Com quase 15 anos, papai me explicou, com sua habitual franqueza, que eu já era uma mocinha e precisava tomar banho sozinha. Ele sempre conversava abertamente sobre tudo, inclusive sexo. Foi com ele que aprendi os detalhes mais íntimos sobre o prazer entre um homem e uma mulher.
Comecei a namorar aos 16 anos e seguia rigorosamente seus conselhos sobre proteção e responsabilidade. Porém, tudo mudou pouco depois de completar 17 anos, em uma reviravolta intensa e proibida.
Papai era dono de uma empresa de desenvolvimento de software contábil em Curitiba. Certa tarde, ele me pediu para levar meu namorado, Lucas, para conhecê-lo. Na varanda de nossa casa, a tensão foi imediata. Papai o encarou com olhar penetrante. Lucas gaguejou, empalideceu e logo inventou uma desculpa para ir embora.
Ao entrar, papai me fez sentar no sofá com expressão séria.
— Não acredito que, em apenas um mês, você já esteja transando com esse garoto.
Tentei negar, mas ele revelou ter visto Lucas duas vezes na farmácia onde instalava sistemas: primeiro comprando camisinhas, depois gel lubrificante e mais preservativos. O pior veio quando papai contou ter ouvido Lucas comentar com o balconista, rindo: “É que minha namoradinha adora dar a bundinha.”
Senti o rosto queimar de vergonha.
— Essa namoradinha é você, não é, Isabela?
— Pai… eu… deixei ele fazer, sim — confessei, voz trêmula.
Papai questionou se eu gostava de sexo anal. Com lágrimas nos olhos, admiti que sim, e que ele não era o primeiro. Ele me alertou sobre o risco de fofocas que poderiam me humilhar na cidade, e exigiu que eu terminasse o namoro. Proteção paterna ou ciúme velado? Naquele momento, eu só sentia pavor e alívio.
Lucas desapareceu. Dois meses depois, a abstinência me consumia. Meu corpo jovem e voluptuoso — herança genética da mãe — ardia de desejo. Apesar de ter apenas 17 anos, eu possuía uma bunda grande, redonda e empinada, com coxas grossas e firmes que chamavam atenção por onde eu passava. Essa silhueta generosa, com quadris largos e carne macia e convidativa, fazia qualquer roupa ficar justa, destacando minhas curvas .
Papai notou minha inquietação e, dias depois, ao chegar do trabalho, bateu na porta do banheiro enquanto eu tomava banho.
— Abre, filha. Papai quer tomar banho com você.
Meu coração disparou. Ao abrir, ele puxou a toalha do meu corpo nu, revelando meus seios firmes, a cintura fina e, especialmente, minha bunda grande e minha buceta levemente peluda, com coxas grossas que tremiam levemente. Suas mãos desceram pelas minhas costas e apertaram possessivamente minhas nádegas .
— Você é linda demais para se entregar a qualquer moleque, Isabela. Essa bundona e essas coxas grossas são tesouro meu.
Entrei no chuveiro com as pernas fracas. Quando ele tirou a roupa, seu pau enorme — cerca de 20 cm, grosso e veioso — já estava completamente duro. Papai me abraçou por trás, apertando meus seios enquanto esfregava a rola latejante entre minhas coxas. Chupou meus mamilos com fome, enfiou dois dedos na minha buceta encharcada e me fez gozar rapidamente, gemendo alto.
— Agora vira essa bundona pra mim — ordenou.
Arqueei o corpo, empinando minha bunda grande para meu pai . Ele abriu minhas nádegas, cuspiu e forçou a cabeça grossa do pau no meu cuzinho apertado. A sensação de ser arrombada por ele era depravada e viciante.
— Ai, pai… tá entrando! Ahhh ! Como estáva precisando disso ! — mais ,supliquei, transformada em uma puta safada.
Ele socou fundo, batendo suas bolas contra minha buceta, enquanto eu rebolava como uma cadela no cio. Gozei violentamente só com o cu, sem tocar na buceta, sentindo ondas de prazer proibido. Papai jorrou uma carga enorme e quente dentro de mim, marcando seu território.
A partir dali, o desejo explodiu. No dia seguinte, ele me fodeu novamente no banheiro enquanto a empregada preparava o almoço. Após o jantar, dormi na cama dele pela primeira vez. Papai me comeu na buceta sem camisinha, metendo com força selvagem, depois virou-me de quatro e invadiu meu cu novamente, estapeando minha bunda grande e fazendo minhas coxas grossas tremerem.
— Você agora é minha, Isabela. Essa bucetinha e esse rabão são só do papai.
Em uma semana, eu já engolia seu pau até a garganta, babando como uma vadia faminta, enquanto ele devorava minha buceta e meu cu com a língua. Fazíamos sexo em todas as posições — na cozinha, com eu cavalgando seu pau enorme na mesa, rebolando minha bunda generosa; no sofá, de lado, com ele apertando minhas coxas grossas; e especialmente de quatro, onde ele destruía meu cuzinho guloso.
Meses depois, papai decidiu oficializar o que já vivíamos em segredo. Certa noite, ao chegar em casa, encontrei o quarto iluminado por velas, um buquê de rosas vermelhas sobre a cama e uma garrafa de champanhe gelada. Ele me recebeu com um beijo profundo e possessivo, tirando minhas roupas lentamente enquanto admirava meu corpo.
— Isabela, você não precisa mais de namorados. Quero que seja minha namorada de verdade. Só minha — declarou, ajoelhando-se brevemente antes de me puxar para a cama.
Aceitei, excitada e entregue. Papai me serviu champanhe, brindamos ao nosso relacionamento proibido e, em seguida, me posicionou de quatro sobre a cama. Com minha bunda grande e empinada totalmente exposta, ele abriu minhas nádegas e enfiou a rola grossa no meu cu já lubrificado de tesão. Socou com vigor, estapeando minhas bunda e gemendo alto.
— Que bundona tem a minha namorada… Toma, filhinha!
Gozei intensamente, apertando seu pau com o cu. Para comemorar, ele aumentou o ritmo até explodir, enchendo meu rabo com uma carga abundante e quente de leite grosso, que escorreu pelas minhas coxas enquanto ele permanecia enterrado dentro de mim.
Desde então, vivo como namorada secreta do meu pai. Continuo dormindo todas as noites em sua cama, chupando sua rola com devoção e oferecendo minha bunda grande e minhas coxas grossas para ser fodida com depravação total. Nada se compara ao prazer proibido de ser possuída pelo homem que me criou — o dono do meu corpo e do meu desejo mais sujo.




