Os pais de Ana Clara se separaram quando ela e o irmão Lucas ainda eram muito pequenos. Ela ainda era uma criança. As discussões constantes, as dificuldades financeiras e as incompatibilidades tornaram impossível a convivência. Por razões econômicas e logísticas, a mãe ficou com a guarda de Ana Clara no Rio de Janeiro, enquanto Lucas seu irmão mais velho, foi morar com o pai, Roberto, que se mudara para Mato Grosso em busca de oportunidades no interior. Os anos seguintes foram marcados por um vazio doloroso: telefonemas esporádicos em datas especiais, vozes distantes que soavam estranhas, e alguns presentes enviados pelo correio com pouca frequência. Ana Clara cresceu sentindo a ausência de um pai e de um irmão, um buraco que o tempo não preencheu completamente. Anos depois, já com a situação financeira estabilizada, Roberto ligou para a ex-mulher pedindo que a filha passasse as férias universitárias na chácara. A mãe concordou, sabendo que todos os custos seriam cobertos. Ana Clara, aos 20 anos, estudante no Rio, recebeu a notícia com entusiasmo misturado a uma ansiedade indefinível. Na casa da mãe, ela havia desenvolvido, em segredo, o hábito de ler contos eróticos. Começara com histórias genéricas de paixão e desejo, mas logo descobrira seu vício mais profundo: narrativas de incesto. Sabia que era moralmente condenável, mas o tesão avassalador pelo proibido a dominava. Sozinha no quarto, à tarde ou nas madrugadas, deitava-se com as pernas abertas, dedos explorando o corpo enquanto imaginava laços de sangue transformados em luxúria intensa. Aquelas fantasias a acompanharam, inconscientemente, na viagem para Mato Grosso. Ana Clara desembarcou em Cuiabá e foi levada até a chácara isolada. O portão de ferro, o caminho de terra, a casa antiga de tijolos aparentes, a varanda com rede velha, o quintal amplo e o mato alto ao redor criavam uma atmosfera rural opressiva e íntima. Roberto seu pai , 48 anos, alto, de corpo forte e viril moldado pelo trabalho duro no campo, pele bronzeada e presença imponente, esperava com Lucas seu irmão, 23 anos, igualmente alto e atlético. Os abraços foram longos, emocionados, quase desajeitados. Roberto apertou a filha contra o peito largo, inalando seu cheiro: “Filha... quanto tempo. Você se tornou uma mulher linda.” Lucas a envolveu com força, o corpo firme contra o dela. Ana Clara sentiu um arrepio sutil percorrer a pele. Naquela primeira noite, após o jantar simples, o calor do Mato Grosso era sufocante. Ana Clara tomou banho no banheiro antigo — porta de madeira que não fechava direito, janela voltada para o quintal sem cortina completa. Deixou a porta entreaberta “para ventilação” e despiu-se devagar sob a água morna. O sabonete escorria pelos seios fartos, pela barriga lisa, pelas coxas macias e pela buceta levemente peluda. Ela gemeu baixinho, dedo roçando o clitóris, imaginando olhares invisíveis. Sombras moveram-se do lado de fora: Roberto verificando algo próximo, Lucas passando “por acaso”. Seus olhares fixavam-se no corpo nu da filha/irmã. Ana Clara fingiu não notar, mas prolongou os movimentos, exibindo-se com lentidão deliberada. Depois, no quarto, nua sobre a cama, gozou em silêncio, as fantasias incestuosas agora alimentadas pela presença real deles. Pela manhã, após um banho rápido com a janela novamente entreaberta, Ana Clara vestiu um short jeans curto que marcava a curva da bunda cheia e uma blusinha leve branca, sem sutiã, os mamilos marcando sutilmente o tecido. Durante o café, os olhares de Roberto e Lucas demoravam um segundo além do apropriado em suas pernas e no colo. Ela sorria inocentemente, conversando sobre a vida no Rio, enquanto o calor interno crescia devagar. À tarde, em um passeio solitário perto do estábulo, presenciou uma cena que incendiou seu sangue: um garanhão cobrindo uma égua com força bruta, estocadas poderosas, relinchos ecoando no ar. A imagem crua da cópula animal, combinada às suas fantasias secretas, fez sua buceta pulsar intensamente. Voltou à casa com as coxas úmidas, o coração acelerado. No banho da tarde, exibiu-se mais: sabonete lento nos seios, mãos descendo até a intimidade, gemidos baixos. As sombras reapareceram, discretas. Nenhum avanço, apenas olhares famintos de homens habituados à solidão rural. Escondida perto do barracão, Ana Clara ouviu a conversa baixa entre pai e filho: — Pai... a Ana Clara virou uma mulher incrível. Aquelas pernas, aqueles seios... desde que chegou, não consigo parar de pensar nela — murmurou Lucas. — Filho, ela é sua irmã. Minha filha. Vivemos a anos aqui sozinhos... agora ela está sob o mesmo teto. Isso não pode acontecer — respondeu Roberto, voz rouca, lutando contra o próprio desejo. As palavras alimentaram o fogo interno de Ana Clara. À noite, pediu ao pai ajuda com uma dor nas costas. Deitada de bruços, blusinha levantada. As mãos grandes e calejadas de Roberto tocaram sua pele com hesitação e virilidade contida, roçando as laterais dos seios. “Pai... um pouco mais embaixo”, sussurrou ela. Ele obedeceu por segundos, respiração pesada, culpa evidente, antes de recuar, dando uma desculpa que precisava verificar algo no estábulo. Em outro passeio, Ana Clara flagrou Lucas perto do cercado das éguas. Calças abaixadas, ele penetrava ritmicamente uma égua mansa, movimentos brutos e viris, pau entrando fundo enquanto segurava os quartos do animal. Ela ficou paralisada, perplexa no início, nojo misturado a uma excitação proibida que cresceu ao perceber que se tratava do irmão. A cena animal, o tabu do incesto — tudo a deixou molhada, pernas tremendo. Voltou em silêncio, o corpo em chamas. Dias depois, nova caminhada. Ana Clara flagrou sei pai no estábulo. O pai, calças abaixadas, penetrava outra égua com estocadas poderosas, pau grosso e veioso entrando e saindo com autoridade viril, mãos firmes segurando o animal. A imagem era avassaladora — pura força masculina . Ela fez um barulho involuntário. Roberto parou, virou-se e a viu. O pau ainda ereto e brilhante saiu lentamente da égua. Em vez de vergonha, um olhar intenso, dominado pela virilidade e pela percepção aguda da submissão latente nos olhos da filha. — Ana Clara... venha aqui, filha — chamou ele, voz grave e controlada. Atordoada, ela se aproximou. Seus olhos fixaram-se no membro grosso do pai. Roberto a puxou gentilmente, mão firme na nuca. Apesar do conflito interno (“é minha filha... sangue do meu sangue”), a atração prevaleceu. Em uma atitude beirando a insanidade fez a filha se ajoelhar no feno e de forma descarada ordenou a filha: chupa que eu sei que é isso que você quer.... Ana atordoada não reagiu até seu pai esfregar o cacete duro em seus lábios, o cheiro da buceta da égua no pau do próprio pai incendiou seus instintos ela simplesmente abriu a boca e engoliu a tora grossa do pai com uma fome que nem ela sabia ter , o pai fechou os olhos enquanto sentia a boca da filha engolindo seu pau com sofreguidão possessividade contida, mãos explorando os seios dela. Ana Clara chupou o pai totalmente submissa ao desejo proibido.Ali mesmo no estábulo Roberto a penetrou de 4 sobre um sofá velho com cheiro de cavalo o que enchia as narinas da filha , estocadas profundas carregadas de culpa e luxúria: “Isso é errado... você é minha filha... mas eu não estava aguentando mais .” Ana Clara gozou com intensidade, aceitando o prazer proibido seu corpo convulsionava em espasmos que nem sabia existir. A tensão evoluiu de forma descarada. A noite o pai entrava furtivamente ao quarto da filha, Roberto explorava o corpo da filha com habilidade viril, percebendo e alimentando sua submissão. Lucas, sentiu algo estranho nos dias seguintes e começou a observar mais , até que flagrou uma cena na mata próxima a casa , Ana Clara de quatro, possuída pelo pai. Com hesitação inicial e excitação crescente, foi se aproximando até ser notado, não havia nada a ser falado estava tudo escancarado... A chácara tornou-se palco de encontros proibidos: banhos compartilhados, noites quentes em que Ana Clara se entregava entre pai e irmão, corpos suados entrelaçados, penetrações profundas, bocas explorando, gemidos ecoando na solidão rural. A culpa inicial deu lugar a um desejo irrevogável, alimentado pelos flagrantes animais e pelas fantasias secretas dela. Ao final do verão, Ana Clara retornou ao Rio de Janeiro. No aeroporto, abraçou o pai e o irmão com um sorriso secreto. Sabia que nas próximas férias voltaria à chácara, para satisfazer em segredo os machos da família, continuando aquela composição familiar proibida e intensamente excitante.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.