Nossa mãe às vezes a repreendia: “Ana, pelo amor de Deus, vista algo decente que pode chegar visita!” Mal imaginava que o maior perigo morava dentro de casa — eu, seu irmão, que há anos se masturbava furiosamente imaginando aquele rabo enorme sentado no meu rosto e meu pau desaparecendo entre aquelas duas montanhas macias.
Tudo mudou numa tarde chuvosa de dezembro. O calor abafado tornava o ar pesado, quase sufocante. Estávamos sozinhos em casa. Começamos brincando de queda de braço na sala. Letícia perdeu três vezes seguidas e exigiu revanche, com aquele sorriso desafiador que sempre me deixava à beira do abismo.
— Tudo bem — respondi, com a voz já rouca. — Mas nem se você colocar o peso dessa bunda toda no meu braço vai conseguir me vencer.
Ela parou. Seus olhos brilharam — mistura de surpresa, provocação e, talvez, curiosidade. Sem dizer nada, ela me mandou deitar no chão da sala. Meu coração martelava. Ela se posicionou sobre mim, abaixando lentamente aquele monumental rabo sobre meu braço. O short fino subiu ainda mais, revelando boa parte das nádegas. Senti o calor da sua carne. O cheiro doce e levemente suado da sua pele invadiu minhas narinas.
Ela perdeu o equilíbrio . Caiu. Sua bunda pesada aterrissou diretamente sobre minha mão aberta.
Num impulso incontrolável, deslizei um dedo pelo meio do rego . O short era folgado o suficiente para que meu dedo afundasse facilmente entre as nádegas quentes. Anasoltou um gemido abafado.
— Para, seu tarado! — sussurrou, mas sua voz tremia. Não havia raiva verdadeira. Havia medo. Havia culpa. E havia tesão.
— Como alguém pode resistir a uma bunda dessas? — respondi, a voz carregada de anos de desejo reprimido. — Grande, redonda, com essas marquinhas de biquíni… Eu sonho com ela todo dia, Ana.
Ela ficou em silêncio por um segundo que pareceu eterno. O peso da culpa pairava no ar. Éramos irmãos. Aquilo era proibido. Imoral. Perigoso. Mas nenhum dos dois se mexeu.
Tomei coragem.
— Se você não fosse minha irmã… eu já teria comido essa bunda há muito tempo.
A frase ficou suspensa. Seus olhos se arregalaram. Ela fingiu raiva, partiu para me bater. Começamos a lutar corpo a corpo. Eu a segurei pelos pulsos, virei-a de bruços no sofá e me prensei contra ela por trás. Meu pau, duro como pedra, encostou exatamente no meio daquele rego profundo. Comecei a esfregar lentamente, sentindo a maciez incrível das nádegas se abrindo ao redor do meu volume.
Ela não lutava para escapar. Gemidos baixos escapavam de sua garganta enquanto eu pressionava mais forte, o tecido fino sendo a única barreira entre meu pau e seu cu. O medo de sermos descobertos, a culpa de estar cometendo um pecado tão grave com a própria irmã e o tesão avassalador pelo proibido nos consumiam.
— Eu quero ver essa bunda agora — rosnei, puxando o short para baixo.
Ela tentou segurar, mas suas mãos tremiam sem força real. O short desceu. Ali estava: enorme, perfeita, com as marcas claras do biquíni emoldurando as nádegas bronzeadas. O cu rosado piscava, levemente contraído de nervoso. A buceta inchada e levemente peluda brilhava logo abaixo.
Não resisti. Ajoelhei-me e enterrei meu rosto entre aquelas duas montanhas carnudas. Lambi devagar, circulando o anel apertado com a língua. Ana estremeceu violentamente, soltando um gemido rouco que misturava choque, prazer e vergonha.
— Meu Deus… irmão… isso é errado… — murmurou, mas empinava o rabo contra minha boca.
Eu estava fora de controle. O medo de que nossa mãe pudesse chegar a qualquer momento só aumentava o tesão. Lambi, chupei e penetrei com a língua aquele cuzinho virgem, sentindo-o relaxar aos poucos.
Quando ela não aguentou mais, ficou de quatro no sofá, olhando para trás com olhos vidrados de luxúria e culpa.
— Faz devagar… — pediu, a voz falhando.
Segurei aquelas nádegas grandes com as duas mãos, abrindo-as ao máximo. Encostei a cabeça grossa do pau no cuzinho rosado e empurrei devagar. A resistência inicial era enorme. Ela gemeu alto, mordendo o sofá. Centímetro por centímetro, fui invadindo aquele rabo proibido e quente. A visão das marquinhas de biquíni esticadas ao redor do meu pau enquanto eu a sodomizava era insana.
— Porra… que bunda gostosa…irmã — grunhi, começando a estocar mais fundo.
O medo, a culpa e o prazer se misturavam num turbilhão. Cada estocada era mais forte. O barulho de carne contra carne ecoava na sala. Ana choramingava, gemia e pedia mais, completamente entregue ao prazer proibido de ser comida no cu pelo próprio irmão.
Não aguentando mais . Segurei firme na cintura dela, admirei pela última vez aquela bunda perfeita sendo arrombada e explodi profundamente dentro dela, enchendo seu rabo enorme com jatos grossos e quentes de porra. Ela gozou logo depois, tremendo inteira, o cuzinho apertando meu pau como um punho.
Ficamos ali, ofegantes, suados e aterrorizados com o que havíamos feito.
Naquela tarde, e em muitas outras que se seguiram até ela completar 19 anos e se mudar para o Rio de Janeiro, eu possuí aquela bunda inesquecível de todas as formas. Hoje, o contato é raro. Mas a memória daquela bunda grande, marcada de biquíni, e do prazer culposo de comê-la analmente ainda me persegue todas as noites.
O proibido nunca foi tão doce , comer o cu da própria irmã é surreal!




