Tenção e incesto no assalto na favela !



Ana e Lucas moravam num barraco simples de tijolos à vista e chão de cimento cru, no alto de uma favela da Zona Norte do Rio de Janeiro. A mãe deles, dona Rosa, trabalhava como doméstica numa casa rica na Zona Sul. Saía de casa todo dia antes das cinco da manhã e só voltava depois das oito da noite, exausta. Isso deixava os irmãos sozinhos grande parte do dia, dividindo o mesmo quartinho apertado, o mesmo calor, o mesmo cheiro de suor e o mesmo desejo proibido que crescia silenciosamente entre eles.
Era fim de tarde quente e úmido. O ventilador velho girava devagar no teto, mal mexendo o ar pesado. Ana, 19 anos, era uma cavalona gostosa: pele morena dourada pelo sol da laje, cachos pretos volumosos caindo nos ombros, seios fartos e pesados que balançavam naturalmente, cintura marcada, quadril largo e uma bunda grande, redonda e empinada que esticava qualquer roupa. Coxas grossas e firmes completavam o corpo que chamava atenção na favela. Vestia apenas um top cropped amarelo bem justo, que mal continha os seios, marcando claramente os bicos duros, e um shortinho minúsculo da mesma cor que deixava metade da bunda e as coxas grossas à mostra. Estava descalça, suada, brilhando.
Lucas, 22 anos, era alto e musculoso, peito largo, abdômen definido, braços fortes. Usava só uma bermuda branca de nylon com listras vermelhas nas laterais, o tecido fino marcando o volume grosso do pau que já estava semi-duro.
Ana posava no meio do quartinho, perto da cama com lençóis marrons amarrotados. Empinava a bunda grande, mão na cintura, sorrindo safada:
— Mano, tira uma foto minha assim… vou postar... eu tô me sentindo gostosa hoje — riu ela.
Lucas sorriu, pegando o celular, o olhar descendo sem vergonha pelos seios fartos e pelas coxas grossas da irmã. Antes que conseguisse abrir a câmera, a porta fina de madeira foi chutada com violência.
Três assaltantes armados invadiram o barraco, suados e agressivos.
— Passa tudo! Celular, dinheiro, corrente! Rápido!
Os irmãos entregaram o pouco que tinham. Mas os ladrões não se contentaram. O líder, o mais safado, olhou pros corpos quase nus e riu com malícia:
— Porra, olha esses dois… já estão quase pelados. Tira tudo. A roupa vende, e a gente ainda vai se divertir.
Sem escolha, Lucas desamarrou a bermuda. O pau grosso, veioso, com cabeça rosada e pesada, saltou livre, endurecendo rapidamente. Ana, tremendo de vergonha, tirou o top. Seus seios fartos pularam livres, pesados, bicos marrons escuros duros. Depois desceu o shortinho pelas coxas grossas, revelando a buceta lisinha, depilada, lábios carnudos já ligeiramente inchados. Ficou completamente nua, tentando cobrir os seios com um braço e a buceta com a outra mão, o corpo inteiro brilhando de suor.
Os assaltantes riram. O mais safado falou, olhos brilhando:
— Quando eu era moleque era louco pra comer a minha irmã. Hoje vou realizar o sonho através de vocês. Vamos ver esses irmãozinhos fodendo gostoso aqui na nossa frente. Agora!
Ana começou a chorar. O safado agarrou seus cachos pretos com força, puxando a cabeça pra trás, forçando ela a arquear o corpo nu:
— Cala a boca, vadia. Prefere dar essa buceta gostosa pro teu irmão… ou prefere dar a buceta e o cu pros três aqui? Escolhe rápido!
Ana soluçou, olhando pro pau latejando do irmão:
— Eu… eu vou foder com o meu irmão… por favor, não me machuquem…
— Boa menina. Grava tudo!" Isso vai render uma grana boa no grupo " — falou para o comparsa.
Um assaltante começou a filmar enquanto os outros tiravam os paus e se masturbavam devagar.
— O assaltante ordena para Ana : ajoelha e chupa o pau e as bolas do teu irmão. Limpa ele direitinho.
Ana se ajoelhou, lágrimas escorrendo, mas a buceta já molhada de excitação . Segurou o pau grosso do irmão, enfiou na boca quente e chupou devagar, lambendo a cabeça grossa, descendo até as bolas pesadas, sugando uma por uma enquanto os assaltantes observavam.
— Ahhhh! Irmã… — gemeu Lucas, voz baixa.
Depois de deixar o pau brilhando de saliva, o safado ordenou:
— Agora senta na rola do teu irmão.
Lucas sentou na beira da cama. Ana montou, abriu as coxas grossas e desceu devagar. A cabeça grossa do pau do irmão abriu os lábios molhados da buceta, esticando ela centímetro por centímetro até engolir tudo. Ana gemeu alto, mistura de vergonha, medo e um prazer proibido que ela não conseguia controlar. Começou a quicar devagar, os seios fartos balançando pesado.
O assaltante deu um tapa firme na bunda dela:
— Fala, safada… quem estava com mais vontade de fazer essa putaria em família? Tu ou teu irmão?
Ana, voz tremendo:
— Eu… eu queria o pau do meu irmão faz tempo… — confessou baixinho, corando de vergonha - descontrolada pela adrenalina e o tesão proibido!
— Mais alto, vadia.
— Eu queria dar pra ele… sou uma safada…
O som molhado da buceta dela subindo e descendo no pau do irmão enchia o quarto. Lucas segurava a bunda grande dela, ajudando no movimento, respirando pesado.
Depois ele virou ela de quatro na cama. Entrou por trás, socando fundo na buceta quente e apertada. Ana empinava a bunda, gemendo cada vez mais alto, entregue ao tesão que tomava conta. Gozou primeiro, corpo tremendo, buceta contraindo forte em volta do pau do irmão, mel escorrendo pelas coxas grossas. Lucas urrou e explodiu dentro dela, enchendo a buceta de jatos grossos e quentes de porra que transbordaram.
Os assaltantes gozaram também, jorrando no chão e nas coxas dela.
O líder, com o pau duro novamente, ordenou:
— Agora chupa de novo o pau do teu irmão pra lubrificar.
Ana chupou o pau do irmão com gosto de buceta, lambendo tudo com menos resistência agora.
Depois a posicionou de quatro, bunda grande empinada. Lucas cuspiu e enfiou devagar no cuzinho apertado. Ana gemeu alto quando o pau do irmão abriu seu cu virgem. Ele começou a meter, primeiro devagar, depois com mais ritmo, fodendo o cuzinho com estocadas firmes. Ana gemia, empinando mais, o prazer proibido vencendo o resto.
— Meu irmão tá no meu cu… — murmurou ela, voz rouca.
Lucas gozou forte dentro do cu dela, enchendo o intestino de porra quente. Quando tirou, o cu da irmã piscava, vazando leite branco que escorria até a buceta.
Os assaltantes guardaram os celulares, rindo satisfeitos. O líder deu um último tapa na bunda de Ana e falou para Lucas:
— Me agradece, irmãozinho. Aposto que você já estava com vontade de socar na tua irmã há muito tempo, hahahahah!
Eles saíram batendo a porta, rindo enquanto desciam o beco.
Silêncio.
Ana e Lucas se olharam, nus, suados, sujos de porra. O desejo explodiu de vez. Ele puxou ela com força e os dois se beijaram de língua, apaixonados, famintos. Línguas se enrolando, saliva escorrendo, mãos explorando os corpos sujos.
— Mana… eu confesso — murmurou Lucas entre beijos, voz rouca. — Eu era louco pra comer você. Todo dia batia punheta pensando nessa buceta, nessa bunda… sonhava em te foder como irmão.
Ana apertou o pau dele, olhando nos olhos:
— Eu também, mano… queria seu pau dentro de mim faz tempo. Sonhava que meu irmão me comia, me enchia todinha… agora eu sou tua de verdade. Sem pudor nenhum.
Foram juntos para o pequeno banheiro . Debaixo da água fria, se beijaram novamente. Lucas encostou Ana na parede, levantou uma das coxas grossas dela e meteu na buceta mais uma vez, fodendo com vontade enquanto a água escorria. Depois virou ela de costas, abriu a bunda grande e enfiou no cu novamente, socando fundo, gemendo no ouvido dela:
— Agora é pra sempre, mana… essa buceta e esse cu são meus.
Ana gozou apertando o pau do irmão, e ele encheu ela de porra mais uma vez antes da mãe chegar do trabalho.
Os dois sabiam: depois daquele dia, o tabu tinha virado vício eterno.
Alguns dias depois
A mãe ainda não sabia de nada. Ana e Lucas, cada vez mais viciados, esperaram ela sair para o trabalho e não aguentaram esperar até a noite. Na sala, no sofá velho de tecido surrado, Ana estava completamente nua, cavalgando o irmão com vontade. A buceta dela engolia o pau grosso de Lucas, subindo e descendo ritmadamente, as coxas grossas tremendo, os seios fartos balançando pesado no rosto dele. Gemidos molhados enchiam a sala.
— Ai, mano… me fode gostoso… me enche de novo… — sussurrava ela, rebolando fundo.
Lucas apertava a bunda grande da irmã, metendo pra cima com força.
De repente a porta da frente se abriu. Dona Rosa entrou mais cedo, carregando sacolas. Parou imediatamente ao ver a cena: a filha cavalgando o pau do irmão no sofá da sala.
Os três congelaram. Ana ainda empalada, buceta pulsando em volta da rola do irmão. Rosa ficou parada, olhos arregalados de completo choque, boca aberta, mas não gritou nem interrompeu. Apenas ficou olhando por alguns segundos eternos antes de virar o rosto, largar as sacolas e ir direto para o quarto sem dizer uma palavra.
O jantar daquela noite foi silencioso e tenso. Depois de comerem, Rosa respirou fundo e chamou os filhos:
— Ana, Lucas… venham aqui na sala. Precisamos conversar sério.
Sentados no mesmo sofá, os irmãos estavam visivelmente nervosos. Rosa, com uma calma surpreendente, perguntou:
— Como tudo isso começou? Quero ouvir a história completa.
Lucas contou tudo com detalhes: o assalto, os assaltantes os obrigando a tirar a roupa, a ameaça, a humilhação de foder na frente deles, o medo misturado com o tesão proibido que surgiu ali e não parou mais.
Rosa ouviu atentamente, sem interromper. Quando o filho terminou, ela ficou em silêncio por alguns segundos, depois perguntou com voz baixa e direta:
— Vocês provaram… e gostaram, não é mesmo?
Ana e Lucas se olharam, envergonhados, mas concordaram com a cabeça.
Rosa suspirou, um leve sorriso compreensivo aparecendo nos lábios. Olhou para os filhos e revelou algo chocante:
— Eu também vivi uma experiência parecida quando era mais nova… com o meu pai, o avô de vocês. Aconteceu mais de uma vez. Foi um segredo que carreguei a vida inteira. Eu entendo o que vocês estão sentindo.
Os irmãos ficaram atônitos, olhos arregalados. Rosa continuou com seriedade:
— Só peço duas coisas: sejam discretos. Ninguém pode descobrir isso. E tomem muito cuidado para Ana não engravidar do irmão. Usem proteção ou controlem o período. O resto… é da conta de vocês.
Ela se levantou, deu um beijo na testa de cada um e foi para o quarto, deixando Ana e Lucas sozinhos, chocados e ao mesmo tempo aliviados.
Naquela mesma noite, depois que a mãe dormiu, Ana foi devagar até o quarto de Lucas e montou nele novamente. O vício da família agora tinha uma bênção silenciosa.
Foto 1 do Conto erotico: Tenção e incesto no assalto na favela !

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Foto 3 do Conto erotico: Tenção e incesto no assalto na favela !

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Tenção e incesto no assalto na favela !

Codigo do conto:
265517

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/06/2026

Quant.de Votos:
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