Comendo minha irmã novamente – A História Continua!
Para aqueles que acompanharam meus relatos anteriores, é sabido o desejo avassalador e proibido que nutro por minha irmã caçula, Ana. Eu a possuí pela primeira vez quando ela tinha 17 anos e eu 20. Embora houvesse relatado que nada mais ocorrera desde então, uma semana atrás a situação mudou de forma irreversível e intensa. Ana sempre se mostrara contrária a repetir o ato incestuoso, chegando a afirmar que havia sido um erro. Contudo, cerca de dez dias antes, notei mudanças sutis em seu comportamento: ela tornara-se mais acessível, iniciava conversas comigo e comentava assuntos cotidianos com um brilho diferente nos olhos, o que não era comum. Essa transformação me deixava intrigado, excitado e com o pau constantemente latejando ao imaginá-la novamente entregue aos meus desejos mais depravados. Na sexta-feira passada, nossos pais foram convidados para um jantar em uma cidade vizinha, a aproximadamente 85 km de distância, e nós também fomos incluídos. Aleguei um compromisso anterior para não comparecer. Para minha surpresa, Ana declarou estar indisposta e decidiu ficar em casa. Nossos pais saíram logo em seguida. Pouco depois, ela se aproximou de mim com um sorriso malicioso e disse: “Você mentiu sobre o compromisso só para não ir, não é?” Respondi que ela também havia mentido sobre estar indisposta. Ela confirmou e acrescentou que não estava com vontade de ir com eles e emendou : o dia está quente hoje..sugeri uma cerveja. Ana foi à cozinha e voltou com dois copos cheios, declarando com voz provocante: “Hoje estou com vontade de fazer algo bem diferente... talvez até tomar um porre e relaxar.” Perguntei o que havia acontecido. Ela confessou ter brigado com o namorado e estar com uma vontade louca de fazer festa e de esquecer as regras. Imediatamente, surgiu-me a ideia de embriagá-la, aproveitando sua disposição, para explorar sem limites sua bucetinha e seu cuzinho apertado. Bebemos bastante, copo após copo. Em determinado momento, Ana anunciou que tomaria banho e trocaria de roupa para “sair para dançar”. Dirigiu-se ao quarto no andar superior. Logo em seguida, ouvi um barulho forte nas escadas: ela havia caído, completamente embriagada. Ajudei-a a levantar, sentindo o corpo quente e macio contra o meu. Antes de entrar no banho, pediu que eu levasse outra cerveja. Atendi o pedido e, depois, saí pela sacada do meu quarto para observá-la discretamente. Cerca de dez minutos depois, Ana saiu enrolada apenas em uma toalha curta. Ao entrar no quarto, deixou a toalha cair sobre a cama e parou diante do espelho, completamente nua. Passava as mãos pelos seios firmes, volumosos e empinados, apertando-os devagar, virando-se de um lado para o outro enquanto continuava bebendo. Sentou-se na cama e começou a aplicar creme no corpo, massageando lentamente as coxas grossas, a barriga lisa e os mamilos duros. Meu pau estava latejando de excitação. A porta -janela do quarto dela dava diretamente para a sacada. De repente, ela abriu a janela com um golpe. Eu estava ajoelhado batendo punheta, sem tempo de recuar. Ana me olhou, totalmente exposta, e disse com tom desafiador: “Mano, você não tem jeito mesmo. Espiando a própria irmã de novo... Acho que nunca vai mudar.” Não fez qualquer esforço para se cobrir. Enquanto me repreendia, eu devorava com os olhos cada curva proibida daquele corpo que eu tanto desejava foder: os seios pesados, a cintura fina, a buceta depilada que eu já havia arrombado uma vez. Ela ordenou que eu saísse dali. Obedeci, envergonhado por ter sido flagrado, mas com o pau pulsando violentamente. Voltei ao meu quarto, porém a ereção persistia. Resolvi espiar novamente. A visão foi avassaladora: Ana estava de quatro sobre a cama, com o rabo empinado diretamente para a janela, enfiando dois dedos profundamente na buceta molhada . Gemia alto, balançando os quadris como uma cadela no cio, enquanto se masturbava com fervor incestuoso. Não suportei mais. Abri a janela e entrei no quarto. Ela permaneceu na mesma posição, oferecendo-se sem pudor. Antes que eu a tocasse, ordenou com voz rouca: “Apaga a luz. Quero fazer no escuro, como da primeira vez.. Quero sentir só o seu pau incestuoso me abrindo.” Obedeci. No escuro, aproximei-me por trás e comecei a lamber sua bunda macia, redonda e grande. Ana gemia e arfava, a respiração ofegante. Quando minha língua quente e molhada tocou seu cu apertado e piscante, ela soltou um grito abafado de prazer puro. Lambi-a intensamente por longos minutos, enfiando a língua o mais fundo possível naquele buraco proibido, chupando e babando enquanto ela empinava o rabo ainda mais para mim. Então Ana suplicou, com a voz carregada de tesão incestuoso: “Mano, come o meu cu.. Me enraba com força, por favor! Estou morrendo de vontade do pau do meu irmão dentro da minha bunda .” Não precisei de mais incentivo. Encostei a cabeça grossa do meu pau no seu cu novamente e comecei a penetrá-la devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel apertado resistir e depois engolir minha rola com fome. Ana soltou um gemido longo, profundo e animalesco que me enlouqueceu de luxúria. Empurrei até o fundo, sentindo o calor apertado e pulsante de seu rabo incestuoso ao redor do meu pau. “Isso, mano... Me fode como a puta que eu sou”, ela gemia sem parar, enquanto eu começava a estocar cada vez mais forte. “Me chama de irmãzinha vadia, de Ana putinha incestuosa... Só uma irmã safada e sem-vergonha como eu daria o cu pro próprio irmão!” Suas palavras sujas me deixavam ainda mais excitado. Segurei seus quadris com força e meti com brutalidade, fazendo suas nádegas baterem contra minha barriga com estalos obscenos. Ana gritava de prazer, empinando o rabo para receber cada estocada profunda. A noite seguiu intensa e sem interrupções. Virei Ana de lado, mantendo meu pau enterrado em seu cu, e comecei a apertar seus seios enquanto a sodomizava com vigor. Ela rebolava contra mim, completamente entregue ao incesto. “Mais fundo, mano... Arromba o cuzinho da sua irmãzinha puta! Quero sentir seu pau gozando lá dentro, enchendo minha bunda de porra quente de irmão.” Mudei de posição novamente, colocando-a de costas com as pernas sobre meus ombros, dobrando-a ao meio para meter ainda mais fundo. O quarto encheu-se dos sons molhados de carne contra carne, dos gemidos dela e dos meus grunhidos de prazer animal. Ana gozou pela primeira vez com meu pau no cu, o corpo convulsionando, a bucetinha jorrando enquanto o cuzinho apertava minha rola como um punho quente. Não parei. Continuei metendo sem piedade, chamando-a de todos os nomes que ela adorava ouvir: “Minha irmãzinha vadia, minha putinha incestuosa, Ana cadela do irmão... Toma essa rola grossa no seu rabo safado!” Ela respondia com mais gemidos e confissões sujas: “Sim, sou a puta do meu mano... Só penso em você me fodendo desde que me comeu pela primeira vez.” Troquei de buraco várias vezes, saindo do cuzinho para enfiar na bucetinha encharcada e depois voltar para o cu dilatado, uma foda suja e depravada. Ana chupou meu pau com voracidade entre as posições, lambendo as próprias secreções do meu membro incestuoso, engolindo até o fundo da garganta enquanto olhava nos meus olhos com luxúria pura. Gozei pela primeira vez enchendo seu intestino com jatos grossos e quentes de porra, mas não parei. Depois de um breve descanso, Ana montou em mim e cavalgou meu pau no cu com fúria, rebolando e quicando enquanto eu apertava seus mamilos e chamava-a de irmãzinha incestuosa. A segunda vez que gozei foi dentro de sua bucetinha, misturando tudo. Passamos a noite inteira fodendo como animais, explorando todos os desejos mais pervertidos e proibidos entre irmão e irmã. Ana revelou-se uma vadia insaciável, pedindo para ser usada em todos os buracos até o amanhecer. Essa noite reacendeu uma paixão incestuosa ainda mais intensa e suja. O tesão por minha irmã Ana só cresce, e sei que haverá muitas outras noites para explorarmos nossos desejos mais depravados e sem limites.
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