Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Herança do Pai



*Para entender está continuação leias as partes anteriores da saga Incestuosa de Ana.
Naquela mesma noite, o pai e o tio de Ana receberam as fotos e vídeos que ela fora obrigada a enviar. O pai ficou em choque ao ver a filha caçula de joelhos, amarrada, gemendo palavras degradantes enquanto era usada por Paulo. Uma mistura explosiva de raiva, excitação proibida e profunda humilhação tomou conta dele. Ele enviou um áudio com voz rouca e trêmula:
— Filha… o que aconteceu? como seu Paulo descobriu? Isso não pode estar acontecendo…
O tio Roberto respondeu com uma mensagem escrita, visivelmente abalado: “Aninha… você está bem? Como ele ficou sabendo? Precisamos fazer algo a respeito.”
_Ana respondeu a ambos revelando sobre a câmera de monitoramento posicionada na lateral do prédio a qual registrou tudo que aconteceu naquela noite...
No dia seguinte, o pai de Ana, desesperado para proteger a imagem da família, procurou Paulo em particular e ofereceu uma quantia generosa de dinheiro para que ele destruísse a fita e deletasse todo o material.
Paulo ouviu a proposta com um sorriso sarcástico, depois riu na cara do pai de Ana:
— Não tem dinheiro que pague ver a filhinha do papai sendo uma puta submissa do funcionário negro. Você já encheu a buceta e o cu da sua filha de leite naquela noite do churrasco… e agora vem bancar o moralista?
O pai ficou indignado e negou veementemente qualquer possibilidade de ceder a mais exigências. Paulo, com olhar frio e autoritário, continuou:
— Se você quer mesmo que eu mantenha tudo em segredo, tem uma condição. Na próxima noite que eu estiver de plantão na sala de monitoramento, você e Ana vão descer até lá. Quero assistir ao vivo o incesto pai e filha. Quero ver você fodendo sua própria putinha enquanto eu gravo tudo.
O pai saiu humilhado, sem resposta imediata, o rosto vermelho de raiva e vergonha.
Dois dias depois, pressionado pelo medo do escândalo, o pai cedeu. Na noite em que Paulo estava de plantão, pai e filha foram juntos até a sala de monitoramento. Ana tremia inteira, vestindo apenas um vestido leve e curto. Paulo trancou a porta, sentou-se na cadeira principal e ordenou com voz grave:
— Tire a roupa dela devagar. Quero ver o pai tirando a roupa da própria filha.
Com as mãos trêmulas, o pai obedeceu, despindo Ana até deixá-la completamente nua diante dos monitores. Paulo sorriu satisfeito e ordenou:
— Ana, chupe o pau do seu pai.
Ana, com lágrimas escorrendo, ajoelhou-se diante do pai e obedeceu, segurando o pau dele e chupando com a boca quente enquanto Paulo gravava tudo de perto.
Paulo ria baixinho, humilhando o pai de Ana:
— Olha só…que velho pervertido , fode até a própria filha novinha. Nós pobres achávamos que os ricos não faziam esse tipo de putaria, mas na verdade vocês fazem muito pior.
Em seguida, Paulo exigiu com tom debochado:
— Agora conta pra mim, com detalhes sujos. Como começou essa tara de querer foder sua própria filha? Há quanto tempo você sonha em encher a buceta e o cu dela de leite?
O pai, vermelho de vergonha mas excitado, revelou entre gemidos os detalhes , enquanto Ana continuava chupando:
— Desde que ela completou 14 anos… eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela… batia punheta fantasiando com a Aninha…
Paulo riu alto, satisfeito com a humilhação. Depois ordenou:
— Agora fode ela. Coloque ela de quatro sobre a mesa. Quero ver tudo de perto.
Ana foi posicionada de quatro sobre a mesa, chorando baixinho de humilhação. O pai, excitado apesar da vergonha, penetrou a filha enquanto Paulo gravava tudo, dando comandos precisos:
— Mete mais fundo. Segura o cabelo dela. Diz pra ela que é a putinha do papai.
O pai, dominado pelo desejo proibido, metia com força crescente, gemendo enquanto Ana soluçava e gemia ao mesmo tempo. Paulo assistia com prazer sádico, alternando entre gravar e dar ordens humilhantes. A cena durou longos minutos, com o pai gozando dentro da própria filha sob o olhar atento e o registro de Paulo.
Ao final, Paulo sorriu friamente:
— Agora sim estamos quites… por enquanto, e ordenou que fossem embora.
Passados alguns dias , Paulo enviou uma mensagem curta e imperativa para Ana:
“Hoje às 22h. Depósito de serviço do prédio. Vista apenas o short branco justo e o top fino. Não se atrase.”
Ana tremeu ao ler. O depósito de serviço era um espaço simples, com paredes de concreto, prateleiras de materiais de limpeza e ferramentas — um local reservado aos funcionários de manutenção, longe do luxo dos apartamentos. Ser usada ali, por um homem de classe inferior, intensificava sua degradação de forma crítica.
Quando chegou, vestindo exatamente o que ele ordenara, Ana encontrou Paulo esperando. Ao lado dele estava um jovem alto, de pele negra, corpo atlético e traços juvenis — seu filho, Wesley, que acabara de completar 18 anos.
— Esta é a putinha de que te falei — disse Paulo com orgulho, segurando Ana pelo braço e empurrando-a para dentro do depósito. — Ana, este é meu filho Wesley. Hoje ele vai aprender como se usa uma vadia de classe alta como você.
Ana sentiu o sangue gelar. Lágrimas brotaram imediatamente.
— Seu Paulo… por favor… não… isso não estava combinado… — sussurrou, a voz falhando.
Paulo riu baixinho e vendou seus olhos com a mesma faixa escura usada da primeira vez.
— Fique de quatro no colchão ali — ordenou ele, guiando-a até um colchão simples jogado no chão do depósito. — Mãos apoiadas e bunda empinada. Wesley vai te foder primeiro. Você não vai ver… só vai sentir.
Ana obedeceu, tremendo violentamente. O short branco justo já estava enfiado entre suas nádegas generosas. De quatro, com os olhos vendados, no depósito de serviço do prédio onde sua família era respeitada, a humilhação era avassaladora.
Wesley, excitado e nervoso, baixou o short dela e esfregou o pau jovem, grosso e veioso contra a buceta molhada de Ana. Quando ele a penetrou com uma estocada firme, abrindo sua buceta apertada, Ana soltou um gemido alto e agudo, quase um grito abafado:
— Aaaahhh…! Meu Deus… tão grosso… está me abrindo toda…!
O pau de Wesley esticava suas paredes internas de forma implacável, fazendo-a gemer alto e descontroladamente enquanto ele metia com vigor juvenil.
Paulo segurou sua cabeça e enfiou o pau grosso em sua boca. Depois, decidiu intensificar o castigo: trocou de posição com o filho. Enquanto Wesley enfiava o pau grosso na boca de Ana, Paulo posicionou-se atrás dela e pressionou contra seu cu apertado, sodomizando-a com estocadas profundas e ritmadas.
— Chupa o pau do meu filho direito enquanto eu arrombo esse cu de moça fina — rosnou Paulo.
Ana, vendada, gemendo alto ao redor do pau de Wesley e sendo sodomizada pelo pai dele, entrou em transe. Entre soluços e gemidos descontrolados, palavras obscenas jorravam de sua boca:
— Ahhh… me fode… fode meu cu com força, Seu Paulo… o pau do seu filho é tão grosso na minha boca… sou uma puta nojenta que adora levar rola preta no depósito…… quero leite de pai e filho me enchendo…
Quando ambos gozaram — Wesley enchendo sua boca e Paulo profundamente em seu cu —, Ana desabou tremendo, chorando copiosamente de vergonha e terror, mas com o corpo convulsionando em orgasmos sucessivos.
Paulo removeu a venda devagar e olhou para ela com satisfação:
— Amanhã você volta. E da próxima vez, talvez eu chame mais alguns amigos do prédio. Entendeu seu novo lugar, putinha?
Ana, suja, marcada e cheia de sêmen, apenas assentiu com a cabeça, completamente rendida. A porta do vício e da humilhação havia se aberto ainda mais, e ela já não tinha forças — ou desejo — para fechá-la.
A partir daquele dia, sempre que Ana descia para “visitar” Seu Paulo, ele a tratava como sua escrava branca particular. Em um momento de alto risco, ele a fez ajoelhar nas escadas de emergência entre andares, com o pau grosso e as duas bolas grandes enfiados na boca dela enquanto moradores passavam perto. Ana chupava com desespero, lágrimas nos olhos, até Paulo ejacular fartamente em sua boca fazendo ela engolir até a última gota, o coração acelerado pelo medo de ser descoberta.
Em outra oportunidade, na garagem subterrânea, tarde da noite, Paulo a encostou contra um pilar, abaixou o short dela e fez com que ela chupasse seu pau e as suas bolas pesadas novamente , depois a penetrou de pé alí mesmo, enquanto carros passavam. A adrenalina do risco de ser vista por algum vizinho deixava Ana molhada e trêmula, gemendo baixinho enquanto obedecia.
A humilhação constante de ser usada como objeto sexual por um homem negro de classe inferior — e agora também por seu filho — em espaços comuns do prédio transformava Ana cada vez mais em uma submissa sem volta.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


265328 - Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Fita Proibida - Categoria: Incesto - Votos: 2
265227 - Noites Proibidas de Verão – Desejos revelados na noite do churrasco! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265116 - Comendo minha irmã novamente – A História Continua! - Categoria: Incesto - Votos: 5
264898 - Irmãos , o vício Incestuoso ! - Categoria: Incesto - Votos: 3
264800 - Entregue ao pecado:como me tornei mulher da família! - Categoria: Incesto - Votos: 9
264729 - Da fantasia ao incesto na casa paterna! - Categoria: Incesto - Votos: 8
264700 - Ganhei outro pai aos 19 anos! - Categoria: Incesto - Votos: 14
264565 - Concertando o Computador da Minha Irmã: Descobri que Ela Adora Dar o Cu! - Categoria: Incesto - Votos: 16
264467 - Flagrei meu pai fodendo minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 6
264345 - Padrasto negro, enteada crente! - Categoria: Incesto - Votos: 12
264304 - Estou namorando meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 14
264263 - Filha, enteada e padrasto comedor! - Categoria: Incesto - Votos: 10
264207 - Noites Proibidas de Verão: a descoberta do Tio! - Categoria: Incesto - Votos: 5
264047 - Flagrei meu filho de 19 fodendo a irmã de 16! - Categoria: Incesto - Votos: 15
263925 - Com Cara e Coragem me tornei mulher do meu pai e irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 15
263886 - Noites Proibidas de Verão: O Segredo Revelado! - Categoria: Incesto - Votos: 6
263783 - Noites proibidas de Verão! - Categoria: Incesto - Votos: 10
263748 - Mateus Cavalo! - Categoria: Incesto - Votos: 11
263733 - Meu marido sonhou e meu irmão realizou! - Categoria: Incesto - Votos: 16
263685 - Onde come filho , come pai! - Categoria: Incesto - Votos: 12
263441 - Brincando comi a bunda da minha Irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 12
263388 - Na janela com meu padrasto! - Categoria: Incesto - Votos: 16
263380 - Morando com meu avô! - Categoria: Incesto - Votos: 18
263284 - Estratégia para comer minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 16
263160 - Como virei a mulher do meu padrastro ! - Categoria: Incesto - Votos: 16
263095 - Sozinho com minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 19
263041 - Minha Inocente Filha Gamer – Final - Categoria: Incesto - Votos: 19
262977 - Minha Inocente Filha Gamer – parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 22
262898 - Minha Inocente Filha Gamer - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 25
262836 - Minha Inocente Filha Gamer - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 30

Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Noites Proibidas de Verão – Sombras da Rendição – A Herança do Pai

Codigo do conto:
265415

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0