Ana, uma jovem de 14 anos ainda virgem, foi convidada pela tia a passar as férias na casa dela. Seu pai precisava viajar a trabalho justamente nesse período, e a tia insistiu para que a sobrinha não ficasse sozinha. “Vai ser ótimo, tu e o Pedro vão se divertir”, disse ela. A casa tinha apenas dois quartos. Diante disso, a tia decidiu que Ana dormiria no quarto de Pedro, que possuía uma segunda cama disponível. “São primos, não há problema nenhum”, justificou. Pedro, seis anos mais velho, recebeu a notícia com um sorriso calculado, já imaginando como despertaria a curiosidade da prima novinha. Na primeira noite, após desligarem as luzes principais, uma pequena luz de abajur permaneceu acesa no quarto, criando uma penumbra suave. Ana fingiu dormir, deitada de lado na sua cama, enquanto observava discretamente. Pedro, percebendo a oportunidade, tirou a cueca lentamente e começou a se masturbar com movimentos lentos e deliberados, gemendo baixinho. Ana, com o coração acelerado, olhava com cara gulosa e olhos entreabertos, fingindo não ver, hipnotizada pela cena e pela curiosidade crescente. Na segunda noite, o jogo começou de verdade. Pedro se sentou na beira da cama dela. Com voz baixa, quente e sedutora, ele começou: “Ana… você deve ser curiosa, né? Dormir no mesmo quarto que o primo mais velho… imaginando o que pode acontecer. Eu sei que garotas como você guardam muitas vontades dentro dessa cabecinha. Quer que eu te mostre coisas que ninguém nunca te mostrou? Devagar, sem pressão… só pra satisfazer essa curiosidade que eu vejo nos seus olhos.” Ana, com a voz trêmula de excitação, respondeu obediente: “Sim, Pedro… eu estou curiosa. Pode me mostrar… Pedro então impos uma condição, ninguém da família pode saber o que vai acontecer neste quarto ok? Ana concordou selando ali um pacto proibido e incestuoso entre primos. Pedro então propôs, com um sorriso malicioso: “Pra deixar essas férias bem gostosas e explorar esse seu lado curioso, vamos jogar verdade ou consequência?” As primeiras rodadas foram leves, mas carregadas de tensão sexual. Pedro venceu e ordenou com voz sedutora: “Tira a blusa, Ana. Quero ver esses peitos que você esconde. Aposto que seus bicos já estão duros só de imaginar o que vem pela frente.” Ana mesmo envergonhada obedeceu imediatamente, tirando a blusa e respondendo baixinho: “Pronto, Pedro… olha eles. Estão duros mesmo…” Pedro lambeu os lábios: “Porra, prima… que tetas deliciosas. Olha como esses bicos já estão duros pra mim.” Ana, corada, murmurou obediente: “Eles ficam assim quando você me olha desse jeito…” O jogo tornou-se o gatilho perfeito para a manipulação. Pedro usava cada vitória para corrompê-la com palavras sujas e sedutoras: “Você é uma garotinha curiosa, né? Aposto que sua bucetinha virgem já tá molhada só de me obedecer.” Ele a mandava ficar de quatro, apertando o quadril largo e a bunda grande e empinada enquanto enfiava dedos nela. “Essa bundona foi feita pra levar pau, Ana. Você vai virar minha putinha particular nesses 20 dias.” Ana respondia gemendo baixo: “Sim, Pedro… eu vou ser sua putinha… continua tocando.” Nas noites seguintes, os diálogos ficavam cada vez mais sujos e detalhados no escuro do quarto. Enquanto Ana chupava seu pau como consequência, Pedro segurava a cabeça dela e gemia baixo: “Isso, engole mais fundo, sua vadiazinha curiosa. Chupa o pau do primo como uma boa puta. Olha como você baba toda no meu cacete… tá gostando de sentir ele batendo na sua garganta, né? Engole tudo, porra, me mostra o quanto você precisa disso.” Ana, com a boca cheia, respondia obediente entre gemidos abafados: “Sim, Pedro… eu gosto… engulo mais fundo pra você… sou sua prima puta.” Pedro manipulava sua mente: “Ninguém nunca vai te dar esse prazer como eu. Você precisa disso agora, não é? Diga que é minha putinha.” Ana obedecia imediatamente: “Sou sua putinha, Pedro… preciso do seu pau…” No oitavo dia, durante uma rodada intensa, Pedro venceu novamente. “Consequência: vou arrombar esse cuzinho virgem hoje. Você tem medo de engravidar e a gente não tem camisinha, então vai ser no seu rabo mesmo, sua safada.” Ana, excitada e rendida, respondeu: “Sim, Pedro… arromba meu cuzinho virgem… eu quero.” De quatro, com a bunda grande empinada, ela sentiu Pedro lubrificar e penetrar devagar. “Ai, que cu apertado… relaxa, vadia. Esse rabo agora é meu. Geme pra mim, vai… isso, aperta meu pau com esse cuzinho guloso.” Ana gemia obediente: “Está entrando… meu cu é teu, Pedro… me fode devagar primeiro.” A dor deu lugar ao prazer enquanto ele estocava, apertando os seios volumosos e torcendo os bicos grandes: “Boa garota… toma o pau do primo no cu. Você nasceu pra ser minha puta . Empina mais essa bundona pra mim.” Ana respondia gemendo: “Sim… empino pra você… sou sua puta …” Nas noites mais avançadas, os diálogos eram ainda mais intensos. Enquanto a fodia no cu com estocadas ritmadas, Pedro sussurrava: “Porra, Ana, você tá viciada em levar no rabo, né? Olha como empina essa bundona pra mim toda noite. Diga alto: ‘Sou a putinha submissa do meu primo Pedro e adoro ter meu cu arrombado por ele’.” Ana obedecia entre gemidos: “Sou a putinha submissa do meu primo Pedro… adoro ter meu cu arrombado por você… me fode mais forte.” Durante as tardes, quando a tia saía para fazer compras ou visitar vizinhos, Pedro aproveitava a piscina com adrenalina constante de serem descobertos. Na água, ele puxava Ana para um canto mais discreto, enfiava a mão dentro do biquíni dela e dedava sua bucetinha curiosa com dedos habilidosos: “Shhh, fica quietinha, sua safada. Olha como sua buceta virgem aperta meus dedos. Tá molhada pra caralho só de pensar que a tia pode voltar a qualquer momento.” Ana respondia sussurrando: “Sim, Pedro… estou molhada… deda mais.” Pedro então fazia ela enfiar a mão dentro da sunga dele: “Pega no pau do primo, vai… bate bem gostoso enquanto eu chupo esses bicos grandes.” Ele abaixava o top do biquíni e chupava os mamilos volumosos com fome, sugando e mordiscando enquanto os dedos continuavam trabalhando na buceta dela. Ana gemia baixinho: “Pedro… seus dedos são tão bons… chupa meus bicos mais forte… eu pego no seu pau como você quer.” Por volta do décimo quinto dia, Ana já se oferecia ativamente. No meio da noite, ela ia até a cama dele, de joelhos, e implorava: “Pedro, por favor… posso chupar seu pau? Eu quero tanto…” Pedro sorria, manipulando-a com palavras sujas: “Olha só como a priminha virgem virou uma putinha gulosa. Chupa então, vadia. Engole tudo e me mostra o quanto você precisa da minha porra.” Ana obedecia com entusiasmo: “Sim, Pedro… sou sua priminha gulosa… vou engolir tudo.” As últimas noites foram de completa depravação. Ana ficava de quatro entre as camas, bunda grande balançando, levando o pau grosso no cu enquanto Pedro a segurava pelo quadril largo: “Isso, toma no rabo, sua puta incestuosa. Goza com o pau do primo no seu cu apertado.” Ela chupava com fome, lambendo as bolas e pedindo para ser marcada com porra nos seios e na cara, sempre respondendo obediente aos comandos. Ao final dos 20 dias, Ana estava completamente dominada e viciada. Na última noite, após engolir a porra dele, ela murmurou submissa: “Pedro… eu sou sua putinha pra sempre. Pode me usar quando quiser.” Pedro, satisfeito com sua manipulação bem-sucedida, acariciou a bunda grande dela e respondeu: “Boa vadia. Você agora é minha putinha viciada. Esse é só o começo.”
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