Meu nome é Clara. Tenho 32 anos, sou casada, morena clara de pele macia. O que tenho para relatar ocorreu no início deste ano. Desde que me casei com Marcos, há dez anos, só transei com ele. Nunca tive intenção de traí-lo. Tudo o que aconteceu não foi planejado. Foi assim: Algumas semanas antes, eu e meu marido estávamos transando no sofá de nossa casa em Campinas. Ele estava sentado e eu montada nele. De repente, Marcos puxou minha cabeça, me beijou e começou a sussurrar em meu ouvido. Disse que estava muito excitado porque havia sonhado comigo. Quando perguntei o que ele havia sonhado, revelou que sonhara que eu estava dando para outro homem. Minhas pernas tremeram de tesão. Gozei quase instantaneamente. Ele também gozou logo em seguida. À noite, perguntei novamente sobre o sonho. Ele confessou que o homem era meu próprio irmão. Fiquei chocada, mas as palavras pervertidas do meu marido plantaram uma semente profunda em minha mente, guiando meu comportamento sem pudor nos dias seguintes. Importante dizer que, muito antes dessa revelação, eu já havia prometido aos meus pais que passaria uma temporada com eles em Ribeirão Preto, a cerca de 120 quilômetros de Campinas. No dia marcado, peguei o ônibus e viajei. Cheguei na casa dos meus pais numa segunda-feira. Eles ficaram muito felizes em me ver. Meu irmão Lucas, de 19 anos, chegou pouco depois. Ao cumprimentá-lo, lembrei imediatamente do sonho do meu marido. Balancei a cabeça para afastar o pensamento. Os dias estavam agradáveis. Eu passeava, dormia até tarde e à noite assistia televisão até tarde com meu irmão na sala. Meus pais dormiam cedo. Numa tarde, voltei de um passeio e encontrei a casa com o som alto no quarto de Lucas. A porta estava entreaberta. Espiei. Meu irmão estava pelado na cama, masturbando-se. Seu pau era grosso, com a cabeça grande e arredondada como um cogumelo rosado. Suas bolas eram grandes e pesadas para a idade dele. Fiquei molhada instantaneamente. Fui ao banheiro e me masturbei pensando nele. As fantasias do meu marido me faziam perder o pudor. Decidi provocá-lo. À noite, levei meu colchão para a sala. Disse que iria assistir TV até dormir. Coloquei uma blusinha e um short de lycra branco bem curtinho, que se enterrava profundamente na minha bunda generosa, destacando suas curvas fartas e volumosas. Deitei-me de forma que, se descobrisse, minha bunda ficaria bem visível para Lucas no sofá. Meus pais foram dormir. Lucas se deitou no sofá. Depois do filme, fingi dormir. Simulei movimentos naturais e descobri uma perna, empinando levemente minha bunda generosa. O shortinho entrou ainda mais fundo entre minhas nádegas. Pelo reflexo, vi Lucas inquieto. Logo o sofá começou a ranger. Ele estava se masturbando, olhando fixamente para minha bunda generosa. Seu pau grosso latejava, a cabeça em formato de cogumelo brilhando, as bolas pesadas balançando. Fiquei extremamente excitada. Na noite seguinte, vesti um baby doll curto e transparente, sem calcinha. Deitei de bruços e repeti o movimento, expondo ainda mais minha bunda generosa. Lucas se masturbou novamente, com mais intensidade, completamente hipnotizado pelas minhas nádegas fartas. No sábado à tarde, estávamos sozinhos em casa. Eu vesti novamente o shortinho branco de lycra, sem calcinha. Deitei-me de bruços no quarto dos meus pais, com a bunda empinada, folheando uma revista. Quando Lucas passou, chamei-o: — Lucas, pode vir aqui? Minhas costas estão doendo da viagem. Você me faz uma massagem? Ele se aproximou. Pedi que ele montasse sobre mim. Senti seu pau grosso endurecendo contra minha bunda generosa enquanto ele massageava. Empinei mais, rebolando levemente, sem pudor algum. O volume dele pressionava entre minhas nádegas fartas. A tensão sexual era enorme, mas meus pais chegaram e interromperam. À noite, deitei novamente no colchão na sala, só de baby doll, sem nada por baixo. Pedi que ele terminasse a massagem. Lucas montou sobre mim. Seu pau grosso, com a cabeça de cogumelo e bolas pesadas, roçou intensamente contra minha bunda generosa. O que começou como massagem tornou-se carícias proibidas. Ele puxou o baby doll para cima, expondo completamente minha bunda generosa. Sem dizer quase nada, esfregou o pau grosso entre minhas nádegas, depois me penetrou devagar. A cabeça larga de cogumelo me abriu, seguida pela grossura veiosa. Ele meteu fundo, as bolas pesadas batendo contra mim, completamente enlouquecido pela minha bunda volumosa. Transamos com intensidade crescente no colchão da sala — eu de quatro, empinando minha bunda para ele, depois cavalgando seu pau grosso, sentindo cada centímetro me invadir. No dia seguinte, domingo, repetimos o ato com mais ousadia. Enquanto meus pais saíram por algumas horas, fomos para o quarto deles. Lucas me fodeu na cama de casal dos nossos pais. Eu estava de quatro, com a bunda generosa empinada, gemendo baixinho enquanto ele metia com força, segurando minhas nádegas fartas. Foi nesse momento que minha mãe entrou no quarto inesperadamente e nos flagrou. Ela nos viu no ato: eu com o rosto enterrado no travesseiro e Lucas metendo seu pau grosso atrás de mim, as bolas pesadas balançando. O choque foi enorme. Ela ficou paralisada por alguns segundos antes de sair do quarto sem dizer uma palavra. No momento, minha mãe fez vista grossa e não disse nada. Porém, no último dia, antes de eu voltar para Campinas, ela me confrontou a sós e me chamou de incestuosa, com olhar de reprovação e decepção. Antes de eu partir, Lucas me abraçou forte e prometeu que viria me visitar durante as férias de julho. Fiquei sem saber o que fazer. Ainda não decidi se revelarei ao meu marido o que aconteceu com meu irmão. Parte de mim quer contar tudo, sabendo o quanto a fantasia dele me levou até ali. Outra parte teme as consequências. Quanto à visita de Lucas nas férias, não sei o que vai acontecer. Mas, guiada pelas fantasias pervertidas que Marcos plantou em mim, temo — ou talvez deseje — que tudo se repita.
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