santinha da família era uma vadia incestuosa. Agora você vai servir os dois machos da família. A putaria se intensificou. Os dois homens revezavam: Flávio metia na buceta de Ana enquanto o pai enfiava o pau na boca dela, e depois trocavam. Ana, inicialmente chorosa, entregou-se ao fogo intenso que queimava em sua buceta, gemendo como uma puta desesperada. — Me fode, cunhado... me arromba junto com o papai! — suplicava ela entre gemidos, a voz rouca. Flávio deu um tapa forte na bunda dela. — Olha só como a putinha gosta. Sogro, essa filha sua é uma puta de verdade. Vamos encher ela de porra. Eles colocaram Ana de quatro novamente. O pai penetrou a buceta enquanto Flávio enfiava o pau grosso no cu virgem dela, arrombando o cuzinho apertado com lentidão cruel. Ana gritava de prazer e dor, completamente tomada pelos dois paus. — Ai, papai... cunhado... me rasga toda! Sou a putinha de vocês! As estocados sincronizados eram brutais. Flávio e o pai gemiam, chamando-a de filha vadia, puta da família e bunduda incestuosa. O clímax foi devastador: primeiro o pai gozou dentro da buceta da filha, enchendo-a de porra quente, e logo em seguida Flávio explodiu no cu dela, jorrando uma carga abundante. Exaustos, os três ficaram em silêncio por alguns instantes. Flávio, ainda com o pau semi-duro, sorriu satisfeito. — Esse segredo fica entre nós três. Mas toda vez que eu quiser, Aninha, você vai abrir essa buceta e esse cu pra mim e pro seu pai. Entendeu, putinha? Ana, melada de porra e com o corpo tremendo, apenas assentiu, o fogo na buceta ainda ardendo. A partir daquele domingo, a putaria incestuosa na família ganhou um novo e perigoso membro. Flávio passou a visitar o apartamento com mais frequência, muitas vezes sozinho, para usar a cunhada sob o olhar do sogro, transformando Ana na puta compartilhada dos dois machos mais velhos da família. A saga de luxúria e depravação apenas começava.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.