Eu sou o filho mais velho do primeiro casamento dos meus pais. Após a separação, permaneci com meu pai, enquanto minha irmã caçula foi morar com nossa mãe. Pouco tempo depois, mamãe iniciou um novo relacionamento e mudou-se com o companheiro para um pequeno sítio isolado, sem eletricidade, onde todos dormiam cedo, imersos na escuridão. Com o tempo, minha mãe solicitou minha guarda, e passei a residir com ela. Devido à estrutura modesta da casa, fui acomodado no mesmo quarto que minha irmã. Naquela época, ela havia completado 14 anos, e eu me aproximava dos 16. Passávamos a maior parte do dia sozinhos, pois nossa mãe e o padrasto trabalhavam longas jornadas na roça. Eu cuidava dos afazeres domésticos e supervisionava minha irmã, cuja beleza voluptuosa se tornava cada dia mais evidente — quadris largos, nádegas generosas e seios firmes e pontudos que despertavam em mim uma atração irresistível. Em plena fase de intensos impulsos hormonais, comecei a espiá-la durante o banho, imaginando cenários cada vez mais obscenos de posse carnal com ela. Nossos afazeres em comum, como buscar lenha no mato ou lavar utensílios no rio que cortava a propriedade, tornaram-se oportunidades para explorações proibidas. Minha irmã, embora aparentasse inocência, revelava uma curiosidade intensa por atos libidinosos. No rio, ela se lançava sobre mim fingindo medo, entrelaçando as pernas na minha cintura para pressionar sua intimidade quente contra meu membro, sentindo-o endurecer e roçar contra sua calcinha molhada. Nossas curiosidades mútuas evoluíram rapidamente para toques ousados. Eu expunha meu pau ereto, permitindo que ele deslizasse entre suas coxas e roçasse diretamente em sua bucetinha. Ambos ofegávamos de desejo reprimido. Logo, ela começou a masturbar-me com habilidade crescente, enquanto eu explorava sua buceta virgem com os dedos. Ver sua bucetinha exposta na margem do rio despertou em mim uma fome voraz: caí de boca, chupando-a com devoção até seu mel escorrer abundantemente. Depois, esfregava meu pau duro contra ela, simulando penetração, até ejacular sobre sua barriga ou nádegas quando ela se posicionava de quatro. Em pouco tempo, tornamo-nos como amantes secretos, viciados em sacanagens diárias. Inventávamos pretextos para nos isolarmos no mato ou no rio, esquecendo momentaneamente os laços de sangue que nos uniam. O peso do incesto tornava tudo mais intenso e perigoso — o temor constante de que nossos pais descobrissem as putarias entre irmãos nos deixava simultaneamente excitados e aterrorizados. Com 15 anos ela e 17 eu, sabíamos dos riscos de gravidez. Limitávamo-nos inicialmente a sexo oral e anal para evitar penetração vaginal. Em casa, sozinhos, eu a devorava com a língua até suas pernas fraquejarem. Ela me chupava com voracidade, engolindo minha porra ou recebendo-a no cuzinho apertado, onde eu podia gozar livremente. A sensação de ejacular dentro do cu da minha própria irmã era viciante. Ainda assim, ela suplicava insistentemente para que eu a penetrasse na buceta, pressionando a cabeça do meu pau contra sua entrada encharcada. Eu resistia, mas o desejo de profanar completamente sua virgindade crescia a cada encontro. Certa ocasião, quase fomos flagrados, o que despertou suspeitas em nossa mãe. Ela nos confrontou com evidências incriminadoras, como calcinhas sujas, e inspecionou minha irmã intimamente. Negamos tudo com veemência. Felizmente, sua virgindade permanecia intacta. A partir de então, mamãe passou a me levar para o trabalho na roça, separando-nos para prevenir qualquer deslize. Semanas de abstinência forçada intensificaram nosso desejo reprimido. Durante uma festa de aniversário em um sítio vizinho, nossos pais beberam excessivamente e nos permitiram voltar sozinhos de bicicleta. Chegando em casa, sob o manto da escuridão, o tesão explodiu. Minha irmã vestiu um fino vestido sem calcinha e me aguardou na cama. Eu a lambi com fome, preparando sua buceta encharcada. Na penumbra, ela guiou meu pau para sua entrada. Acreditando tratar-se do seu cu como sempre, penetrei com força. Seu hímen cedeu facilmente devido à lubrificação abundante. Após algumas estocadas profundas, não percebi, mas — eu estava enterrado na buceta da minha irmã. O choque misturou-se ao prazer proibido. Ela abriu as pernas amplamente, gemendo baixinho, e eu acelerei, socando com selvageria até gozar abundantemente dentro dela, enchendo ela com minha porra quente. O pânico imediato tomou conta: “Tira, mano! Seu pau está na minha buceta!” O medo de engravidar minha própria irmã e que nossos pais descobrirem o incesto nos consumiu por meses. Evitamos qualquer contato por um longo período. Com o tempo, compreendendo melhor o ciclo feminino, retomamos as relações com cautela, usando camisinhas escondidas no mato. Quando estas acabavam, praticávamos coito interrompido, sempre com o temor constante de sermos descobertos. No rio ou no mato, nossas rapidinhas eram carregadas de urgência e culpa excitante. Ela, envergonhada com o crescimento de pelos pubianos, evitava expor-se completamente, o que só aumentava minha perversão. Aos 18 anos, ela iniciou um namoro, e eu também segui em frente. Mudamo-nos para a cidade, enterrando esse capítulo proibido. Jamais voltamos a mencionar as intensas putarias incestuosas que compartilhamos, carregando para sempre o segredo mais sombrio e prazeroso de nossas vidas.
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