Semanas após o retorno das férias em Xangri-lá, a rotina familiar havia retomado seu curso aparente de normalidade. Ana procurava manter a compostura, embora as recordações das madrugadas intensas com seu primo Pedro ainda lhe provocassem arrepios de desejo e culpa. O que ela não sabia era que, durante uma das noites na casa de praia, o namorado de sua irmã mais velha — seu cunhado — havia acordado com sede e se levantado para beber água. Ao passar pelo corredor, ouviu gemidos abafados vindos do quarto que Ana dividia com Pedro. Movido por curiosidade, ele saiu silenciosamente da casa, deu a volta por fora e se aproximou da janela do quarto de Ana, que não fechava direito. De lá, presenciou toda a cena proibida: Ana de quatro, empinando o rabo para o primo, que metia fundo em seu cuzinho apertado com estocadas firmes e cheias de tesão. O cunhado, excitado ao extremo com a visão da cunhada novinha sendo fodida pelo primo, pegou o celular e filmou tudo em silêncio — os gemidos abafados, as metidas profundas, o momento em que Pedro gozava dentro dela. Ele guardou o vídeo como um segredo perigoso, sem contar nada a ninguém, mas revendo-o várias vezes nas semanas seguintes, imaginando o corpo de Ana. Naquela tarde quente de verão, o calor sufocante tornava qualquer peça de roupa excessiva. Ana vestia apenas um top branco justo, que realçava o volume generoso de seus seios, e um short de malha curto e socado, reservado para o conforto doméstico, que delineava provocativamente as curvas de seu quadril e a firmeza de suas nádegas. Quando a campainha soou, Ana dirigiu-se à porta. Encontrou o namorado de sua irmã mais velha parado à entrada. Antes que ele pudesse falar, Ana informou: — Oi, cunhado. Minha irmã e minha mãe saíram para o shopping e só devem voltar lá pela tardinha. Quer deixar algum recado? Ele sorriu, já com segundas intenções, e respondeu: — Na verdade, prefiro esperar por ela aqui. Minha casa fica longe para eu voltar agora e retornar depois. Posso esperar no quarto dela? Ana, sem suspeitar de nada, achou o pedido normal e permitiu sua entrada. Após alguns minutos, o cunhado chamou Ana ao quarto da irmã sob o pretexto de mostrar algo interessante no celular. Assim que ela se aproximou, curiosa, ele reproduziu o vídeo gravado em segredo na casa de praia. As imagens nítidas revelavam Ana ajoelhada, chupando o pau do primo com avidez, seguida das cenas explícitas em que Pedro a penetrava por trás, fodendo seu cuzinho com estocadas profundas e proibidas. Ana empalideceu instantaneamente. Seus olhos se encheram de lágrimas e um desespero silencioso tomou conta de seu semblante. — Por favor... apaga isso... como você... — murmurou ela, a voz trêmula de pavor. O cunhado interrompeu-a com um sorriso debochado e piscou o olho para ela, dizendo com tom carregado de ironia: — Não se preocupa, cunhada, que seu segredinho sujo de incesto com seu primo está bem guardado comigo. Em seguida, continuou com a voz baixa e carregada de desejo contido: — Seu primo Pedro é um homem de sorte, cunhadinha. Conseguiu comer esse belo rabo que você tem. Eu vi tudo aquela noite... e gravei cada segundo. Ele puxou Ana para si com mãos firmes. Ela resistiu inicialmente, mas o medo da exposição e uma onda inesperada de excitação proibida a traíram. O cunhado beijou seu pescoço, descendo as mãos até apertar suas nádegas por cima do short, apertando a carne macia com possessividade. — Não precisa chorar. Eu guardei esse segredo até agora. Ninguém precisa saber... se você for boazinha comigo. Ele a guiou até a cama da irmã, sentando-se na borda e fazendo Ana ficar de pé entre suas pernas. Com gestos deliberados e ávidos, ergueu o top dela, expondo os seios volumosos e firmes, cujos mamilos já endurecidos foram imediatamente capturados pela boca dele. Enquanto sugava e mordiscava um e outro com avidez, suas mãos deslizaram o short para baixo, revelando a ausência de calcinha e a buceta já úmida. Ana tremia. Ele a virou de costas, fazendo-a arquear o corpo sobre a cama, e colocou-a de quatro, com o rabo empinado. Como era mais velho e experiente, o cunhado revelava-se ainda mais safado e pervertido que o primo Pedro. Sem pressa, ele abriu as nádegas dela com as mãos firmes e enterrou o rosto entre suas pernas, lambendo com maestria a buceta molhada e inchada, sugando o clitóris e descendo a língua até o cuzinho rosado e apertado. Lambeu e chupou com fome, penetrando a ponta da língua no orifício proibido enquanto uma mão estimulava seu clitóris. Ana grunhia de prazer, o corpo tremendo: — Aaaahh... que delícia... Unhheee! Ele continuou o oral devasso por alguns minutos, deixando-a ainda mais molhada e excitada, antes de se posicionar atrás dela. — Por favor... guarda segredo... não conta pra ninguém... eu imploro... — suplicou Ana, a voz falhando de vergonha e tesão crescente. O cunhado cuspiu na glande grossa e veiosa — ligeiramente maior que a de Pedro — e pressionou contra a entrada apertada. — Vou guardar nosso segredinho, cunhadinha... mas esse rabo vai ser meu agora — grunhiu ele, empurrando devagar. — Aaaahh! Devagar... é grande demais... Unhheee! — gemeu Ana, mordendo o lençol da irmã enquanto a cabeça grossa abria seu cuzinho. Ele meteu fundo com uma estocada firme, enterrando-se completamente no interior quente e apertado. Começou a socar com força, o som das peles se chocando ecoando no quarto. — Unhheee! Unhheee! Por favor... guarda segredo... ahhh! Não para... — suplicava Ana entre gemidos, a voz embargada pelo prazer proibido, o corpo traindo-a enquanto empinava mais o rabo para receber as metidas profundas. — Porra, que cu guloso... mais apertado que no vídeo... toma meu pau, cunhadinha — rosnava ele, socando cada vez mais fundo e rápido, uma mão segurando o quadril dela com firmeza e a outra descendo para esfregar seu clitóris inchado. — Unhheee! Unhheee! Vou gozar... por favor, promete que não conta pra minha irmã... eu faço tudo que você quiser... Aaaahhh! — gritava Ana, o corpo convulsionando em um orgasmo intenso, o cuzinho apertando o pau grosso como um torno. Ele não parou. Continuou estocando com tesão animal, fodendo o cu da cunhada na cama da própria namorada, o ato extremamente devasso e proibido. O pau entrava e saía com força, fazendo as nádegas de Ana balançarem a cada investida violenta. — Isso... aperta meu pau assim... vou encher esse cuzinho de porra quente — avisou ele, acelerando o ritmo. — Unhheee! Unhheee! Goza dentro... mas jura que guarda segredo... por favor! — implorava Ana, completamente entregue ao prazer sujo. Com um grunhido rouco, ele enterrou-se até o fundo e gozou violentamente, jorrando jatos grossos e quentes de porra bem no interior do cu dela. Ana sentiu o calor inundando-a e gozou novamente, tremendo descontroladamente. A partir daquela tarde, iniciou-se um novo e intenso relacionamento proibido. O cunhado passou a visitar a casa sempre que a irmã saía, exigindo o corpo de Ana em encontros cada vez mais ousados e devassos. O segredo os unia em uma cumplicidade perigosa, transformando o desejo em um vício compartilhado. O verão de 2026 deixara marcas profundas, e o verdadeiro preço daquele prazer ainda estava por ser pago.
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