Após a intensa orgia no apartamento do pai, o caminho de volta para casa foi carregado de tensão sexual. Beatriz e Ana sentavam no banco de trás do carro, os corpos ainda doloridos, as bucetas latejando e meladas de porra. O silêncio era denso, quebrado apenas pela respiração pesada. Assim que entraram em casa e Flávio subiu para tomar banho, Beatriz puxou Ana para o quarto que dividiam e trancou a porta. Seus olhos brilhavam com uma mistura de choque, curiosidade e excitação proibida. — Agora me conta tudo, Ana. Em detalhes. Como começou isso com o papai? Quero saber cada coisa suja que vocês fizeram — exigiu Beatriz, sentando na cama ao lado da irmã. Ana, ainda corada e envergonhada, respirou fundo e começou a narrar. Sua voz era baixa, quase um sussurro: — Começou quando eu vi o celular do papai esquecido na sala. Abri a conversa com a madrasta e vi a foto... o pau do papai é enorme, Beatriz. Grosso, cheio de veias saltadas, bem maior que o do meu namoradinho antigo. Quando vi aquilo, fiquei paralisada, mas molhei na hora. Depois, no computador dele, vi os vídeos e as fotos que ele tirava de mim dormindo... aquilo mexeu comigo de um jeito que eu não esperava. Beatriz ouvia atentamente, a respiração cada vez mais acelerada. Sua mão deslizou discretamente para a coxa da irmã. — E quando ele te comeu pela primeira vez? Como foi a sensação de ter o pau do próprio pai dentro de você? Ana corou ainda mais, mas continuou, a voz tremendo de excitação ao relembrar: — Foi... avassalador. Quando o papai enfiou o pau em mim, eu senti como se estivesse sendo aberta ao meio. É tão grosso que parece que vai rasgar, mas ao mesmo tempo encaixa perfeitamente. A sensação de ser penetrada pelo próprio pai é indescritível, Beatriz. É proibido, sujo, mas ao mesmo tempo parece tão certo. Cada estocada me fazia sentir que eu pertencia a ele. Eu gozei tão forte que pensei que ia desmaiar. E o pior... ou melhor... é que eu percebi que tinha um desejo inconsciente pelo papai desde muito nova. Quando eu era adolescente, às vezes sonhava com ele me tocando, me olhando daquele jeito. Eu reprimia, achava que era errado. Mas quando tudo aconteceu, esse desejo veio à tona como um furacão. Eu queria ser dele. Queria que o papai me usasse, me enchesse de porra, me chamasse de putinha dele. Beatriz estava visivelmente excitada com a confissão. Seus mamilos estavam duros e ela apertava as coxas. — Nossa Ana, e como você aprendeu a sentir tesão pelo proibido... Ana pensou alguns segundos, o olhar distante, e falou com voz baixa: — Irmã, vou te contar algo que jamais falei a ninguém e talvez seja a chave para que coisas proibidas despertem o desejo em mim. Beatriz escutou curiosa, inclinando-se mais perto. Ana continuou: — Lembra do meu padrinho? Beatriz confirmou com a cabeça, atenta. — Bom, ele fez coisas sujas comigo quando era mais nova. Nunca entendi o porquê, mas talvez isso seja o gatilho para esse desejo sujo... Beatriz, curiosa e excitada, perguntou: — O que ele fazia com você, Ana? Ana pensou alguns segundos e falou, a voz quase um sussurro carregado de vergonha e tesão: — Coisas sujas como brincar com os dedos e a língua na minha buceta e também fazer eu pôr o pau grande dele na minha boca, ele falava para eu imaginar que era um picolé e chupar e lamber até que ele gemia forte e jorrava um leite quente e grosso na minha boca, só anos depois entendi o que era. Beatriz ouvia perplexa, mas com evidente excitação o relato da irmã, a respiração pesada e os olhos brilhando. A conversa virou algo inevitavelmente sexual. Beatriz beijou o pescoço da irmã, descendo a mão até a buceta ainda sensível de Ana. — Você gostou de sentir o pau do papai, né, putinha? — sussurrou Beatriz, enfiando dois dedos na irmã. — Conta mais... como é sentir ele gozando dentro? As duas irmãs se entregaram a um beijo profundo e molhado. Beatriz desceu a boca pelos seios fartos de Ana, chupando os mamilos com vontade enquanto dedava a buceta da caçula. Ana retribuía, gemendo baixinho os detalhes mais sujos. As duas se lamberam com desejo crescente, alternando posições até gozarem juntas, abafando os gemidos nos travesseiros. Na semana seguinte, Flávio e o pai de Ana organizaram uma escapada à chácara que ficava a poucos quilômetros da cidade. Assim que chegaram e entraram na propriedade, o pai ordenou que as duas filhas tirassem toda a roupa. O ar fresco do campo contrastava com o calor que tomava conta dos corpos nus das irmãs. O pai puxou Beatriz primeiro, encostando-a contra uma árvore robusta. Ele abriu as pernas dela, posicionou a cabeça grossa do pau na entrada molhada e empurrou devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. — Vem cá, minha putinha. O papai quer sentir essa bucetinha apertada de novo. Chama o papai enquanto eu te como bem fundo. — Papai... por favor, me fode — gemeu Beatriz, as unhas cravando nas costas dele enquanto o pau grosso a invadia completamente. Ana assistia excitada, a buceta latejando, até Flávio puxá-la para o chão macio da grama e enfiar o pau grosso em sua boca, fodendo sua garganta com estocadas profundas e ritmadas. A putaria ao ar livre foi selvagem e sem limites. O pai fodia Beatriz com força bruta contra a árvore, segurando suas coxas abertas, exigindo entre estocadas: — Diz alto, Beatriz! Quem está metendo nessa bucetinha apertada da putinha do papai? Fala pra todo mundo ouvir! — O papai! O papai está me comendo! Me arromba, papai! — gritava ela entre gemidos altos, o corpo tremendo a cada investida. Flávio e o pai revezavam entre as duas irmãs com fome insaciável, fodendo-as na grama macia, na beira da piscina (onde a água fria contrastava com o calor dos corpos), e dentro da casa principal. Em um momento especialmente depravado, colocaram as irmãs de quatro lado a lado no gramado aberto. O pai metia em Ana com estocadas profundas e brutais enquanto Flávio arrombava Beatriz, trocando de vez em quando e dando tapas sonoros e vermelhos nas bundas empinadas. — Olha como as minhas putinhas gemem gostoso — dizia o pai, puxando os cabelos delas com força. — Vocês nasceram para servir o pau do papai e do cunhado. Rebolam pra mim, putinhas! Enquanto a orgia seguia intensa no gramado próximo ao celeiro, o caseiro Seu Manuel — um negro forte de uns 55 anos, corpo musculoso pelo trabalho pesado, pele escura brilhando de suor e com um pau grosso e venoso — apareceu de repente carregando ferramentas. Ele parou, os olhos arregalados ao ver o patrão e o genro comendo as duas filhas novinhas de forma tão obscena. Seu pau endureceu imediatamente dentro da calça, relembrando vividamente a época em que ele mesmo fodia a própria filha antes dela casar. O susto foi grande. O pai e Flávio pararam por um instante, alarmados. Manuel, porém, ergueu as mãos lentamente e falou com a voz rouca e calma: — Não se preocupem, patrão. Sei bem como é gostoso comer uma filha. Que dirá duas putinhas novas e bonitas como essas. Tive o prazer de foder minha filha por muitos anos antes dela casar. Não vou falar nada pra ninguém... mas gostaria de provar essas bucetas novinhas e apertadas. O sogro e Flávio se entreolharam. Sem muita escolha e claramente excitados com a possibilidade de adicionar mais um macho à orgia, acabaram concordando. Manuel se juntou à putaria no celeiro. Seu pau negro, grosso, venoso e extremamente longo impressionou as irmãs. O pai ordenou com voz rouca: — Chupa o pau do Seu Manuel, Beatriz. Mostra pra ele como minha putinha sabe mamar uma rola grossa e preta. Beatriz, ainda hesitante mas com a buceta encharcada de tesão, ajoelhou no feno e abriu a boca, tentando engolir o cacete enorme do caseiro. Manuel gemia de prazer profundo: — Caralho... que boca quente e molhada. Igualzinha à da minha filha quando era novinha e safada. Enquanto isso, Flávio fodia Ana por trás com estocadas fortes e o pai metia na boca de Beatriz. Logo Manuel estava fodendo Beatriz com força bruta no feno do celeiro, seu pau negro entrando fundo na buceta branca e apertada da putinha, as bolas pesadas batendo contra ela. O pai assistia e comentava excitado: — Isso, Manuel. Come a putinha do papai. Enche ela de porra preta bem fundo. A orgia no celeiro foi animal e sem limites. As duas irmãs foram usadas pelos três machos em todas as posições imagináveis: dupla penetração (pai na buceta e Manuel no cu de Ana, enquanto Flávio fodia a boca de Beatriz), boquetes simultâneos, e até Ana e Beatriz se lambendo mutuamente enquanto eram fodidas por trás. Manuel gozou primeiro, enchendo a buceta de Beatriz com uma carga abundante e grossa de porra. O pai e Flávio seguiram, marcando as putinhas com jatos quentes de sêmen no rosto, peitos e dentro das bucetas. De volta à rotina da casa, o risco tornou-se um afrodisíaco constante. Com a madrasta presente, Flávio e o pai arriscavam encontros rápidos e perigosos. Certa tarde, enquanto a irmã mais velha tomava banho no andar de cima, Flávio dobrou Beatriz sobre a mesa da cozinha, puxou a calcinha para o lado e meteu por trás com estocadas profundas e molhadas, tapando a boca dela com a mão. — Calada, putinha. Sua irmã está logo ali tomando banho — sussurrava ele, estocando forte e fundo, o som obsceno da buceta molhada ecoando baixinho na cozinha. Ana vigiava na porta, tocando a própria buceta inchada enquanto assistia o cunhado arrombar a irmã com vontade. Em outra ocasião, o pai conseguiu levar Ana ao banheiro da casa durante a noite. Ele a sentou na pia, abriu suas pernas bem abertas e enfiou o pau grosso devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado, roçando todas as paredes internas. — Chama o papai bem baixinho, minha putinha — murmurou ele, estocando com ritmo controlado mas profundo e constante. — Não deixa ninguém ouvir o quanto você adora o pau do papai dentro dessa bucetinha apertada. — Papai... me fode mais forte... por favor, papai... — gemia Ana, mordendo o ombro dele para abafar o prazer intenso, sentindo cada veia do pau do pai roçando suas paredes internas. Com o tempo, Ana e Beatriz se viciaram completamente na putaria. Beatriz revelou um lado extremamente safado e insaciável. Durante uma sessão no apartamento do pai, as duas irmãs competiram para ver quem chupava melhor. De joelhos no chão da sala, lambiam o pau do pai e de Flávio alternadamente, se esforçando para engolir mais fundo, babando profusamente, usando a língua nas bolas pesadas e se beijando com o pau na boca. — Olha só, sogro — provocou Flávio. — As putinhas estão competindo pra ver quem engole mais rola do papai. O pai segurava os cabelos das duas com firmeza: — Isso, minhas putinhas. Chupem o pau do papai com vontade. Quero ver qual de vocês merece mais porra hoje. Engulam até o fundo, mostrem pro papai como são boas putinhas. Ana e Beatriz se esforçavam ao máximo, engasgando, babando, competindo para ver quem fazia o pai e Flávio gemerem mais alto. A noite terminou em uma orgia completa e exaustiva, com o pai e Flávio enchendo as bucetas e cus das duas putinhas, que gemiam alto pedindo mais: — Papai, me enche de porra... me enche toda! — Por favor, cunhado, arromba minha bucetinha bem fundo! A saga de Ana e Beatriz havia se transformado em um vício familiar profundo, sem limites e cada vez mais ousado. Tanto o pai como Flávio, quando não era possível foder as irmãs no apartamento pela presença da madrasta, levavam as irmãs juntas ou individualmente a motéis e até na chácara que o pai de Ana tinha e que ficava a pouco km da cidade. A depravação e os segredos da família só tendia a crescer.
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