Flagrei meu pai fodendo minha irmã! Meu nome é Bruno, tenho vinte e um anos e estudo na universidade. Moro com meu pai, Alexandre, de quarenta e cinco anos, e minha irmã Laura, de dezessete anos. Desde que minha mãe faleceu há três anos, somos só nós três neste apartamento. No nosso apartamento havia uma sacada com uma pequena churrasqueira onde meu pai, em ocasiões especiais, preparava um churrasco para nós. Ele também tomava uma cerveja comigo, que eu já era maior de idade. Em um desses churrascos, talvez pelo efeito da bebida, meu pai comentou comigo, rindo: “Filho, sua irmã está com um rabo lindo... é difícil pra dois machos conviverem com ela sem ficar de pau duro”e voltou a rir dando mais um gole na cerveja gelada. Eu levei na brincadeira, achando que era o álcool falando, mas no fundo sabia que algo mais profundo estava se formando, pois a bastante tempo eu batia punheta pensando na minha irmã. Naquela noite de verão, Laura realmente estava exuberante: vestia um top branco justo que marcava os seios firmes e um shorts amarelo de malha, literalmente socado de forma indecente na bunda grande, com os pés descalços, dando-lhe um ar de menina sapeca e provocante. Laura tem um corpo que desperta os desejos mais sujos em qualquer homem. Graças aos treinos intensos de vôlei, desenvolveu coxas grossas e firmes, quadris largos e uma bunda enorme, volumosa, empinada e carnuda que balança indecentemente a cada passo. Apesar da baixa estatura, ela é uma verdadeira cavalona, com uma buceta levemente peluda que chamava ainda mais atenção por causa da fé evangélica, que a fazia evitar se depilar. Há cerca de um ano, por convite de uma amiga, Laura começou a frequentar a igreja evangélica com dedicação. Cultos, estudos bíblicos e orações diárias a tornaram mais reservada, mas ela ainda carregava desejos naturais e intensos como qualquer mulher jovem. O clima de incesto se instalou aos poucos. Eu mesmo desejava secretamente minha irmã havia tempos — fantasiava com aquela bunda grande quicando no meu pau até eu gozar dentro dela —, mas mantinha tudo em segredo. Certa tarde, Laura flagrou nosso pai no quarto, batendo punheta com vigor enquanto olhava fotos dela de biquíni na praia no computador, gemendo baixinho o nome dela. Ela ficou paralisada na porta entreaberta, chocada e excitada ao mesmo tempo. Depois, movida pela curiosidade proibida, verificou o histórico e encontrou uma infinidade de vídeos e contos de incesto entre pai e filha. Meu pai, enlouquecido pelo corpo cada vez mais gostoso da filha, começou a instigar o incesto de forma insistente, mas calculada. A porta do banheiro estava estragada há meses e não fechava direito, permitindo que ele a abrisse alguns centímetros sem fazer barulho. Sem que Laura soubesse, ele a espiava tomando banho: ficava ali, pau duro na mão, admirando as coxas grossas molhadas, os seios firmes e especialmente aquela bunda grande e ensaboada, imaginando o dia em que a possuiria completamente. O assédio foi se intensificando durante semanas. Toques “acidentais” na cozinha, roçadas sutis do pau semi-duro contra ela, elogios sussurrados sobre como o corpo dela estava cada dia mais exuberante. Laura resistia no início, corava e desconversava , mas o desejo pelo proibido a minava lentamente. A primeira vez aconteceu numa tarde em que estavam sozinhos em casa. Meu pai foi até o quarto dela para conversar . Sentou-a na cama, abraçou-a com carinho e confessou abertamente seu desejo. Laura tremia, dividida entre a culpa da fé e a excitação crescente que molhava sua buceta. — Pai... isso não pode... é pecado... — murmurou ela, voz baixa e trêmula. — Shhh, minha filha. Olha o quanto você me deixa louco mostrando o cacete duro marcando a calça— respondeu ele, beijando seu pescoço com paciência enquanto acariciava suas coxas grossas. Ele tentou despir minha irmã , mesmo diante dos protestos dela , aos poucos, vencendo a relutância com beijos quentes. A igreja ensinara que a filha devia obedecer e servir ao pai, e esse conflito girava na mente dela como um turbilhão. Meu pai beijou cada parte do corpo dela, chupou os seios firmes com devoção e desceu até lamber sua buceta virgem com calma e habilidade, sugando o clitóris até ela gemer baixinho, o corpo traindo a mente. Quando Laura estava molhada e entregue, ele se posicionou entre suas pernas, esfregando o cacete grosso e duro na entrada apertada. — Vai doer um pouco no começo, filha, mas o pai vai com calma. Deixa eu te fazer mulher — sussurrou ele, segurando os quadris largos com firmeza.O corpo de Laura tremia de excitação e medo do proibido. Centímetro a centímetro, com paciência e controle, ele foi enfiando o pau grosso na buceta virgem da minha irmã. Laura soltou um gemido longo e profundo, misturando desconforto e prazer proibido, enquanto ele parava para deixá-la se acostumar. Quando estava todo enterrado até o fundo, começou a meter devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Laura se entregou completamente, gemendo cada vez mais alto a cada estocada, o corpo tremendo. Na mesma tarde, após ela gozar pela primeira vez com o pau do pai dentro da buceta, meu pai a virou de bruços. Beijou e mordiscou aquelas nádegas volumosas, abriu-as e estimulou seu cu com a língua e os dedos até ela relaxar e implorar baixinho. Lubrificou bem o pau e o cu virgem dela, penetrando devagar, centímetro a centímetro, com a mesma paciência. — Isso, filha... relaxa... o pai está abrindo teu cu virgem. Você é minha agora — murmurava ele, enquanto ela gemia de prazer crescente, rebolando sutilmente contra ele. Os encontros continuaram frequentes. Laura, instigada pelo pai, revelava uma fome sexual natural, debatendo-se entre a fé e o pecado do incesto. Certo dia, voltei mais cedo da universidade e ouvi gemidos altos vindos do quarto do pai. Caminhei em silêncio e presenciei a cena que incendiou minha mente: Laura de quatro, completamente nua, com a bunda grande empinada como uma cadela no cio, sendo fodida por trás pelo nosso pai. Ele segurava os quadris largos e metia com força ritmada, as coxas grossas dela tremendo a cada estocada violenta, as nádegas carnudas balançando e batendo contra ele. — Toma o pau do pai no seu cu apertado, filha... aperta bem minha rola — grunhia ele, socando fundo. — Ai, pai... assim... mais fundo... me fode , me perdoa senhor por ser uma incestuosa... perdoa essa pecadora, Senhor... ahhh! — respondia Laura, voz rouca e entrecortada, gemendo igual a uma puta em cio, o corpo traindo completamente a fé enquanto o cu engolia o pau do pai até as bolas. Fiquei ali, pau latejando na calça, assistindo meu pai gozar jorrando porra quente bem no fundo do cu da minha irmã. Saí discretamente, voltei no horário normal e confrontei os dois. Laura ficou envergonhada, lágrimas nos olhos. Meu pai, sereno, falou calmamente... — Bruno, o que você viu é real. Esse desejo incestuoso corre no nosso sangue. Quando eu era jovem, comia a tia de você, minha própria irmã. O que acontece entre estas paredes só interessa a nós três. Em particular, ele me contou todos os detalhes das fodas. Pouco depois, me convidou a participar. Na primeira orgia, colocamos Laura no centro da cama. Enquanto meu pai metia fundo na buceta dela, eu enfiava o pau na boca gulosa e quente. Depois trocamos. Ela cavalgava o pau do pai com aquela bunda grande quicando selvagemente, as nádegas carnudas batendo alto, enquanto eu fodia sua garganta até as lágrimas escorrerem. Em seguida, deitamos ela de lado: pai na buceta, eu no cu, os dois paus metendo ao mesmo tempo, separadas apenas por uma fina membrana, esticando ela ao limite. — Irmão... pai... me fodam juntos... me usem serei a mulher incestuosa de vocês... ai, meu Deus, que delícia... mais forte! — implorava Laura, debatendo-se entre culpa e luxúria, gemendo como uma cadelinha no cio, o corpo convulsionando em orgasmos violentos enquanto era duplamente penetrada. Ela lambia nossos paus sujos de buceta e cu após cada gozo, engolia o leite quente com devoção pervertida e oferecia todos os buracos sem reservas. Aquela bunda volumosa e as coxas grossas viviam vermelhas, marcadas por tapas e pingando sêmen nosso dia após dia. O incesto transformou nossa casa num ninho quente e proibido de prazer. Laura, a ex-puritana evangélica, tornou-se a fêmea insaciável da família — uma cadelinha incestuosa que gemia sem pudor enquanto era comida pelo pai e pelo irmão sempre que desejávamos. O que acontece aqui dentro fica aqui para sempre.
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