Eduardo, o namorado e dono absoluto de Ana, planejou tudo com frieza pervertida. Bruninho, seu melhor amigo de longa data — conhecido como Brunera entre os íntimos —, completaria 16 anos. Bruninho sempre confessara, em noites de resenha, que adorava comer um cu apertado e que tinha uma fantasia secreta com Ana, a namorada gostosa de Eduardo. Eduardo, que tratava Ana como sua putinha particular e obediente, decidiu dar o presente mais sujo possível: a própria namorada para uma tarde inteira de putaria sem limites, com forte ênfase em humilhação e treinamento de obediência. — Bruninho, vamos só nós três para a sua chácara no sábado. Os outros convidados só chegam domingo. Quero te dar um presente especial de aniversário — disse Eduardo com um sorriso malicioso. Bruninho aceitou na hora, sem imaginar a magnitude do que estava por vir. No sábado pela manhã, os três chegaram à chácara isolada. O sol brilhava forte e o ar cheirava a mato e terra úmida. Assim que desceram do carro, Eduardo segurou Ana pelo queixo com firmeza, olhando nos olhos dela: — Hoje você é o presente de aniversário do Bruninho, putinha. Vai obedecer tudo que ele mandar, sem reclamar. E vai contar pra ele todos os detalhes sujos da sua vida. Entendeu? Ana engoliu em seco, o coração acelerado, mas a buceta já começando a molhar. Ela assentiu: — Sim. Sou tua putinha... e hoje sou dele também. Bruninho, ainda sem entender completamente, riu nervoso. Eduardo revelou o plano: — Bruninho, parabéns. Ana é sua o dia inteiro. Pode usar ela como quiser. Ela é minha putinha, mas hoje é sua também. E ela vai te contar tudo sobre a família dela... inclusive o pai. Bruninho arregalou os olhos, o pau endurecendo instantaneamente dentro da bermuda. Ele puxou Ana para si e a beijou com fome, apalpando os seios fartos por baixo da blusa fina. Suas mãos desceram até a bunda redonda, apertando com força. — Eduardo... você é foda pra caralho. Vou comer esse cu gostoso o dia inteiro. A tarde começou na beira da piscina. Bruninho mandou Ana tirar toda a roupa e ficar de quatro na borda. Ele cuspiu generosamente no cuzinho rosado de Ana e pressionou a cabeça grossa do pau contra a entrada apertada. Empurrou devagar, saboreando a resistência, até a cabeça entrar. Ana gemeu alto, sentindo o pau de Bruninho invadir seu cu. — Isso, putinha... aperta meu pau no teu cuzinho apertado — rosnava Bruninho, segurando os quadris dela e empurrando mais fundo, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Eduardo assistia sentado na espreguiçadeira, o pau na mão, filmando tudo com o celular. Bruninho começou a estocar com força crescente, o som molhado e obsceno ecoando. Cada estocada fazia os seios de Ana balançarem. Ele dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. Eduardo, com um sorriso sádico, ordenou: — Mete com força, Bruninho. Faz essa puta peidar no teu pau. Bruninho obedeceu, socando fundo. Ana descontrolada peidou no pau dele, o cuzinho apertado contraindo de prazer ao redor da rola grossa. O ato era profundamente depravado e íntimo, aumentando a excitação de todos. Ana gemeu envergonhada, mas entregue: — Ai... peidei no teu pau... me fode mais forte, Bruninho... quero mais rola no meu cu... Bruninho ficou ainda mais excitado com o momento sujo, estocando com brutalidade, sentindo o cuzinho dela pulsar ao redor dele. Enquanto Bruninho arrombava o cu de Ana, Eduardo começou o treinamento de obediência e humilhação: — Agora conta pro Bruninho sobre o seu pai, putinha. Conta em detalhes como o pau dele é grosso e como você goza quando ele te fode. Ana, com a voz entrecortada pelos gemidos, obedeceu: — O pau do meu pai é enorme... grosso, cheio de veias... quando ele mete em mim eu sinto que sou completamente dele... eu gozo tão forte que minha buceta aperta o pau dele como se não quisesse soltar nunca... Bruninho, excitado com a confissão, estocava ainda mais forte: — Porra, que família depravada... continua contando, Ana. Quero ouvir tudo enquanto eu arrombo esse cu. Ana continuou narrando os detalhes mais sujos — as fotos secretas, as sessões com o pai e Flávio, a orgia com o caseiro — enquanto era usada sem piedade. Cada confissão era acompanhada de tapas na bunda e estocadas profundas. No meio da tarde, eles levaram Ana até o estábulo. Lá, Eduardo ordenou que ela ficasse completamente pelada no feno. Eles a posicionaram de quatro em frente a um cavalo . Ana, tremendo de vergonha e excitação proibida, foi obrigada a esfregar o pau grosso e longo do animal na sua buceta e no cu. O pau do cavalo era enorme, quente e pulsante. Ela esfregava a cabeça grossa contra os lábios da buceta, depois contra o cuzinho, gemendo de tesão proibido. — Isso, putinha — ordenou Eduardo. — Esfrega bem o pau do cavalo na sua bucetinha e no seu cuzinho. Mostra pro Bruninho como você é depravada. Bruninho, excitadíssimo, masturbava-se assistindo. Depois, Eduardo mandou Ana lamber e chupar o pau e as bolas do cavalo. Ela obedeceu, passando a língua pela cabeça grossa, lambendo as bolas pesadas enquanto os dois machos a fodiam por trás. Bruninho metia no cu dela enquanto ela chupava o pau do animal, Eduardo na buceta. A cena era de uma depravação extrema, com Ana gemendo como uma vadia completa. — Chupa o pau do cavalo, putinha — exigia Bruninho. — Mostra como você gosta de obedecer. Ana lambia e chupava com devoção, o gosto forte e animal enchendo sua boca enquanto era duplamente penetrada. Os dois gozaram dentro dela, enchendo buceta e cu de porra quente. O resto do dia e o início da noite foram uma maratona de putaria sem limites. Bruninho fodeu o cu de Ana em todas as posições imagináveis: de quatro na grama, cavalgando nele na piscina, e até contra a parede da casa. Ele gozava dentro, depois continuava, usando a própria porra como lubrificante, esticando o cuzinho dela ao limite. Ana, completamente entregue, gemia como uma putinha insaciável: — Me fode mais, Bruninho... me arromba o cu... sou tua putinha hoje. Ao final do dia, Bruninho, exausto e satisfeito, abraçou Eduardo: — Cara, esse foi o melhor presente de aniversário da minha vida. Ana é uma putinha perfeita. Eduardo sorriu, acariciando o cabelo de Ana, que estava ajoelhada entre os dois, melada de porra: — Ela é. E agora você também é dono dela quando eu permitir. A saga de Ana como putinha obediente ganhou um novo dono. A depravação só tendia a crescer.
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