Entregue ao pecado:como me tornei mulher da família!
Meu nome é Camila e acabo de completar 17 anos. Nasci e cresci no Sítio São Bento, no interior do Rio Grande do Sul. Mauro, meu pai, tem 48 anos e sempre foi um homem respeitado: trabalhador incansável, forte e bonito. Minha mãe era frágil e faleceu após uma doença grave, deixando nossa casa silenciosa e vazia. Bruno, meu irmão mais velho, tem 22 anos; Mateus tem 19 . Nós três crescemos ajudando no sítio desde cedo, plantando milho, cuidando do gado e trabalhando duro todos os dias. Foi depois da morte da minha mãe que tudo mudou. Algumas semanas após o enterro, acordei com barulhos abafados vindos do quarto do meu pai, que era colado ao meu. Movida pela curiosidade precoce que sempre me definiu, caminhei descalça pelo piso de madeira e espiei pela fresta da porta entreaberta. O que vi me deixou paralisada, com o coração disparado. Sentado na beira da cama, com a calça abaixada, meu pai movia a mão com urgência sobre um pau colossal — grosso como o meu pulso, longo, veioso, de uma dimensão impressionante que eu jamais imaginara possível. Aos 17 anos, com os hormônios em ebulição, senti um choque imediato percorrer meu corpo inteiro. Aquele membro enorme pulsava, a cabeça avermelhada brilhando de excitação. Ele acelerou o movimento, o rosto marcado por desejo reprimido e profunda solidão. Quando gozou, jatos abundantes e potentes de leite branco e espesso irromperam com força, caindo em grande quantidade sobre o pano que segurava. Parecia não ter fim. A visão daquele pau gigantesco e da ejaculação tão copiosa despertou algo primitivo e incontrolável em mim. Naquele instante, entrei em cio pelo meu próprio pai. Sabia que era totalmente proibido — incesto, um pecado grave —, mas o desejo queimava forte entre minhas pernas. Meu corpo reagiu com calor intenso, os seios sensíveis e a mente inundada por pensamentos proibidos. O medo me consumia, mas a excitação era ainda mais poderosa. A partir daquela noite, iniciei um jogo sutil de sedução. Usava vestidos mais leves que valorizavam minhas formas — herdara da minha mãe uma bunda grande, redonda e firme, e o trabalho no sítio moldara minhas coxas grossas e fortes. Roçava meu corpo no dele ao passar, pedia ajuda para carregar coisas pesadas e demorava um segundo a mais encostada nele. Meu pai notava algo no ar, mas resistia. Ele cedeu numa tarde quente de verão, no celeiro. Ao me ver inclinada sobre um monte de feno, suas mãos calejadas seguraram minha cintura. Senti seu cacete grosso e latejante pressionar minha bunda. Só olhei para trás, sem dizer nada; meu instinto sabia o que iria acontecer. Ele levantou meu vestido, tirou minha calcinha e me fez ficar de quatro sobre o feno. Abriu as bandas da minha bunda e invadiu minha buceta com a língua quente, arrancando de mim um urro quase animal. Após revezar de forma devassa a língua na buceta e no cu, posicionou aquele pau colossal contra minha buceta virgem. Foi empurrando devagar, centímetro por centímetro. A dor foi ardente, mas aguentei. Ele gemeu rouco, movendo-se lento e profundo como um cavalo sobre a égua. Depois de mais de meia hora fodendo e me fazendo gozar pela primeira vez no pau de um homem, ele gozou fora, com jatos abundantes explodindo sobre minhas costas, minha bunda e até meu cabelo. A partir daquele dia, o sexo entre nós se intensificou de forma selvagem. Trepávamos como animais em todos os cantos do sítio, sempre com cuidado para meus irmãos não verem. No galinheiro, ele me encostava na parede e metia forte por trás, minhas coxas tremendo enquanto eu mordia o braço para não gemer alto. Atrás da cerca da roça, eu levantava o vestido e ele me fodia em pé, seu pau colossal abrindo minha buceta molhada. No paiol, de quatro sobre o feno, ele me comia com força, as bolas batendo contra minha bunda grande. Eu gozava tremendo, o medo do incesto sempre presente, mas o prazer vencia. Certa noite, fugi para o quarto dele. Meu pai me deitou na cama, abriu minhas pernas e meteu fundo, gemendo baixo. Outras noites eu o chupava, tentando colocar o máximo possível daquele pau enorme na boca, engasgando enquanto ele segurava minha cabeça. Ele tinha pavor de me engravidar. — Não posso te deixar prenha, Camila. Seria um escândalo. Tem que ser fora, sempre fora. Bruno nos descobriu meses depois. Uma tarde, ele nos flagrou no celeiro: eu de quatro, meu pai metendo forte por trás com seu pau colossal. Bruno parou na porta, o olhar cheio de choque. — Camila? Pai?! Meu pai saiu rapidamente, gozando no chão. Bruno saiu correndo e ficou dias sem falar com ninguém. Num dia em que meu pai foi à cidade, chamei Bruno para o celeiro. Ele relutou, mas eu me aproximei: — Bruno... você viu o que viu. Eu sei que é errado, mas ninguém precisa saber o que acontece aqui no sítio. Você também quer que eu seja mulher sua? Seus olhos brilharam. Ele me agarrou com fúria, virou-me de quatro contra um sofá velho, levantou meu vestido e meteu com fome, estocadas brutas e profundas. Diferente do meu pai, ele não se controlou e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de leite quente. Eu gozei forte, tremendo. Mateus, que voltara mais cedo, ouviu os gemidos e espiou pela fresta da porta. Viu Bruno me comendo com força, minha bunda balançando. Ele baixou a calça e bateu punheta furiosamente, assistindo tudo. Quando Bruno saiu de dentro de mim, Mateus entrou no celeiro, pau latejando na mão. — Eu vi tudo... Quero também. Deixa eu meter em você minha irmã. Bruno olhou surpreso, mas excitado. Eu, ainda de quatro e pingando, disse: — Vem, Mateus... vem comer sua irmã também. Enfia esse pau na minha buceta. Mateus me agarrou e meteu com força: — Caralho, mana... que buceta quente... — Isso, Mateus... me come... goza dentro da sua irmã — implorei, tremendo de prazer. Ele gozou dentro de mim, enchendo-me de porra quente. Quando meu pai voltou, contei tudo. Assustado, trouxe remédio para eu não engravidar. A partir de então, recebi o leite dos três sem medo. Meu pai, liberado, começou a gozar dentro de mim também. Uma noite, no quarto dele, após me foder na buceta, ele pediu: — Quero teu cu, Camila. Tua mãe nunca deixou... Aceitei, com medo e excitação. Ele cuspiu no pau colossal, posicionou a cabeça grossa no meu anel virgem e empurrou devagar. A dor foi lancinante, mas aguentei. Quando estava todo dentro, meteu com vontade acumulada e gozou fundo no meu cu, me fazendo gozar também com sua tora pulsando dentro de mim. Nossa relação evoluiu para os três me possuírem juntos. No celeiro, eu de quatro, meu pai metendo no meu cu enquanto Bruno enchia minha buceta, revezando e enchendo-me de porra. Mateus alternava buracos e gozava dentro de mim. Eu gozava sem parar, o corpo suado e marcado, o pecado pesando na consciência, mas o desejo animal mais forte. Trabalhamos juntos, o sítio cresceu e compramos mais gado. A fotografia tirada naquela tarde dourada — meus irmãos me abraçando junto com meu pai, eu no centro, corpos próximos, olhares intensos — eterniza o momento em que o desejo explodiu. Pendurada na sala, ela me lembra o caminho desde os primeiros espiamentos e minha curiosidade precoce até a depravação familiar completa. Até hoje, recordar aqueles dias após a morte da minha mãe faz meu corpo reagir. Foi intenso, proibido, sórdido e inesquecível.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.