No dia seguinte, visitei Marcelo no banco. Conheci Priscila, a nova colega dele. Senti uma pontada de ciúme ao vê-los interagindo, mas disfarcei. Depois, Marcelo decidiu me acompanhar até uma loja para comprar roupas. Meu coração acelerava só de estar perto dele. "Ele é meu irmão... não devo sentir isso", repetia para mim mesma, mas o corpo traía: um calor familiar subia pelas minhas coxas só de lembrar dos beijos da noite anterior. Na loja, quase vazia, entramos juntos no provador. O espaço apertado tornava tudo mais íntimo. Tirei o vestido na frente dele, ficando apenas de calcinha e sutiã. Senti seu olhar percorrendo meu corpo e corei violentamente. "Deus, o que estou fazendo? Mostrando-me assim para meu próprio irmão... isso é pecado, é incesto puro..." Mas o desejo proibido era mais forte. Marcelo também tirou a calça. O volume enorme na cueca dele era impossível de ignorar. Meu olhar fixou-se ali por um instante, imaginando o que havia por baixo. Um arrepio de culpa e excitação me percorreu. "Não posso querer tocar meu irmão... não posso imaginar ele dentro de mim..." Ele se aproximou. Beijamo-nos ardentemente no provador, com medo de alguém aparecer. Suas mãos desceram pelas minhas costas, apertando minhas nádegas. Eu correspondi, pressionando meu corpo contra o dele, sentindo sua ereção roçando minha barriga. "Isso é errado... Beto não merece isso... Marcelo é sangue do meu sangue...", pensava, enquanto gemia baixinho no beijo. O proibido tornava o momento eletrizante. Toquei timidamente o volume na cueca dele, sentindo-o pulsar. A culpa me invadia em ondas — "Sou uma pervertida, desejando carnalmente meu irmão" —, mas não conseguia parar. Ele acariciou entre minhas pernas por cima da calcinha, tocando os pêlos pubianos. Eu tremia de desejo e vergonha. Saímos da loja sem comprar quase nada, o clima carregado de tensão sexual. Em casa, as interações continuaram. Cada olhar, cada toque casual agora carregava segundas intenções. À noite, voltamos ao sofá. Os beijos viraram carícias mais ousadas. Eu me entregava, mas sempre com uma voz interna gritando: "Pare, Nanda... ele é seu irmão... isso vai destruir tudo." Ainda assim, deixava que ele explorasse meu corpo, gemendo quando seus dedos chegavam perto da minha intimidade. O desejo incestuoso me consumia — imaginava nós dois indo até o fim, e isso me aterrorizava e excitava ao mesmo tempo. Miguel apareceu novamente em alguns momentos, criando interrupções e ciúmes. Eu usava isso como desculpa para me afastar, mas sempre voltava para Marcelo, atraída como um ímã. Priscila também ocupava parte do tempo dele, o que aumentava minha confusão interna: "Ele transa com ela... e eu quero que transa comigo? Que tipo de irmã sou eu?" Cada encontro nosso era marcado por essa luta: prazer intenso misturado com profunda culpa moral e religiosa. Eu me questionava constantemente se estava traindo meus valores, minha família e meu noivo. "Perdoa-me, Deus... amo meu irmão de forma proibida." Continua...
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.