Ana tinha 16 anos e um corpo que parecia feito para o pecado: morena de pele dourada, cabelo preto longo e ondulado, bunda grande estilo cavalona e empinada que balançava quando ela andava pela casa, coxas grossas, peitos pesados que marcavam qualquer blusa fina. Ela sabia o efeito que causava no irmão mais velho, Lucas, de 19 anos. Mas depois da tarde proibida em que ele tinha entrado no quarto dela para se masturbar e ela acabou acordando , Ana surtou.
No dia seguinte ela deixou um bilhete embaixo do travesseiro dele:
“Para com isso. Somos irmãos.”
Lucas leu o bilhete, amassou e jogou no lixo. Ele não parou. Na verdade, o bilhete só deixou ele mais tarado.
Quase todas as madrugadas, quando a casa estava em silêncio, Lucas entrava no quarto dela. Ana dormia de shortinho curto e camiseta fina, de bruços, a bunda grande quase toda de fora. Ele fechava a porta devagar, tirava o pau já duro pra fora e começava a se masturbar ali mesmo, ao lado da cama dela.
Na primeira noite depois do bilhete, ele gozou em cima da bunda dela. Jatos grossos, quentes, escorrendo pela pele morena, pingando entre as bandas. Ana sentiu o calor no sono, mas fingiu que nada tinha acontecido. No dia seguinte trocou o lençol sem dizer nada.
Na segunda noite, ele foi mais ousado. Puxou o shortinho dela pra baixo só o suficiente pra expor o cuzinho rosado e gozou bem em cima do anelzinho apertado, lambuzando tudo. A porra escorreu devagar, quente, viscosa, marcando o lugar que ele sonhava em arrombar. Ana acordou com a sensação pegajosa, o cheiro forte de irmão no quarto. O coração dela disparou, mas ela ficou quieta, respirando fundo, sentindo a buceta trair e molhar.
Na terceira noite ele entrou mais cedo, quase uma da manhã. Ana estava de lado, camiseta subida, um peito grande quase todo pra fora. Lucas se ajoelhou ao lado da cama, punhetando devagar, olhando pra cara dela dormindo. Gozou no peito dela. A porra quente bateu no mamilo escuro, escorreu pelo vale entre os seios, sujou a camiseta. Ana abriu os olhos só um pouquinho, viu o irmão ali, pau na mão, gozando nela. Ela fechou os olhos rápido, fingindo sono, mas o corpo dela inteiro tremeu. A buceta pulsava, o cu latejava lembrando da sensação.
Quatro noites. Cinco. Seis.
Lucas estava viciado. Toda madrugada era um ritual: entrava, olhava a irmã dormindo inocente, se masturbava olhando aquela bunda de égua e descarregava em cima dela. Às vezes na bunda, às vezes nos peitos, às vezes no rosto — um jato acertou a bochecha dela uma vez e escorreu até o canto da boca. Ana provou o gosto salgado do irmão sem querer e sentiu um arrepio que desceu até o clitóris.
Ela resistiu por nove noites.
Na décima, Ana não aguentou mais.
Lucas entrou como sempre, pau já pra fora, latejando. Ele puxou o lençol devagar e viu que Ana estava completamente nua . Sem shortinho. Bunda exposta, pernas ligeiramente abertas. Ele pensou que era sorte. Começou a punhetar mais rápido.
Ana abriu os olhos devagar. Não fingiu mais.
— Você não para, né? — sussurrou ela, voz rouca de sono e tesão.
Lucas congelou, pau na mão, a cabeça brilhando de pré-gozo.
Ana virou de bruços, empinou a bunda alta, abrindo as pernas.
— Se vai gozar em mim toda noite… pelo menos faz direito.
Ela esticou a mão pra trás, segurou o pau do irmão e começou a punhetar pra ele, olhando por cima do ombro com aqueles olhos de desejo proibido.
— Goza. Goza na minha bunda. Quero sentir quente.
Lucas perdeu o controle. Metendo o pau entre as bandas dela, esfregando a cabeça grossa no cuzinho, punhetando contra a pele macia. Ana rebolava devagar, gemendo baixinho.
— Isso… cobre a sua irmã de porra…
Ele gozou forte. Jatos grossos, quentes, abundantes, batendo direto no cuzinho dela, escorrendo pela buceta, sujando as coxas grossas. Ana gemeu alto, esfregando o clitóris contra o colchão enquanto sentia o irmão marcando ela toda.
Quando ele terminou, ofegante, Ana virou de lado, pegou um pouco da porra que escorria com os dedos e levou à boca, lambendo devagar.
— Amanhã… — sussurrou ela — você vai comer meu cu enquanto eu finjo que tô dormindo. E depois eu quero que você goze dentro.
Lucas sorriu, pau já endurecendo de novo.
O bilhete tinha perdido. A porra quente do irmão venceu.
Ana nunca mais resistiu.