20 Dias Sendo Puta e Submissa do Meu Primo – Parte Dois
Algumas semanas após o fim das férias, Pedro enviou uma mensagem para Ana: “Prima vem aqui em casa hoje à tarde pra jogar no computador. Tá com saudade do primo, safada?” Ana sabia exatamente qual era a real intenção. Só de ler a mensagem, sua bucetinha já piscava de tesão . Ela se arrumou com uma saia curta e uma blusa decotada, o coração acelerado, e foi até a casa dele. Ao chegar, porém, a surpresa foi grande. No quarto de Pedro havia três amigos dele — Marcos, Lucas e Rafael — jogando videogame no console, rindo e concentrados na tela. Ana parou na porta, sentindo o rosto queimar, mas também uma onda quente de excitação misturada com vergonha. — Oi, pessoal… — cumprimentou ela, voz baixa e obediente. Os amigos sorriram, cumprimentando de volta. Pedro, com um sorriso dominador, puxou Ana para perto e a fez sentar no colo dele por um instante antes de colocá-la em uma cadeira ao lado. — Fica aqui assistindo com a gente, prima — disse Pedro, voz baixa e carregada de segundas intenções. Os minutos iniciais foram de tensão pura. Ana tentava prestar atenção no jogo, mas Pedro já deslizava a mão discretamente por baixo da saia dela, roçando os dedos na bucetinha molhada por cima da calcinha. Ele se inclinou e sussurrou no ouvido dela: — Tá molhada pra caralho só de estar aqui, né, sua putinha curiosa? Olha como sua buceta tá piscando de vontade de me agradar. Ana mordeu o lábio e respondeu baixinho, obediente: — Sim, Pedro… estou molhada…faço o que você quiser. Depois de algum tempo, Pedro pausou o jogo e propôs aos amigos: — Que tal uma brincadeira de verdade ou consequência pra animar? Ana adora esse jogo, não é, prima? Os amigos riram, curiosos. Ana, já rendida, assentiu. O jogo começou leve, mas Pedro manipulava as rodadas com maestria. Logo ele venceu e ordenou: — Consequência, Ana: tira a blusa e mostra esses peitos deliciosos pros meus amigos verem como minha prima é gostosa. Ana hesitou por um segundo, o rosto vermelho de humilhação, mas obedeceu. Tirou a blusa, revelando os seios volumosos com bicos grandes e marcados, já duros. Os amigos arregalaram os olhos. — Porra, Pedro… sua prima é uma delícia — comentou Marcos. Pedro apertou um dos seios dela com força e ordenou: — Diz pra eles, Ana. Fala o que você é. Ana, voz trêmula mas obediente: — Eu… eu sou a putinha submissa do Pedro. O jogo evoluiu rapidamente. Pedro mandou Ana ficar de joelhos entre as pernas dele enquanto os amigos olhavam a cena e cochichavam entre eles . Pedro tirou o pau duro para fora e segurou a cabeça dela: — Chupa, vadia. Mostra pros meus amigos como você é gulosa por pau. Ana obedeceu imediatamente, abrindo a boca e engolindo o cacete de Pedro com fome. Sons molhados enchiam o quarto enquanto ela chupava com devoção, lambendo a glande, descendo até as bolas e voltando a engolir fundo, babando copiosamente. — Isso, engole mais fundo, putinha— gemia Pedro, segurando o cabelo dela. — Olha como minha priminha virou uma putinha boqueteira viciada. Engole tudo, porra. Os amigos assistiam excitados, comentando: — Caralho, ela chupa bem mesmo sendo tão novinha.. — Que boca gulosa… Ana gemia com o pau na boca, respondendo obediente entre chupadas: — Sim, Pedro… sou sua puta boqueteira… chupo gostoso pra você… Pedro fodeu a boca dela com mais força, batendo no fundo da garganta até Ana engasgar e babar, lágrimas nos olhos. Quando gozou, segurou a cabeça dela firme: — Engole tudo, vadia. Mostra pros meus amigos como você ama o gosto de porra do teu primo. Ana engoliu avidamente, quase tudo, um fio escorrendo pelo queixo. Os amigos riam nervosos . A humilhação e o tesão levaram ao próximo nível. Pedro, com olhar dominador, acariciou o cabelo dela e disse: — Agora você vai mostrar pra eles o quanto é obediente. Chupa os meus amigos também, mas só com a boca. Buceta e cu são só meus, entendeu, putinha ? Ana, com a bucetinha encharcada e o corpo tremendo de excitação e vergonha, respondeu submissa: — Sim, Pedro… só com a boca… eu obedeço. Marcos foi o primeiro. Ana se arrastou de joelhos até ele e abriu a calça e pegou pau dele, chupando com a mesma fome. Pedro supervisionava, dando comandos: — Engole mais fundo , vadia. Mostra que você é uma boa puta pra quem eu mandar. Olha como ela baba toda a rola… tá com vergonha, né, Ana? — Sim, Pedro… estou com vergonha… mas eu gosto… sou sua puta — respondia ela entre chupadas, alternando para Lucas e depois para Rafael. Os amigos gemiam, segurando a cabeça dela, fodendo sua boca enquanto Pedro assistia e masturbava o pau novamente. Ao final, Pedro ordenou com voz firme: — Chega de chupar. Agora fica ajoelhada bem no meio do quarto, com a boca aberta e os peitos empinados. Vamos te dar o primeiro banho de porra da sua vida, sua putinha incestuosa. Ana obedeceu imediatamente, ajoelhando-se no centro do quarto, joelhos afastados, seios volumosos empinados, boca aberta e língua para fora, olhando para cima com expressão submissa e gulosa. Pedro e os três amigos se posicionaram ao redor dela, batendo punheta com força, olhando para a prima ajoelhada como um objeto sexual. — Olha só pra ela… que vadia tarada — disse Marcos, acelerando o movimento. — Prima boqueteira de joelhos pedindo porra… que cena gostosa — completou Lucas. Pedro, com tom mais cruel e dominador: — Isso, Ana. Fica paradinha aí, recebendo porra de quatro machos no rosto, nos seus peitos grandes e nessa boca , vadia. Você ama isso, né? Diz alto. Ana, voz rouca de tesão e humilhação: — Sim, Pedro… eu amo… sou sua putinha… me dá banho de porra… por favor… Os quatro continuaram masturbando, gemendo insultos e humilhações: — Abre mais a boca, cachorra… — Esses bicos grandes vão ficar melados… perfeita pra uma puta de família. Um por um, eles gozaram. Primeiro Marcos, depois Lucas, Rafael e finalmente Pedro, jorrando jatos grossos e quentes no rosto de Ana, nos seios volumosos, nos bicos grandes e dentro da boca aberta. Porra escorria pelos lábios, queixo, pescoço e pingava nos mamilos sensíveis. Ana permaneceu imóvel, recebendo tudo com gemidos baixos, engolindo o que caía na boca e sentindo o gosto forte e salgado pela primeira vez em tamanha quantidade. Quando terminaram, o rosto e o peito dela estavam completamente cobertos de sêmen espesso. Pedro sorriu satisfeito, acariciando o cabelo dela: — Boa garota. Esse é o seu lugar, Ana… de joelhos, tomando banho de porra como a putinha submissa que você nasceu pra ser. Ana, ainda ajoelhada, coberta de porra e tremendo de excitação, murmurou com voz rouca e obediente: — Obrigada, Pedro… e obrigada a vocês… foi meu primeiro banho de porra… e eu amei.
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