Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Fita Proibida

Para entender o contexto leia as partes anteriores da saga sexual de Ana.
Uma semana após o churrasco, Ana ainda carregava a culpa e excitação do que aconteceu naquela noite, sentia que as portas abertas pelo sexo proibido com seu tio Roberto e, principalmente, pela entrega total ao seu pai jamais poderiam ser fechadas. A vergonha persistia — aquela mesma vergonha que a impedia de confessar o quanto as lembranças daquela noite a deixavam com a buceta latejando, molhada e insone.
Após ler novamente trechos de 50 Tons de Cinza, Ana sentia o conflito interno mais vivo do que nunca. A submissão latente, despertada pela leitura e pelas experiências incestuosas, pulsava em seu corpo, mesmo quando o medo da exposição a consumia.
Sem que nenhum deles soubesse, uma câmera de monitoramento instalada na lateral do prédio havia capturado imagens da área da churrasqueira e parte da sala do apartamento do pai de Ana durante o churrasco. Naquela noite, o responsável pelo monitoramento era Seu Paulo, um homem negro de 45 anos, de porte físico imponente, com fama de autoritário e comedor.
Sozinho na sala de controle repleta de monitores, Paulo assistiu atônito à cena proibida: pai e tio possuindo Ana juntos, com duplas penetrações intensas, palavras degradantes e ejaculações profundas. Ele gravou secretamente toda a sequência, deletando as imagens do sistema principal e guardando a única cópia.
Uma semana depois, Ana seguia sua vida normalmente, quando na portaria do prédio, ela cruzou com Paulo. Ele a abordou com um sorriso controlado:
— Ana, preciso falar com você. Vi uma filmagem estranha nas câmeras de segurança do apartamento do seu pai. Acho melhor você vir até a sala de monitoramento para confirmar se era algum visitante.
Inocente e nervosa, Ana o acompanhou. Ao entrar na sala escura, repleta de monitores, seu coração disparou. Paulo trancou a porta e, sem dizer uma palavra, deu play na gravação. A imagem nítida mostrava Ana de quatro, gemendo alto enquanto o tio Roberto metia no seu cu apertado e o pai enfiava o pau na boca dela.
Ana sentiu o sangue gelar. Lágrimas brotaram imediatamente.
— Por favor… Seu Paulo… apague isso! Eu imploro… — suplicou, a voz trêmula, o corpo inteiro tremendo de vergonha.
Paulo riu baixinho, sarcástico, analisando o corpo curvilíneo dela e percebendo imediatamente o perfil submisso: o olhar baixo, as lágrimas misturadas ao rubor, a forma como ela se encolhia sem resistir de verdade.
— Calma, novinha. Não precisa ser agora. Quero saber o que você pode fazer para me convencer a deletar esta fita. Você tem até o próximo final de semana para pensar no assunto. Ninguém mais precisa ver isso… por enquanto.
Ana engoliu o choro, pediu desesperadamente que ele não mostrasse a ninguém e saiu correndo da sala, o rosto queimando de humilhação.
O final de semana chegou. Ana, com o coração martelando no peito e a culpa pesando como chumbo, desceu até a sala de monitoramento. O medo de que a fita vazasse e destruísse sua família e sua vida era paralisante; a vergonha por ter se tornado aquela garota na gravação a consumia por dentro.
Paulo a esperava. Trancou a porta e, com voz grave e autoritária, ordenou:
— Tire toda a roupa, Ana. Bem devagar. Quero olhar com calma a putinha incestuosa que vi na gravação.
Com as mãos trêmulas e lágrimas escorrendo silenciosamente pelo rosto, Ana obedeceu. O short branco deslizou por suas nádegas generosas, o top foi retirado, revelando os seios firmes com bicos endurecidos pela mistura de terror e excitação. Totalmente nua diante daquele homem mais velho, negro e imponente, ela sentia uma humilhação profunda que fazia seu ventre contrair.
Paulo notou a rendição imediata e decidiu impor as regras com firmeza implacável, com palavras de controle típicas da sua personalidade autoritária.
— A partir de agora, você é minha propriedade. Vai obedecer cada ordem sem hesitar. Essa é a única forma de manter a fita em segredo. Entendeu, putinha?
Ana, com a voz embargada pelo choro, assentiu:
— Sim… eu entendo.
Paulo estendeu a mão:
— Entregue o celular. Agora.
Com dedos trêmulos, Ana entregou o aparelho. Paulo abriu a câmera e começou a registrar tudo pessoalmente, com precisão cruel, garantindo ângulos explícitos e iluminação que não deixasse dúvidas.
Ele a fez ajoelhar e, segurando sua cabeça com firmeza, enfiou o pau grande, grosso e veioso em sua boca, fazendo-a engasgar, fodendo sua garganta com estocadas profundas enquanto gravava. Em seguida, ordenou que lambesse suas bolas pesadas e suadas, filmando close-ups humilhantes de sua língua trabalhando.
— Olhe para a câmera e diga: “Eu sou a putinha do meu pai e do meu tio, e agora vou ser a vadia particular do Seu Paulo.”
Com a voz quebrada, Ana repetiu as palavras exatas, o rosto ardendo de culpa e degradação.
Paulo a posicionou de pé, mãos atrás das costas, e usou fitas e cabos da sala para amarrá-la de forma improvisada porém eficaz — pulsos unidos, corpo levemente curvado para frente, exposta e vulnerável, exatamente como as cenas de rendição que ela devorara em 50 Tons de Cinza. Vendou seus olhos com uma faixa escura e circulou ao seu redor, tocando-a apenas com as pontas dos dedos: mamilos, nuca, a curva interna das coxas. O jogo começou — ele esfregava o pau grosso contra sua buceta molhada, penetrando apenas a cabeça do pau e retirando, negando o prazer pleno a ela enquanto sussurrava comandos.
— Diga alto: “Meu pai e meu tio me foderam como uma cadela, mas o pau do Seu Paulo é maior e está esticando minha bucetinha incestuosa.”
Ana, dominada pelo medo, pela culpa avassaladora e por uma excitação proibida que traía seu corpo, repetia as frases degradantes entre gemidos desesperados, o corpo tremendo de necessidade.
Paulo removeu a venda, curvou-a sobre a mesa de monitores e forçou-a a assistir à gravação original em loop. Penetrou sua buceta com uma estocada firme, enterrando-se até o fundo, e meteu com força, alternando palmadas ritmadas na bunda generosa que deixavam marcas vermelhas intensas. Ele alternava entre a buceta e o cu de Ana — já que as imagens da orgia com o tio e o pai revelavam que ela gostava de dar atrás —, esticando ambos os buracos com estocadas profundas e controladas, retirando-se sempre que sentia que ela se aproximava do orgasmo, prolongando a tortura sensorial.
— Rebola no meu pau, me sente no seu cu, vadia. E diga: “Estou traindo meu pai e meu tio entregando meu cu para um homem negro. Sou uma putinha sem limites.”
Ana empinava o quadril, rebolando de forma obscena, repetindo as palavras ordenadas enquanto lágrimas desciam copiosamente. A submissão era completa e intensa: corpo amarrado, mente quebrada por comandos verbais humilhantes, prazer negado e concedido apenas sob controle absoluto de Paulo. Ele a usou por longos minutos, alternando orifícios, puxando cabelos, apertando a garganta com pressão controlada, transformando a sala de monitoramento em um espaço de dominação total.
Quando o corpo dela tremia à beira do colapso, Paulo finalmente permitiu, acelerando as estocadas brutais no cu enquanto enfiava dois dedos grossos na buceta encharcada. Sua voz rouca e implacável cortou o ar:
— Goza agora, putinha incestuosa. Goza no pau do negro que te arrombou enquanto assiste como teu pai e teu tio te usaram. E diga alto tudo que está sentindo, sem esconder nada.
Ana explodiu em um orgasmo devastador, o mais intenso e humilhante de sua vida. O corpo convulsionava violentamente, as paredes internas apertando o pau grosso de Paulo com espasmos incontroláveis. Lágrimas escorriam copiosamente por seu rosto, misturando-se aos gemidos roucos, enquanto ela entrava em um transe profundo de prazer e degradação.
Palavras obscenas jorravam descontroladas de sua boca, como se uma força desconhecida as arrancasse de dentro dela:
— Ahhh… fode… fode meu cu de putinha incestuosa… seu pau preto é tão grande, tão grosso… me arromba toda, Seu Paulo… eu sou uma vadia nojenta que fode com o próprio pai… olha como minha buceta molha pelo seu pau preto… me use como uma cachorra, me humilhe… quero ser sua puta , um buraco para seu leite… traio minha família, traio a imagem de moça direita que todo mundo pensa que eu sou… me quebra, me suja, me enche de porra… eu amo isso… eu amo ser humilhada assim… por favor, não para… sou tua puta branca pra negro foder!
Cada confissão degradante intensificava os espasmos, transformando a vergonha avassaladora em um prazer brutal e avassalador que ela jamais imaginara. Ana chorava copiosamente, soluços entrecortados de terror pelo risco de tudo vazar e destruir para sempre sua imagem de moça de família, enquanto seu corpo traía-a completamente, rebolando e apertando o pau de Paulo em busca de mais.
Ana descobria, da forma mais dura e irreversível, o êxtase profundo e contraditório da submissão total — o momento em que culpa, medo, humilhação e prazer se fundiam em uma liberação devastadora que a deixava completamente quebrada, molhada e rendida.
Paulo registrou close-ups detalhados dos buracos de Ana pingando seu leite recém-derramado. Ainda ofegante, entregou o celular a ela novamente e ordenou:
— Agora envie tudo. Fotos e vídeos. Para o seu pai e para o seu tio. Com a legenda que eu ditar: “Pai, tio… agora eu também pertenço ao Seu Paulo. Ele sabe de tudo e me usou como mereço.”
Ana, completamente quebrada, enviou o material obsceno sob o olhar vigilante de Paulo. A culpa a corroía por dentro como ácido, mas o corpo latejava de rendição absoluta. Paulo sorriu, satisfeito, sabendo que teria Ana a seu dispor sempre que desejasse em um jogo sem volta, pronta para sessões futuras de treinamento inspiradas no mesmo universo de controle e prazer que Ana tanto consumira em segredo.
Foto 1 do Conto erotico: Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Fita Proibida

Foto 2 do Conto erotico: Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Fita Proibida

Foto 3 do Conto erotico: Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Fita Proibida

Foto 4 do Conto erotico: Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Fita Proibida


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


265227 - Noites Proibidas de Verão – Desejos revelados na noite do churrasco! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265116 - Comendo minha irmã novamente – A História Continua! - Categoria: Incesto - Votos: 5
264898 - Irmãos , o vício Incestuoso ! - Categoria: Incesto - Votos: 3
264800 - Entregue ao pecado:como me tornei mulher da família! - Categoria: Incesto - Votos: 9
264729 - Da fantasia ao incesto na casa paterna! - Categoria: Incesto - Votos: 8
264700 - Ganhei outro pai aos 19 anos! - Categoria: Incesto - Votos: 14
264565 - Concertando o Computador da Minha Irmã: Descobri que Ela Adora Dar o Cu! - Categoria: Incesto - Votos: 16
264467 - Flagrei meu pai fodendo minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 6
264345 - Padrasto negro, enteada crente! - Categoria: Incesto - Votos: 12
264304 - Estou namorando meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 14
264263 - Filha, enteada e padrasto comedor! - Categoria: Incesto - Votos: 10
264207 - Noites Proibidas de Verão: a descoberta do Tio! - Categoria: Incesto - Votos: 5
264047 - Flagrei meu filho de 19 fodendo a irmã de 16! - Categoria: Incesto - Votos: 15
263925 - Com Cara e Coragem me tornei mulher do meu pai e irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 15
263886 - Noites Proibidas de Verão: O Segredo Revelado! - Categoria: Incesto - Votos: 6
263783 - Noites proibidas de Verão! - Categoria: Incesto - Votos: 10
263748 - Mateus Cavalo! - Categoria: Incesto - Votos: 11
263733 - Meu marido sonhou e meu irmão realizou! - Categoria: Incesto - Votos: 16
263685 - Onde come filho , come pai! - Categoria: Incesto - Votos: 12
263441 - Brincando comi a bunda da minha Irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 12
263388 - Na janela com meu padrasto! - Categoria: Incesto - Votos: 16
263380 - Morando com meu avô! - Categoria: Incesto - Votos: 18
263284 - Estratégia para comer minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 15
263160 - Como virei a mulher do meu padrastro ! - Categoria: Incesto - Votos: 16
263095 - Sozinho com minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 19
263041 - Minha Inocente Filha Gamer – Final - Categoria: Incesto - Votos: 19
262977 - Minha Inocente Filha Gamer – parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 22
262898 - Minha Inocente Filha Gamer - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 25
262836 - Minha Inocente Filha Gamer - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 30
262811 - Empalando minha filha por trás! - Categoria: Incesto - Votos: 16

Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Fita Proibida

Codigo do conto:
265328

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
4