Nos anos noventa, nossa chácara no interior do Paraná parecia um paraíso isolado, refúgio que nossos pais criaram para vivermos em contato com a natureza. O silêncio dos eucaliptos amplificava cada sussurro, cada gemido abafado, cada batida acelerada do coração. Eu tinha 14 anos. Rodrigo, meu irmão , 16. Nossos pais, rígidos e profundamente religiosos, mantinham a casa sob vigilância constante. Suas ausências eram raras, mas preciosas — e perigosas. Eu era corpulenta, forte, o que chamam atualmente de “cavala”: quadris largos, bunda grande e empinada, coxas grossas de tanto trabalhar na terra, seios médios que marcavam nas blusas finas. Meus cabelos cacheados castanhos caíam nos ombros. Rodrigo era um pouco mais alto, ombros largos, braços fortes das lidas diárias na chácara . Sempre cuidou de mim com dedicação quase obsessiva. Mas, com o tempo, aquele cuidado ganhou contornos proibidos. Tudo começou com as revistas. Um amigo da cidade as emprestara em segredo. Certa tarde, eu o vi pela fresta da porta: short abaixado, pau grosso e veioso na mão, punhetando com força enquanto folheava as páginas. As imagens eram cruas e explícitas. Uma, em particular, me marcou profundamente: uma jovem de aparência inocente, com bunda grande e arredondada semelhante à minha, de quatro, aguentando um pau descomunal no cu. Seu rosto misturava dor e prazer intenso, porra escorrendo pelas coxas. Rodrigo gozou gemendo baixo meu nome. Saí dali trêmula, boceta molhada e consciência pesada. Guardei o segredo por semanas, torturada pelo medo e pelo desejo. Os meses seguintes foram um ritual lento, angustiante e irresistível. Olhares que duravam demais. Toques “acidentais” que queimavam a pele. Ele me encoxava no corredor , na cozinha mesmo com nossos pais dentro de casa, depois vinham recuos cheios de culpa. “Isso é pecado, Ana. Você é minha irmã”, ele repetia, voz rouca. Eu respondia com medo: “Se nossos pais descobrirem…eles nos matam…”. O terror de destruir a família nos paralisava, mas o tesão só aumentava. Eram meses de tortura deliciosa. Até aquela tarde quente de dezembro. Nossos pais tinham saído cedo e só voltariam à noite. Na cozinha, o ar estava denso. Rodrigo me encostou contra a mesa, beijando-me com desespero acumulado. Suas mãos grandes apertavam minha bunda por baixo da camiseta curta, separando as nádegas. — Eu preciso de você, Ana… não aguento mais. Eu tremia. O medo era real. — Rodrigo… eu tenho pavor de engravidar. Se eu ficar grávida, tudo acaba. Ele parou por um segundo, olhos escuros de desejo. Então olhou para minha bunda grande, os quadris largos, e sussurrou: — Então deixa comer teu cu irmã. Você tem a bunda feita para isso… como na revista que você viu. Aquela garota aguentou tudo. Você também vai aguentar. O era virgem de tudo mas o tesão venceu o medo. Eu assenti, coração disparado. Rodrigo me virou de costas sobre a mesa da cozinha, empinando minha bunda. Levantou a camiseta e puxou a calcinha para baixo. Na mesa da cozinha ainda estava a margarina do café da manhã meu irmão passou o dedo generosamente no pote e depois no meu cu virgem e posicionou seu pau que mais parecia uma estaca e pressionou a cabeça grossa do pau no meu cu que com a ajuda da margarina ia engolindo o pau do meu irmão. Eu me.controlei para não gritar quando ele começou empurrar pouco a pouco . Centímetro por centímetro, doloroso e intenso, ele foi arrombando meu cu. Quando estava todo dentro, parou, respirando pesado contra minha nuca. — Ana… seu cu é tão apertado… tão quente… Começou a meter devagar, depois com mais força, as mãos cravadas nos meus quadris largos. O som obsceno de pele contra pele enchia a cozinha. A dor misturava-se a um prazer sujo e proibido. Gozei pela primeira vez com o cu cheio, tremendo violentamente. Rodrigo acelerou, estapeando minha bunda, e gozou fundo dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente. Ficamos ali, unidos, ofegantes, conscientes da gravidade do que havíamos feito. A partir daquele dia, o incesto se aprofundou lentamente, sempre carregado de medo e culpa. No sofá da sala, ele me fodia de quatro enquanto eu tapava a boca, aterrorizada com a possibilidade de os pais voltarem mais cedo. No quarto dos nossos pais — o lugar mais sagrado e perigoso da casa —, deitamos na cama deles certa tarde. Rodrigo me comeu na posição missionário, olhando nos meus olhos, e depois virou-me para foder meu cu novamente, sussurrando “aqui é ainda mais errado…”. O peso moral era esmagador, mas isso só tornava o prazer mais intenso. Nos meses seguintes, aproveitávamos qualquer oportunidade. No pomar, encostados nas árvores, ele alternava entre minha boceta (agora já entregue) e meu cu. No galpão de ferramentas, eu o chupava ajoelhada entre sacos de ração antes de ser comida brutalmente por trás. No entanto, o medo nunca desaparecia. Cada gemido era abafado. Cada marca de chupão ou tapa precisava ser escondida. Cada vez que minha mãe nos olhava com desconfiança crescente — reparando em nossos olhares, no jeito como eu caminhava após uma foda intensa, ou nas desculpas esfarrapadas —, o pânico nos consumia. Mesmo assim, não conseguíamos parar. O ritual do incesto era complexo: culpa, terror da descoberta, excitação pelo proibido e um amor distorcido que misturava proteção fraterna com posse carnal. Rodrigo continuava “cuidando” de mim durante o dia, enquanto à noite — ou nas brechas — me transformava em sua puta particular, enchendo minha boceta e meu cu com porra quente. Naquela chácara isolada, o que começou com uma revista proibida e um olhar pela fresta da porta tornou-se um segredo profundo, perigoso e viciante. E, apesar de todo o medo, nenhum de nós queria que terminasse.
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