Pai e filha - O Segredo Gravado e a Corrupção Familiar



Antes de sair de casa naquela manhã de domingo, a irmã mais velha de Ana, casada com Flávio, chamou o marido com um tom casual:
— Amor, leva minha chave reserva do apartamento do pai. Domingo geralmente ele dorme até mais tarde e nem carregou o celular. Então você entra lá, pega o secador que está no banheiro e depois eu aviso ele que você esteve lá. Como o apartamento é grande, ele nem vai perceber.
Flávio concordou, pegou a chave reserva e seguiu para o apartamento do sogro. Ao chegar, lembrou das instruções da esposa e decidiu não tocar a campainha. Silenciosamente, abriu a porta e entrou no apartamento amplo e silencioso. Dirigiu-se ao banheiro para pegar o secador, caminhando pelo corredor que separava o quarto de Ana do quarto principal do pai.
Foi então que ouviu os primeiros gemidos abafados. Parou no meio do corredor, o coração acelerando. Movido por curiosidade, seguiu o som em silêncio. Passou pelo quarto de Ana — o barulho não vinha dali. Andou mais alguns passos e ouviu claramente a voz rouca do sogro ecoando do quarto principal, cuja porta estava entreaberta:
— Empina esse rabo gostoso pra teu pai, putinha!
Ana gemia de forma descontrolada, entregue ao prazer incestuoso. Flávio aproximou-se devagar, espiando pela fresta da porta. A cena que viu foi surreal: Ana, a caçula, estava de quatro na cama do pai, completamente nua, com a bunda empinada sendo arrombada sem piedade pelo pau grosso, venoso e duro do sogro. Os estocados eram brutais, fazendo os seios fartos de Ana balançarem enquanto ela gemia como uma vadia.
Em vez de interromper, Flávio sentiu uma onda de excitação perversa. Tirou o celular do bolso com cuidado, ativou a câmera e começou a gravar o incesto em detalhes nítidos: o pau do pai entrando e saindo da buceta da filha, os gemidos dela, as palavras sujas do sogro. Ele registrou vários minutos do ato, capturando o momento exato em que o pai gozava dentro da buceta da filha caçula. O segredo que poderia destruir a família agora estava nas mãos dele — e seria transformado em algo sujo e prazeroso.
Flávio se retirou em silêncio, exatamente como havia entrado, com o vídeo salvo em seu celular.
Ana retornou para casa no final da tarde, sem imaginar o que a esperava. Na residência moravam ela, a irmã mais velha (esposa de Flávio), a irmã do meio e o próprio cunhado. Durante o jantar, Ana percebeu o olhar intenso e carregado de Flávio sobre ela, mas não deu importância.
À noite, quando a irmã mais velha já dormia profundamente, Flávio invadiu silenciosamente o quarto de Ana. Ele trancou a porta por dentro e se aproximou da cama. Ana acordou assustada.
— Cunhado? O que você...
Flávio colocou o celular na frente do rosto dela e deu play no vídeo. Os gemidos de Ana e as palavras do pai ecoaram baixinho no quarto. Ana empalideceu.
— Por favor, Flávio... apaga isso! — suplicou ela, em pânico.
— Shhh, putinha — sussurrou Flávio, abrindo o cinto. — Você vai pagar pelo meu silêncio. Agora ajoelha e chupa o pau do cunhado.
Tremendo, Ana se ajoelhou no chão do quarto. Flávio puxou o pau grosso e venoso para fora e enfiou na boca da cunhada. Enquanto ela chupava com desespero, ele segurava seus cabelos e gravava um novo vídeo.
— Isso, Aninha... mama gostoso. Olha como a putinha do pai sabe chupar.
Depois de deixar o pau bem babado, Flávio a jogou na cama, puxou a calcinha para o lado e meteu com força na buceta molhada dela.
— Calada, vadia. Sua irmã está dormindo no quarto ao lado. — Ele tapava a boca de Ana enquanto a fodia com estocadas profundas e brutais. — Essa bucetinha agora é minha também.
Ana gozou contra a vontade, o corpo traindo-a com ondas de prazer proibido. Flávio gozou dentro dela, enchendo a buceta da cunhada de porra quente.
No dia seguinte, na ausência da esposa, Flávio chamou Ana e a irmã do meio até a sala. As duas se sentaram no sofá, nervosas. Flávio quebrou o gelo se dirigindo à irmã do meio:
— Hoje você vai descobrir um segredo sujo de família.
Ana, antevendo a situação, empalideceu e suplicou:
— Não, Flávio, por favor... não mostra pra ela. Deixa isso de lado.
Flávio riu de forma debochada e respondeu:
— Quieta, putinha. Eu que mando aqui.
A irmã do meio assistia à discussão atônita, sem entender nada. Flávio então puxou o celular do bolso e falou com um sorriso sádico:
— Olha o segredinho sujo da sua irmã caçula.
Ele deu play no vídeo. A irmã do meio assistiu chocada, com os olhos arregalados, vendo o pai arrombando a buceta de Ana. Ambas as irmãs começaram a chorar, pedindo desesperadamente:
— Por favor, Flávio... não faça isso!
Ele riu novamente e falou com tom frio:
— Silêncio custa caro. Vocês já sabem o que devem fazer.
A partir daquele momento, Flávio dominou as duas irmãs. Ele as usou no quarto, na sala e na cozinha, transformando a casa em um harém secreto. As irmãs foram obrigadas a se beijar, se lamber e servir o cunhado juntas, realizando atos lésbicos e incestuosos sob as ordens dele.
Dias depois, Flávio mostrou o vídeo dele fodendo as duas irmãs para o sogro, pai de Ana e da irmã do meio. O pai assistiu incrédulo, mas claramente excitado, o pau endurecendo na calça.
— Agora você tem a buceta da sua outra filha para foder no sigilo — disse Flávio ao sogro, com um sorriso perverso.
O pai riu nervoso, mas excitado, aceitando a proposta.
O clímax da depravação aconteceu no apartamento do pai. As duas irmãs foram levadas até lá e, em uma orgia familiar intensa, foram completamente usadas. O pai fodeu a filha do meio pela primeira vez, arrombando a buceta apertada enquanto Ana chupava o pau de Flávio. Depois, os dois machos trocaram: o pai metia na caçula enquanto Flávio arrombava a irmã do meio.
As irmãs gemiam como putas, beijando-se e lambendo os paus dos dois homens. Flávio e o pai as foderam em todas as posições — de quatro, cavalgando, dupla penetração —, enchendo bucetas e bocas de porra quente. Os diálogos eram carregados de perversão:
— Toma o pau do papai na sua bucetinha, filha vadia!
— Chupa o cacete do cunhado enquanto o pai te fode, putinha da família!
A orgia terminou com as duas irmãs de joelhos, recebendo cargas abundantes de porra no rosto e nos peitos, beijando-se em seguida com o sêmen escorrendo. A família havia sido completamente corrompida em um ciclo irreversível de luxúria e putaria incestuosa.
Foto 1 do Conto erotico: Pai e filha - O Segredo Gravado e a Corrupção Familiar


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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Pai e filha - O Segredo Gravado e a Corrupção Familiar

Codigo do conto:
267124

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/07/2026

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