Morando sozinha com meu pai - 2

Após a conversa com a empregada, nossa rotina se tornou ainda mais intensa e perigosa. Eu, Ana Júlia, aos 14 anos, estava completamente viciada no pau do meu pai. Tornara-me sua submissa particular: provocava-o o dia inteiro, enviando fotos da minha bucetinha molhada do banheiro da escola, me esfregando nele quando a empregada virava as costas e implorando para ser fodida a qualquer momento. O maior tesão do meu pai era exatamente este — comer a própria filha, sentir a buceta da sua Ana Júlia apertando seu pau grosso enquanto sussurrava “pai, me fode mais forte”.
A adrenalina do risco se tornou nosso vício. Começamos a trepar em lugares perigosos do prédio. No elevador de serviço, que não tinha câmera, ele me prensava contra a parede, baixava meu shortinho e metia fundo enquanto subíamos ou descíamos, tapando minha boca para abafar meus gemidos. Na garagem escura, tarde da noite, ele me colocava de quatro sobre o capô do carro e socava minha buceta ou minha bundinha com força, o eco dos tapas ecoando entre os pilares. Cada vez que gozávamos, o medo de alguém aparecer só aumentava o prazer.
Certa madrugada, por volta das três da manhã, meu pai teve uma ideia ainda mais louca. Estávamos os dois pelados na sala, eu de quatro chupando seu pau com devoção, quando ele me puxou pelos cabelos e disse com voz rouca:
— Hoje o papai vai te comer na sacada, filha. Quero te foder olhando para o Rio enquanto você geme baixinho.
Meu corpo inteiro arrepiou de tesão e medo. Fomos até a sacada do apartamento. A noite estava quente. Eu me encostei no balcão, usando apenas uma camiseta larga que mal cobria minha bunda. Meu pai veio por trás, já com o pau duro latejando. Puxou meu shortinho até os pés, abriu minhas pernas e, sem preliminares, enfiou todo o seu pau grosso na minha bucetinha encharcada.
— Aaaahh… pai… que delícia… — gemi baixinho, mordendo o lábio.
Ele começou a meter com força, segurando meus quadris, o barulho molhado da nossa foda ecoando na noite silenciosa. Minha camiseta subia, expondo meus peitos que balançavam a cada estocada. Ele sussurrava no meu ouvido:
— Essa é a buceta da minha filha… tão apertadinha… tão safada… goza no pau do papai, Ana.
Eu rebolava contra ele, completamente entregue, sentindo seu saco bater no meu clitóris. A possibilidade de alguém acordado nos ver aumentava absurdamente nosso tesão. Ele metia cada vez mais fundo, alternando entre minha buceta e minha bunda, esticando meu cuzinho com sua grossura.
Do bloco da frente, em uma sacada escura, o vizinho — um viúvo de aproximadamente 45 anos chamado Roberto — fumava um cigarro sem conseguir dormir. Ele viu tudo. Viu o pai metendo na filha, ouviu meus gemidinhos abafados, viu meu corpo jovem se contorcendo de prazer. Excitadíssimo, pegou o celular rapidamente e gravou vários segundos da cena: o pau do meu pai entrando e saindo da minha bucetinha, minhas pernas tremendo, o momento em que meu pai gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente que escorreu pelas minhas coxas.
Dias depois, Roberto, ainda tomado pelo tesão e pela surpresa de ter presenciado um incesto ao vivo, decidiu enviar uma mensagem privada no meu Instagram :
“O segredo seu e do seu pai está seguro. Eu vi tudo pela sacada e gravei. Não vou expor, mas gostaria de falar com você, ok? Espero tua resposta.”
Eu demorei alguns dias para ver a mensagem, pois ele não era meu seguidor e a mensagem caiu em solicitações. Quando finalmente abri, meu coração quase parou. Fiquei em choque, as mãos tremendo. Corri para o quarto do meu pai, ainda com o uniforme da escola, e mostrei o celular.
— Pai… olha isso…
Ele leu a mensagem e empalideceu por um segundo, mas logo assumiu o controle. Segurou meu rosto com firmeza:
— Responda a ele, filha. Agora não temos escolha. Se ele realmente viu e gravou, precisamos saber o que quer.
Eu entrei em desespero. Comecei a chorar, o corpo tremendo:
— Pai… e se ele vazar o vídeo? Eu vou morrer de vergonha… na escola todo mundo vai ver… vão me chamar de putinha do papai , de Incestuosa… o que a gente vai fazer?
Meu pai me puxou para o colo, abraçando-me forte enquanto eu soluçava. Sua mão desceu pelas minhas costas até apertar minha bunda por baixo da saia, o pau já começando a endurecer contra minha coxa apesar da situação. Ele beijou meu pescoço e murmurou:
— Calma, Ana… o papai vai resolver isso. Mas agora você precisa ser a minha putinha obediente e responder. Mostra pro papai como você é safada mesmo com medo…
Ainda chorando, mas excitada pela autoridade dele, eu respondi a mensagem do vizinho com as mãos trêmulas, enquanto meu pai levantava minha saia e enfiava dois dedos na minha bucetinha molhada de medo e tesão.
Continua....

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Morando sozinha com meu pai - 2

Codigo do conto:
266003

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/07/2026

Quant.de Votos:
2

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