Oi, sou a Letícia, tenho 27 anos. Sou baixinha, toda a família puxou os cabelos loiros e os olhos azuis da minha mãe. Meus seios são médios, mas o que realmente me orgulho — e o que chama a atenção de quase todo homem — é minha bunda. Da última vez que medi, estava com 110 cm de quadril. Vocês nem imaginam o tanto de cantada que escuto todo dia. Vou contar uma história que mudou minha vida para sempre. Isso aconteceu quando eu tinha 17 anos. Minha mãe se separou do meu pai e foi morar com um homem bem mais velho . Com o tempo descobri que ela tinha traído meu pai com esse senhor. Até então não entendia como ela trocou meu pai por um homem tão feio. Minha mãe era linda, tinha 38 anos na época, e eu herdei dela esse quadril largo e essa bunda grande. Eu tinha também uma irmã, a Juliana, de 15 anos. Esse homem veio morar na nossa casa. O nome dele era Roberto, a gente chamava de Seu Roberto. Ele tinha 48 anos, era de origem cubana, mas falava muito bem o português, trabalhava como mecânico. Apesar de ser feio de rosto, era forte, parrudo e bem rústico: alto (quase 1,80 m), moreno escuro, corpo robusto e mãos grossas de quem trabalha duro. Dava pra notar no olhar que era bem safado. Minha mãe me explicou que estava com ele por necessidade, para ter o que comer, era o que ela dizia. Meu pai ameaçou parar de pagar a pensão se não fôssemos morar com ele, mesmo assim preferimos ficar com nossa mãe. Seu Roberto virou o homem da casa. Um dia, voltei da escola e escutei barulhos na cozinha. Entrei devagar e vi ele com minha mãe inclinada na mesa. A calça dela estava nos tornozelos, a calcinha rasgada, e ele metendo com força. Dava tapas firmes na bunda dela e falava: — Que bunda gostosa, amor! Tão branca e grande... Minha mãe empinava ainda mais e aguentava as estocadas. Seu Roberto tirava o pau e batia com ele nas nádegas dela. Foi aí que vi: era grande, grosso, bem veioso e com duas bolas grandes e pesadas. Minha mãe disse: — Para, Roberto... as meninas vão chegar e você rasgou minha calcinha! — Ah, é que você tem uma bundona, sua safada! Deixa eu te engravidar... Ele meteu com tudo de novo, parecendo um animal. Terminou dentro dela e saiu da cozinha. Eu me escondi e demorei pra entrar em casa. Não conseguia tirar da cabeça aquele pauzão descomunal. Ele era bem carinhoso com a gente. A Juliana rejeitava os abraços dele, mas eu deixava, sem maldade. Depois de algumas semanas vendo e ouvindo ele transar com minha mãe (que é mais alta, 1,74 m, branca, bunduda e com pernas grossas de quem jogou vôlei), aconteceu uma coisa. Cheguei da escola e Seu Roberto estava na sala vendo TV, só de cueca, sentado de pernas abertas. A cueca estava bem ajustada ao corpo, marcando tudo. Eu estava de legging preta. Cumprimentei ele, que não parava de me olhar. Perguntei pela minha mãe e ele disse que ela estava tomando banho. Dava pra ver o volume grande e grosso na cueca justa. Ele olhava pra minha bunda sem vergonha e falou: — Uff... Letícia, sua bunda tá ficando igualzinha à da sua mãe. Quase rasga essa legging, hein, bunduda... Eu ri e me sentei do lado dele: — Seu Roberto, essa cueca tá bem ajustada pro que o senhor tem aí. Ele riu: — É, filha. Sua mãe gosta assim, diz que marca bem. Rimos juntos. Perguntei pela Juliana. — Foi pra casa de uma amiga. Ficou brava porque nos pegou transando. Sua mãe é muito fogosa, não consigo me segurar. — Tá bom, não precisa dar tantos detalhes... Ele me abraçou e ficamos vendo TV. Eu percebia que ele olhava minha bunda e o pau dele pulsava dentro da cueca justa. Passaram alguns dias. Uma vez ele estava meio alto de bebida e começou a falar: — Letícia, que bunda você tem!... Passa um pouco pra Juliana, que entre você e sua mãe não sobrou nada pra ela — ria alto e me deu um tapa firme na bunda. — Ai, Seu Roberto! O que o senhor tá fazendo? Minha mãe pode ver. — As suas são bem durinhas. Você tá ficando uma delícia, com essa bundona. Fiquei com um pouco de medo, mas também senti um arrepio de tesão. Quis provocar um pouco mais. Virei de costas, empinando levemente: — O senhor acha mesmo? — Claro, bunduda. Se você fosse minha namorada, eu faria muita coisa com essa bunda. — Umm... Que tipo de coisa, Seu Roberto? — perguntei, apoiando no sofá e empinando mais. Ele já estava abrindo o zíper quando ouvimos a voz da minha mãe e eu saí rápido. Em outra ocasião, minha mãe viajou a trabalho e fiquei em casa com a Juliana e o Seu Roberto. Cheguei da escola e a Juliana estava no quarto resfriada. Seu Roberto estava vendo TV, de cueca justa, sem camisa, com várias latas de cerveja ao lado. — Vem, Letícia, vamos ver um filme. Faz companhia pro seu padrastro. — Quero tomar banho primeiro, Seu Roberto. O senhor tá muito assanhado, imagina se a Juliana escuta. — Desculpa, filha. Estou me sentindo sozinho. Sua irmã mal fala comigo e sinto falta da sua mãe. — Tá bom... só me deixa trocar de roupa. Coloquei uma sainha fina e leve com uma blusinha de alcinha. Na TV passava um filme picante. Sentei do lado dele. Não conseguia tirar os olhos daquele volume grande na cueca justa. Ele também não parava de olhar minhas pernas e como a saia marcava minha bunda. Fiquei com muito tesão. Ele me chamou pra deitar no colo dele. Deitei com o rosto perto da coxa dele, bem próximo do pau. Ele acariciava minha cintura e quadril. Depois de alguns minutos ele fala descaradamente senta no colo do seu pai , Letícia. Não sei o que me deu mas eu obedeci sem questionar, parecia hipnotizada Sentia o pau dele crescendo, latejando embaixo de mim. — Letícia, você tá ficando muito gostosa... com esse cuzão — disse ele, apertando minhas nádegas e me puxando mais pra cima do pau. Eu mexia a bunda discretamente por cima dele. A situação foi esquentando até que ouvimos a Juliana abrindo a porta do quarto , ele ficou nervoso e falou que ia. dormir logo que viu minha irmã na porta olhando com cara desconfiada No dia seguinte, cheguei da escola e ele estava de cueca justa conversando com a Juliana. Ela ficou nervosa e saiu dizendo que ia pra casa de uma amiga. Ele me cumprimentou e fez sinal para eu sentar no seu colo, eu novamente obedeci, ele colocou o pau entre minhas nádegas por cima da roupa e ficamos nos provocando. — Tira essa legging, bunduda. Quero sentir você direito. Isso já é demais seu Roberto , falei.Tira logo a legging , falou com voz firme, seus comandos vibravan no meu cérebro, fiquei só de calcinha. Ele me deu várias palmadas fortes: — Plaff! Plaff! Plaff! — Ai, Seu Roberto! — Que bunda deliciosa. Maior e mais durinha que a da sua mãe. Vou te comer gostoso, putinha. Não aguentei mais. Ele então na sequência manda eu ajoelhar e tirou o pau pra fora. Era grande, grosso, cheio de veias e com bolas bem grandes. — Nossa, Seu Roberto... que coisa enorme... — falei olhando para aquele caraleo preto mordendo o lábio. Ordenou que eu abrisse a boca, engasguei quando ele colocou até a garganta e mandou eu chupar,chupei com vontade, lambendo tudo, passando na cara. Depois ele me carregou pro quarto da minha mãe. Me chupou, me dedou e finalmente meteu. Doeu no começo, mas depois veio um prazer absurdo. Ele me comeu de vários jeitos: de frente, por trás, cavalgando e no final me colocou de 4 na cama e devagar foi abrindo meu cu até encostar as bolas na minha buceta, na sequência socou com força. Gozou bem fundo dentro de mim. Me fazendo ter um orgasmo pelo cu que jamais imaginei existir, quase desmaiei de prazer.. Durante o ato, com sua voz rouca e excitada, ele confessou: — Desde que vocês vieram morar comigo, eu queria te comer, Letícia. Espiava você tomando banho, me masturbava olhando esse corpo se desenvolvendo. Entrava no seu quarto à noite só para te ver dormindo. Esperei você crescer mais, ficar pronta para aguentar todo o meu pau dentro de você. Agora você é minha. A partir daquele dia virei a mulher dele. Transávamos sempre que podíamos como dóis animais,eu era totalmente submissa a Seu Roberto, Isso se arrastou por meses até que um dia minha mãe chegou mais cedo e pegou seu Roberto comendo meu cu de quatro na sala , ela não brigou apenas se retirou para seu quarto, duas semanas depois descobri que estava grávida. Contei pra minha mãe , ela aceitou, mas pediu pra gente ser discretos por causa da minha irmã . Seu Roberto me comeu até poucas semanas antes da criança nascer,Tive um menino moreno, parecido com o pai, que chamei de Roberto. Com o tempo, minha mãe ficou mais flexível e começamos a fazer ménage seu Roberto comia eu e minha mãe juntas. Ela trabalhava muito e viajava periodicamente. Uma vez a Juliana chegou mais cedo e Seu Roberto, bêbado, tentou comer ela então ela foi embora morar com nosso pai. Hoje tenho 27 anos, um filho com o Seu Roberto. Minha mãe faleceu em um acidente há alguns anos. Antes de morrer, seu Roberto me assumiu, vivemos no campo agora, com mais tranquilidade. Ele está mais velho mas continua me comendo com todo o tesão de sempre, com a mesma potência que me conquistou. Temos oito filhos no total. Vivemos felizes, óbvio que minha irmã e meu pai nunca aceitaram essa é minha história, espero que tenham gostado.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.
Um conto erótico muito excitante demais é compreensível pq um incesto entre padrasto e enteada um tabu tem familiares que não aceitam mesmo eu adorei muito ler esse seu relatos e a sua mãe aceitou e dividiu o homem dela com vc e vc realizou o seu desejo e hoje é vc a esposa do seu padrasto e fizeram muitos filhos juntos parabéns pr vc Letícia e pr o sr Roberto eu votei