— Sofia, eu e seu pai conversamos longamente e achamos que seria justo você saber quem é seu pai biológico. Você não tem por que pagar pelos meus erros da juventude.
Parei o garfo no ar, completamente surpresa.
— Como assim “meu pai biológico”? Você não é meu pai ? falei incrédula olhando para o homem que me criou toda a vida.
Minha mãe prosseguiu, com o apoio visível de Marcos (agora revelado ser meu pai de crianção).
— Na época da faculdade, tive uma aventura passageira com Alexandre. Fiquei grávida, mas nunca contei a ele. Criei você sozinha com a ajuda do Marcos que te assumiu como filha legítima. Alexandre nunca soube da sua existência, portanto não te abandonou — simplesmente desconhecia tudo. Após anos de pressão do Marcos, que foi criado sem conhecer o próprio pai e carregou essa frustração, finalmente decidi revelar a verdade. Localizamos Alexandre pelas redes sociais. Ele é viúvo, mora sozinho e, após o susto inicial, aceitou nosso convite. Virá durante as férias dele, que já estavam próximas, para conhecer você e termos tempo de reatar essa relação pai e filha. A casa é grande, há espaço de sobra. Ele se hospedará aqui.
Marcos completou, com tom firme e compreensivo:
— Filha sei que a notícia te pegou de surpresa, mas a verdade é sempre a melhor opção mesmo que tardia, seja legal com Alexandre, seu pai ? É uma oportunidade importante para todos nós de resgatar a verdade.
Soltei um suspiro alto e reclamei, sem conseguir disfarçar a irritação:
— Ah não… sério? Depois de tudo, vou ter que lidar com isso agora? Que saco…
Minha mãe me olhou séria:
— Olha o respeito, Sofia. Ele vem de longe, e isso é importante para todos nós. Nada de birra vc já e uma mulher, entendeu? Para ele também é tudo novo e terá que se adaptar.
Baixei a cabeça, resmungando:
— Tá bom… que maravilha.
Por dentro eu estava fervendo. Adeus privacidade , ia ter que aturar esse pai que nunca conheci por um mês aqui a partir desse final de semana.
Domingo chegou rápido.
Meus pais saíram cedo para buscá-lo no aeroporto. Eu fiquei em casa, ainda de mau humor, enrolada no sofá. Quando escutei o barulho do carro estacionando, soltei um suspiro longo e fui abrir a porta sem muita vontade.
Assim que abri, ele apareceu logo atrás do meu padrasto, carregando uma mala pequena. Alexandre: 48 anos, homem alto e encorpado, com cerca de 1,85 m. O cabelo castanho escuro, curto e bem cuidado, apesar da idade, mantinha boa forma. Ele abriu um sorriso grande ao me ver.
— Nossa, Sofia… você já é uma mulher. Faz tantos anos e eu nem sabia da sua existência. Você é linda.
Ele me olhou de cima a baixo, claramente surpreso.
— Quantos anos você tem agora?
Respondi, tentando sorrir:
— Dezenove.
— Dezenove? O tempo realmente voa.
Ele deu um passo à frente e me deu um abraço apertado, daqueles carregados de emoção contida. Senti o cheiro dele, homem perfumado e bem arrumado.
Quando ele se afastou, fiquei olhando para ele por um segundo. Por dentro eu pensei: “Ele até que parece melhor do que eu imaginava…”
Minha mãe fez um belo almoço de recepção e serviu a mesa com capricho. Alexandre estava no centro. Ele contava histórias da juventude, da aventura passageira com minha mãe na época da faculdade, das viagens que fazia quando era mais novo, das confusões daquela fase. Falava com graça, gesticulando bastante, e meus pais riam. Até eu, que estava de mau humor, acabei rindo de uma história dele sobre uma aventura desastrada na juventude.
Em certo momento, ele olhou para mim com um sorriso curioso e perguntou:
— E você, Sofia? Me conta da sua vida. Tá estudando ainda?
Respondi, mexendo a comida no prato:
— Tô no primeiro ano da faculdade.
Ele assentiu, interessado.
— E namorado? Tá namorando alguém?
Fiquei um pouco sem graça com a pergunta direta, mas respondi:
— Não… não tô namorando. Só ficando com um menino lá da faculdade.
Alexandre ergueu as sobrancelhas, com um sorrisinho malicioso no canto da boca.
— Ah… “ficando”, né? E esse menino te trata bem?
Fiquei um pouco desconfortável com o rumo da conversa.
— Mais ou menos. É coisa de faculdade, nada sério.
Ele ficou me olhando um segundo a mais do que o normal, ainda com aquele sorrisinho leve, antes de voltar a comer como se nada tivesse acontecido.
Mas eu percebi. O jeito que ele me olhou depois da minha resposta não foi o olhar normal de um pai distante.
Na segunda-feira eu voltei da faculdade com duas amigas para fazer um trabalho em grupo. Como estudo de manhã, chegamos em casa por volta das 12h30. Mal tínhamos aberto os livros na mesa da sala quando Alexandre apareceu vindo da cozinha, com um copo de água na mão.
Ele abriu um sorriso grande ao ver as meninas. Disse ele, todo simpático:
— Olha só que moças bonitas vieram visitar! Vocês são amigas da minha filha?
As duas riram, claramente achando graça do jeito dele. Alexandre puxou conversa rapidinho, perguntou o nome delas, de qual curso eram, fez umas piadinhas. Ficou uns minutos ali conversando, bem carismático, depois disse que não ia atrapalhar e voltou para o quarto.
Assim que ele saiu, eu suspirei e falei:
— Ele vai ficar um tempo aqui em casa.
Uma das minhas amigas virou para mim e falou:
— Até que ele é um coroa bonitão, hein?
Eu sorri e respondi brincando:
— Leva ele pra tua casa então.
As três caíram na risada.
A semana foi passando.
Alexandre se adaptou rápido à casa grande no bairro nobre do Rio de Janeiro. Meus pais trabalhavam em horário comercial, então a partir das 13h até umas 18h éramos só eu e ele em casa. No começo eu tentava ficar no meu quarto fazendo lição ou vendo série, mas era impossível não esbarrar com ele.
Eu percebia os olhares.
Quando eu passava pela sala de short, ele olhava mais tempo do que precisava. Quando ia pegar água na cozinha, sentia ele me observando por trás. Às vezes ele sorria de um jeito diferente quando eu entrava na sala, um sorriso demorado, quase avaliando. Não era nada escancarado, mas era constante o suficiente para me deixar inquieta.
Eu tentava ignorar, mas não conseguia. Comecei a reparar em detalhes que antes não notava: o jeito como ele olhava para as minhas coxas grossas e a bunda grande bem torneada quando eu usava short em casa (fruto de anos de esportes e academia), o tom de voz mais baixo quando falava só comigo.
E o pior: eu não estava mais só irritada. Estava começando a ficar consciente demais da presença dele.
Uma noite, de madrugada, acordei com vontade de ir ao banheiro. A casa estava escura e silenciosa. Levantei devagar e fui andando pelo corredor, ainda sonolenta.
Quando passei na frente do quarto de hóspedes, notei que a porta estava entreaberta. Uma luz azulada saía de dentro. Curiosa, me aproximei devagar e espiei pela fresta.
O notebook dele estava ligado em cima da cama. Vi o vídeo: uma jovem de cabelo castanho claro comprido, com coxas grossas e uma bunda grande bem torneada, parecida comigo, estava sendo comida por um homem mais velho. Fiquei paralisada por uns segundos, pensando no que via.
De repente ouvi um barulho de passos na cozinha, era ele vindo. Meu coração disparou. Voltei correndo para o meu quarto na ponta dos pés, mais silenciosa possível, e fechei a porta devagar.
Deitada na cama, meu coração ainda batia forte. Fiquei olhando para o teto, sem conseguir dormir.
Era eu. A menina do vídeo era muito parecida comigo.
Os dias foram se passando e, aos poucos, fomos ficando mais íntimos.
No começo eu evitava ficar muito tempo perto dele, mas com o tempo acabei me acostumando. Nós começamos a conversar mais. Ele me contava histórias da época dele, perguntava sobre a faculdade, sobre meus amigos… Era até agradável conversar com ele. Alexandre era bem mais divertido e comunicativo do que eu imaginava.
Uma tarde, eu estava na sala de jantar tentando fazer uma tarefa da faculdade que não entrava na minha cabeça de jeito nenhum. Ele passou por lá, viu minha cara de sofrimento e perguntou:
— Tá difícil aí?
Respondi, bufando.
— Tá um inferno.
Ele riu e sentou do meu lado.
— Deixa eu ver.
Passei o caderno para ele. Alexandre ficou uns minutos olhando, explicando passo a passo, com uma paciência que eu não esperava. No final, consegui entender tudo.
Quando ele terminou, eu olhei para ele impressionada e falei:
— Nossa… você é muito bom nisso.
Ele sorriu, com um brilho diferente no olhar, e respondeu:
— Se precisar de ajuda de novo, é só chamar.
Fiquei olhando para ele por um segundo a mais. Ele parecia genuinamente contente em me ajudar… mas tinha alguma coisa no jeito que ele me olhava que me deixava um pouco inquieta.
Uma tarde, enquanto estávamos na sala, Alexandre me olhou com curiosidade e perguntou:
— E aquele menino que você falou… o que você tava ficando? Ainda tá rolando?
Eu dei de ombros, olhando para o chão.
— Ele me pediu em namoro… mas eu disse não. Desde então ele não quer mais nem olhar na minha cara.
Alexandre ficou em silêncio por um momento, depois perguntou com calma:
— E por que você disse não?
Hesitei. Não costumava falar sobre isso, mas algo nele me deixava mais à vontade. Continuei:
— No meu último namoro… o menino me traiu. Estávamos juntos há quase um ano. Eu descobri que ele ficava com outra menina da faculdade o tempo todo. Foi horrível.
Minha voz falhou no final. Tentei segurar, mas as lágrimas vieram mesmo assim. Comecei a chorar baixinho, cobrindo o rosto com as mãos.
Alexandre ficou quieto por alguns segundos. Depois se aproximou, sentou mais perto de mim no sofá e passou o braço ao redor dos meus ombros, me puxando gentilmente contra ele.
— Vem cá, Sofia… não chora. Aquele menino não te merecia.
Fiquei ali, chorando baixinho no ombro dele, sentindo o cheiro dele. Ele acariciava minhas costas devagar, em silêncio.
Por algum motivo, naquele momento, eu me senti estranhamente segura.
Ele continuou me abraçando, acariciando minhas costas devagar enquanto eu chorava baixinho. Depois de um tempo, ele afastou um pouco o rosto e olhou para mim. Murmurou ele em voz baixa:
— Você é linda, sabia? Muito linda mesmo. Uma moça linda assim não merece sofrer por causa de menino idiota.
Fiquei quieta, sentindo o rosto quente. Ninguém nunca tinha me falado daquele jeito.
Ele continuou, ainda mais perto:
— Tem que deixar rolar, Sofia. A vida é curta. Quando aparece uma coisa boa, temos que aproveitar.
Eu não soube o que responder. Só fiquei olhando para ele, encantada com o jeito que ele me olhava. Meu coração batia forte.
Devagar, Alexandre se aproximou mais. Segurou meu rosto com as duas mãos, com uma delicadeza que me surpreendeu. Seus olhos desceram para os meus lábios por um segundo… e então ele me beijou.
Foi um beijo na boca. Calmo no começo, mas firme. Seus lábios eram quentes, eu congelei por um instante, mas não o afastei. O beijo durou alguns segundos, lento, carinhoso.
Quando ele se afastou, ainda segurando meu rosto, olhou nos meus olhos e sorriu de leve.
Eu fiquei ali, atordoada, sentindo o gosto dele na boca.
Ele continuou me olhando por um momento, o polegar acariciando minha bochecha. Depois perguntou, voz baixa e direta:
— Você já transou?
Eu balancei a cabeça positivamente,sem conseguir falar. Meu rosto queimava.
Ele não disse mais nada, ficou em pé . Abriu o zíper da calça devagar, enfiou a mão dentro e puxou o pau para fora. Era grosso, grande, semi-duro, com um saco pesado e caído. Ele abriu bem as pernas, segurando a base e balançando o pau devagar na minha frente, como se quisesse que eu olhasse bem.
Fiquei de boca aberta, sem conseguir disfarçar o choque.
Ele perguntou, com um sorrisinho:
— O do seu namoradinho era assim?
Eu fiquei olhando fixo para o pau dele por uns segundos, ainda de boca aberta. Finalmente consegui responder, quase sussurrando:
— Definitivamente não…
Ele sorriu e se aproximou e me beijou de novo, dessa vez mais fundo, a língua entrando na minha boca enquanto segurava minha nuca. Com a outra mão, ele pegou a minha e levou até o pau dele, fazendo meus dedos envolverem aquela grossura quente e pesada.
— Segura ele para mim.
Eu obedeci, sentindo o pau pulsar na minha palma. Ele estava bem duro agora. Ele me beijava com mais vontade, empurrando o quadril devagar contra minha mão.
Depois ele se afastou um pouco, olhou nos meus olhos e fez uma leve pressão na minha cabeça, me guiando para baixo.
— Vem… chupa ele agora.
Eu me inclinei, nervosa, e abri a boca. Ele colocou a cabeça grossa entre meus lábios e foi empurrando devagar. Quando chegou bem no fundo da minha garganta, eu engasguei um pouco, os olhos lacrimejando.
Foi nesse exato momento que ouvimos o barulho da porta da garagem.
Meus pais tinham chegado mais cedo.
Alexandre reagiu rápido. Puxou o pau da minha boca com um movimento seco, guardou tudo para dentro da calça em segundos e fechou o zíper. Eu me levantei correndo, limpando a boca com as costas da mão, o coração disparado.
Ele se sentou no sofá como se nada tivesse acontecido, pegando o controle da TV.
Eu mal tive tempo de me recompor quando a porta da sala se abriu.
Depois minha mãe chamou todo mundo para jantar. Sentamos à mesa como sempre: eu, meus pais e Alexandre. Tentei agir normalmente, mas ainda sentia o gosto do pau dele na boca e o coração batendo forte.
No meio da refeição, enquanto minha mãe falava sobre o trabalho dela, senti algo roçando minha perna por baixo da mesa. Era o pé de Alexandre. Ele passou devagar pela minha panturrilha, subindo até o joelho, de forma discreta.
Fiquei surpresa, arregalei os olhos por um segundo. Olhei para ele de canto de olho e ele estava comendo normalmente, como se nada estivesse acontecendo. Senti um arrepio subir pela coxa.
Não consegui segurar: dei uma risadinha baixa, quase nervosa, e passei meu pé de volta nele, roçando devagar na perna dele.
Ele não mudou a expressão, mas vi um sorrisinho discreto aparecer no canto da boca. Continuou conversando com meu padrasto como se nada estivesse acontecendo, enquanto seu pé subia mais um pouco pela minha perna, agora por baixo da barra do short.
Eu mordi o lábio, sentindo o calor subir pelo corpo. O risco de estarmos fazendo aquilo bem ali, na mesa com meus pais, tornava tudo ainda mais intenso.
Quase na hora de dormir, fui tomar banho já sabendo que meu pai biológico iria me comer naquela noite,já tínhamos cruzado a linha do proibido, não tinha mais volta. Tomei um banho demorado, perfumei um pouco. Quando voltei para o quarto, coloquei uma camisola fina, curta, sem nada por baixo. Deixei a porta entreaberta de propósito.
Meus pais foram dormir por volta das 23h. A casa ficou em silêncio. Fiquei deitada na cama, coração batendo forte, esperando.
Não demorou muito. Ouvi os passos leves no corredor. A porta se abriu devagar e Alexandre entrou, fechando atrás de si com cuidado.
Ele se aproximou da cama sem dizer nada. Se ajoelhou no chão ao lado, puxou o lençol devagar e começou a me cheirar. Primeiro os pés. Ele inspirou fundo, depois passou a língua devagar pelos meus dedos, subindo pela sola, pelo tornozelo. Subiu beijando e lambendo minhas pernas grossas, devagar, sentindo o cheiro da minha pele.
Eu tremia.
Ele continuou subindo, cheirando e lambendo minhas coxas grossas, até chegar na minha buceta. Ficou ali um tempo, inalando fundo, depois passou a língua bem devagar por toda a extensão, saboreando. Soltei um gemido baixo quando ele abriu meus lábios com a língua e me chupou com calma.
Subiu mais, lambendo minha barriga, os seios, chupando os mamilos com vontade. Chegou no meu pescoço, cheirou forte, depois me deu um beijo profundo na boca, misturando o meu gosto com o dele.
Ele me olhava com fome enquanto fazia tudo, sem pressa, como se quisesse sentir cada parte de mim.
Depois de me lamber inteira, ele se sentou na beira da cama e me puxou gentilmente pela nuca.
— Vem… chupa o pau do seu pai agora.
Eu me ajoelhei entre as pernas dele. Segurei aquele pau grosso e pesado com as duas mãos e coloquei na boca. Estava quente, com cheiro forte de homem. Chupei devagar no começo, sentindo o gosto dele, depois fui descendo mais fundo, tentando aguentar o máximo que conseguia. Ele gemia baixinho, segurando meu cabelo com uma mão, guiando o movimento.
— Isso… assim, devagar… que boquinha gostosa minha filha tem..
Depois de um tempo ele me levantou, me colocou de 4 na cama e se posicionou atrás de mim. Senti a cabeça grossa do pau pressionando minha buceta. Ele foi enfiando bem devagar, centímetro por centímetro, me abrindo aos poucos. Eu mordia o travesseiro, gemendo baixo, sentindo ele me esticar inteira.
Ele murmurou no meu ouvido:
— Calma… respira. Vai acostumando com o pau do seu pai.
Ele ficou parado um tempo todo dentro de mim, bem fundo, me dando tempo para me acostumar com o tamanho. Depois começou a meter devagar, movimentos longos e profundos, uma mão segurando meu peito e a outra na minha cintura.
Ficamos assim por um bom tempo, ele metendo lento e gostoso, me beijando o pescoço e sussurrando no meu ouvido. Quando o senti tremendo, ele tirou e gozou nas minhas costas. Se levantou e limpou.
Depois ele não saiu. Me puxou mais para perto, encaixando meu corpo no dele de conchinha, o pau ainda meio duro roçando em mim. Passou o braço por cima da minha cintura e ficou ali, respirando no meu pescoço.
Dormimos assim, grudados, até o sol começar a aparecer.
A partir daquele dia, Alexandre meu pai , me comia quando queria.
Não tinha mais hora nem lugar. Às vezes era de manhã cedo, antes dos meus pais acordarem. Outras vezes era na sala, no meio da tarde, enquanto eles estavam trabalhando. Já trepamos na cozinha, na mesa de jantar, e até na cama dos meus pais quando eles saíam. Ele não pedia, simplesmente pegava. E eu deixava. Na verdade, eu adorava.
Quando eu chegava da faculdade, muitas vezes ele já estava sentado no sofá, calça abaixada, aquele pau grosso e grande balançando duro, esperando por mim. Eu largava a mochila no chão e ia chupar na hora.
Mas o que me deixava realmente molhada era o risco.
No jantar, ele passava o pé por baixo da mesa, roçando devagar na minha buceta por cima da calcinha, enquanto conversava normalmente com meus pais. Eu ficava apertando as coxas, tentando não gemer, e passava meu pé no pau dele, sentindo ele ficar duro. Era uma brincadeira perigosa e viciante.
Teve um dia que foi insano. Meus pais estavam na sala assistindo TV. Ele estava de pé atrás de um mini bar que temos na sala . Me ajoelhei aos pés dele , abaixei a calça dele e chupei ele ali mesmo, enquanto ele ficava conversando com meus pais que estavam quase de frente para o bar , como se nada estivesse acontecendo. Eu engasgava com o pau dele na boca, baba escorrendo, e ele respondia as perguntas deles com a voz quase normal.
Foi uma das coisas mais safadas que já fiz.
Mais uma semana se passa e chegou sexta-feira à noite, estávamos os dois na sala quando minha mãe saiu da cozinha e falou:
— Filha, sabe seus tios João e Jéssica? Eles vêm amanhã para cá, junto com sua prima Letícia também. Amanhã nós vamos todos ao parque.
Alexandre, que estava sentado na poltrona, olhou para ela curioso.
— O que é esse parque?
Eu respondi antes da minha mãe:
— É um lugar grande, pai. Tem um lago bem bonito, área para fazer churrasco… é bem legal para passar o dia.
Ele assentiu, com um sorriso tranquilo.
— Deve ser muito bom. Faz tempo que eu não vou num lugar assim.
Minha mãe sorriu:
— Pois é, vai ser bom para todo mundo. A gente sai cedo, tá?
Eu só balancei a cabeça, olhei para Alexandre e sorri.
No sábado de manhã, meus tios João e Jéssica chegaram junto com minha prima Letícia. Depois de um café rápido, meu padrasto avisou que íamos todos no carro dele. O problema é que não tinha espaço suficiente.
Alexandre sentou na janela direita do banco de trás. Eu fiquei do lado de fora, esperando. Meu padrasto olhou para os bancos lotados e perguntou:
— E agora? Onde a Sofia vai sentar?
Antes que alguém pudesse responder, Alexandre falou rápido:
— Pode deixar, ela vai no meu colo.
Meu padrasto hesitou por um segundo, mas acabou aceitando:
— Tá bom então… vamos logo.
Entrei no carro e sentei no colo de Alexandre. O banco estava apertado, então eu tive que me encaixar bem nele. Sentindo o calor do corpo dele nas minhas coxas grossas e bunda grande. Ele passou um braço ao redor da minha cintura, “para eu não cair”, e me puxou mais para trás.
O carro começou a andar. Eu tentava ficar quieta, mas sentia o pau dele, já meio duro, pressionando contra mim por baixo da roupa. Cada balanço do carro fazia meu corpo roçar mais nele.
Alexandre fingia que estava tudo normal, conversando com meus tios, mas a mão que estava na minha cintura descia devagar, apertando de leve minha coxa por baixo do short.
Eu mordi o lábio e fiquei olhando pela janela, sentindo meu coração bater forte.
Chegando no parque, fomos direto para um quiosque grande perto do lago. O lugar estava cheio de gente, mas conseguimos uma mesa grande debaixo de uma árvore. Tinha churrasco, refrigerante e cerveja para quem quisesse.
Todo mundo sentou e começou a conversar animado, colocando as novidades em dia. Meu tio João falava do novo emprego, Jéssica contava sobre a filha deles, minha prima falava da escola… Alexandre participava bastante, rindo das histórias e fazendo piadas. Parecia estar se divertindo de verdade.
Eu tentei entrar na conversa, mas estava difícil me concentrar. Alexandre tinha sentado do meu lado. Embaixo da mesa, o pé dele não parava quieto, roçava devagar na minha perna, subia na minha coxa grossa. Cada vez que ele fazia isso, eu sentia um arrepio subir.
Em certo momento, enquanto todo mundo ria de uma história do meu tio, ele se inclinou um pouco para mim e falou baixinho, só para eu ouvir:
— Tá gostoso o dia, né?
Eu só assenti, sentindo o pé dele subir mais um pouco por baixo do short. Meu rosto esquentou. Tentei disfarçar, sorrindo para minha mãe quando ela me perguntou alguma coisa, mas por dentro eu estava uma mistura de tesão e nervoso.
Alexandre continuava conversando normalmente com a família, rindo alto, enquanto o pé dele me provocava por baixo da mesa, como se nada estivesse acontecendo.
O tempo foi passando e o sol ficou mais forte. Em certo momento eu me levantei e falei:
— Vamos entrar na água?
Todo mundo topou. Descemos até a beira do lago, tiramos as roupas de cima e fomos entrando. A água estava gelada no começo, mas foi ficando gostosa.
Quando eu fui andando mais para o fundo, minha mãe gritou da margem:
— Ei, cuidado Sofia! Não vai tão fundo!
Alexandre, que estava um pouco atrás de mim, respondeu rápido:
— Deixa comigo, eu cuido dela .
Ele veio nadando até mim e se posicionou bem atrás do meu corpo. Debaixo da água, ninguém conseguia ver. Senti as mãos dele na minha cintura primeiro, depois ele se encostou totalmente em mim.
Ele tirou o pau para fora da sunga e começou a roçar bem no meio da minha bunda grande. A cabeça grossa cutucava meu cuzinho, pressionando devagar, quase tentando entrar. Ele fazia movimentos sutis com o quadril, esfregando o pau entre minhas nádegas enquanto fingia que estava só me segurando para eu não ir mais fundo.
Eu mordi o lábio com força, tentando não gemer. O pau dele roçando meu cuzinho, cutucando, pressionando a entrada. Alexandre estava bem duro, respirando pesado perto do meu ouvido. Ele sussurrou baixinho, só para mim:
— Fica quietinha… ninguém vai perceber , enquanto pincelava seu pau duro na minha buceta e começava a enterrar tudo dentro de mim .
Minha mãe ainda olhava da margem, sorrindo, sem fazer ideia do que estava acontecendo debaixo da água.
Depois de nos secarmos, voltamos para o quiosque. Passamos a tarde comendo, conversando e tirando fotos. Quando a noite começou a cair, meu tio João teve a ideia:
— Vamos jogar truco?
Todo mundo topou na hora. Arrumaram a mesa, abriram mais cerveja e começaram a jogar. Eu fiquei de fora, só olhando e rindo das brigas deles.
Em certo momento meu tio olhou para mim:
— Sofia, não quer jogar também?
Respondi:
— Eu não sei jogar…
Alexandre, que estava sentado do meu lado, bateu de leve na própria coxa e falou com um sorriso:
— Vem cá, eu te ensino.
Sem pensar muito sentei no colo dele. Sentei meio sem jeito nas pernas dele, depois ele me ajeitou devagar. Sussurrou no meu ouvido:
— Calma.
No meio do jogo, minha tia Jéssica comentou, sorrindo:
— A Sofia e o Alexandre se dão tão bem, né?
Minha mãe concordou na hora:
— Verdade, eles estão grudados desde que chegaram.
Alexandre riu baixinho, apertou de leve minha cintura com o braço e disse:
— É verdade. Amor de pai e filha...
Todo mundo fez “aaah” e “que fofos”, rindo da situação. Meu padrasto e meus tios brincaram um pouco, dizendo que eu estava recuperando 19 anos em poucos dias ...
Só minha prima Letícia ficou quieta. Ela olhava para gente com uma cara séria, quase desconfiada, sem rir junto com os outros.
Antes de ir embora, resolvi ficar um pouco sozinha perto da água. A noite já tinha caído e o lago ficou mais calmo. Fui caminhando até uma parte mais afastada, sentindo o vento fresco no rosto.
De repente senti alguém cutucando minhas costas. Virei rápido e era minha prima Letícia, com uma cara séria. Disse ela, direto:
— Eu sei o que tá rolando aqui.
Fiquei gelada.
— Como assim? Do que você tá falando?
Ela deu um passo mais perto, quase sussurrando:
— Eu vi como ele te olha. Como ele te toca. Não sou idiota.
Senti o sangue subir no rosto. Tentei disfarçar:
— Você vai fazer o quê?
Ela me olhou com nojo.
— Você deveria ter vergonha na cara. Se esfregando com o pai na frente de todo mundo… que nojo.
Enquanto ela falava, uma ideia surgiu rapidamente na minha mente. Em vez de entrar em pânico, vi uma oportunidade para comprar o silêncio dela. Respirei fundo e respondi com um tom calmo e provocativo:
— Tá com ciúmes, Letícia? Quer também? O dele é grande, grosso e sabe usar muito bem. Posso te incluir nisso tudo. A gente faz um plano: você entra na brincadeira com ele, aproveita o que quiser e mantém tudo em segredo absoluto. Ninguém precisa saber. Todo mundo sai ganhando.
Letícia arregalou os olhos, chocada, mas não respondeu de imediato. O nojo inicial deu lugar a uma mistura de surpresa e hesitação. Eu continuei, pressionando levemente:
— Pensa bem. É melhor do que estragar tudo e criar uma confusão familiar enorme.
Ela balançou a cabeça, ainda processando. Foi então que eu vi Alexandre caminhando na nossa direção, afastando-se discretamente do grupo. Chamei-o com um gesto rápido. Quando ele se aproximou, expliquei baixinho:
— Letícia sabe de nós. Mas ela pode entrar na brincadeira agora mesmo, aqui na mata. Assim o segredo fica seguro entre nós três.
Alexandre olhou para Letícia com um sorriso predador, minha prima que apesar dos 17 anos completados a pouco, era bem safada, depois para mim, e assentiu. Sem perder tempo, ele pegou a minha prima pela mão e a conduziu para uma área mais densa de mata próxima ao lago, onde as árvores e a vegetação ofereciam cobertura. Eu fiquei de vigia discreta, mas próxima o suficiente para ver e ouvir.
Na penumbra da mata, Alexandre não perdeu tempo. Ele a encostou contra uma árvore, cheirou seu pescoço, lambeu devagar suas coxas e subiu até sua buceta, chupando com a mesma fome controlada que usava comigo. Letícia, inicialmente rígida, soltou gemidos abafados enquanto ele a chupava. Depois ele a virou de costas, abaixou o short dela e foi enfiando o pau grosso devagar, metendo fundo enquanto segurava seus quadris. Os sons abafados de carne contra carne ecoavam baixinho na mata. Ele a fodeu com intensidade, gozando fora dela após alguns minutos intensos. Letícia tremia, rendida ao prazer proibido.
Quando terminaram, os três voltamos separadamente para o grupo, como se nada tivesse acontecido.
Na volta para casa, o carro estava tão cheio quanto na ida. Eu voltei no colo de Alexandre. Assim que o carro começou a andar, ele passou o braço pela minha cintura e me puxou mais para trás. Poucos minutos depois, senti a mão dele descendo devagar pela minha coxa grossa, por baixo do shortinho. Ele começou a roçar os dedos bem de leve na minha bucetinha por cima da calcinha, fazendo movimentos circulares lentos.
Eu mordi o lábio, tentando ficar quieta. Olhei discretamente para o lado. Letícia estava me encarando. Ela viu tudo. A mão dele se mexendo entre as minhas pernas, meu corpo levemente mexendo no colo dele.
Em vez de ficar nervosa, eu dei um sorrisinho para ela… e pisquei o olho devagar.
Letícia arregalou os olhos, com uma cara safada e mordeu o lábio.
Alexandre, sem se importar com nada, continuou roçando os dedos na minha bucetinha. Eu fiquei quietinha no colo dele, sentindo o pau dele duro contra minha bunda .
Chegando em casa, contei a Alexandre todos os detalhes da conversa com minha prima Ele ouviu tudo, inicialmente surpreso, depois soltou uma risada baixa e maliciosa, balançando a cabeça.
— Você é mesmo filha minha, hein? Safada e criativa.
A partir daquele dia, o segredo se fortaleceu. As aventuras continuaram com ainda mais risco e excitação: encontros rápidos na casa, toques discretos durante visitas familiares, e momentos compartilhados quando possível.
Alexandre ficou mais algumas semanas na casa grande no Rio de Janeiro antes de voltar para sua casa em São Paulo. Foi nessa época que assumimos o nosso envolvimento — agora estendido a Letícia — em segredo absoluto. Desde então, a distância não esfriou as coisas: todo dia mandamos nudes um para o outro (e às vezes para o grupo restrito onde minha prima faz parte), e ele não cansava de vir nos visitar. Minha mãe acha que ele é apenas presente como pai. Marcos não desconfia de nada.
A relação que começou como reencontro familiar se transformou em algo profundo, proibido, compartilhado e irresistivelmente perigoso.



