Meu nome é Fernanda, tenho 17 anos e sou evangélica. Fui introduzida na religião por minha mãe e meu pai biológico, evangélicos e metódicos , que me criaram com rígida disciplina moral. Após o divórcio, minha mãe se casou com João, um homem negro, forte, dono de uma borracharia próxima ao nosso bairro. Embora ele seja meu padrasto , nossa relação sempre foi marcada por certa formalidade e distância. Eu o chamava de “seu João” ou “padrasto” com respeito, e ele me tratava como a filha de sua esposa, embora eu percebesse, às vezes, olhares mais prolongados que me deixavam confusa. Por causa da criação que recebi, sempre fui contida e comportada. Nunca havia saído ou namorado até completar 17 anos, quando comecei a namorar um garoto da paróquia, com a bênção dos meus pais e do pastor. Meus pais sempre se preocuparam com meu corpo, que desde cedo desenvolveu curvas generosas. Minha pele é branca, meus cabelos negros e lisos, meus seios grandes e arredondados, a cintura fina, as coxas grossas. O que mais me causava vergonha é minha bunda, grande, carnuda e empinada , que marcava qualquer peça de roupa. Meu pai biológico costumava dizer que eu era “voluptuosa e propícia ao pecado”, obrigando-me a usar saias jeans longas na igreja. Estou cursando o segundo ano do ensino médio e vou ao colégio todos os dias de ônibus. Meu uniforme consiste em calça jeans e camisa branca; mesmo assim, a calça adere ao meu corpo, marcando o contorno pronunciado da minha bunda. No trajeto, passo diariamente pela borracharia do meu padrasto. João, com seus 46 anos, frequentemente parava o que estava fazendo para me observar dos pés à cabeça. Eu baixava o olhar, envergonhada, lembrando-me dos alertas constantes sobre o perigo do pecado que meu pai me falava. Quando comecei o namoro, meu corpo despertou para sensações novas e inquietantes. Os beijos de língua com meu namorado faziam meu corpo arder, e eu sentia sua excitação roçando contra mim. Um dia, escondidos no banheiro do colégio, ele me virou de costas e me agarrou por trás. Aquela fricção do pau duro contra minha bunda revelou o prazer proibido que a igreja tanto condenava. Nosso relacionamento, porém, nunca avançou além de beijos e amassos, pois pretendíamos nos casar virgens. Essa experiência tornou-me mais consciente do desejo que meu corpo provocava, inclusive no olhar de meu próprio padrasto. Um dia, decidi faltar às aulas propositalmente. Ao invés de ir ao colégio, tomei o ônibus no horário habitual, mas desci próximo à borracharia. Passei lentamente e, como sempre, João acompanhou meu caminhar com o olhar fixo na minha bunda. Olhei para trás e o vi apertando o pau por cima da calça enquanto me enviava um beijo. Senti um misto de vergonha profunda e uma curiosidade proibida. A culpa me consumia — ele era meu padrasto, marido da minha mãe —, mas uma ânsia desconhecida crescia dentro de mim. No dia seguinte, vesti uma calça jeans antiga, de quando tinha 14 ou 15 anos, extremamente justa, que entrava profundamente entre minhas nádegas. Por baixo da blusa, coloquei um sutiã branco de renda que deixava os mamilos levemente marcados. Sentia-me promíscua e pecadora, mas a curiosidade era mais forte que a vergonha. Ao chegar à borracharia, João não estava visível de imediato. Parte de mim sentiu alívio, mas continuei. Ele surgiu carregando um pneu e, ao me ver, parou. Seus olhos percorreram meu corpo com intensidade. Nervosa, forcei um sorriso e pedi: “Padrasto… o senhor teria um copo d’água? Estou com muita sede.” Ele sorriu de forma que me deixou inquieta e respondeu: “Claro, princesinha. Venha por aqui.” Entramos na borracharia. Enquanto eu bebia a água, caminhei pelo ambiente sujo, contrastando com minha aparência arrumada. Ao me virar, ele já estava com a mão apertando o pau por cima da calça, os olhos fixos na minha bunda. Tentei puxar conversa para disfarçar o nervosismo.A mamãe tem trabalhado muito e vocês praticamente não convivem, deve ser difícil para o senhor.Ele se aproximou: “Difícil é pouco, Fernanda, ando com tanto tesão que um dia desses bati uma pensando naquela garota rabuda que passa aqui na frente ( claramente se referindo a mim). Ele apertou o pau com mais força, olhando-me diretamente. Fiquei paralisada. Meu rosto queimava de vergonha. “Padrasto…eu já vou indo só vim beber água mesmo. Fica mais um pouco com seu padrasto Fernanda ando tão carente, e me puxou para perto dele fazendo eu sentir o cacete duro contra minha coxa, eu gaguejei isso não é certo. Eu sou sua enteada… eu não deveria estar aqui”, murmurei, dando um passo para trás. Ele, porém, colocou a mão em minha cintura e me virou de costas com firmeza. “Esse seu rabo é muito gostoso, viu? Eu tento me controlar, mas fico de pau duro toda vez que você passa rebolando na frente da borracharia.” Senti sua mão nas minhas costas, empurrando-me para me curvar sobre a bancada. Meu coração batia acelerado. “Padrasto, por favor… pare. Isso é pecado… eu sou crente, sou virgem”, sussurrei, mas minha voz tremia. Ele soltou um gemido rouco ao ver minha bunda empinada na calça justa: “Que rabo perfeito… Nunca vi nada igual. Só uma olhadinha, princesa. Olhar não tira pedaço.” Hesitei por longos segundos, dividida entre o medo, a culpa religiosa e uma excitação proibida. “Só… só olhar, tá bom? Nada mais”, cedi finalmente, com a voz fraca. Virei de costas, abri o botão e baixei lentamente a calça justa, expondo minha bunda branca e grande. João gemeu alto, tirou o pau para fora — grande, grosso, preto, venoso e completamente duro — e começou a se masturbar enquanto admirava. Sem pedir ele puxou minha calcinha para o lado e roçou a cabeça quente do pau entre minhas nádegas, lambuzando minha pele. Quando pressionou contra meu cu, dei um pulo e tentei me afastar: “Não, padrasto! Isso não! Eu sou virgem… por favor…” Lágrimas surgiram em meus olhos. Ele me segurou firme pela cintura: “Calma, princesinha. Você me deixou assim… começou, agora tem que ajudar o padrasto a aliviar. Ou você quer que eu coloque na bucetinha virgem?” Chorei baixinho, aterrorizada com a ideia de perder minha virgindade. “Então… só atrás… mas vai devagar, por favor”, supliquei, rendendo-me ao desespero e à curiosidade avassaladora. João cuspiu na mão, lubrificou o pau e meu ânus, e começou a forçar a cabeça grossa para dentro. A dor foi intensa e lancinante. Tentei gritar, mas ele tampou minha boca. Lentamente, centímetro a centímetro, enterrou o mastro grosso em meu cu virgem. “Que delícia… Nem sua mãe me dá o rabo”, grunhiu, enquanto iniciava movimentos lentos que logo se tornaram mais firmes. A dor inicial foi aos poucos dando lugar a uma mistura confusa de desconforto e prazer crescente. Ele me colocou de quatro, meteu com mais força e deu tapas fortes em minha bunda. “Gosta disso, putinha da igreja? Responde pro padrasto!” Entre gemidos e soluços, acabei respondendo afirmativamente. Ele acelerou o ritmo, chamando-me de nomes sujos: “Toma, vadiazinha… Crentezinha do caralho, reza na igreja e depois dá o cu pro padrasto, né?” Finalmente, com um urro animal, João empurrou o pau todo para dentro e gozou abundantemente, deixando meu cu cheio de seu leite quente. Exausta e marcada, permaneci curvada enquanto ele retirava o pau e o esfregava em minha bunda, lambuzando-a completamente. Arrumei-me às pressas, ainda trêmula, e saí da borracharia. Enrolei pela rua até o horário habitual para não levantar suspeitas ao chegar em casa. Aquela foi a primeira experiência que deu início a uma série de descobertas proibidas. Após o encontro na borracharia, cheguei em casa abalada. Meu cu ardia e latejava. Tomei um banho longo, tentando lavar a culpa que me consumia. Havia cometido um pecado grave — entregara meu cu virgem ao marido de minha mãe. Deitada na cama, não conseguia dormir; as imagens daquele mastro preto invadindo-me não saíam da cabeça. No dia seguinte, evitei passar pela borracharia, tomando um caminho alternativo. A vergonha e a confusão eram avassaladoras. Eu era crente, tinha namorado e precisava preservar minha pureza. Porém, alguns dias depois, ao chegar em casa, vi João conversando com o porteiro do condomínio. Ele sabia que minha mãe estava no trabalho naquele horário e havia ido até lá propositalmente atrás de mim. Tentei passar despercebida, mas foi inútil. — Fernanda! Tava te esperando — chamou ele em voz alta. — Diga, padrasto... — respondi timidamente, corando sob os olhares de ambos. Ele me puxou pela mão e me levou até as escadarias do prédio, um local sem câmeras de segurança. Meu coração disparava. — Tava com saudade desse rabo, princesinha. Nunca mais passou perto da borracharia — disse ele, com um sorriso safado. — É que... acho melhor não fazermos aquilo de novo — murmurei, nervosa. — Eu tenho namorado, sou crente... não posso continuar cometendo esse pecado, padrasto. — Não fazer é? Acho que não, princesinha — respondeu ele, tirando do bolso um celular antigo. Abriu a galeria e meu sangue gelou. Havia fotos tiradas naquele dia: minha bunda empinada de calcinha, eu de quatro sobre a bancada e o pau grosso e negro de João profundamente enterrado em meu cu branquinho. — O que acha dessas fotos? Ia ser uma pena se sua mãe, seu pai ou seu namoradinho vissem, não é mesmo? Comecei a soluçar baixinho, em pânico. Meu futuro inteiro poderia ruir. — O que... o que você quer para apagar essas fotos? — perguntei, desesperada. — Você e esse seu rabo gostoso. As fotos são só garantia, Fernandinha — riu ele, malicioso. — Vamo ali rapidinho pra você amansar a vara do padrasto de novo. Sem esperar reação, João me puxou mais para dentro das escadarias escuras. Lá, apertou o cacete por cima da calça e ordenou: — Anda, vadia. Dá uma mamada caprichada na rola do padrasto. Fiquei paralisada. Ele se enfureceu e me deu um tapa firme no rosto. — Anda logo, sua putinha! Chupa meu pau! Ajoelhei-me, trêmula, abri sua calça e libertei aquele pauzão grosso, preto e venoso. Em meio aos soluços, tentei engoli-lo. João segurou minha cabeça com força e fodeu minha boca sem piedade, enfiando o mastro até minha garganta. Engasgava, baba escorrendo, até que ele urrou e jorrou uma carga pesada de porra diretamente em minha garganta. Tentei engolir, mas parte escorreu pelo queixo, lambuzando meu rosto de crente. Satisfeito, ele fechou a calça. — Boa garota. Agora, antes de subir, vai lá na portaria e dá um jeito de deixar o Manel dar uma sarrada nesse rabo. Eu já combinei tudo com ele. O porteiro também tá louco pelo teu rabo . — De jeito nenhum! Ele é o porteiro... eu não posso... — protestei. — Cala a boca, putinha ! — interrompeu ele, furioso. — Eu não estou pedindo, estou mandando. Anda logo, senão mando essas fotos agora mesmo pro seu pai e pro seu namorado. Sem escolha, fui até a portaria de cabeça baixa, acompanhada por João, que ficou do lado de fora para garantir que eu cumprisse a ordem. Entrei na guarita. Fingi precisar interfonar para uma amiga e me posicionei de propósito encostada na bancada, empinando a bunda. O porteiro encostou por trás. Empurrei minha bunda contra ele, roçando até sentir seu pau endurecer. Ele perdeu o controle, agarrou minhas coxas e apertou o volume contra minha bunda carnuda. Fiquei ali, passiva com vergonha e excitação , até conseguir me soltar e subir. Entrei no apartamento e na sequência ouvi a porta abrir era João , senti um frio na espinha. Ele foi até o meu quarto e falou com um olhar de tarado... — Sua mãe só volta daqui a umas horas. Tira essa roupa toda e empina esse rabo grande pra mim, minha enteada. Hoje você vai aprender direitinho qual é o seu lugar. Tremendo, após a chantagem das fotos obedeci. Tirei a roupa lentamente e me coloquei de quatro na cama, empinando a bunda grande e branca. João se aproximou, cuspiu no pau e foi enfiando a cabeça daquele mastro grosso que ia desaparecendo lentamente no meu cu. Gemi alto de dor e prazer misturados. — Isso, putinha da igreja... Agora você é a putinha particular do padrasto negro. Rebola esse rabo gostoso! Comecei a rebolar, empurrando a bunda contra ele, completamente submissa. Ele metia com força, dando tapas fortes nas minhas nádegas, chamando-me de crente safada, vadia do padrasto, filhinha da mamãe que adora rola preta. A dor deu lugar a um tesão avassalador. Gozei pela primeira vez com um pau no cu, tremendo inteira. João acelerou, segurou meus cabelos como rédea e urrou: — Agora toma a porra do seu dono, sua puta! Encheu meu cu com jatos quentes e abundantes de leite grosso. Quando tirou o pau, o sêmen escorreu pelas minhas coxas. Ainda de quatro, ofegante, ouvi passos se aproximando. O porteiro Manel entrou pela porta entreaberta, já com o pau para fora. Levei um susto enorme e comecei a chorar desesperada, tentando me cobrir. — Padrasto... não... por favor... — solucei. — Cala a boca! — ordenou João com voz dura. — Obedece, vadia. Você já é minha putinha. — Eu não sou puta... eu sou crente... tenho namorado..não posso... — argumentei entre lágrimas, relutando. João riu debochadamente, segurando meus cabelos com firmeza. — Crentezinha que dá o cu pro padrasto é o quê? Agora fica de quatro direitinho e amansa a rola do Manel também. Ele é tarado pelo rabo guloso da minha enteada . Sem forças para resistir, obedeci. O porteiro se posicionou atrás de mim e enfiou seu pau em meu cu já arrombado e melado de porra. Começou a meter com força enquanto João segurava minha cabeça e enfiava o pau grosso em minha boca. Os dois me usaram sem piedade, trocando de buraco, dando tapas e soltando insultos sujos. Exausta, marcada e completamente derrotada, senti um prazer doentio tomar conta de mim. Quando os dois gozaram novamente, enchendo meu cu e minha boca de porra, virei o rosto para João e, com voz baixa e submissa, sussurrei: — Sou sua, padrasto... Pode usar meu rabo e me emprestar pra quem quiser. Sou a putinha obediente do senhor agora. João sorriu satisfeito, sabendo que havia transformado completamente a enteada crente em sua vadia particular.
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Ter uma ninfetinha linda, gostosa, deliciosa e bem safadinha em casa é maravilhoso, é está num constante dilema entre o céu e o inferno, é simplesmente delicioso poder ver ela desfilando todo seu charme, sua beleza, seu corpo sensual e sexy pela casa inteira, é uma verdadeira delicia. Parabéns paizão que, com calma e paciência atendeu aos anseios e desejos da enteadinha deliciosa.
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