Nas semanas seguintes, o lado dominante de Pedro só crescia. Saber que eu era completamente submissa a ele o deixava com um tesão insaciável. Ele me chamava para “aulas particulares” cada vez com mais frequência, sempre inventando uma putaria diferente. Sua namorada não fazia ideia do que acontecia durante aquelas sessões trancadas, mas começou a ficar desconfiada depois que uma amiga comentou ter visto eu saindo várias vezes da casa dele. Certo dia, a namorada dele decidiu aparecer sem avisar. Quem a recebeu foi a mãe de Pedro, que inocentemente comentou: — Pode subir, ele está dando aula particular pra prima dele, a Ana Júlia. Você lembra dela, né? A namorada subiu as escadas rapidamente e abriu a porta sem bater. Por sorte, Pedro tinha acabado de gozar na minha boca e eu já estava vestida, pronta para ir embora. Ela me olhou com cara desconfiada. Quando passei por ela, comentou: — Ana, você está com a boca suja no canto... parece leite condensado. Eu ri, passei o dedo no canto da boca, recolhi o resto da porra do meu primo e levei até a boca, lambendo devagar. — Nossa, é mesmo... foi o Pedro que me deu leite condensado. Ele sabe que eu adoro — respondi com um sorriso dissimulado, ainda sentindo o gosto dele na garganta. Dias depois, Pedro me esperou na saída do colégio. Me puxou para um canto mais reservado e foi direto ao ponto: — Já combinei com meu amigo. No sábado meus pais vão estar na chácara de um amigo deles a tarde toda. A casa vai ficar sozinha. Você vai pra lá e vamos te comer... eu e ele. Eu olhei surpresa. — Pedro... eu não falei que iria fazer. Só achei excitante a ideia, mas não prometi nada... Ele me olhou nos olhos, sério e dominador: — Esqueceu que você é minha putinha, Ana? Só de ouvir a palavra “putinha” eu estremeci e senti minha bucetinha molhar na hora. Mesmo assim, tentei resistir: — Eu tenho que pensar... eu nunca fiz nada assim. Você foi o único que me comeu até agora. Antes só chupava o pau do meu ex. Pedro não deu espaço: — Você tem até o final da tarde pra pensar. E eu quero um sim, entendeu, minha putinha? Cheguei em casa com as palavras dele martelando na cabeça. No final da tarde, mesmo hesitante, enviei a mensagem: — Está bem... eu topo. Mas eu escolho o seu amigo. Ele respondeu rápido: — Nada disso. Você só obedece. Quem manda sou eu, putinha. Já excitada e aceitando meu lugar, respondi: — Que horas tenho que estar aí? — Vem às 14h. Assim seu pai não desconfia. Vamos ter a tarde toda pra nós. Quando cheguei na casa, Pedro me fez entrar. Para minha surpresa, o amigo dele era um rapaz negro forte, da mesma idade de Pedro, que eu nunca tinha visto. Pedro sorriu debochado: — Ana, esse é o Guilherme. Eu e ele vamos te foder até você ficar caminhando com dificuldade por uma semana. Eu engoli em seco. Pedro riu e completou: — Eu chamei o Gui por um motivo simples que você logo vai descobrir, priminha. Mostra pra ela, Gui. Guilherme, sem cerimônia, puxou o calção para baixo. Um pau grande, grosso e preto saltou para fora — parecia um salame de tão grosso e comprido. Eu fiquei em choque. Pedro ordenou com voz firme: — Ajoelha e engole o pau do Guilherme, priminha. Obediente, eu me ajoelhei no chão da sala. Abri a boca o máximo que consegui e comecei a chupar aquela tora grossa de carne preta. Era difícil, minha boca mal cabia. Pedro segurava minha cabeça e ajudava a empurrar mais fundo, enquanto Guilherme gemia de prazer. — Isso, putinha... engole o pauzão do Gui — dizia Pedro. — Olha como você fica safada com um pau grande na boca. Hoje você vai ser nossa putinha de verdade. Eles me levaram para o quarto. Me colocaram de quatro na cama. Pedro meteu na minha bucetinha enquanto eu continuava chupando Guilherme. Depois trocaram de lugar. Guilherme, com aquele pau monstruoso, me fodeu com força na buceta, me fazendo gritar de prazer e dor misturados, enquanto Pedro enfiava o pau na minha boca. — Abre esse cu pra gente, putinha — ordenou Pedro. Eles me foderam nos três buracos durante toda a tarde. Guilherme, com seu pau enorme, pressionou a cabeça grossa contra meu cuzinho e começou a empurrar. Eu gemi alto: — Ai meu Deus... devagar, Gui... você é muito grosso... aaahhh! — Isso, geme pra mim, putinha — grunhiu Guilherme, segurando minha bunda. — Abre esse cuzinho branco pra esse cacete preto. Caralho, como é apertado... Pedro ria enquanto metia na minha boca: — Mete fundo, Gui. Arromba o cuzinho da minha priminha. Ela ama levar no cu. Vai, faz ela sentir cada centímetro dessa tora preta. Guilherme foi empurrando devagar até enterrar tudo. Eu tremia inteira, gemendo descontrolada: — Aaaahhh... Pedro... ele tá me rasgando... ai que delícia... mete mais... fode meu cuzinho! — Que putinha gulosa — dizia Pedro, excitado. — Olha como você geme com o pauzão do Gui no seu cu. Goza pra gente, vadiazinha do primo. Fala alto pra gente ouvir... fala que você tá viciada em pau preto. Eu, completamente dominada pelo prazer, gemia alto enquanto Guilherme metia cada vez mais forte no meu cuzinho: — Sim... eu tô viciada em pau preto... aaaahhh... esse cacete grosso tá me destruindo... mais forte, Gui... me arromba! Pedro instigava, batendo na minha bunda: — Isso, fala mais, putinha. Diz que ama levar rola preta no cu enquanto o primo assiste. — Eu amo... amo pau preto no meu cu... tô viciada... vou gozar... aaaahhh!!! Eu gozei descontrolada, meu corpo convulsionando, o cuzinho apertando forte o pau grosso de Guilherme. Ele não aguentou e rugiu, enchendo meu cu de porra quente e abundante. Pedro gozou logo depois na minha boca, me obrigando a engolir tudo enquanto eu ainda tremia do orgasmo intenso. Eles me viraram, me foderam de novo em todos os buracos, gozando várias vezes dentro de mim. Eu estava completamente destruída, molhada de suor, baba e porra, mas viciada no prazer de ser usada pelos dois como uma verdadeira putinha. Quando a tarde acabou, eu mal conseguia andar. Pedro me deu um beijo na testa e sussurrou: — Boa putinha. Isso foi só o começo. Este relato terá continuação.
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