Sofia desenvolveu coxas grossas e uma bunda grande, firme e volumosa devido aos treinos intensos de vôlei na escola. Apesar da baixa estatura, seu corpo exibia proporções exuberantes — quadris largos, nádegas carnudas e coxas robustas — o que chamamos hoje de cavalona.
Tudo começou meses antes que eu descobrisse. Certa tarde, Sofia passou pelo quarto de Lucas e o flagrou batendo punheta vigorosamente enquanto lia contos eróticos no computador. Permaneceu em silêncio, espiando da porta entreaberta até vê-lo gozar. Quando ele saiu, a curiosidade levou-a a revisar o histórico. Encontrou relatos de incesto entre irmão e irmã, histórias envolvendo pai e filha, uma pasta com vídeos do mesmo tema e, para sua surpresa, várias fotos suas de biquíni na praia.
Chocada e excitada ao mesmo tempo, o proibido abriu-lhe a mente para um mundo novo de desejos. A partir dali, surgiram provocações veladas entre os irmãos: olhares prolongados, roçadas “acidentais” e comentários sobre o corpo dela moldado pelos treinos. A tensão sexual cresceu até culminar na primeira relação. Nos meses seguintes, os encontros tornaram-se frequentes nas tardes em que ficavam sozinhos em casa.
Certo dia, passei mal no trabalho, fui atendido no ambulatório e retornei mais cedo. Ao entrar em casa, ouvi gemidos intensos vindos do quarto de Lucas. Caminhei silenciosamente até a porta semiaberta e presenciei a cena: Sofia de quatro, completamente nua, com a bunda grande empinada, sendo penetrada por trás pelo irmão. Lucas segurava os quadris largos e socava com força, enquanto as coxas grossas tremiam a cada estocada. Observei paralisado, dominado por excitação avassaladora, até ele gozar dentro dela.
Saí discretamente, retornei no horário habitual e, horas depois, confrontei os dois. Segurei suas mãos e revelei que os havia visto transando. Sofia começou a chorar de vergonha, o rosto vermelho e os olhos baixos.
— Calma, minha filha — disse eu, abraçando-a com firmeza. — Esse desejo por incesto já é de família. Quando era jovem, eu também comia sua tia, minha irmã, no sigilo. O que acontece aqui em casa só interessa a nós três, está bem?
Voltei-me para Lucas e continuei:
— Você não tem culpa de não resistir à sua irmã, filho. Eu sabia que mais dia, menos dia, isso iria acontecer.
Em particular, Lucas revelou-me detalhes dos encontros anteriores. Contou como, após a descoberta no computador, as provocações evoluíram para toques e beijos. Em uma tarde, ele a encostou contra a parede da sala, ergueu uma das pernas grossas dela e a penetrou de pé, socando fundo até gozar dentro da buceta, com as nádegas volumosas tremendo. Em outra ocasião, colocou-a de bruços na cama, beijou e mordiscou as nádegas grandes, abriu-as e enterrou a língua no anelzinho rosado. Sofia relutou inicialmente quando ele pediu para penetrar seu cu ainda virgem, mas após a intensa estimulação anal com língua e dedos, cedeu. Lucas lubrificou o pau e penetrou devagar, centímetro a centímetro, até enterrar completamente, fodendo o cu dela com ritmo crescente até ejacular abundantemente dentro.
Na tarde de sábado seguinte, com Lucas no treino de futebol, Sofia e eu ficamos sozinhos em casa. Sentei-me ao lado dela no sofá e declarei abertamente meu desejo. Ela tentou argumentar, visivelmente nervosa:
— Pai… isso não pode acontecer. Já é errado com o Lucas, mas com você… é pecado demais.
— Sofia, o desejo já está no seu sangue — respondi, segurando seu queixo com delicadeza. — Você já se entregou ao irmão. Agora vai se entregar ao pai também.
Ela resistiu, balançando a cabeça e tentando se afastar, mas o lado pervertido despertado pelo incesto com o irmão falava mais alto. Beijei sua boca com autoridade, apalpei os seios firmes, desci as mãos pelas coxas grossas e agarrei a bunda grande. Apesar da relutância inicial, Sofia gemeu baixinho. Deitei-a na cama, lambi sua buceta com fome e a penetrei profundamente, segurando aqueles quadris largos enquanto metia com estocadas firmes. Em seguida, lubrifiquei seu ânus e fodi seu cu apertado, sentindo-o contrair ao redor da minha pica. Sofia gozou intensamente, entregue ao prazer proibido de ser possuída pelo próprio pai.
A partir de então, Sofia tornou-se a fêmea da casa. Fodia com Lucas nas minhas ausências e comigo quando ele saía. Logo, passamos a realizar orgias incestuosas juntos. Em uma delas, colocamos Sofia no centro da cama. Enquanto Lucas enfiava o pau na boca dela, eu penetrava sua buceta. Depois trocamos: eu recebia a chupada enquanto Lucas fodia o cu dela. As nádegas grandes e volumosas recebiam muito leite tanto do irmão quanto do pai — porra jorrando na buceta, no ânus e na garganta.
Em outra sessão, Sofia cavalgava meu pau com vigor, as nádegas carnudas batendo contra mim, enquanto Lucas enfiava o dele em sua boca. Depois, deitaram-na de lado: Lucas na buceta e eu no cu, as paredes separadas por fina membrana. Ela tremia em orgasmos múltiplos, implorando por mais porra, completamente pervertida e insaciável.
Sofia lambia nossos paus após o gozo, engolia sêmen e oferecia todos os orifícios sem reservas. A bunda grande e as coxas grossas eram constantemente marcadas e preenchidas pelo leite do irmão e do pai. O incesto uniu-nos em um prazer intenso, profundo e sem limites.


