Tudo começou no dia em que precisei ir ao centro da cidade para tirar documentos para uma viajem do time de vôlei da escola, acompanhada de um responsável. Minha mãe, trabalhava no comércio e não podia faltar. Meu padrasto, sempre disposto a cuidar de mim, organizou sua agenda e me levou de metrô.
O trajeto de ida transcorreu normalmente. Na volta, porém, era horário de pico e o vagão estava completamente lotado. Sem lugar para sentar, Roberto se posicionou atrás de mim, protegendo-me com o corpo. Eu vestia uma legging bege muito confortável mas que destaca ainda mais minha bunda. Com a multidão apertada, seu membro acabou pressionando firmemente contra minhas nádegas . O volume quente e duro acomodou-se no rego profundo entre elas, tornando o contato inevitável e intenso devido ao tamanho generoso de meu traseiro.
Era constrangedor, pois ele era meu padrasto e nossa relação sempre fora de respeito. Ainda assim, o balanço constante do metrô fazia nossos corpos se esfregarem repetidamente. Senti-me excitada contra minha vontade. Percebi que ele também estava excitado. Seu pau pulsava discretamente entre minhas nádegas , enquanto eu permanecia quieta, fingindo normalidade. Minha buceta ficou completamente molhada, e o incesto velado se manifestava naquela proximidade forçada.
Ao chegarmos à estação, descemos em meio à confusão. Caminhamos para casa em silêncio, sem trocar olhares. Uma semente de tentação havia sido plantada.
Em casa, Minha mãe já nos esperava preocupada. Fui direto tomar banho. Ao me admirar nua no espelho, observei meu corpo: o quadril largo, as nádegas grandes, polpudas e arrebitadas, as coxas grossas e torneadas. Toquei-me relembrando a pressão do membro do meu padrasto e gozei intensamente.
Nos dias seguintes, a tensão permaneceu constante. Todas as noites, após o banho, eu vestia meu pijama leve de algodão, sem nada por baixo, e me posicionava na janela da sala, debruçando-me no peitoril enquanto observava a rua. Meu padrasto começou a chegar mais cedo, antes de mamãe.
Na primeira noite, ele se aproximou por trás para me dar boa-noite. Encostei meu corpo no dele, oferecendo o rosto. Senti seu volume pressionando contra minhas nádegas . Ele me abraçou discretamente, puxando meu quadril contra si por alguns segundos, antes de se afastar.
Na segunda noite, repeti o gesto. Dessa vez, ele deslizou a mão por baixo do pijama e tocou minha buceta, estimulando meu clitóris enquanto seu pau duro esfregava entre minhas nádegas. Abaixou parcialmente o pijama, expondo parte do meu rabo negro e grande, e pressionou a cabeça do pau contra minha argolinha, brincando e lubrificando com saliva, mas sem penetrar. O momento foi interrompido pela chegada de mamãe do trabalho.
Na terceira noite, o ritual se repetiu com mais intensidade. Debruçada na janela, senti-o ajoelhar-se atrás de mim. Ele lambeu meu rego com devoção, enfiando a língua na argolinha e enchendo-a de saliva, enquanto suas mãos apertavam minhas coxas grossas e minhas nádegas generosas. Depois, levantou-se e pressionou o pau novamente contra minha entrada traseira, forçando levemente o anel, quase entrando, mas parando antes. Meu corpo tremia de tesão e vergonha.
Na quarta noite, a empregada foi dispensada mais cedo. Posicionei-me novamente na janela, debruçada, com o pijama já parcialmente abaixado. Ele se aproximou, colou o corpo no meu e, após preparar meu cuzinho com a boca e saliva, começou a forçar a cabeçona do pau contra o anel. Penetrou apenas a glande, movimentando-se devagar, dilatando-me aos poucos, enquanto uma mão fazia siririca em minha buceta. O prazer era imenso, mas ele se conteve e saiu antes de gozar, quando avistamos o táxi de mamãe chegando.
Finalmente, na quinta noite, a tensão havia se tornado insuportável. Eu me posicionei na janela, debruçada, oferecendo-me completamente. Roberto apagou a luz da sala, dispensou a empregada e veio até mim. Sem pressa, ajoelhou-se, chupou meu cuzinho com devoção, empurrando saliva abundante para dentro. Depois se levantou, posicionou a cabeçona do pau no anel dilatado e, com cuidado paternal mas firme, começou a penetrar.
Dessa vez, não parou. Lentamente, centímetro por centímetro, ele foi enfiando o pau grosso em meu rabo grande e negro. Senti meu cu se escancarando ao redor dele até receber o cacete inteiro, com suas bolas encostando em minha buceta molhada. Ele me enrabou com movimentos ritmados, uma mão no meu clitóris e a outra apertando minhas nádegas volumosas, enquanto eu permanecia submissa e quietinha, olhando para a rua.
Seu ritmo aumentou. Senti seu pau latejar dentro de mim, enterrado profundamente no meu cu. Com um urro baixo e contido, ele gozou abundantemente, enchendo meu rabo grande e negro com jatos quentes e fartos de leite grosso. O volume era tanto que escorreu por entre minhas coxas grossas enquanto eu também gozava, tremendo de prazer.
Exaustos, permanecemos unidos por alguns instantes até seu pau amolecer e sair. Como sempre, nenhuma palavra foi trocada. Olhando para a rua, sussurrei baixinho:
— Mamãe chegou.


