Meu nome é Carina, tenho 20 anos. Moro com a minha mãe desde o divórcio dos meus pais, quando eu tinha 15 anos. A separação foi causada por uma traição da minha mãe. Ela quis que eu fosse morar com ela do outro lado da cidade, e meu pai, Ernesto, ficou na casa antiga. Mesmo assim, sempre mantive contato com ele. Sou uma garota alta, com cabelo longo, corpo magro, mas com curvas bem marcadas — seios grandes, firmes e uma bunda empinada e dura. Meu pai tem 40 anos, é alto, forte e bem conservado. Por fora, ele é extremamente rígido e moralista, especialmente depois de ter levado chifre da minha mãe.No fundo, eu sempre suspeitei que ele me olhava de forma diferente desde que meu corpo se desenvolveu, embora tentasse esconder atrás de um falso moralismo. Tudo começou nas férias da universidade. Pedi para passar uns dias com ele. Cheguei à noite, desfiz a mala no meu antigo quarto e percebi que tinha levado mais lingerie do que roupas confortáveis. No guarda-roupa ainda estavam algumas peças minhas de quando tinha 15 anos, mas todas muito pequenas. Acabei usando uma saia curta para andar pela casa. Nos dias seguintes, eu usava a saia para fazer a limpeza. Sempre que me abaixava, a saia subia demais. Meu pai me repreendia com tom sério — “Carina, tenha mais cuidado”, “esta aparecendo tudo, você já é uma moça” —, mas demorava para desviar o olhar. Eu fingia inocência, mas percebia a dualidade em suas palavras. Uma noite, desci para a sala e o encontrei sentado ao lado da lareira, bebendo calmamente uma taça de vinho. Criei coragem e perguntei, com timidez: Eu: Pai, posso provar um pouco do seu vinho? Pai (franzindo a testa): Não, Carina. Mulher direita não bebe. Isso não é coisa para você. Argumentei baixinho: Eu: Mas eu vou beber com você, pai… só um pouco. Não vou beber sozinha. Ele pensou, levantou-se e foi até a adega. Voltou com uma garrafa nova. Pai: A que eu estava bebendo já acabou. Esse é um vinho chileno de safra especial. Vou abrir só porque você insistiu. Serviu uma taça generosa para mim. O vinho era encorpado e desceu fácil. Como eu quase nunca bebia, logo comecei a ficar tonta, alegre e mais solta. Foi nesse clima quente da lareira que propus um jogo de perguntas. Quem não respondesse teria que tirar uma peça de roupa. Ele hesitou bastante, mas aceitou. O jogo começou devagar, com perguntas aparentemente inocentes que foram ganhando peso. Eu sempre perguntava com vergonha, voz baixa e rosto corado. Eu: Com quantas mulheres você ficou depois da mamãe? Pai (repreendendo): Carina, que tipo de pergunta é essa? Filha não pergunta esse tipo de coisa para o pai. Pai: Quatro… só casos rápidos. Pai: Você já transou com quantos homens? Eu (vermelha): Dois… faz tempo. Pai (balançando a cabeça): Dois já é demais para a sua idade. Vocês meninas de hoje não têm mais pudor. O álcool deixava o ambiente pesado. Quando chegou a vez dele fazer uma pergunta mais ousada, ele hesitou, mas o vinho falou mais alto: Pai: Você… já fez sexo anal? Fiquei completamente vermelha. Não respondi e tirei a blusa, ficando só de sutiã. Ele pareceu se arrepender imediatamente do que perguntou. Pai (voz rouca, visivelmente excitado): Desculpa, filha. Eu não devia ter perguntado isso. Está ficando tarde… melhor irmos dormir. Ele se levantou rapidamente, mas eu consegui notar o volume grande e latejante marcando sua calça. Naquela noite, ele foi para o quarto e eu fiquei na sala, imaginando que ele tinha ido se masturbar pensando em mim. O clima proibido só aumentava a tensão entre nós. Os dias seguintes foram uma tortura lenta e deliciosa. Eu continuava com a saia curta durante a limpeza, me abaixava devagar na frente dele, deixava a blusa mais aberta, roçava “sem querer” nele. Ele sempre repreendia, chamando meu comportamento de vulgar, mas sua resistência ia diminuindo. O ar da casa estava carregado de desejo reprimido. Na última semana de férias, a tensão chegou ao limite. Eu estava fazendo a limpeza da sala, usando apenas a saia curta e uma blusinha fina. De propósito, deixei o controle cair bem longe e me abaixei devagar, abrindo as pernas e deixando ele ver minha calcinha minúscula que só usava para sair , marcando tudo. Fiquei alguns segundos assim, exibindo minha bunda e a forma da minha buceta. De repente, ouvi a cadeira dele arrastar com força. Meu pai se levantou, respirando pesado, o rosto vermelho de excitação e raiva contida. Pai (voz grave e rouca): Chega, Carina. Chega dessa provocação descarada… Antes que eu pudesse me levantar completamente, ele veio por trás, agarrou minha cintura com força e me virou de frente para ele. Seus olhos estavam selvagens. Pai: Você acha que eu sou de ferro? Passando dias se exibindo, rebolando essa bunda, mostrando esses peitos… agindo igual uma puta vulgar, igual a sua mãe! Ele me empurrou contra o sofá, arrancou minha blusa e meu sutiã com brutalidade. Seus olhos devoraram meus seios grandes. Sem dizer mais nada, enterrou o rosto neles, chupando meus mamilos com fome, mordendo forte, babando enquanto apertava minha bunda com as duas mãos. Eu gemia baixinho, tremendo de tesão e medo do tabu. Ele desceu, arrancou minha saia e minha tanga, abriu minhas pernas e enfiou o rosto na minha buceta. Chupava com força, enfiando a língua fundo, sugando meu clitóris enquanto enfiava dois dedos grossos. Eu nunca tinha sido possuída daquele jeito. Gozei pela primeira vez na boca dele, gemendo alto. Ele se levantou, tirou a calça e a cueca. Sua rola era grossa, grande, latejando, com a cabeça aparecendo um cogumelo.Sem camisinha, sem hesitação, ele me virou de quatro no sofá, cuspiu na minha buceta e foi enterrando tudo de uma vez, até o fundo, minha buceta apesar de apertada devido a excitação engoliu tudo até sentir as bolas do meu pai contra minha bunda. Pai (rosnando enquanto metia forte): Era isso que você queria, sua putinha? Provocar o próprio pai até ele não aguentar mais… Agora toma rola. Toma tudo. Ele me fodia com estocadas brutais, fundo e rápido. O barulho molhado da minha buceta ecoava na sala. Ele puxava meu cabelo, dava tapas fortes na minha bunda, me chamando de puta, de vadia, falava você é uma puta igual a sua mãe..Cada insulto me fazia gozar mais. Ele me virou de frente, colocou minhas pernas sobre seus ombros e meteu ainda mais fundo, olhando nos meus olhos enquanto me comia sem pudor. Senti ele latejar dentro de mim. Pai (quase rosnando): Vou gozar dentro, Carina… vou encher tua buceta de leite.. E gozou. Jatos quentes e grossos me encheram completamente. Ele ficou dentro até esvaziar tudo, gemendo alto. Depois daquele dia, o resto das férias foi palco de sexo proibido. Ele me comia várias vezes ao dia — na cozinha, no banheiro, no sofá, na cama dele. Sempre sem camisinha, sempre gozando dentro ou na minha boca. Por fora, ele ainda tentava manter o ar moralista quando falava comigo, mas no momento do tesão ele me tratava exatamente como a putinha dele. No último dia, antes da minha mãe chegar, ainda chupei ele até o final no quarto, engolindo todo o leite quente do meu pai , enquanto ele segurava minha cabeça. Quando fui me despedir ele me olha e fala, talvez seja a hora de voltar a morar com seu pai, não respondi apenas sorri e dei um beijo de língua nele.. Dias depois voltei a faculdade carregando esse segredo proibido e delicioso. A vida voltou ao normal… pelo menos por enquanto. Eu tinha muito para pensar e lembrar nos meses seguintes até às próximas férias com meu pai !
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