Concertando o Computador da Minha Irmã: Descobri que Ela Adora Dar o Cu!
Meu nome é Lucas. Tenho vinte anos e, há muito tempo, carrego uma tara profunda e vergonhosa pela minha própria irmã, Helena. Desde que ela completou dezesseis anos, eu não conseguia mais ignorar aquele corpo moreno que se desenvolvia de forma tão tentadora. Cabelos negros longos e ondulados que caíam pelas costas, pele morena clara que parecia brilhar, seios cheios e firmes que balançavam levemente quando ela andava pela casa, cintura fina e, acima de tudo, aquela bunda grande, redonda, empinada e macia que eu evitava olhar diretamente para não ficar excitado. Eu me sentia um monstro por desejar a minha irmã caçula, mas não conseguia controlar. Há anos, eu me trancava no quarto e batia punheta ferozmente imaginando foder a buceta dela e, principalmente, comer aquele cu gostoso que eu fantasiava em segredo. Quando Helena, agora com dezoito anos, veio até meu quarto com o laptop nas mãos, o rosto corado de frustração, eu vi a chance que esperava há tanto tempo. — Lucas, por favor... meu computador travou de vez. Não consigo acessar nada importante. Você pode tentar consertar? — pediu ela, com aquela voz doce e inocente que contrastava com as curvas do corpo. Aceitei imediatamente, disfarçando o entusiasmo. — Claro, mana. Vou precisar extrair o HD para examinar melhor e transferir todos os arquivos para o meu PC. Assim não perdemos nada. Pode deixar comigo. Helena concordou, aliviada, e saiu do quarto. Assim que fiquei sozinho, conectei o HD externo e comecei o processo de clonagem. Enquanto os arquivos copiavam, a curiosidade — e o tesão proibido — me dominaram. Abri as pastas uma por uma. Fotos dela pelada no espelho do banheiro e também no quarto dela , seminua, posando de forma provocante. Mas foi descobrir a pasta dos vídeos que me destruíram a mente. Cliquei no primeiro. Helena estava de quatro na cama dela, completamente nua, empinando aquela bunda morena perfeita. O ex-namorado metia no cu dela com estocadas ritmadas. Ela não gritava como em pornô, mas soltava gemidos baixos, abafados, empinando mais o quadril para receber cada centímetro. “Assim... devagar... tá bom”, murmurava ela, a voz carregada de prazer. Outro vídeo mostrava ela rebolando levemente, o cu apertando o pau dele enquanto gozava. Ver minha própria irmã entregando o cu com tanto gosto me deixou em choque. Meu pau grosso e veioso endureceu instantaneamente dentro da calça, latejando dolorosamente. Eu assisti todos, batendo punheta ali mesmo, gozando enquanto imaginava meu pau no lugar do dele. O tabu de desejar a irmã tornava tudo mil vezes mais forte. Nos dias seguintes, eu revia os vídeos obsessivamente. A culpa me consumia, mas o desejo era maior. Uma tarde, quando nossos pais saíram, chamei Helena para o meu quarto e tranquei a porta. Ela sentou na cama, estranhando. Meu coração batia forte. Sentei ao lado dela, perto o suficiente para sentir o cheiro do cabelo. — Helena... quando eu estava recuperando seus arquivos, vi tudo. Os vídeos. Vi você dando o cu pro seu ex, gemendo enquanto ele te fodia por trás. Vi como você empinava a bunda e pedia mais. Por que você gosta tanto de levar no cu, mana? falei de forma vulgar e pervertida para que ela sentisse o peso do meu desejo pela descoberta! Ela ficou paralisada. O rosto passou de pálido para vermelho intenso. Cobriu a boca com as mãos, os olhos marejados de vergonha. — Lucas... meu Deus... você viu isso? Apaga tudo, por favor. Isso é particular, eu... Eu a interrompi, a voz rouca de desejo acumulado: — Eu não consigo apagar da minha cabeça. Ver você levando no cu daquele jeito me deixou louco irmã. Eu também quero comer o teu cu, Helena. Quero enfiar meu pau grosso bem fundo nessa sua bunda gostosa e te foder como você merece. E não é só agora. Há anos eu me masturbo pensando em você. Trancado no quarto, batendo punheta imaginando foder sua buceta apertada e principalmente comer esse rabo grande que você tanto oferece no vídeo. Você é minha irmã, mas isso só me excita mais. Eu te desejo pra caralho. Helena ficou de boca aberta com as revelações do irmão, falou: isso está errado Lucas , levantou-se rapidamente, tremendo, os olhos cheios de lágrimas e nervosismo. — Lucas, não! Isso é incesto! Um pecado grave! Irmão e irmã não podem fazer isso. Deus não perdoa esse tipo de coisa. Nossa família inteira seria destruída se alguém descobrisse. Eu me sinto suja só de ouvir você falando assim. Não podemos. Esquece isso por favor! Ela saiu do quarto quase correndo, deixando-me com o pau duro e a consciência pesada. Mas a semente estava plantada. Nas semanas seguintes, a casa virou um campo minado de tensão sexual proibida. Eu evitava tocar no assunto, mas revia os vídeos toda noite, gozando pensando no cu da minha irmã. Helena ficava mais quieta, evitava ficar sozinha comigo, tomava banhos demorados. Eu notava como ela apertava as coxas quando eu passava perto, como corava ao me ver saindo do banheiro sem camisa. O pudor e o moralismo nos seguravam, mas o desejo queimava por baixo. Então, os pais anunciaram que passariam o dia inteiro fora, visitando o tio. Saíram cedo. A casa era nossa por horas. Por volta das dez da manhã, fui até o quarto dela. Helena estava na cama, de camiseta larga e shortinho, fingindo ler algo no celular. Sentei ao lado, o ar pesado entre nós. — Eles só voltam à noite — comecei, tocando levemente sua mão. — Helena, eu penso naquilo todos os dias. Quero comer o teu cu irmã. Eu sei que você também sente algo. Vi como você gozava naqueles vídeos e vc está sem namorado a meses ... Ela puxou a mão, voz trêmula: — Lucas, pelo amor de Deus... para com isso. É pecado grave. Incesto. Eu não paro de pensar que seria errado, sujo. Somos irmãos. Não podemos estragar tudo. Não forcei. Comecei a conversar baixinho, relembrando os detalhes dos vídeos sem pressa, descrevendo o quanto me excitava vê-la empinando a bunda. Toquei seu braço, depois sua coxa. Ela resistia, repetindo “é errado”, “é pecado”, mas não se afastava. Aos poucos, permitiu um abraço. Os beijos vieram hesitantes, cheios de culpa — primeiro no rosto, depois na boca, línguas se tocando timidamente. Ela se afastava de repente, murmurando “não irmão”, para por favor! mas voltava. — Eu sei que é proibido — sussurrei, beijando seu pescoço enquanto minhas mãos subiam por baixo da camiseta. — Mas eu preciso do teu cu, mana. Meu pau está doendo de tanto tesão por você. Finalmente, ela cedeu parcialmente. Deitei-a de bruços, levantei a camiseta e abaixei o shortinho. Ali estava: a bunda morena, redonda e perfeita que eu tanto desejava. Massageei as nádegas, abrindo-as, admirando o cuzinho rosado. Apliquei lubrificante devagar, que previamente coloquei no bolso, introduzindo um dedo enquanto ela mordia o travesseiro e murmurava “isso é pecado mano...”. Adicionei outro dedo, abrindo o cu dela com paciência. Helena gemia baixinho, o corpo tremendo de vergonha e excitação. Quando posicionei a cabeça grossa e veiosa do meu pau contra o seu cu, perguntei: — posso meter irmã? — Não tenho certeza... mas vai... devagar — respondeu ela, voz embargada. Empurrei lentamente. O cu dela resistia, apertando forte ao redor da glande. Helena soltou um gemido abafado, agarrando os lençóis: — Ai, Lucas... você é muito grosso... tá abrindo meu cu todo... devagar... Entrei centímetro por centímetro, sentindo o calor apertado engolir meu pau veioso. Quando estava todo dentro, parei, saboreando a sensação proibida de estar completamente enterrado no cu da minha irmã. Comecei a meter devagar, estocadas profundas e controladas. Helena ainda resistia verbalmente entre gemidos: — Isso é tão errado... somos irmãos... ahh...que grosso.. não para... Seu corpo traía. Ela empinava o quadril aos poucos, acompanhando o ritmo. Toquei sua buceta molhada, estimulando o clitóris enquanto fodia seu cu. Aumentei o ritmo gradualmente, o som molhado de pele contra pele enchendo o quarto. O tesão proibido era avassalador — saber que era minha irmã, que aquilo era incesto, pecado grave, tornava cada estocada mais intensa. — Eu sonhei anos com isso... comer o cu da minha própria irmã — confessei, metendo mais fundo. Helena gozou primeiro, o cu apertando meu pau em espasmos ritmados, o corpo convulsionando enquanto abafava os gemidos no travesseiro. Eu não aguentei: segurei firme nos quadris dela e meti até o fundo, gozando jatos grossos e quentes bem no interior do cu dela, enchendo-a de porra. Ficamos deitados, ofegantes, meu pau ainda dentro dela enquanto o gozo escorria lentamente. A vergonha voltou forte nos olhos dela, mas também uma satisfação nova e proibida. Algo me dizia que o prazer de dar o cu que minha irmã tinha acabará de ganhar um componente de tesão avassalador! Aquele dia foi longo. Repetimos mais vezes, sempre com a mesma mistura de resistência moral, culpa e entrega intensa. Aos poucos minhas palavras sujas e sem pudor incendiaram a cabeça da minha irmã, tornando a dependente e submissa ao incesto! O conserto do computador havia revelado o segredo dela e realizado minha maior tara proibida. Para quem nunca experimentou posso garantir, comer o cu ou a buceta da própria irmã não se compara a prazer algum!
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