Vivo com minha mãe, Dona Helena, e minha irmã Isabel, de 18 anos, na pequena fazenda isolada no interior de Minas Gerais, herança do meu pai falecido. Somos uma família evangélica devota: frequentamos cultos, lemos a Bíblia diariamente e condenamos o pecado da carne como abominação que conduz à condenação eterna.
Certa tarde, enquanto minha mãe e minha irmã retornavam do culto na igreja, eu estava atrás do galpão, dominado por tesão insuportável. Encostei a mula Preta no tronco, baixei a calça e enfiei meu pau de cavalo naquela buceta quente e apertada, metendo com força até gozar. Elas chegaram exatamente naquele momento e me viram. As duas pararam, entreolharam-se em silêncio profundo, encabuladas e chocadas, sem proferir uma palavra. Entraram em casa discretamente sem que eu percebe-se. Aquela imagem do meu cacete de cavalo não saiu mais da cabeça delas.
Dias depois, Dona Helena me chamou para conversar na sala. Seu rosto refletia seriedade e conflito espiritual.
— Mateus, eu vi você… com a mula. Aquilo é errado, meu filho. É pecado contra o templo do Espírito Santo. Você precisa encontrar uma mulher de verdade, formar uma família abençoada por Deus. Não pode continuar assim no pecado.
Ela citava versículos sobre pureza e tentação. O que não imaginava era que meu desejo mais profundo era possuir não apenas uma mulher, mas principalmente minha irmã Isabel e ela minha mãe.
Certa noite, Isabel levantou-se para beber água. Ao passar pelo corredor, a porta do meu quarto entreaberta revelou-me completamente nu, deitado na cama, com o pau de ereto na mão. Eu me masturbava lentamente, olhos fechados, pensando na minha irmã. O movimento firme da minha mão subia e descia pelo comprimento grosso, fazendo a cabeça brilhante latejar.
Isabel parou, perplexa, incapaz de desviar o olhar. Sem querer, esbarrou na porta, produzindo um leve ruído. Abri os olhos e a vi ali, paralisada, hipnotizada pelo tamanho monstruoso do meu cacete.
— Isabel… entra — chamei, com voz rouca de desejo depravado.
Ela hesitou, tremendo, mas o fascínio proibido a impulsionou para dentro do quarto. Falei fecha a porta e ela obedeceu. Boquiaberta, olhando fixamente para o meu pau, ela murmurou:
— Nossa, irmão… agora entendi porque te chamam de Mateus Cavalo…
— Segura ele, mana. Sente o pau de cavalo do teu irmão — ordenei, sem pudor, estendendo o membro pulsante na direção dela.
Isabel, com os olhos marejados de culpa evangélica, aproximou a mão trêmula e envolveu a grossura quente. Seus dedos mal se fechavam ao redor. Com movimentos hesitantes no início, ela começou a masturbar-me. Eu guiava sua mão, acelerando o ritmo.
— Assim, mana… mais forte. Olha o que você provoca em mim — grunhi.
O prazer proibido cresceu rapidamente. Meu pau latejava na mão dela, as veias pulsando. Com um gemido rouco, gozei abundantemente. Jatos grossos e potentes de porra jorraram, atingindo o rosto de Isabel, seus seios e a camisola. Ela ficou assustada, olhos arregalados de terror e pecado.
— Mateus… isso é abominação! — exclamou em pânico, limpando o rosto com as mãos trêmulas.
Assustada e dominada pelo medo do pecado mortal, ela correu para o seu quarto e trancou a porta.
Isabel não conseguiu dormir. Deitada na cama, a imagem do meu pau enorme latejando em sua mão e da porra quente jorrando em seu rosto não saía de sua mente. O conflito entre sua fé evangélica e o desejo carnal a consumia. Pela primeira vez na vida, sua mão desceu timidamente entre as coxas grossas. Tocou a buceta molhada, inicialmente com hesitação e orações silenciosas de perdão. Logo, os movimentos tornaram-se mais intensos, imaginando o tamanho e a grossura do pau de cavalo do irmão. O prazer proibido a dominou. Isabel gozou com um orgasmo poderoso, o corpo convulsionando, abafando os gemidos no travesseiro. Exausta, adormeceu profundamente, marcada pela culpa e pelo novo fogo que havia despertado.
Os dias seguintes foram de tensão silenciosa. Isabel evitava meu olhar durante o dia, mas à noite o desejo falava mais alto. Após semanas de luta interna, ela cedeu novamente. Entrei no quarto dela após nossa mãe dormir, ela só me olhou, já sabia o que eu queria , seu lado égua do irmão estava prestes a desabrochar, lentamente a virei de quatro, abri suas nádegas e lentamente fui metendo minha lingua no cu e na buceta virgem da minha irmã fazendo ela urrar , abafado contra o travesseiro, cuspi no cu e pressionei a cabeça grossa do meu pau contra o anel apertado.
— Estamos pecando mortalmente, irmão falou ela … mas você quer tanto quanto eu — murmurei.
Isabel mordeu o travesseiro, gemendo de dor e prazer proibido enquanto meu pau de cavalo abria seu cu centímetro por centímetro.
— Perdoa-me, Jesus… que grossura… isso é pecado grave… ahh, não para, irmão — suplicava, empinando a bunda grande apesar da condenação que sentia na alma.
Segurei suas coxas grossas e meti com intensidade controlada, o saco batendo contra sua buceta encharcada. O medo de acordar nossa mãe tornava cada estocada mais culpada e intensa. Gozei profundamente dentro do cu dela, enchendo-o de porra quente enquanto Isabel tremia em orgasmo carregado de culpa e prazer
Dias depois, entrei novamente no quarto de Isabel sem falar nada abri suas coxas grossas e cai de boca na sua buceta quente e molhada.
— Que buceta gostosa , mana… estamos condenando nossas almas juntos — grunhi, metendo mais a língua na buceta.
Isabel agarrava os lençóis, seios grandes com os bicos duros , olhos fechados.
— A Bíblia proíbe o incesto… isso é errado… ahh, Mateus… enquanto ela falava eu encostava a cabeça do meu pau na buceta virgem da minha irmã até ir abrindo ela pouco a pouco ao sentir entrar tudo, minha irmã fala Ahh! Irmão, me fode mais fundo com esse pau de cavalo. Perdoa-nos, Senhor!
Cada estocada era uma transgressão consciente contra nossa fé. Gozamos juntos, inundando sua buceta de porra. Depois daquele dia virou vício....
Em uma dessas noites, enquanto eu metia vigorosamente na buceta de Isabel, Dona Helena apareceu na porta entreaberta. Horror, choque e desejo lutavam em seu rosto. Ela apesar de chocada no fundo sabia que minha irmã não resistiria ao pecado dentro de casa .
— Mãe… venha. Junte-se a nós falei no impulso, coração disparado pela adrenalina e pelo susto de nossa mãe nós pegar no flagra..Não conseguimos mais resistir a este fogo — convidei , com o pau ainda enterrado na minha irmã.
Dona Helena recuou, citando Escrituras com voz trêmula:
— Não! Isso é pecado mortal, abominação diante de Deus! Eu sou mãe de vocês e serva do Senhor! — Mas, ao ver meu pau de cavalo pulsante e melado com os sucos da filha, anos de viuvez e abstinência evangélica a venceram. Tremendo, despiu-se e uniu-se a nós.
Deitei Dona Helena e penetrei sua buceta madura com meu cacete grosso.
— Mãe… tua buceta ainda aperta tanto… estamos todos mergulhando no pecado — gemi, metendo fundo e intenso.
— Perdoa-me, Deus… mas esse pau… me fode, meu filho — respondeu ela, entregue ao tesão proibido.
Isabel sentou no rosto da mãe, que lambeu sua buceta com fervor pecaminoso. Eu alternava: fodia a buceta da minha mãe, enfiava na boca da minha irmã, depois metia no cu de Isabel enquanto Helena chupava os seios grandes da filha. A culpa religiosa permeava cada gemido e estocada.
No clímax, deitei as duas lado a lado e alternei penetrações intensas: buceta da minha mãe, na buceta da minha irmã, cu da? irmã, buceta da mãe.
— Mais forte, filho… enche a buceta da tua mãe de porra! — suplicava Helena.
— Me fode, irmão… mesmo que isso nos leve ao inferno — chorava Isabel de prazer.
Gozamos em explosão: enchi primeiro a buceta da minha mãe, depois o cu da minha irmã. Os três corpos suados permaneceram entrelaçados, cientes do grave pecado contra sua fé evangélica, mas irremediavelmente rendidos ao tesão proibido naquela fazenda isolada.

