Ana Júlia demorou vários minutos para conseguir digitar a resposta, as mãos ainda tremendo enquanto seu pai a dedava lentamente por trás, mantendo-a molhada e excitada mesmo em meio ao pânico. Finalmente enviou: “Eu vi sua mensagem. Podemos conversar por aqui mesmo. O que você quer?” Roberto respondeu quase imediatamente: “Melhor pessoalmente. Sou discreto. Amanhã à noite, 23h, na garagem do seu bloco, vaga escura do fundo. Só você. Não vou te machucar, só quero falar.” Meu pai leu a mensagem por cima do meu ombro, o pau duro pressionado contra minha bunda. Ele mordeu minha orelha e sussurrou: — Vá, filha. O papai vai ficar por perto, no carro, observando de longe. Quero ver até onde isso vai. E depois vou te foder sabendo que outro homem viu o que só eu deveria ver. Na noite seguinte, vestida com um short jeans curto e uma blusinha fina sem sutiã, desci para a garagem. Meu pai estava escondido em nosso carro, faróis apagados. Roberto já esperava nas sombras. Era um homem alto, forte, com cabelos grisalhos nas têmporas e olhar intenso. Aos 45 anos, viúvo, transmitia uma autoridade madura que me deixou com as pernas fracas. — Ana Júlia… — disse ele com voz baixa e rouca, olhando meu corpo de cima a baixo. — Você é ainda mais linda de perto. Eu vi seu pai te comendo na sacada. Vi ele metendo fundo na bucetinha da filha dele… vi você rebolando como uma putinha safada. Fiquei dias batendo punheta com o vídeo. Senti o rosto queimar de vergonha e, ao mesmo tempo, uma onda de tesão proibido molhar minha calcinha. Meu pai estava assistindo tudo. — Por favor… não conta pra ninguém — implorei, voz trêmula. — Eu faço qualquer coisa pra você apagar esse vídeo. Roberto se aproximou, sem me tocar, mas perto o suficiente para eu sentir seu cheiro e ver o volume no seu jeans. — Eu não quero apagar. Quero guardar. O tesão de ver um pai comendo a própria filha é o maior que já senti na vida. O que eu quero… é continuar vendo. Quero assistir vocês dois fodendo. Ao vivo. Talvez até participar, se vocês permitirem. Em troca, o vídeo fica só comigo. Ninguém nunca vai saber. Eu mordi o lábio, o coração acelerado. A ideia era humilhante, aterrorizante… e absurdamente excitante. Sentia minha bucetinha latejar. — Meu pai… ele nunca vai aceitar isso — murmurei, mas minha voz saiu fraca. Roberto sorriu, perverso. — Ele já aceitou quando te deixou vir aqui sozinha. Diga pra ele que eu quero ver vocês dois na sacada de novo, amanhã à noite. Quero ver ele gozando dentro da filha enquanto eu assisto do escuro. Depois… quem sabe eu não te como também, com ele olhando. Uma putinha da família merece ser compartilhada de vez em quando, não acha? Fiquei sem ar. A adrenalina sexual era tão forte que minhas coxas tremiam. Respondi quase sussurrando: — Eu… vou falar com ele. Mas se vazar qualquer coisa…não têm mais acordo — Não vai vazar — garantiu Roberto, passando o dedo de leve no meu mamilo por cima da blusa, fazendo-me gemer baixinho. — Só quero participar dessa safadeza de vocês. Imagina o tesão… o pai comendo a filha enquanto outro homem assiste e filma. Você vai gozar como nunca. Voltei para o carro tremendo. Meu pai me puxou para o banco de trás imediatamente, baixou meu short e enfiou o pau grosso na minha bucetinha encharcada sem dizer uma palavra. Enquanto me fodia com força, perguntei entre gemidos: — Pai… ele quer assistir a gente… e talvez me comer também… — Então vamos deixar, Ana — respondeu ele, socando mais fundo, excitadíssimo. — O papai vai te foder na sacada amanhã enquanto ele assiste. E se ele quiser te comer depois… você vai abrir as pernas pra ele como a boa putinha submissa que é. Saber que outro homem viu e desejou o que é meu só me deixa com mais tesão de te marcar como minha filha. Na noite seguinte, sob as ordens de Roberto, Ana Júlia e seu pai repetiram a cena na sacada apenas uma vez. O risco de outro vizinho acordar e ver era enorme, por isso limitaram-se a essa única apresentação exigida. Meu pai me fodeu com ainda mais força, sabendo que Roberto assistia do escuro. Eu gemia mais alto que o normal, rebolando, completamente entregue ao prazer proibido de ser observada. Roberto gravou tudo novamente, punhetando na sacada dele. Depois que voltamos para dentro, meu pai, ainda com o pau semi-duro brilhando da nossa mistura, ordenou com voz firme e excitada: — Pega o celular agora, Ana. Vamos mandar uma mensagem pra ele no Instagram. Quero ler cada palavra que você digitar. Sentada no colo dele, com seu pau novamente endurecendo contra minha bunda, abri o Instagram. Meu pai acompanhava tudo atentamente, uma mão apertando meu peito e a outra entre minhas pernas, dedando minha bucetinha lentamente enquanto eu digitava. Eu: Fizemos como você pediu na sacada. O que mais você quer? Roberto: Quero ver de perto agora. Quero assistir o incesto ao vivo, bem pertinho. Meu pai leu, engoliu em seco com medo do escândalo, mas seu pau latejou violentamente dentro de mim. Com a voz rouca de excitação, ditou: — Diz pra ele vir aqui no sábado à noite. Ele pode assistir de perto. Eu: Meu pai disse que você pode vir ao apartamento no sábado à noite para ver de perto. Roberto: ótimo. Estarei aí. No sábado à noite, a tensão no apartamento era insuportável. Roberto chegou e, logo após entrar, sacou uma coleira de couro discreta do bolso. Sob o olhar surpreso do meu pai, ele colocou a coleira em mim, ajustando-a com firmeza no meu pescoço. Puxou a corrente levemente, fazendo-me gemer baixinho . Em seguida, Roberto sacou o celular, apontou para nós e ordenou com voz grave e excitada: — Come a tua filha agora. Nunca vi nada tão excitante na minha vida. Meu pai obedeceu. Colocou-me de quatro no sofá e enfiou o pau grosso na minha bucetinha molhada, metendo com força enquanto Roberto gravava tudo de perto. Depois, o vizinho assumiu: primeiro fodeu minha boca com vontade, segurando minha cabeça pela coleira, enquanto meu pai me comia por trás. Em seguida, Roberto me penetrou na bucetinha, socando fundo e desfazendo palmadas fortes na minha bunda, chamando-me de “putinha do papai” a cada tapa. — Não te condeno por foder a tua filha — disse Roberto, ofegante, enquanto alternava entre minha buceta e minha bundinha. — Se eu tivesse uma filha gostosa e safada como a sua, iria encher a buceta e o cu dela todo santo dia. A putaria foi intensa e prolongada. Eles me viraram de todos os jeitos: eu cavalgava o pau do meu pai enquanto chupava Roberto, depois era fodida na bundinha por um enquanto o outro enchia minha boca de porra. Gozei várias vezes, o corpo tremendo, com palmadas, puxões na coleira e os dois me enchendo de porra quente na buceta, no cu e na boca. No final, enquanto eu ainda estava de quatro, suada e escorrendo porra, Roberto, com o celular na mão, impôs a nova regra: — A partir de agora, pelo menos uma vez por semana você vai sozinha ao meu apartamento. Vou te foder e te castigar do jeito que eu quiser. Tudo será filmado no seu celular para o seu pai assistir depois. Meu pai, ainda ofegante e excitado, apenas assentiu. O acordo estava selado. Nosso segredo agora era um jogo perigoso, pervertido e sem volta. Como me tornei putinha do meu primo Na temporada de 2026, os tios de Ana a convidaram para passar as férias com eles em uma casa alugada no litoral gaúcho. Ana aceitou animada e juntou-se à família estendida. Pedro, seu primo de 19 anos e anfitrião da casa, convidou Ana para dormir no mesmo quarto que ele. Os tios de Ana, um pouco desconfiados e a contragosto, permitiram — afinal, uma menina nova no mesmo quarto de um rapaz de 19 anos, mesmo sendo primos, era uma situação tentadora. Sem opções melhores, a decisão foi tomada. Dois primos dividindo o mesmo quarto? Parecia normal. Mas a convivência tão próxima e forçada despertava tentações perigosas. Ana já possuía alguma experiência de putaria com o ex-namorado: ele chupava seus peitos com vontade, fazia-a chupar seu pau e a masturbava enfiando os dedos na bucetinha e no cuzinho dela, mas nunca a havia penetrado. Ana permanecera virgem no namoro. Essa bagagem secreta tornava-a ainda mais consciente dos próprios desejos, embora mantivesse a aparência de prima tímida e inocente. No quarto havia duas camas. Nas primeiras noites, Ana deitava-se vestindo apenas uma camisola curta de algodão fino, que mal cobria suas curvas generosas. Seus seios grandes e pesados, com bicos grossos e proeminentes, marcavam o tecido leve de forma indecente, intumescidos mesmo na penumbra. Sua bunda grande, redonda e empinada completava o quadro pecaminoso. Para Pedro, o fato de Ana ser mais nova, ainda virgem em termos de penetração e possuir aquele corpo tão voluptuoso tornava tudo ainda mais proibido e excitante. Uma prima novinha, com tetas enormes e bunda farta dormindo a poucos metros de distância era uma tentação quase insuportável. O tesão pelo proibido consumia-o. Desde a primeira noite, o desejo explodiu. Pedro não conseguia tirar os olhos da prima. Enquanto Ana fingia dormir, ele observava o subir e descer daqueles seios fartos, a camisola subindo e revelando a curva perfeita da bunda grande. Seu pau ficava duro como pedra só de imaginar o pecado imperdoável que a família condenaria. As madrugadas tornaram-se um campo minado de medo e tesão intenso. Ana sabia que o clima no quarto estava carregado de desejo proibido, mas tremia com a possibilidade de os tios acordarem. Qualquer barulho mais alto poderia acabar com tudo. Ainda assim, a libido falava mais alto. Na terceira noite, o desejo venceu. Enquanto Pedro se masturbava discretamente olhando para ela, Ana, dominada por uma submissão crescente e um tesão incontrolável pelo primo mais velho, decidiu se oferecer. Sem que ele pedisse, ela se levantou em silêncio, ajoelhou-se ao lado da cama dele e sussurrou com a voz trêmula de excitação: — Primo... eu quero mamar você. Deixa eu chupar seu pau. Pedro mal conseguiu acreditar. Ana, a prima virgem e tímida, estava se oferecendo como uma putinha. Ela segurou o pau grande e grosso do primo, que pulsava em sua mão pequena, e começou a lamber e chupar com fome. Lembrando os contos eróticos que lia em segredo, engoliu o máximo que conseguia, babando profusamente enquanto Pedro segurava sua cabeça e fodia sua boca com vontade. — Isso, prima... chupa bem gostoso o pau do seu primo — murmurou Pedro, a voz rouca de tesão. — Que delícia, Ana... você é uma putinha safada. — Shhh... fala baixo, Pedro... se os tios acordarem... — gemeu Ana baixinho, com medo e excitação, antes de voltar a engolir o pau dele. Quando ele gozou, jorrou porra quente e abundante direto na garganta dela. Ana engoliu tudo, o coração disparado de medo e de um prazer submisso que a deixava molhada. A partir de então, Ana sempre pedia que toda a putaria entre ela e o primo fosse no escuro total, pois isso a excitava ainda mais. Na noite seguinte, Pedro retribuiu. Deitou Ana de costas, levantou a camisola até a cintura, abriu suas pernas e enterrou o rosto entre as coxas dela. Sua língua devorou a buceta virgem e molhada da prima, sugando o clitóris inchado, e depois desceu para lamber e penetrar o cuzinho apertado e rosado. Ana gozou violentamente, abafando os gritos contra o travesseiro, o corpo convulsionando de prazer inédito. Seus seios grandes balançavam a cada espasmo, os bicos grandes e duros implorando por atenção. — Ahh, primo... que delícia... lambe minha bucetinha... e meu cuzinho também... — sussurrava Ana no escuro, tremendo de tesão e medo. — Não para... mas faz silêncio, por favor... — Você é tão gostosa, Ana... essa buceta virgem e esse cuzinho apertado são meus agora — respondia Pedro, a voz carregada de luxúria. — Goza pra mim, prima... goza bem gostoso no rosto do seu primo. No final da primeira semana, o tesão estava insuportável. Pedro suplicou por mais. Ana, cada vez mais obediente e entregue ao primo, recusou inicialmente o sexo vaginal por medo de engravidar — um escândalo familiar. Mas o desejo pelo proibido a consumia. Pedro, que já havia percebido o forte perfil submisso de Ana, assumiu o papel de dominador e sussurrou no ouvido dela, a voz rouca: — Deixa eu te comer por trás, Ana. No teu cuzinho virgem. Não tem perigo de engravidar... e eu sei que você quer obedecer ao seu primo. Hesitante, mas dominada pela submissão e pelo tesão, Ana aceitou. Alertou-o várias vezes que era virgem em todos os buracos e que ele precisava ir devagar. Pedro lubrificou o membro com saliva e os sucos da buceta dela, posicionou-se atrás e foi empurrando lentamente. Ana mordeu o travesseiro para não gritar quando a cabeça grossa abriu seu cuzinho apertado. — Ai, Pedro... devagar... você é muito grosso... meu cuzinho tá virgem... — gemeu Ana, misturando dor, prazer e pavor. — Relaxa, putinha... deixa o primo abrir esse cuzinho gostoso — respondeu Pedro, excitado. — Você é minha agora... só minha... ninguém pode saber o que a gente tá fazendo no escuro. A dor inicial deu lugar a um prazer sujo e intenso. Logo ele metia fundo, fodendo a bunda grande e perfeita da prima com estocadas cada vez mais fortes, apertando aqueles seios enormes enquanto a chamava de putinha. No cu de Ana ele sempre metia sem camisinha, justamente para fazer a prima sentir o leite quente do primo queimando seu cuzinho por dentro. A partir dali, não havia volta. Quase todas as madrugadas, Pedro usava todos os buracos da prima. Ele fodia sua boca submissa, e só comeu a buceta virgem dela depois de comprar camisinhas, para que Ana não tivesse motivo para temer uma gravidez. Especialmente, arrombava aquele cuzinho grande e macio, gozando dentro dela. Ana se oferecia cada vez mais, obedecendo a todas as ordens do primo mais velho, viciada no prazer proibido de ser sua putinha particular. Durante o dia, fingiam normalidade. Mas nas caminhadas pela praia, escapavam para o esconderijo entre as pedras. Ali, em pé, com o mar como testemunha, Pedro abaixava o biquíni dela, apertava aquelas tetas grandes e metia com força em qualquer buraco que desejasse, enquanto Ana gemia baixinho de prazer e pavor de serem descobertos. O medo constante de que os tios pudessem ouvir ou suspeitar só aumentava o tesão pelo proibido. Ana sabia que era errado — primos, quase irmãos, ela mais nova e virgem —, mas não conseguia resistir. Entregava-se completamente, submissa e obediente, sentindo o pau do primo invadir todos os seus buracos e transformando-a na putinha dele. Depois de 20 dias de prazer intenso e proibido entre primos, o verão acabou. Mas aquelas madrugadas de sexo selvagem no quarto da casa de praia no litoral gaúcho ficariam gravadas para sempre em suas mentes. Ana havia se tornado, de corpo e alma, a putinha do seu primo. Este relato terá continuação.
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