O que eu desconhecia inicialmente era a profundidade do segredo incestuoso que unia meu avô e minha mãe. Meu avô havia iniciado uma relação sexual com minha mãe ainda quando ela era adolescente. Certa tarde, enquanto (minha avó) comparecia ao velório de uma amiga da igreja, Vicente meu avô seduzia a filha de 15 anos no próprio quarto conjugal. Ele a convenceu de que era um “segredo de família”, acariciou-a por horas, lambeu sua buceta virgem até ela atingir o primeiro orgasmo da vida e, em seguida, a penetrou lentamente, rompendo seu hímen enquanto ela chorava de dor misturada a prazer proibido. A partir daquele dia, a relação se consolidou em encontros frequentes e arriscados.
Por anos, mantiveram o relacionamento incestuoso em absoluto sigilo. Transavam na casa da família quando minha avó saía para compromissos religiosos ou visitas, no casarão durante viagens do meu pai, e até em motéis discretos. Meu avô exercia total domínio sobre minha mãe transformando-a em sua amante submissa. A tara incestuosa era tão intensa que ele a possuía mesmo grávida de mim, afirmando que “a buceta da filha ficava ainda mais quente carregando a neta”. Quando minha mãe se casou, afastaram-se fisicamente por um período, mas o desejo nunca se extinguiu. A morte do meu pai representou, para meu avô, a reconquista definitiva do que considerava seu por direito de sangue.
Ao nos convidar para morar no casarão, meu avô o fez com frieza calculada. Desde o primeiro dia, seu olhar sobre minha mãe era de pura posse animal. Sobre mim, crescia uma fome ainda mais voraz e perigosa.
Poucos dias após nossa chegada, testemunhei a cena que abalou meus valores morais. Ao retornar da escola, escutei gemidos intensos na cozinha. Entrei silenciosamente e deparei com minha mãe inclinada sobre a mesa, saia erguida e calcinha nos joelhos, enquanto meu avô a penetrava com estocadas brutais e ritmadas. Ele desferia tapas pesados em sua bunda generosa e rosnava palavras de domínio absoluto:
— Finalmente voltou para o pau do seu pai, sua puta incestuosa... Essa bundona branca nunca deixou de ser minha propriedade.
Minha mãe empinava-se, rendida ao prazer proibido, recebendo cada investida profunda. Meu avô retirava ocasionalmente o pau monumental — grosso, veioso, com testículos pesados e volumosos — e batia-o contra as nádegas dela, antes de invadi-la novamente com força. Ela murmurava, entre gemidos:
— Pai... as meninas podem chegar... isso é errado...
— errado é você ter negado essa buceta para mim por tanto tempo — respondeu ele, acelerando até ejacular copiosamente dentro dela.
Escondi-me, o coração acelerado e a mente em conflito. O choque do incesto entre pai e filha gerou em mim profundo medo e repulsa moral, mas também uma excitação traiçoeira que eu tentava reprimir. A única experiência tangente que tivera com o tema fora a confissão de uma amiga do colégio, que revelara manter relações sexuais secretas com o próprio pai desde os 15 anos. Aquela história me chocara na época; agora, via o padrão se repetindo em minha própria família.
Meu avô Vicente era um macho dominante e autoritário. Enquanto minha irmã Julia o rejeitava abertamente, eu oscilava entre intenso medo, culpa e uma atração crescente que me aterrorizava. Sentia profunda relutância: “Ele é meu avô... o pai da minha mãe... isso é abominável e incestuoso”. Cada olhar predatório, cada toque “casual” que se demorava em minha cintura ou quadril, fazia-me recuar, embora meu corpo reagisse com umidade abundante e calor inquietante.
O processo de sedução foi lento, tenso e repleto de suspense psicológico. Certa tarde, encontrei-o na sala, apenas de calção de futebol, o volume avantajado marcando o tecido de forma obscena. Ele fixou os olhos em minha legging preta e comentou com voz grave:
— Larissa... sua bunda está ainda mais perfeita, redonda e firme que a da sua mãe na mesma idade. Esse tecido mal consegue conter tanta carne .
Ordenou que sentasse ao lado dele, trêmula de nervosismo obedeci. Ele elogiava minhas formas de maneira degradante e explícita, comparando-me à minha mãe e afirmando que eu era mais jovem, mais apertada e mais digna de ser corrompida. Eu protestava baixinho, enrubescida:
— Vovô... por favor, pare. O senhor é meu avô. Isso está errado.
Ele ria com arrogância, apertando minha coxa com mão firme:
— Você já viu como eu como sua mãe?. Logo vai implorar pelo mesmo tratamento.
Os dias seguintes intensificaram a agonia interna. Embriagado, ele me deu um tapa possessivo e sonoro na nádega:
— Essa bunda durinha e grande foi feita para ser destruída pelo pau do avô. Maior, mais empinada e mais gostosa que a da sua mãe.
Virei de costas, empinando levemente apesar do pavor moral, o coração em conflito extremo:
— Vovô... eu não posso... sou sua neta de sangue. Isso é incesto .. errado , muito errado.
— Errado é você negar o que seu corpo já sabe que deseja — respondeu ele, com autoridade inabalável.
Quando minha mãe viajou a trabalho, a pressão tornou-se insustentável. Julia minha irmã estava resfriada no quarto. Meu avô ordenou que eu vestisse uma saia fina e blusa leve. Voltei para a sala ele ordenou que deitasse em seu colo, o rosto próximo ao pau latejante. Ele acariciava meus quadris com mãos experientes e dominantes. Com tom implacável, ordenou:
— Senta no colo do seu avô, Larissa. Agora.
Obedeci, tremendo de medo e excitação proibida. Senti o membro enorme endurecer e pulsar sob mim. Ele apertou minha bunda com brutalidade, esfregando-me contra si:
— Você vai ser meu brinquedo sexual particular, bunduda. Esse cuzão virgem vai aguentar toda a tara que eu guardei por anos.
Mexi-me discretamente, lutando contra meus princípios. Quando Júlia abriu a porta do quarto e surgiu na porta da sala olhando desconfiada, o momento foi interrompido, deixando-me em estado de frustração luxuriosa e culpa avassaladora.
No dia seguinte, com a casa mais vazia, minha resistência colapsou. Novamente ele ordenou para sentar no seu colo. Ele posicionou o pau entre minhas nádegas por cima da roupa e, com voz firme e dominante, exigiu que removesse a legging. Fiquei apenas de calcinha. Recebi uma série de palmadas fortes e ritmadas:
— Plaff! Plaff! Plaff! Plaff!
— Ai, vovô... por favor... isso é foi..
— Você já é minha neta putinha — rosnou ele, puxando minha calcinha para o lado com violência controlada. — Pare de lutar e entregue-se.
Me fez ajoelhar, relutante, mas hipnotizada. Ele revelou o pau monstruoso. Sem pensar chupei-o com voracidade crescente, engasgando profundamente, lambendo cada veia grossa e sugando as bolas pesadas, revelando um lado submisso e extremamente pervertido que eu desconhecia em mim mesma. Meu avô Vicente me carregou para o quarto principal, devorou minha buceta com fome animal, dedou-me com habilidade e então me penetrou. A dor inicial transformou-se em prazer luxurioso e devastador. Fui usada de todas as formas imagináveis — de frente com pernas abertas, cavalgando com fúria, por trás com tapas constantes —, culminando em uma sodomia profunda, lenta e brutal. Ele meteu centímetro por centímetro até encostar as bolas na minha buceta, socando com força crescente enquanto declarava:
— Vou gozar no cu da minha neta... Explodi em um orgasmo anal avassalador, gritando de prazer incestuoso.
Durante o ato, ele confessou com voz rouca e triunfante, revelando ainda mais detalhes sórdidos:
— Eu comi sua mãe pela primeira vez enquanto sua avó estava no velório. Lambi aquela bucetinha virgem por horas. Agora vou fazer pior com você. Espiava você tomando banho, masturbava-me imaginando corromper minha neta também. Você é o ápice da minha tara incestuosa, Larissa.
A partir daquele dia, tornei-me seu brinquedo sexual favorito. Meu avô me possuía com carga sexual e perversão ainda maior do que reservava à própria filha: sessões diárias de luxúria extrema, humilhação verbal, posições degradantes e ejaculações múltiplas. Eu me entreguei completamente, revelando uma submissão e putaria incestuosa que me surpreendiam. Meses depois, minha mãe nos flagrou, mas aceitou e juntou-se a nós em tríades de prazer proibido. Descobri estar grávida.Minha irmã Julia deixou a casa após uma tentativa do meu avô comer ela e foi morar com o namorado.
Hoje, aos 19 anos, vivo com meu avô e macho no casarão. Minha mãe casou novamente e foi morar com o marido. Ele, apesar da idade avançada, mantém a mesma fome dominante, potência e tara incestuosa que me consumiu. Vivemos imersos em uma realidade de luxúria familiar intensa e sem limites.
Esta é minha história.


